quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Nossa! Que resumo! 👏

Você, MEI, que pagou em dia os seus impostos, o presidente Lula, junto com o Congresso, acabaram de pregar na sua testa a etiqueta de “trouxa”

Da próxima vez, deixe de pagar os seus impostos, e aguarde a próxima eleição.

Imagem e Texto: Marcelo Guterman, Facebook, 21-10-2025, 20h05

"Os vagabundo sai daqui para ter moradia, de graça, em Lisboa!|

[Descrenças] De repente, não mais do que de repente, Lula da Silva ama o amarelo do Brasil

Essa iniciativa oportunista do Lula e súcia é mais do que oportunismo, mais do que eleitoralismo, é pilantragem densa, característica identificadora da esquerda, marxista-leninista ou tão só desocupada e mal-intencionada.

E foram estes mesmos que desde 2018 insultavam os patriotas, nacionalistas que exibiam o amarelo do Brasil, de… gado!

O que são estes humanos que, até ontem, brandavam, expunham, ostentavam a bandeira vermelha do PT? Que, de ontem para hoje, obedecendo ao seu pastor, se prestaram a se mostrar com camisas amarelas do Brasil, ou a se pintarem, via IA, de amarelo? Deprimente! 

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[Descrenças] E é isto que acontece quando o homem mais rico do mundo compra um passarinho azul 
[Descrenças] Não, não acho que o atual presidente da Ucrânia seja um herói 
[Descrenças] Inauguração 

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O blefe do sigilo

Os cadeados de 100 anos e a fatura do cartão que a campanha prefere não mencionar

Rogerio Pires 

No domingo, Lula desafiou Flávio Bolsonaro a abrir os sigilos bancário e telefônico. Na segunda, em Porto Alegre, subiu o tom: escreveu num cartaz “abre o sigilo Flávio” e anunciou que entregaria hoje ao presidente do TSE a autorização para quebrar os seus e os dos cinco filhos. Alguns chamam de desespero. Eu concordo, mais acho que além disso, é mais uma cortina de fumaça.

Por quê? Porque o que se discute hoje não está na conta pessoal de Lula. O que corre o país é o relato atribuído a Daniel Vorcaro, publicado pela Veja: R$ 30 milhões em dinheiro vivo, por fora, ao Instituto Lula, para o documentário de Oliver Stone, em troca de acesso a fundos de pensão. Mensagens atribuídas a Vorcaro falam ainda numa operação de R$ 10 bilhões, com R$ 1 bilhão para o PT. A campanha de Lula nega tudo e chama o caso de peça eleitoral. Enquanto todos sabem que, se existiu esse repasse ilícito, jamais passaria pelo CPF do presidente. Não existe recibo para corrupção!

Dinheiro vivo pago a um instituto aparece no extrato do instituto, das produtoras do filme, de quem intermediou. Não aparece no extrato da pessoa física. Abrir o próprio sigilo e o dos filhos é um gesto de palco: responde a uma pergunta que ninguém fez e silencia sobre a que está na mesa. Lembremos que o triplex e o sítio de Atibaia também nunca estiveram no nome dele.

Se a vontade de transparência é sincera, o caminho é outro. A quebra que esclareceria o caso é a das contas do Instituto Lula, presidido por Paulo Okamotto, e das empresas ligadas ao documentário. Isso Lula não oferece. Oferece o que não custa nada.

E há transparência que está ao alcance da caneta dele, sem pedir licença a ninguém. Em 2022, Lula prometeu um decreto para acabar com o sigilo de 100 anos já no primeiro dia de governo. A prerrogativa continua em vigor e os órgãos seguem usando. Em 2023, foram 1.339 pedidos de informação negados sob esse selo, um século de silêncio. Em julho do ano passado, Lula disse ser “radicalmente contra” o sigilo de 100 anos, mas que a decisão é dos órgãos e “nem chega na Presidência”. Então quem manda no governo?

A máquina pública deve servir ao cidadão, não à reeleição

Recursos públicos não pertencem ao presidente da República. Benefícios previstos em lei não são favores pessoais, e seus destinatários não constituem uma clientela eleitoral à disposição do governante. 

Em nota pública, a Lexum cobra esclarecimentos e apuração sobre as notícias de antecipação do Bolsa Família reajustado às vésperas do segundo turno e de disparos de mensagens governamentais a beneficiários de programas sociais. 

A continuidade de políticas públicas não autoriza sua exploração eleitoral. O WhatsApp não oferece uma via de escape às restrições legais à publicidade institucional. A proximidade da votação tampouco suspende as exigências de responsabilidade fiscal. 

A Lexum conclama o Ministério Público Eleitoral e a Justiça Eleitoral a apurar os fatos e adotar as medidas legalmente cabíveis, com prova, enquadramento preciso e respeito ao devido processo. 

A mesma lei deve vincular qualquer governo e proteger qualquer eleitor. Conveniência eleitoral não cria exceção.

Título e Texto: Lexum, X, 20-10-2026, 15h05

Sol ou chuva? Veja como fica o tempo no domingo de eleição

Instabilidade deve marcar o fim de semana na capital fluminense; votação do segundo turno será realizada das 8h às 17h

Altair Alves 

Céu nublado no Rio de Janeiro, foto: Fábio Moura/Prefeitura do Rio

O domingo de eleição (25/10), deve ser marcado por céu nublado e possibilidade de chuva no Rio de Janeiro. De acordo com a previsão do Sistema Alerta Rio, os termômetros devem variar entre 22°C e 26°C na capital fluminense, com possibilidade de pancadas de chuva ao longo do dia. A instabilidade pode exigir atenção dos eleitores que precisarão se deslocar até os locais de votação.

A previsão para os próximos dias indica mudanças nas condições do tempo. Nesta quarta-feira (21/10), a temperatura deve ficar entre 20°C e 25°C, com predominância de nebulosidade. Na quinta-feira (22/10), os termômetros devem variar entre 20°C e 24°C, com possibilidade de chuva. Já na sexta-feira (23/10), a máxima pode chegar aos 27°C, enquanto o céu permanece predominantemente nublado.

No sábado (24/10), véspera da votação, o calor deve ganhar força, com mínima de 23°C e máxima de 30°C. Apesar da elevação das temperaturas, há previsão de instabilidade, com possibilidade de pancadas de chuva e temporais isolados durante a tarde.

Notas dos jogadores do Vasco contra o Boca Juniors no Maracanã

Confira as notas dos jogadores do Vasco na derrota por 3 a 1 para o Boca Juniors no Maracanã, pela semifinal da Copa Sul-Americana

Foto: Dikran Sahagian/Vasco

Anderson Montalvão

O Vasco perdeu por 3 a 1 para o Boca Juniors nesta terça-feira (20), no Maracanã, e foi eliminado da Copa Sul-Americana. A equipe sofreu dois gols no primeiro tempo, diminuiu com Puma Rodríguez na etapa final, mas levou o terceiro gol nos minutos finais e se despediu da competição.

Puma Rodríguez marcou o gol cruzmaltino, mas o resultado ficou abaixo do esperado em uma partida decisiva diante da torcida. Confira a avaliação individual dos jogadores do Vasco no confronto, feita pelo ge.

Notas

·         Léo Jardim: 2,0

·         Paulo Henrique: 4,5

·         Puma Rodríguez: 7,0

·         Saldivia: 3,5

·         Robert Renan: 6,5

·         Cuiabano: 4,0

·         Santiago Sosa: 3,5

·         Thiago Mendes: 5,0

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O Malandro


O presidente Lula resolveu acrescentar uma expressão ao vocabulário eleitoral brasileiro. Durante o debate presidencial, chamou seu adversário de “malandro carioca”.

Não parece ter sido um elogio.

O Rio de Janeiro conhece a malandragem há muito tempo. Fez dela personagem, samba, teatro e literatura.

O malandro de antigamente vestia terno branco, chapéu de palhinha e sapato bicolor. Frequentava a Lapa, cultivava a boemia e sobrevivia entre a esperteza e a necessidade.

Nem sempre respeitava as regras, mas também não tinha a pretensão de governar o país.

Chico Buarque compreendeu esse universo na Ópera do Malandro, onde a esperteza abandona as esquinas e atravessa todas as classes sociais.

Há o malandro que engana para sobreviver e aquele que transforma a esperteza em profissão.

O primeiro tenta escapar da pobreza. O segundo, das consequências.

Com o tempo, a malandragem mudou de endereço.

Abandonou a Lapa, dispensou o chapéu de palhinha e descobriu os gabinetes refrigerados dos palácios.

Trocou o samba pelo discurso, o jogo de cartas pelo jogo político e os pequenos expedientes pelos grandes negócios.

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[Quadro da Quarta] Cavalos

Eugène Delacroix  

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Um funeral em Ornans
A Festa de Baco
Interior com jovem mulher ao piano
Cristo na coluna
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terça-feira, 20 de outubro de 2026

Seis dias antes da urna

Entenda por que o Bolsa Família só subiu quando a urna ficou perto, e quem vai pagar a conta depois


Rogerio Pires

Ontem, segunda-feira, o dinheiro novo do Bolsa Família começou a cair nas contas de milhões de famílias. Faltam cinco dias para o segundo turno. Em 17 de setembro, o governo anunciou o aumento e publicou o decreto no mesmo dia, em edição extra do Diário Oficial. Tudo a toque de caixa, num único dia, com a eleição já em campo. Coincidência de calendário?

Os números são estes: o piso sobe de R$ 600 para R$ 691, aumento de 15,04%, e o valor médio por família vai de R$ 675 para R$ 777. O programa atende mais de 19 milhões de lares. Quem recebe vai sentir no bolso, e é justamente por isso que a data importa.

Agora o ponto que o Planalto prefere esconder: esse aumento não estava no orçamento. O projeto que o governo enviou ao Congresso em agosto reservava R$ 157,1 bilhões para o programa em 2027 e não previa reajuste nenhum. Se a correção era uma necessidade real, por que ficou de fora da peça que o próprio governo escreveu? Porque a necessidade não era do beneficiário. Era da campanha.

O governo responde que é mera reposição da inflação, o INPC acumulado de março de 2023 a agosto de 2026. Então por que ela não veio ao longo do caminho? A inflação justificaria a correção desde o início do mandato. Durante meses o beneficiário ficou com o valor defasado, e a correção só apareceu quando a urna ficou perto. Foi uma decisão tomada às pressas, de olho na pesquisa, não no orçamento.

A queda do status quo em França... E não só

A ilusão da ordem: 5 verdades desconfortáveis sobre a crise e o colapso do Contrato Social em França

Francisco Henriques da Silva

Introdução: O rastilho de uma crise que vai além das ruas.

A maior parte dos media prefere ignorar o que está diante dos olhos, uma vez que  aborda a onda de violência na França como se fosse só mais um protesto estudantil ou as reivindicações de uma categoria profissional. Esse posicionamento está longe de explicar o que está realmente a acontecer. O que se vê nas ruas não é um protesto comum, mas sim um ataque direto e contínuo ao poder do Estado. A revolta urbana tornou-se, assim,  uma ferramenta para criar instabilidade de forma planeada.

Sejamos claros, em vez de uma luta social legítima, o que se passa nas ruas das cidades francesas consiste num movimento claramente insurrecional. Hoje, assiste-se a uma aliança pragmática entre a extrema-esquerda, a ultra-esquerda anarquista, criminosos comuns e grupos marginalizados do Magrebe e de África, que nunca foram integrados na sociedade francesa. No fundo, isto representa a aplicação política da chamada “Nova França” defendida por Jean-Luc Mélenchon. Não presenciamos uma revolução histórica, mas sim uma farsa que explora a fragilidade do país.

O contrato social francês está claramente em colapso. Para entender como essa crise se aprofunda e por que pode desestabilizar toda a Europa, precisamos de analisar cinco verdades desconfortáveis que sustentam essa situação. 

Ponto 1: Não é sobre o gasóleo nem sobre professores — É o fim do contrato social.

No dia 17 de outubro de 2026, o que aconteceu em França não foi apenas um protesto, mas sim o fim do contrato social. Quando a violência toma conta das ruas, tentar reduzir a raiva popular a meras reivindicações específicas é uma ilusão perigosa. Quem coloca fogo numa câmara municipal não está a pedir mais professores, e quem saqueia uma loja de luxo no centro de Paris não está a protestar contra o preço do combustível.

Alemanha: 87% dos suspeitos com mandado de captura são estrangeiros

Paulo Hasse Paixão

Mais de 148 mil pessoas continuam sujeitas a mandados de detenção em aberto na Alemanha, e apenas 11,2% delas têm cidadania exclusivamente alemã. No total, 87% dos suspeitos com mandado de detenção são estrangeiros, segundo dados fornecidos pelo Ministério Federal do Interior em resposta a uma consulta parlamentar. 

Os estrangeiros representam 87,3% do total de suspeitos procurados, enquanto outros 1,5% são cidadãos alemães que também possuem uma segunda nacionalidade. Os dados já estão a contribuir para o debate sobre a imigração em massa e a criminalidade, especialmente num país onde a violência, as violaçõese os crimes graves são cometidos de forma desproporcional pela população estrangeira.

O jornal Welt obteve a resposta do ministério do interior a uma pergunta do deputado Sebastian Münzenmaier, do partido Alternativa para a Alemanha (AfD).

Münzenmaier declarou ao Welt a este propósito:

“Os números falam por si: a esmagadora maioria dos criminosos procurados por mandados de detenção não possui passaporte alemão”.

O deputado defendeu uma “mudança radical de rumo” que inclua controlos fronteiriços permanentes e completos, o termo imediato da permanência de criminosos estrangeiros na Alemanha e o cumprimento das penas de prisão no país de origem.

Alexander Throm, porta-voz para a política interna do grupo parlamentar da União Democrata Cristã (CDU), um partido que é em grande parte responsável pelas políticas de imigração do regime alemão, afirmou:

“Cada mandado de detenção em aberto representa um risco para a segurança. A elevada proporção de criminosos estrangeiros, incluindo muitos de outros países da UE, demonstra que devem ser tomadas medidas”.

Throm observou ainda que os controlos fronteiriços introduzidos em Setembro de 2024 fizeram mais do que limitar a imigração ilegal:

“Não se limitaram a reduzir a imigração ilegal. Desde o seu início, em Setembro de 2024, mais de 17.500 pessoas foram detidas nas nossas fronteiras com mandados de detenção em aberto”.

Heiko Teggatz, presidente do Sindicato da Polícia Alemã, considerou os números preocupantes, afirmando:

O papel miserável do jornalismo no debate público

Henrique Pereira dos Santos

Não, não vou propriamente escrever sobre a capa e etc., de ontem, do Público, isso faz parte da agitprop de uns jornalistas que vivem da caridade da família Azevedo, não entra na classificação de jornalismo.

Interessa-me sim a descrição que é feita dos problemas no sector da habitação, em que o jornalismo vai torturando a realidade até que diga o que o jornalista quer que diga, dando como resultado uma má equação de problemas reais que só por sorte poderá desembocar em boas soluções para um problema mal equacionado.

Nas dezenas de horas de conversa sobre o carnaval montado no Rossio e no Porto, a pretexto de uma suposta crise nunca vista da habitação, faz impressão a desinformação promovida pelos jornalistas, entrevistando alegremente gente que ou está a dizer mentiras, ou está mal informada sobre a questão, sem que o jornalista assuma a sua obrigação de verificar factos.

Comecemos pela caracterização dos problemas no sector da habitação como sendo a maior crise que alguma vez se viu no sector da habitação, uma parvoíce sem nome, bastaria olhar para as fotografias dos imensos mares de barracas à volta das grandes cidades, ou para as condições de vida nos bairros populares e periferias do fim dos anos sessenta e princípios dos anos setenta, ou mesmo até aos anos oitenta, para ter uma noção clara de que é uma estupidez estar sempre a repetir que os jovens de hoje enfrentam uma situação que os seus jovens pais e avós nunca enfrentaram.

Se quiserem ser mais rigorosos, como seria dever dos jornalistas, podem dar um salto aos censos nacionais que a partir de 1970 têm dados muito extensos sobre a habitação em Portugal, para perceber que é simplesmente mentira estar-se perante uma situação nunca vista na habitação.

Uma das entrevistadas numa dessas romarias ao carnaval do Rossio dizia que era professora, estava em Lisboa há dois anos, agora até tinha arranjado um quarto (ou uma casa, não me lembro) mas até aqui vivia nos sofás de amigos porque não conseguia arranjar casa, coisa que em muitas opiniões recolhidas sem audição crítica por parte dos jornalistas, era uma situação que os pais nunca tinham tido, na sua juventude.

O melhor inseticida


Há quem diga que o Brasil precisa de um novo governo. Outros defendem uma nova política. Alguns, mais otimistas, acreditam que basta trocar os personagens e conservar o espetáculo.

O problema é que a peça está em cartaz há tanto tempo que até os cupins já aprenderam a decorar as falas.

E continuam devorando o cenário.

O Brasil não precisa apenas de uma mudança de governo. Precisa de uma boa dedetização.

A infestação tomou conta da casa. Está nas instituições, nos gabinetes, nos corredores do poder e, pior, entrou pelas portas das nossas próprias famílias.

A violência saiu das estatísticas e ganhou as ruas. A insegurança deixou de ser apenas física. Tornou-se econômica, social e até jurídica. Já não sabemos se podemos caminhar em paz, investir com segurança ou confiar que a lei de hoje continuará valendo amanhã.

Empresas fecham as portas. Trabalhadores perdem seus empregos. Os juros alcançam alturas que fariam inveja aos aviões comerciais. A corrupção continua circulando com desenvoltura, enquanto o contribuinte, esse eterno patrocinador involuntário do espetáculo, recebe a conta.

E que conta!

Há alguns anos, um candidato prometeu que a esperança venceria o medo.

Venceu foi a eleição.

Entrevista de página inteira com a diretora do Datafolha, Luciana Chong, ao Valor Econômico

“a tentação de demonizar um campo político é maior do que a fidelidade aos fatos”

Marcelo Guterman

Destaquei o trecho abaixo, em que a diretora comenta o fiasco do instituto na aferição das intenções de voto no RJ. 

Apenas para lembrar, no dia 1/10, o Datafolha soltou uma pesquisa em que colocava Eduardo Paes à frente de Douglas Ruas com uma vantagem de 47 a 35 dos votos válidos. O resultado foi 49,3 a 42,8 para Ruas. Mesmo na margem máxima de erro (45 a 37), a votação em Ruas foi subestimada em nada menos do que 12,3 pontos percentuais. Isso corresponde à bagatela de 1,15 milhão de votos válidos.

A explicação da diretora para o erro se resume ao achaque do crime organizado e das milícias aos eleitores. Esse achaque se daria de duas formas: 1) os pesquisadores não teriam acesso às regiões dominadas pelas facções e 2) os eleitores dessas regiões estariam sendo obrigados a votar nos candidatos aliados ao crime. No caso, Douglas Ruas.

O que pensar a respeito?

A primeira alegação pode ter algum sentido, se assumirmos como premissa que os moradores dessas regiões são eleitores majoritariamente de Ruas. Ao não franquear o acesso, a intenção de voto em Ruas estaria sendo subestimada. Seria necessário levantar a quantidade de votos em regiões dominadas pelo narcotráfico, mas considerando que a diferença foi de 1,15 milhão de votos, isso significaria que 27% dos eleitores de Ruas estariam “escondidos” nessas regiões. Isso, repito, se 100% desses eleitores votassem em Ruas. Meio puxado, mas ok até aqui.

Goleada! Por 25 x 0 Justiça rejeita recurso e mantém Vasco x Boca no Maracanã

O colegiado de 25 desembargadores do TJRJ dá razão unânime ao Vasco e confirmou o jogo da semifinal da Sul-Americana no Maracanã

Foto: Dikran Sahagian/Vasco

França Fernandes

Vasco x Boca Juniors, nesta terça-feira, definitivamente será no Maracanã. Na tarde desta segunda-feira, um colegiado de 25 desembargadores do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) votou, de maneira unânime, contra a liminar obtida pelo Consórcio Fla-Flu na tentativa de derrubar a semifinal da Copa Sul-Americana do estádio.

O Vasco já havia recebido sinal positivo do STJ (Superior Tribunal de Justiça) na última sexta-feira, mas este colegiado já estava marcado.

Os 25 desembargadores presentes votaram contra a liminar de Fla-Flu, dando razão ao Vasco. A segurança pública, argumentando que um jogo desse tamanho precisa ser no Maracanã, além de questões de logística, pelo fato do elenco do Boca Juniors já estar no Rio de Janeiro e cerca de 70 mil ingressos já terem sido vendidos, foram os diferenciais para a decisão.

Desta forma, não há mais volta: a semifinal será no Maracanã. Foram cerca de três semanas de batalhas judiciais entre Vasco e a dupla Fla-Flu.

A equipe comandada por Pedro Emanuel venceu o Boca Juniors na Bombonera por 1 a 0 na última semana e se classifica para a decisão com um empate.

Fonte: Globo Esporte

Título e Texto: França Fernandes, Vasco Notícias, 19-10-2026

[Aparecido rasga o verbo] Simplesmente Samária

Aparecido Raimundo de Souza

CONHECI A SAMÁRIA que me foi apresentada por indicação de um amigo, no exato instante em que procurava alguém para me auxiliar no dia a dia, uma vez que a minha secretaria Carina, precisava se afastar para cuidar da mãe adoentada. Seria apenas uma conversa inicial, pensei com meus botões. Mas bastou ouvi-la dizer "bom dia" para que algo em mim se transformasse. Sua voz se fazia maviosa, pausada, tipo assim, como quem cuidava das próprias palavras antes de soltá-las ao sabor do vento. Não havia pressa nelas, nem durezas. Cada frase vinha envolta numa ternura que não fingia simplesmente existir. E quando horas depois vi o seu rosto, (pelas câmeras projetadas através de nossos celulares), senti um encantamento que não esperava.

Vislumbrei, de cara, uma clareza no olhar. De roldão, uma serenidade que parecia acalmar o ambiente à sua volta, como se ela inteira trouxesse consigo um pedacinho de paz que eu nem sabia que me faltava. Aos bocados poucos, fui-me envolvendo sem querer, sem planejar. A cada conversa, um desejo novo nascia, insistia quieto e tímido, qual seja, o de estar perto, o de ouvir mais uma vez aquela sua voz adocicada, o de saber também como foi o seu dia. Mas então, quando tentei seguir em frente, dizer o que sentia, veio o silêncio pesado, de profundidade densa, e com ele, o peso dos setenta e três anos que carrego. Ela é jovem, bonita, vistosa, tem na presença que inebria, a vida toda ainda se abrindo diante de seu futuro.

E eu? Meu Pai! Eu trago uma longa estrada percorrida, e com ela, rugas que contam histórias, rusgas que trazem à tona os cabelos que o tempo destituiu da cor original. Então vieram as indagações me açoitarem: Como me atrever a dizer o que sinto? Seria justo? Que direito tenho, ou teria de sonhar acordado, de “quimerar” com alguém que está no início e eu já tão perto do “quase-fim?”. A diferença de idade entre ela e eu, ergue um muro que parece intransponível. Com isso, por vezes, o coração bate mais forte e a boca entreaberta quase solta a verdade. Mas então, nessa hora, me lembro dos meus anos. Sopeso a juventude que contemplo nela, e embasbacado engulo as palavras. Prefiro guardar esse sentimento como um tesouro só meu, uma quimera adocicada que me permita ao menos admirá-la de longe, sem, todavia, incomodar, sem exigir nada.

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Lula versus Lula 
Mudar de cor é fácil! 
Vale tudo 
O desrespeito à inteligência do (a) eleitor(a) 

[Livros & Leituras] O segredo do meu turbante

A história real da menina que quase perdeu a vida após um bombardeio, teve o rosto deformado e desafiou o Talibã ao assumir uma identidade masculina para salvar sua família

Nadia Ghulam e Agnès Rotger, Globo Livros, Editora Globo, Rio de Janeiro, 2021, 304 páginas.

A incrível e emocionante história real da afegã que assume a identidade do irmão para sobreviver 

Aos oito anos de idade, Nadia Ghulam teve a casa onde vivia com sua família, no Afeganistão, destruída por uma bomba. Ela passou dois anos no hospital, teve o rosto deformado e perdeu todos os homens da sua família. Nadia, então, percebe que não tem quem traga o sustento para casa e sozinha decide fazer de tudo para salvá-los. 

Ela subverte as leis do talibã e do regime extremamente machista que proíbe as mulheres de trabalhar e estudar e assume a identidade do irmão morto para buscar o sustento da família. 

A história de coragem e sobrevivência de Nadia tem muito em comum com a da ativista paquistanesa Malala Yousafzai, que desafiou o mesmo talibã para ter acesso à educação. 

Nadia e Malala são hoje as vozes mais ativas na defesa dos direitos humanos e das mulheres em áreas tomadas por fundamentalistas islâmicos. 

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

“Vocês sabiam que gente morta não é eleita?”

Há pouco, saiu a notícia de que Janones deu entrada em uma UTI com problemas cardíacos. Vi inúmeras pessoas que, apesar das divergências políticas, desejarem a ele um breve restabelecimento. Eu fui pelo mesmo caminho.

E ver isso foi muito legal. Não se trata de falsa virtude. É que minha Bíblia diz que devo amar até mesmo o meu inimigo.

Agora, olhem esta figura do vídeo. Ele valida o assassinato brutal de Charlie Kirk e estimula o assassinato de Flávio e de toda a Família Bolsonaro em pleno pleito eleitoral.

Essa é a democracia dessa gente! Eles acusam os outros daquilo que eles próprios promovem, com requintes de crueldade.

Ele foi ousado. Dito isso, vamos torná-lo bem famoso. 

Texto: Jaqueline Martins, Facebook, 19-10-2026, 6h05

How “Globalize the Intifada” came to France’s streets

The violent protests that began in France quickly began to make use of pro-Palestinian imagery and slogans

Sharon Levy

Key Takeaways:

·     What began as student protests over France’s education system quickly escalated into mass rioting, looting, and the destruction of buildings and property.

·       The appearance of Palestinian flags and symbolism at protests across Europe highlights how the pro-Palestinian movement has become a vehicle for causes unrelated to Israel.

·    The pro-Palestinian movement has turned into a vehicle for broader anti-Israel and anti-Western activism, normalizing the glorification of violence and destruction.

French demonstrations that began as a response to teacher shortages, overcrowded classrooms, and deteriorating schools quickly spiraled into some of the most destructive protests the country has seen.

Buildings have been set on fire, including the town hall in Limoges, while luxury stores and supermarkets have been looted and police vehicles attacked.

In nearly every video and photo from the protest, there is one item that, at first glance, appears out of place – the Palestinian flag.

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