domingo, 4 de outubro de 2026

Cobertura especial – Oeste Eleições 2026

[Antigamente] He-Man

France: A Sick Country on a Sick Continent

Guy Millière

§  "The French Left has waged war on schools while building an alliance with Islamist leaders who hope to radically transform them. For both, the fight starts with the schools. 'Clearly, religious and politico-religious organizations "work on" these pupils, sometimes from primary school, as well as their family, their social milieu and their neighborhood, and some try to set them against the school,' the Education Ministry inspectorate's June 2004 report on religion in schools said." — Michael Shellenberger, October 2, 2026.

§  "What brings Islamists and the revolutionary left together is their intention to tear down Western civilization. The French Interior Ministry's May 2025 report on the Muslim Brotherhood described the movement's project in France as 'a long process of political conquest' with 'systematically priority investment at the local level.'" — Michael Shellenberger, October 2, 2026.

§  [W]hen thousands of French citizens said they could no longer afford both the fuel to travel to work and the food to feed their families, [French President Emmanuel] Macron replied that while some people might struggle with money, he must take care of something more important: "the risk of facing the end of the world".

§  Deindustrialization continues full-on. Punitive regulations have caused factories to close. They are replaced not by other businesses but by an increasingly costly welfare system, which now accounts for more than 40% of total public spending.

§  [S]uccessive French governments have pumped up spending without restraint.... This enormous difference means that the French government continues to spend far more than it raises in revenue.... Interest payments on the debt have been devouring an increasingly large share of the country's annual budget and, as in the United States, now exceed the national defense budget. The difference is that the US may still be able to grow its way out of such a hole -- $40 trillion, with interest at $7.1 billion a day -- whereas France, crushed by overregulation, cannot.

§  On another front, while Macron, in 2020, denounced "Islamist separatism," he has done nothing to prevent, or even slow down, the Islamist conquest of France. For a decade, the full-powered Islamization of the country has stormed on. Millions of people from the Muslim world have settled in France, both legally and illegally.

[As danações de Carina] A ferida invisível

Carina Bratt

A ‘Ferida invisível’, não vai embora, ela sempre se disfarça alegremente numa dor de barriga infernal que não deixa a gente ficar com os fundilhos das calças cheirando a bumbum de criança que a mãe acabou de trocar a fralda’.
Thompson de Panasco, pensador de rua.

ELA NÃO APARECE nos olhos de quem só olha por fora. Não tem sangue escorrendo, não tem curativo, não tem cor que denuncie onde dói. A gente pode passar por uma pessoa na rua, cumprimentá-la, vê-la sorrir, contar uma piada, e até soltar uma gargalhada, porém, jamais imaginar que ali, por dentro daquela criatura, algo dói calado, persistente, dia após dia. É a ‘ferida invisível’. Aquela que não se mostra, mas de igual modo, não se apaga. Pior, se APEGA.

Dói quando o sol nasce logo cedinho e traz a lembrança de quem partiu. Dói no silêncio da casa, no vazio de um lugar que ficou sem dono. Dói, igualmente, quando a vida parece seguir adiante para todos, menos para nós, que ainda estamos parados no mesmo instante, revivendo o mesmo momento, respirando o mesmo pesar. O pior não é a dor em si: é ter que escondê-la. Coloca-la num cantinho dentro de nós. É sorrir quando o peito pesa como se fosse uma tonelada.

É dizer ‘estou bem’ quando o que mais a gente quer é sentar num canto e chorar, se fazer em lágrimas até a alma descansar. As pessoas que conheço falam: ‘já passou’, ‘tem que seguir em frente’, ‘o tempo cura tudo’. E nessa hora a gente acena, concorda, mas sabe que aqui no fundo da alma, que o danado do tempo não apaga. Ele apenas ensina a carregar a dor, a transporta-la com mais soberba e discrição. A ferida aberta, embora invisível, não cicatriza de vez. 

Ela aprende a doer mais baixinho, a se esconder atrás da geladeira, da máquina de lavar roupas, se acasala debaixo do chuveiro e da mesma forma nas tarefas dos dias corridos, como também das noites em claro.

Falta povo na política

A polarização política tem impedido a construção de consenso capaz de buscar a solução para problemas agudos, que precisam ser resolvidos com urgência

Nuno Vasconcellos

Qualquer que venha a ser o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais — previsto para ser divulgado por volta das 22 horas de hoje —, a verdade é que não se deve esperar mudanças significativas no cenário político depois da apuração dos votos. Isso mesmo! Nem mesmo a eventual vitória de um dos candidatos já no primeiro turno — algo que não acontece desde o pleito de 1998 — teria força para desanuviar o clima político e baixar um pouco a tensão que tem dominado o embate eleitoral no Brasil.

Atenção! A liquidação da fatura já no primeiro turno, embora improvável, não é impossível. Num cenário polarizado como o que se viu este ano, em que os demais postulantes tiveram presença secundária diante do protagonismo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que busca a reeleição pelo PT, e do senador Flávio Bolsonaro, que disputa a presidência pelo PL, o fato é que o segundo turno apenas prolongará por mais algumas semanas um confronto que tende a ser repetitivo e gerar poucas novidades até o minuto final.

Vença quem vencer, o resultado deverá se dar por uma margem estreita de votos. Em 2022, Lula bateu Jair Bolsonaro, pai de Flávio, por uma diferença de apenas 1,8% de votos. Se o cenário permanecer como está, a situação deve se repetir este ano — acentuando ainda mais a divisão de um eleitorado que, por mais que tenha sido chamado a se manifestar em apoio aos dois principais candidatos, foi tratado como mero coadjuvante ao longo da campanha.

A verdade é que a política no Brasil vem tomando um rumo estranho, para dizer o mínimo, desde que o chamado lawfare — ou seja, o uso e abuso das leis e dos recursos à Justiça como arma política — substituiu o diálogo, a negociação, a busca de entendimento e o respeito pela decisão da maioria no processo de tomada de decisões. O cancelamento do debate que seria realizado pela TV Globo na quinta-feira passada foi apenas um ingrediente a mais no processo que vem mantendo a sociedade cada vez mais afastada da política.

Onde é? Qual o nome? 😉

sábado, 3 de outubro de 2026

JN: Juristas e entidades da imprensa criticam decisões da Justiça que cancelaram debate da Globo

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They Hate America

Majid Rafizadeh 

Photo: Michael M. Santiago/Getty Images

§  Coming from a Muslim family and being raised in Syria and Iran, I am all too aware of politicians and influencers such as Abdul El-Sayed, Zohran Mamdani and others who carry that same formative identity.

§  Americans should be clear-eyed: Islamist politicians and influencers in the United States will never place their first loyalty with America. It will not happen. Do not even think about it.

§  The first reality is that when you grow up under Islamist religion, teachings and doctrine, as I did, your identity is not your nationality. It is not "American" or "German" or any other geographic label. It is entirely the particular version of Sharia and Islamic doctrine you were taught. That is where all allegiance is rooted. Everything else — citizenship papers, the Constitution, the flag — is secondary, to be used to protect and expand this primary identity.

§  The second reality is the doctrine of exclusive truth we were taught. We were raised to believe our path is the only correct one and that everyone else is on the wrong path, destined for hell because they are not favored by Allah.

§  Shia Islam was presented as the final, perfect religion; all others as incomplete or corrupted. This premise produces a sharp view of the world as "us versus them." We were taught that a person who does not affirm the shahada... before the end of his days, or who never believed it in the first place, does not enter heaven. This teaching instills in one a sense of moral superiority: we are the good; everyone else, unless he converts, is deficient. (…)

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[Versos de través] As sem razões do amor

Carlos Drummond de Andrade 

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou de mais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade 

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O Tempo Passa? Não Passa 
Se 
Nunca mais

Domingo de votação será de chuva no Rio; veja a previsão

Aproximação e passagem de uma nova frente fria fazem com que guarda-chuva se torne item essencial na bolsa do carioca ao longo do fim de semana

Foto: Reginaldo Pimenta
Manuela Viegas

Título de eleitor, documento com foto, colinha e guarda-chuva! Estes serão os objetos essenciais para quem for votar no próximo domingo (4), já que a previsão é de tempo instável, segundo o Sistema Alerta Rio. Antes disso, no sábado (3), os cariocas ainda enfrentarão um dia parecido com esta sexta-feira (2): de chuva e temperaturas amenas.

Nesta sexta-feira (2), o tempo permaneceu chuvoso e com temperaturas amenas devido ao transporte de umidade do oceano em conjunto com a atuação de áreas de instabilidade. As temperaturas também entraram em declínio, com mínima de 18°C e máxima de 25°C.

O tempo do sábado (3) continuará sendo influenciado pelo transporte de umidade e as áreas de instabilidade. A previsão é de céu encoberto e chuva fraca a moderada a qualquer momento. A temperatura se estabiliza, mas ainda permanece amena, com máxima de 24°C e mínima de 17°C.

No domingo (4), dia das Eleições Gerais de 2026, a aproximação e passagem de uma nova frente fria pelo oceano influenciará o tempo na cidade do Rio. Embora a temperatura entre em elevação, com máxima de 29°C e mínima de 19°C, ainda há previsão de chuva para o município, principalmente a partir do fim da tarde. Os ventos estarão moderados, podendo ser pontualmente fortes.

A desinformação e a impotência do eleitor: como mudar o atual enquadramento?

Gastão Reis

Acompanhar o desenrolar das campanhas eleitorais nas ruas e na televisão é quase um exercício de masoquismo, dado o grau de desinformação com que os eleitores são tratados. Tomemos, inicialmente, o caso das ruas e suas bandeirolas; em seguida, as propagandas na TV com as inserções de falas breves, nas quais somos informados sobre nomes e números, mas raramente sobre os partidos a que os candidatos pertencem.

As pessoas contratadas para segurar as bandeirolas nas ruas parecem não receber treinamento algum sobre como manejá-las eficientemente. Há casos em que as giram como se desenhassem no ar o símbolo do infinito — aquele oito deitado. Quem passa a pé ou de carro simplesmente não consegue ler o nome ou o número do candidato. Há também os que parecem nos dar adeus com o artefato, movendo-o rapidamente de um lado para o outro como limpadores de para-brisa sob chuva forte. E nada de conseguir ler.

Outro grupo se posiciona nas vias do lado errado de quem passa em uma determinada direção. Novamente, a leitura se torna impossível. Quanto aos partidos, as letras de suas siglas são diminutas, refletindo sua desimportância no mar de legendas que dominam os parlamentos municipais, estaduais e federais.

Melhor seria se os contratados segurassem as bandeirolas como se fossem placas, ou se os mastros tivessem um suporte em forma de “L” invertido para mantê-las esticadas, facilitando a leitura de quem transita. Nesse sentido, funcionam bem melhor os grupos que circulam ou ficam parados com mochilas equipadas com uma plaqueta acima da cabeça, exibindo a foto e o número do candidato. Ainda assim, o partido continua desprestigiado por letrinhas minúsculas de difícil identificação.

Vamos e venhamos: a informação recebida por quem passa é muito pobre para permitir um conhecimento real das propostas. Alguém poderia argumentar que cabe ao eleitor buscar mais dados na internet. No entanto, a oferta brutal de nomes e números deixa o cidadão atordoado e desanimado diante da tarefa hercúlea de garimpar tantas opções até escolher seu voto.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Advertência de Calvino quanto à grave responsabilidade pelo nosso voto

Título e Vídeo: Vitor Grando, Facebook, 2-10-2026, 18h10

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[Aparecido rasga o verbo] Aconteceu na lua de mel

Aparecido Raimundo de Souza

PARTIMOS COM TUDO, além de uma boa pitada de satisfação e esperança, o coração batendo descompassado, em vista dos sonhos e principalmente esperançados na nossa fé, e, dentro dela, a certeza de que nada nos separaria. Era o começo. O tempo todo, o mundo colado aos nossos pés, parecia feito só para nós dois. O mar calmo de Copacabana, não batia, se emoldurava suave se entrelaçando na areia, enquanto o sol descia devagar, se fartava a passos miúdos tingindo tudo de ouro, e cada olhar se engrandecia numa promessa como se dissesse, ou melhor sussurrasse: “estou aqui, para sempre”.

Aconteceu ali, entre o céu e o mar, naqueles dias que deveriam ser só luz e alegria. Veio devagar, sem aviso, uma palavra dita sem pensar, um silêncio que cresceu entre nós, um mal-entendido que virou o muro e foi cair em cheio na avenida movimentada que passava em frente ao nosso hotel. De repente, o que se fazia meigamente doce, ficou amargo. O que era confiança, virou dúvida. Descobrimos que carregar a própria história também significava englobar defeitos, medos, feridas, tristezas e incertezas que ainda não cicatrizaram e que às vezes, sem querer, acabamos machucando justamente a quem mais amamos.

Ficamos de frente um para o outro, tão perto e ao mesmo tempo tão distantes. Do nada, a nossa lua de mel virou uma tremenda lua de merda, como se fosse o primeiro teste: não a lua de mel de paixão, mas de paciência, de perdão, de aprender que amar não é só ter alegrias, mas saber edificar quando algo se quebra ou se deteriora. Choramos, nos calamos, depois falamos tudo, vomitamos o que doía, o que esperávamos, o que tínhamos medo de perder. E ali, naquele lugar que deveria ser somente um todo perfeito, aprendemos a verdadeira noção de realidade: o amor não nasce pronto. Ele se constrói também nas horas difíceis, principalmente nos minutos estropiados e macambúzios em que tudo parece conspirar contra.

Hoje lembro o que aconteceu nos nossos primeiros dias não manchou o nosso começo, pelo contrário, o tornou mais verdadeiro. Porque foi lá, naquele momento entre risos e lágrimas, lagrimas e risos, que percebemos: não importava o que viesse, se estivéssemos dispostos a entender, a ceder, a recomeçar… a perdoar, sobretudo a perdoar, então sim, conseguiríamos seguir caminhando juntos. O “para sempre” não é coisa de um dia só. E nunca será.  O “para sempre” é renovado automaticamente todos os dias, começando por deixar claro aquele incidente em que descobrimos como agir para que o nosso enlace matrimonial não terminasse mal.

Sábado terá feira de adoção pet na Barra da Tijuca

Evento acontece, das 14h às 18h, no 1º piso do Shopping Metropolitano. No local, postulantes a tutores poderão adotar cães e gatos resgatados de maus-tratos

Patricia Lima

Neste sábado (3), cães e gatos resgatados das ruas e de maus-tratos podem ganhar uma chance de ter uma família com a nova edição da feira de adoção realizada no Shopping Metropolitano. O evento acontece, das 14h às 18h, no 1º piso, entre as lojas PetFun e Polishop.

A feira pet é resultado de uma parceria com a ONG Adoção Carioca e a PetFun, que acontece a cada dois meses. A inciativa procura aproximar animais resgatados de pessoas interessadas em oferecer uma nova oportunidade a eles. A participação é gratuita.

No evento, os candidatos a tutores podem conhecer os animais disponíveis para adoção e conversar com os protetores para esclarecer dúvidas sobre cuidados, adaptação ao novo ambiente e rotina com um animal de estimação. A proposta é incentivar uma escolha consciente e reforçar a importância da guarda responsável.

Os interessados serão avaliados pela equipe da feira para verificar se o perfil e as condições do possível tutor são adequados para receber o animal. Além de ganhar um novo integrante para a família, quem realizar uma adoção terá 20% de desconto em compras na PetFun, benefício utilizável no prazo de até 30 dias.

Título e Texto: Patricia Lima, Diário do Rio, 2-10-2026, 3h47 

Revista Oeste nº 343: O diabo veste toga

Caro leitor, 

Flávio Dino e seus aliados no Supremo atropelam a lei em decisões que favorecem Lula às vésperas da eleição. 

Dias atrás, Gilmar Mendes validou o reajuste do Bolsa Família em plena corrida eleitoral — uma medida de forte apelo popular. Agora, novas decisões do Supremo aumentam ainda mais a tensão em torno do pleito. 

E há muito mais em jogo. 

Se reeleito, Lula poderá indicar mais quatro ministros ao STF durante um novo mandato. Com isso, terá a oportunidade de ampliar significativamente sua influência sobre a composição da Corte. 

A dois dias das eleições, a Oeste mostra em sua reportagem de capa as decisões e os movimentos de integrantes do STF que podem influenciar o processo eleitoral. 

A verdade precisa ser dita - e divulgada. 

O silêncio é exatamente o que interessa a quem pretende exercer poder sem resistência, sem fiscalização e longe dos olhos da sociedade. 

Você sabe o tamanho do que está em jogo? 

A nova edição da Oeste vai ao ar em instantes. 

O debate que o Brasil não viu

Duas decisões judiciais em poucas horas, uma ministra escolhida por Lula e uma regra que todos tinham assinado. Os detalhes explicam o silêncio de quinta-feira

Rogerio Pires 

Às 21h30 de quinta-feira, horário em que os candidatos à Presidência deveriam estar frente a frente, a TV Globo exibiu um filme. Aves de Rapina. Pela primeira vez desde 2002, a emissora cancelou o último debate presidencial do primeiro turno, a três dias da eleição.

Não fui eu quem escolheu o título do filme. Mas confesso que ele não saiu da minha cabeça a noite inteira.

Para entender como chegamos até aqui, é preciso voltar algumas horas.

A cadeira que ninguém podia ver

Na quarta-feira, Lula avisou que não iria ao debate. Direito dele. Só que havia uma regra no regulamento, o item 7 da ata do debate, assinado previamente por todas as campanhas, inclusive a dele: quem faltasse teria o púlpito vazio identificado, e os adversários poderiam dizer o que perguntariam ao ausente.

Isso não é novidade nenhuma. Em 2006, Lula, então presidente e candidato à reeleição, faltou ao debate da Globo três dias antes do primeiro turno. A cadeira dele ficou vazia diante do país. Ninguém correu à Justiça. O eleitor viu e tirou as próprias conclusões.

Vinte anos depois, a coligação de Lula foi ao TSE para que o eleitor não visse. E conseguiu. A ministra Estela Aranha concedeu liminar suspendendo o item 7: nada de púlpito identificado, nada de perguntas dirigidas ao candidato do PT. Na avaliação dela, a exposição poderia criar uma situação de desequilíbrio.

Desequilíbrio. Guarde essa palavra.

“Cockpit Clash” & “Pilot Brawl”: The Media’s Grotesque Distortion of the Attempted Flydubai Hijacking

A stabbed captain. A hijack distress code. A plunging aircraft packed with Israelis. Yet major media outlets still called it a “pilot fight,” “cockpit brawl” or “clash.” The coverage of Flydubai Flight FZ1073 showed how quickly terrorism targeting Israelis can be softened, qualified and reframed

Rachel O'Donoghue 

Key Takeaways

·         The evidence pointed early to an attempted hijacking, not a “pilot fight.” Major outlets still used “brawl,” “clash” and “altercation.”

·         The New York Times repeatedly foregrounded doubt even as its own reporting documented the stabbing, plunge and attempted takeover.

·         The coverage reflected a broader problem the media appears to have with Israeli victims: an instinct to soften, qualify and cast doubt on attacks targeting them.

Wednesday’s attempted hijacking of Flydubai Flight FZ1073 carried chilling echoes of an earlier era of aviation terrorism. Fifty years after Entebbe – when Palestinian and German terrorists hijacked an Air France flight originating in Tel Aviv and separated Jewish and Israeli hostages before an audacious IDF rescue – a commercial jet packed with Israelis once again became the target of an attempted mass-casualty terror attack.

This time, catastrophe was averted not by commandos arriving on the ground, but by the extraordinary actions of those already in the air. A badly wounded captain managed to release the cockpit door, allowing passengers and crew to rush in and overpower the attacker before reserve pilots aboard the flight took control of the aircraft.

The footage emerging from passengers’ phones captured just how terrifying those moments were: screams as the aircraft plunged, blood inside the cabin, a wounded captain and the aftermath of a desperate struggle to prevent the plane from crashing.

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TV Globo cancela debate

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Nova Padroeira 
“Lula fala muito. E, cada vez mais, quando fala, é uma metralhadora de bobagens”

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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Interferência estrangeira: Eleição anulada na Romênia em 2024 gera alerta ao Brasil de 2026

Em entrevista exclusiva, Stéphane Luçon — jornalista francês radicado na Romênia — detalha as alegações de interferência russa. Comparamos até onde o caso romeno parece com o brasileiro

David Ágape 

Em 24 de novembro de 2024, Călin Georgescu venceu o primeiro turno da eleição presidencial da Romênia. Pouco mais de uma semana depois, em 2 de dezembro, a Corte Constitucional validou o resultado. Em 4 de dezembro, o então presidente Klaus Iohannis tornou públicos documentos dos serviços de inteligência sobre possível interferência estrangeira. Dois dias depois, a mesma Corte anulou toda a eleição.

Georgescu deveria enfrentar Elena Lasconi no segundo turno. Não enfrentou. Quando a eleição foi refeita, em 2025, tentou registrar novamente sua candidatura e foi impedido de concorrer. A nova disputa terminou com a eleição de Nicușor Dan, centrista pró-União Europeia e defensor da permanência da Romênia no eixo da UE e da OTAN. A anulação continua cercada por controvérsias sobre a extensão da influência russa, a atribuição das operações digitais a Moscou e a relação entre as irregularidades apontadas e o resultado da votação.

Quase dois anos depois, parte da discussão que antecedeu a anulação romena já aparece na eleição brasileira de 2026. Em 17 de setembro, Eduardo Bolsonaro disse ter alertado autoridades americanas para o risco, em sua avaliação, de o STF anular uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro. Citou como precedente a anulação romena, após alegações de interferência russa. Não apresentou evidências de que o Brasil seguirá o mesmo caminho.

From Bucharest to Brazilia: What Brazil Can Learn From Romania’s Canceled Election

Ele se acha dono do Supremo

Lula comemorou a chegada do primeiro comunista ao STF. O que ele fez desde então explica a festa


Rogerio Pires

Nesta quarta-feira, o ministro Flávio Dino abriu um inquérito no Supremo Tribunal Federal. Ninguém pediu. Nenhuma autoridade com foro especial estava envolvida nos fatos. E, pelo despacho de 12 páginas, o relator escolhido foi ele mesmo.

O tema soa nobre: uma “aparente onda de ataques” contra imagens religiosas. Só que das dez reportagens citadas como base, apenas uma é posterior à decisão que ele tomou no domingo. As outras nove estavam publicadas havia meses. Não eram urgentes até agora.

Então por que agora? Basta olhar o calendário.

Na sexta, 25, André Mendonça, vice-presidente do TSE, mandou tirar do ar posts que associavam Flávio Bolsonaro a uma suposta intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira. A ordem ressalvava críticas, opiniões e sátiras.

No domingo, 27, Dino acolheu um pedido do humorista Antonio Tabet e mandou os posts voltarem. Detalhe: fez isso dentro de um processo do Supremo, passando por cima da Justiça Eleitoral.

Na segunda, Luiz Fux suspendeu a decisão e criticou o método. E deixou uma pergunta no ar: “Faz sentido que este Supremo Tribunal Federal determine a veiculação de notícia comprovadamente falsa?”

Na quarta, nasce o inquérito das imagens religiosas. No mesmo processo.

O ministro comunista

O rótulo não é meu. É dele. Em julho de 2019, ainda governador do Maranhão, disse numa entrevista: “Sou comunista, graças a Deus”. Em 2015, na TV Brasil, se definiu como socialista, comunista e marxista, e afirmou fazer o que Lenin recomendava. Foi filiado ao PCdoB de 2006 a 2021.

Vídeo: taxistas se envolvem em briga generalizada no Galeão

Confusão ocorreu durante retirada de ponto do Táxi.Rio; imagens que circulam nas redes sociais mostram pessoas sendo agredidas

Aretha Dossares

Ao menos 20 taxistas se envolveram em uma briga generalizada nesta quarta-feira (30), em frente à entrada do Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram agressões e dois envolvidos sendo chutados após caírem no chão.
Em uma das gravações, um homem aparece cercado e agredido por vários taxistas. Em outro momento, dois envolvidos caem no chão e são chutados enquanto permanecem caídos. As imagens não esclarecem o que teria provocado o confronto.

Segundo o RIOgaleão, a confusão ocorreu durante a retirada do ponto do Táxi.Rio localizado no embarque, no segundo piso. A concessionária informou que havia solicitado a mudança à Prefeitura do Rio para melhorar o fluxo de veículos no acesso ao aeroporto.