terça-feira, 14 de abril de 2026

[Livros & Leituras] O Salazarismo

Jacques Georgel, Publicações Dom Quixote, Coleção “participar”, outubro de 1985, 436 páginas.
Original publicado em 1981, Éditions Cujas.

O Salazarismo", da autoria do politólogo francês Jacques Georgel (1931-2013), é uma obra de referência incontornável para a compreensão do Estado Novo em Portugal. Publicado originalmente em francês em 1981, e traduzido para português em 1985 com prefácio de Mário Soares, o livro distingue-se na historiografia da época por oferecer uma perspectiva globalizante e analítica de um regime que se estendeu por mais de quatro décadas, ao invés de se limitar a relatos memorialísticos ou a estudos parcelares de aspetos específicos.

Georgel aborda o fenómeno salazarista através de uma análise sociológica rigorosa, focando-se nas interpretações do regime e na sua inserção no contexto mais vasto dos autoritarismos e fascismos europeus do século XX. A obra examina em profundidade as estruturas ideológicas, políticas, sociais e económicas do salazarismo, procurando desvendar os mecanismos de poder e controlo que permitiram a sua longevidade.

O autor disseca temas cruciais como:
A génese e consolidação do regime.
A natureza corporativa do Estado.
As políticas repressivas e a censura.
O papel da Igreja Católica e das elites conservadoras.
A política colonial e o isolamento internacional de Portugal.

The EU’s €90 Billion Loan To Ukraine Is Meant To Buy Time For The Democrats To Return

Andrew Korybko 

The bloc’s unstated goal is to perpetuate the conflict till at least 2029 in the hope that the Democrats will regain control of the White House and resume the US’ Biden-era Ukrainian policy

Orban’s “democratic ouster” is expected to remove Hungary’s procedural opposition to the EU’s planned €90 billion loan to Ukraine that’ll be financed by members raising common debt. RT published a detailed article about this plan here last December, which was a compromise for financing this loan after the bloc failed to reach a consensus to either outright confiscate some of Russia’s frozen assets for giving to Ukraine or use at least some of them as collateral for a loan to it. Readers can learn more here and here.

If everything goes according to plan, and Bloomberg reported that the bloc plans to move swiftly after Hungary held everything up for several months already, then this move risks funding a forever war. Hopes of a military breakthrough along the front or a diplomatic breakthrough in US-mediated talks have yet to materialize, so the pace of Russia’s on-the-ground advance remains glacial, thus meaning that it could take years to achieve Russia’s reported minimum goal of obtaining control over all of Donbass.

Funding two-thirds of the Ukrainian budget for the next two years per the EU’s goal would likely lead to another two-year round being agreed in order to encourage the US to continue its military aid. Ever since last summer, the US no longer donates arms to Ukraine but instead sells them to NATO, which then transfers them there. Even if Trump suspends these sales, so long as the Ukrainian budget is financed and nothing major changes, then it might hold out long enough for him to change his mind again.

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[Aparecido rasga o verbo] Galeria de breves instantes

Aparecido Raimundo de Souza

ESTAR SOZINHO, aconchegado por uma ausência robusta, é mais que uma simples presença. É fato concreto. Alguém com certeza ao ler meu texto, perguntará: como? Será que esse cara acha que o silêncio fala mais vigoroso, e o tempo escorre sem pressa e o espaço onde a nossa alma fica guardada sai de seu lugar e vem nos escutar sem interrupções? Na verdade, não sei. Há quem tema a solidão como se ela fosse um vazio sem fundo. Não é. A solidão é uma espécie de abrigo, um lugar secreto onde nos reencontramos depois de tanto nos perder nos ruídos subversivos do mundo.

Sozinho, aqui, com essa solidão, o olhar muda. As cores ganham outros tons, os pensamentos se alongam como sombras ao entardecer. É quando o coração dá um tempo, respira fundo e deixa de competir com o relógio da vida e começa a bater no ritmo da sua própria vontade. Estar sozinho é também resistência. É uma fobia desajuizada como se plantar na frente de uma metralhadora prestes a disparar sem depender da presença alheia para existir. É aprender que companhia não é cura, e que o amor-próprio não é egoísmo, é vida em abundância e sobrevivência quase eternal.

Há dias, confesso, em que o estar só é um degredo árido e fendido e por ser assim, isolado e mortificado, flagelado e supliciado, e o pior de tudo: pesado. E como peso, apesar de morto, “pesa, comprime, esmaga”. A admoestação se senta ao meu lado, sem pedir licença, e teima em me fazer lembrar do que falta, do que foi e do que nunca veio. Nesses momentos enfadados, o estar sozinho é um desafio enorme, tipo um convite à coragem de continuar mesmo sem aplausos. No entanto, é na solidão (essa em que estou exatamente preso nesse momento) que nascem as ideias, que brotam os versos e que se revelam verdades.

É nela, na apertura da abertura da alma enfraquecida, que o meu ser, todo ele se desnuda, e o meu lado humano se reconhece. Estar sozinho não é se flagrar perdido, como se “meu eu” vagasse no meio de um deserto. É, às vezes, estar finalmente em casa. Como agora. Dias atrás, cheguei da rua por volta das dezenove. Tirei os sapatos que me comprimiam os pés (tenho um par de joanetes de fazer inveja aos tênis) e me despi, ficando totalmente pelado. Sentei no sofá da sala, de frente para a televisão desligada. Minha casa, como sempre, inteira só para mim. Sem empregada, sem cachorro, sem gato, sem notificações no celular, sem vozes cruzando os cômodos.

13-4-2026: Oeste sem filtro – Luiz Fux revê voto e defende ABSOLVIÇÃO de réus do 8 de janeiro + Gilmar defende Messias + Ramagem detido nos EUA


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O esgoto perfumado 

[Livros & Leituras] L’Incorrect: Audiovisuel public

L’Incorrect, nº 96, avril 2026, 82 pages.

segunda-feira, 13 de abril de 2026

O Lobo Morreu, Viva o Lobo: A Incurável Desonestidade da Intelligentsia

José Miguel Roque Martins 

A saída de Viktor Orbán do poder em Budapeste, selada pela frieza de um boletim de voto e aceite com a normalidade institucional de quem reconhece as regras do jogo, é o funeral de uma narrativa que alimentou milhares de carreiras académicas, editoriais e burocráticas durante duas décadas. Mas não se enganem: não esperem da intelligentsia europeia um momento de introspecção, um pedido de desculpas ou o reconhecimento honesto de que o seu "alarme fascista" era, afinal, um defeito de fabrico do seu próprio radar moral.

O Vício do Pânico como Modelo de Negócio

A casta dos "especialistas em democracia" sofre de uma cegueira selectiva que é, simultaneamente, o seu ganha-pão. Durante dezasseis anos, descreveram a Hungria como uma antecâmara do inferno totalitário, um buraco negro onde a liberdade seria sugada para nunca mais voltar. Agora que o suposto "autocrata" arruma as gavetas e sai pelo próprio pé após uma derrota eleitoral, a dissonância cognitiva instala-se nos gabinetes de Bruxelas e nas redacções de Paris.

Será que vão admitir o exagero? Será que vão reconhecer que Giorgia Meloni não foi a reencarnação de Mussolini, mas apenas uma gestora assertiva de um Estado em crise? Claro que não. A honestidade intelectual é um luxo que esta elite não pode permitir-se; admitir o erro significaria admitir a vacuidade dos seus próprios diagnósticos.

A Mutação Infinita do Perigo

A táctica é tão velha como a própria sofísticação: quando um lobo se revela um cão de guarda — barulhento, sim, mas doméstico —, a intelligentsia não questiona a sua capacidade de identificar predadores. Limita-se a apontar para o monte vizinho e a gritar que o "verdadeiro" lobo é o que virá a seguir.

Se Orbán falhou o guião da autocracia sangrenta, eles inventarão rapidamente uma nova taxonomia para salvar a face: o "autoritarismo resiliente", a "democracia iliberal de Schrödinger" ou qualquer outro neologismo oco que lhes permita continuar a caça às bruxas. O rótulo de "fascista" deixou de ser uma descrição técnica para se tornar um estigma de excomunhão laica. Serve para impedir que se discuta o essencial: por que razão as populações preferem, repetidamente, o "lobo" à esterilidade das soluções que esta mesma elite lhes tenta impor goela abaixo?

Flávio Bolsonaro no Fórum da Liberdade 2026: críticas ao governo e propostas

Luan Sperandio

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou do Fórum da Liberdade 2026 na sexta-feira (10), em Porto Alegre. O pré-candidato à Presidência apresentou posicionamentos sobre economia, política institucional e cenário eleitoral.

No dia anterior, já haviam participado Aldo Rebelo (Democracia Cristã), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). 

Convidados, Renan Santos (Missão) e Lula (PT) não compareceram. O painel dos presidenciáveis é uma tradição do evento desde 1989, organizado pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE).

A agenda de Flávio incluía outros compromissos do PL, como o lançamento de Zucco ao Palácio Piratini. Por isso, ele participou apenas no fim da programação de sexta-feira.

Flávio Bolsonaro chega ao evento empatado com Lula nas pesquisas eleitorais, dentro da margem de erro. Cerca de 7 mil pessoas lotaram o auditório da PUC-RS. Flávio foi recebido com forte apoio, sinalizando espaço no eleitorado liberal-conservador. Como definiu o jornalista Fábio Zanini, o evento tinha o ares de “Woodstock liberal”.

A seguir, listamos os 5 principais insights das falas de Flávio Bolsonaro no Fórum da Liberdade 2026.

1. “O Brasil tem jeito”: a visão de Flávio Bolsonaro

Um dos eixos centrais das falas de Flávio foi a defesa do legado do governo de Jair Bolsonaro.

·         Afirmou que “o Brasil tem jeito” (tema do Fórum da Liberdade 2026), citando a gestão iniciada em 2019 como exemplo de “equipe técnica” que teve autonomia ministerial;

·         Destacou diferenças de visão entre o governo atual e o período sob Jair Bolsonaro, especialmente na condução econômica e administrativa.

2. Críticas ao governo Lula e à política econômica

Como apontou levantamento de Renato Dolci, o histórico recente de Flávio Bolsonaro em suas redes sociais é majoritariamente de críticas ao PT e ao governo Lula. Essa linha também foi observada em sua fala:

The Causes & Consequences Of Orban’s Downfall

Andrew Korybko 

Most Hungarians came to take his achievements for granted and won’t appreciate what they had until it’s gone

The EU- and Ukrainian- backed Hungarian opposition just won a two-thirds supermajority in the latest parliamentary elections that ended Viktor Orban’s 16 years in office. His crushing defeat followed the EU earlier freezing €17 billion in allocated funds on rule of law pretexts, Russiagate conspiracy theories derived from wiretaps of Orban and his Foreign Minister, and Ukrainian energy blackmail as well as threats. Liberal-globalists like Ursula von der Leyen, Alex Soros, and Donald Tusk predictably celebrated.

While the aforementioned factors played a role in turning public opinion against Orban, several other ones were arguably more important. For instance, he’s an older politician who naturally doesn’t appeal as much to the youth as his relatively younger rival, Peter Magyar. He’s also been in office for 16 years, so the opposition played on anti-incumbent sentiment, to which end they blamed him for the stagnant economy despite him doing his best given the circumstances. Corruption accusations also abounded.

The socio-political system that Orban built will now be dismantled since the opposition’s two-thirds supermajority enables them to change the constitution. Witch hunts against conservative-nationalists, beginning with him and his Foreign Minister on Russiagate-related grounds, also can’t be ruled out. His policies in support of traditional values might soon become a thing of the past. Although Magyar claims to be an immigration hardliner, he might reverse course to please the EU, thus flooding Hungary.

Confusão em bar na Olegário Maciel termina com homem morto na Barra da Tijuca

Um homem de 28 anos morreu após ser baleado durante uma confusão em um bar na Barra da Tijuca, na madrugada desta segunda-feira, 13

Quintino Gomes Freire

Uma briga num bar na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, terminou com a morte de um homem na madrugada desta segunda-feira, 13.  A vítima foi identificada como Ryan Victor Araújo dos Santos, de 28 anos. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Segundo relatos de testemunhas, a confusão começou por causa de um camarote no estabelecimento. O caso aconteceu num bar na Avenida Olegário Maciel, uma das áreas mais movimentadas da vida noturna da Barra.

De acordo com informações divulgadas pela polícia, agentes do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram acionados para verificar a ocorrência e encontraram a vítima ferida no local. O homem foi levado para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas morreu depois de dar entrada na unidade.

Parte dos relatos publicados nesta segunda-feira aponta que o crime ocorreu no Mia Lounge, onde havia uma roda de samba no momento da confusão. Até agora, não há informação oficial sobre quem fez o disparo.

Perseguiram, investigaram, reabriram e o resultado é o mesmo: NENHUMA PROVA!

Pela segunda vez, a própria investigação conclui que NÃO HOUVE INTERFERÊNCIA de BOLSONARO na PF 

Quando a conclusão não agrada, reabre-se o caso.

Quando não encontram crime, prolonga-se o processo porque o objetivo sempre foi desgastar.

Título, Texto e Imagem: Elisa Brom, X, 12-4-2026, 19h29 

Previsão indica céu ensolarado e temperatura amena no Rio

Não há previsão de chuva para os próximos dias

O Dia

O tempo continuará estável nos próximos dias na cidade do Rio. Assim como neste domingo (12), os cariocas poderão aproveitar céu ensolarado até quinta-feira (16). Não há previsão de chuva.

Neste domingo, o tempo foi influenciado por ventos úmidos do oceano, associados ao posicionamento de um sistema de alta pressão. O céu ficou com nebulosidade variada, sem registro de chuva significativa.

Segundo o Sistema Alerta Rio, a temperatura máxima registrada foi de 31,5°C, às 12h10, na estação Barra/Riocentro, na Zona Sudoeste. O registro da mínima, de 17,6°C, aconteceu às 4h10 no Alto da Boa Vista, Zona Norte.

Com o sol, cariocas e turistas puderam aproveitar a orla do Flamengo, na Zona Sul. O cenário possibilitou a caminhada e o ciclismo pelo local.

FC Porto reforça liderança ao vencer na deslocação ao Estoril

FC Porto conseguiu segurar a liderança na deslocação ao reduto do Estoril Praia, onde venceu por 3-1, num jogo a contar para a 29.ª jornada da Primeira Liga

SIC Notícias

O marcador foi inaugurado pelos dragões, com um golo de Pepê, aos 14 minutos. Ainda na primeira parte, o FC Porto aumentou a vantagem com um autogolo de Xeka, ao minuto 33. 

Na segunda metade do jogo, Victor Froholdt fez o terceiro para os dragões aos 72'. O Estoril Praia reduziu para 3-1, quatro minutos depois, com um golo de Yanis Begraoui. 

O FC Porto segura, assim a liderança, ao somar 76 pontos, mais cinco que o segundo classificado, Sporting, que tem menos um jogo.

Título e Texto: SIC Notícias, 12-4-2026, 22h35 

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Liderança intacta

[Sétima Arte] Lethal Weapon 2

(br Máquina Mortífera 2pt Arma Mortífera 2) é um filme americano de 1989, do gênero ação e policial, dirigido por Richard Donner e baseado em história de Shane Black e Warren Murphy. 114 minutos. 

Com o enorme sucesso de Máquina Mortífera (1987), filme que ajudou a estabelecer boa parte das regras do subgênero dos buddy cop movies, não demorou muito para que uma sequência fosse lançada, reunindo novamente os atores Mel Gibson e Danny Glover, bem como o diretor Richard Donner e o roteirista Shane Black, ainda que este último tenha abandonado a produção antes de sua conclusão, devido a discordâncias em relação ao desfecho da trama. 

Trama que não poderia ser mais simples, mostrando os policiais Martin Riggs (Gibson) e Roger Murtaugh (Glover) no encalço de um grupo de traficantes que se utiliza da imunidade como membros do corpo diplomático da África do Sul para realizar seus crimes.

O filme já começa em plena ação – algo que se repetiria nos exemplares seguintes da série – sem se preocupar com apresentações, colocando a dupla protagonista em uma longa e bem conduzida perseguição de carros, que termina na fuga de um dos bandidos e na descoberta de um carregamento de Krugerrands (moedas de ouro sul-africanas). 

Além de exibir um aumento na escala da produção em relação ao primeiro filme, essa cena inicial também deixa clara a proposta da sequência: a de se assumir como uma comédia. 

domingo, 12 de abril de 2026

Ukraine Might Parrot Iran’s Boasts To Claim Victory Once The SMO Ends

Andrew Korybko 

The same proof that “Non-Russian Pro-Russians” present in support of their claim that Iran dealt a “crushing defeat” to the US could be presented by Ukraine to claim the same about Russia once the special operation ends if its maximalist goals aren’t achieved in full just like the US’ weren’t

Russian Foreign Ministry spokeswoman Maria Zakharova echoed Iranian authorities’ rhetoric by describing the US-Iranian ceasefire as a “crushing defeat” for the US, which most “Non-Russian Pro-Russians” (NRPRs) agree with, who support Iran in large part due to it being the US’ adversary. Although she didn’t elaborate on how she arrived at this conclusion, many NRPRs did, and the gist is that the US failed to achieve its maximalist goals despite its superior force capabilities.

Even though Iran was hit very hard by the US during the Third Gulf War, Iran also hit US bases in the region, the US’ Gulf allies, and Israel pretty hard too. It didn’t sink even a single American ship like many were hyped up to expect would happen, nor did it inflict any damage on the US’ or Israel’s nuclear triad, yet the very fact that it survived and harmed its adversaries is presented as proof of its victory. That’s fair, and everyone has the right to their own view, but NRPRs might soon find themselves in a dilemma.

That’s because the special operation might hypothetically end without Russia achieving its maximalist goals of demilitarizing Ukraine, denazifying it, restoring the country’s constitutional neutrality (including in the practical sense of severing its ties with NATO), and controlling all the disputed territory. Ukraine might then parrot Iran’s boasts to claim victory over Russia for the same reason that Iran is claiming victory over the US, and which Russia endorses, by pointing to the failure to achieve its maximalist goals.

Bernardo critica lance de zagueiro do Vasco no gol do Remo: “Para quê?”

Ex-Vasco, Bernardo aponta falha de zagueiro no gol do Remo e critica lance que definiu o empate no Mangueirão

Anderson Montalvão

Campeão da Copa do Brasil pelo Vasco em 2011, o ex-meia Bernardo [foto] criticou a atitude do zagueiro Saldivia no lance que originou o gol de empate do Remo no jogo deste sábado. O ex-jogador considerou a falta cometida como desnecessária e apontou erro de decisão na jogada.

– Para que fazer a falta, Saldivia? Acompanha o cara até a linha de fundo. Falta desnecessária! – escreveu.

O lance em questão ocorreu na reta final da partida, quando, após cobrança de falta, Marllon marcou de cabeça e decretou o empate. O episódio reforçou um padrão recente do Vasco, que tem sofrido gols nos minutos finais e deixado escapar resultados mesmo após sair na frente.

Conhecido pelo perfil direto e participativo, o ex-meia frequentemente comenta  jogos do clube e costuma gerar debate entre os vascaínos.

Dentro de campo, o Vasco havia aberto o placar com Andrés Gómez, mas não conseguiu sustentar a vantagem no Mangueirão.

Onde é? Qual o nome? 😉

[As danações de Carina] Um pouco da criação ímpar do primeiro poeta radioativo do mundo

Carina Bratt

RECEBI EM MEU E-MAIL, poemas bastante interessantes, da minha amiga Flávia Quinteiro, jornalista em São Paulo. O primeiro e também o segundo, são de autoria de Márcio-André, poeta e tradutor, ensaísta, performer e editor da ‘Revista Confraria do Vento’. É autor dos livros ‘Ensaios radioativos’ e ‘Intradoxos’, além de inúmeros textos traduzidos para outros idiomas. 

Segundo Flávia Quinteiro, esse jovem colaborou com jornais a saber ‘O Globo’, ‘Jornal do Brasil’ e o ‘Estado de Minas’. Recebeu, em 2008, a Bolsa Fundação Biblioteca Nacional e, em 2009, morou em residência artística em Monsanto, Portugal. Deu aulas de formação avançada em escrita criativa na Universidade de Coimbra e na URFJ.

Participou de encontros literários na Inglaterra, França, Portugal Ucrânia, Argentina e em inúmeras cidades brasileiras. Em 2007, realizou performance nas ruínas da cidade fantasma de Chernobyl, tornando-se ‘o primeiro poeta radioativo do mundo’.  

Escolhi dois dos vários enviados. ‘Baleia’ em face de sua forma criativa, ao meu entender, um mimo de poesia como jamais tinha visto e lido.  O outro ‘Mulher de plástico’. Ambos inebriam e enlevam a alma. Percebam, caras amigas e leitoras das minhas ‘Danações’ de todos os domingos.

Se encantem, viagem... saiam do chão... engulam cada palavra como garfadas naquela refeição que vocês mais apreciam. E sonhem o impossível nas asas do infinito com gosto de amanhã.

sábado, 11 de abril de 2026

Lula eleitoreiro e democracia capenga

Gastão Reis

É evidente a preocupação de Lula com sua reeleição, em especial quando sua rejeição já superou os 50 % pelas últimas pesquisas. Segundo ele e sua (medíocre) equipe, é que os feitos de seus governos não estão sendo bem divulgados. Mas ele se esquece dos malfeitos, bem expostos até por aquela parte da grande mídia que inicialmente lhe foi favorável. Canais de TV bem mais profissionais e informativos vêm fornecendo dados e análises, na linha do jornalismo investigativo, do lado oculto da lua de Lula e PT, que ambos querem manter na obscuridade. 

Desde 2025, Lula montou um vergonhoso esquema de compra de votos que o STF fez questão de ignorar. Distribuiu benesses a mãos cheias com bolsas de todo tipo, isenção de imposto de renda para quem ganha até 5 mil reais por mês, y muchas otras cositas más. Imagine, caro(a) leitor(a), se essa prodigalidade com dinheiro público fosse feita por Messias Bolsonaro. Lula, de início, já se sentia ameaçado pelas redes sociais. Tentou mesmo regulamentá-las sem êxito. Felizmente, a maioria no Congresso não deu corda ao seu lado ditatorial, irmanado que é na defesa de grandes ditaduras.

Examinemos, agora, o lado qualitativo de seu governo. Cercou-se de uma equipe incompetente do tipo que acerta duas no casco do cavalo e uma no pino da ferradura. Mas o lado mais sério é a visão de gastança que vem marcando seu (des)governo. Nada de corte de gastos. Os déficits anuais, desde 2023 até 2025, batem acima do trilhão de reais. A dívida pública encerrou 2025 na casa dos 10 trilhões, ou seja, 78,7% do PIB, tendo partido de um patamar inicial de 71%. As estatais, sob a batuta do PT, estão todas no vermelho, em especial os Correios com rombos bilionários.

Uma dona de casa sabe que quem gasta muito poupa pouco. Dito de outra maneira, tem baixa capacidade de investir. A bem da verdade, Lula tentou investir, mas não foi muito além dos 3% do PIB, que já foi de 10% em época áurea. Somando ao público o investimento privado, o total fica em torno de 17 ou 18%, que é uma taxa de investimento insuficiente, levando em conta que deveria ser de pelo menos 25% pra não perder posição relativa face a outros países. E mesmo ir além, coisa de que o país precisa para superar a rotineira marcha lenta, já de décadas.

10-4-2026: Oeste sem filtro – M foge de pergunta de repórter da Oeste

🚨No programa de hoje, trazemos informações exclusivas e os bastidores dos maiores escândalos que estão abalando Brasília e o STF 

Neste programa de hoje, você vai ver: 

📌 Choque no STF: Gilmar Mendes expõe suposto esquema de mesada do jogo do bicho na Alerj envolvendo dezenas de parlamentares, e Luiz Fux rebate citando escândalos do Banco Master e Mensalão.

📌 Prisão de Militares: O Exército Brasileiro prende militares após ordem direta do ministro Alexandre de Moraes. O que está por trás dessa decisão?

📌 A Máfia do Banco Master: Ex-gestor do Banco Central é investigado por receber R$ 4 milhões de propina de operador do Master. Além disso, a iminente delação de Daniel Vorcaro promete tremer a República, enquanto o PGR Paulo Gonet sinaliza não ver crimes envolvendo ministros do STF.

📌 8 de Janeiro: Em entrevista exclusiva, Debora Rodrigues (a "moça do batom") detalha sua vida após os eventos do 8/1.

📌 Cerco da PF: A Polícia Federal intima amiga de Lulinha, mas ela se recusa a depor. O que ela está escondendo?

📌 Congresso Nacional: Davi Alcolumbre marca sessão para analisar o veto à dosimetria, sob forte pressão do senador Jorge Seif.

📌 Geopolítica: O alerta de JD Vance em meio às negociações tensas com o Irã.

[Versos de través] Nosso passado

Aparecido Raimundo de Souza

GOSTO de meditar...
e ao passado transportar
meu pensamento...
e lá nos encontrar
ainda embaraçados
sem a intimidade
que hoje temos no momento...

Ir passear em nossos 

primeiros dias
que hoje são de saudades...
Caminhar, embevecido
ciumento, apaixonado,
de braços dados contigo
e a felicidade!...

Imergir... Ir ao fundo
do passado cristalino
buscar a pérola desejada...
e deslumbrado voltar
com a concha pequenina;
abri-la, e encontrar,
nosso amor – pérola nacarada.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Tráfico proíbe circulação de entregadores e motoristas de aplicativo em comunidades da Zona Oeste do Rio

Profissionais relatam ameaças armadas e impedimento de entrada em comunidades de Senador Camará, Santa Cruz e Vila Aliança

Mariana Motta 

Entregadores e motoristas de aplicativo denunciam que estão sendo impedidos de circular em comunidades da Zona Oeste do Rio. Segundo os relatos, em áreas como o Complexo de Senador Camará, profissionais afirmam ter sido abordados por homens armados e proibidos de entrar nas regiões. Um dos motoristas contou em entrevista ao programa Bom Dia Rio que foi interceptado antes mesmo de chegar ao destino, na Rua Olga.

“Acabei de ir lá na Senador Camará, ali na Rua Olga, nem cheguei lá, mano. Os caras me enquadraram de fuzil, perguntaram se eu era 99 ou se eu era moto Uber. Eu falei que era da favela, que ia pegar um passageiro ali e levar para Realengo. Eles mandaram eu voltar”, disse.

Segundo ele, a orientação foi direta sobre a proibição de circulação. “Falaram que não querem ninguém de aplicativo dentro de Camará. Disseram que se entrar vai perder a chave da moto e vai ficar por isso mesmo. Falaram que só querem os mototáxis deles”, completou.

Why Does Russia Consider The Ceasefire To Be A “Crushing Defeat” For The US?

Andrew Korybko 

Russia’s assessment is political in nature and intended to challenge the US’ claims of victory

RT and other media reported that Russian Foreign Ministry spokeswoman Maria Zakharova described the US-Iranian ceasefire as a “crushing defeat” in an echo of the exact same wording employed by Iran’s Supreme National Security Council. Interestingly, that part of her press conference wasn’t included in the Foreign Ministry’s official transcript, which readers can review here. In any case, the question thus arises of why Russia assesses the ceasefire in that way, especially when Iran suffered immense damage.

Its air and naval forces are reportedly destroyed, civilian and energy infrastructure was struck multiple times, and Iran ultimately agreed to the ceasefire and the resumption of talks with the US despite the US attacking Iran twice thus far during prior such talks in less than 12 months. While one might still argue that Iran didn’t suffer a “crushing defeat”, it still most definitely suffered quite a lot and without destroying a single US ship, which its media surrogates hyped supporters up to expect to no avail.

Be that as it may, the US’ regional bases were struck many times by Iran despite the US’ air defenses, its Gulf and Israeli allies both suffered a lot of damage to their military and civilian infrastructure as well, and Iran also didn’t truly experience the regime change that Trump has since boasted about. While it’s true that several waves of government leaders were killed, the Islamic Republic remains intact, and there was also no rebellion among urban civilians or peripheral minorities such as the Kurds like many expected.