quarta-feira, 24 de junho de 2026

Para 'salvar' a democracia? Maioria globalista do parlamento húngaro altera Constituição para impedir regresso político de Orbán

Como qualquer globalista, Peter Magyar está a fazer tudo o que pode para suprimir a oposição política, e o parlamento húngaro aprovou uma emenda constitucional que impede o ex-primeiro-ministro Viktor Orbán de se recandidatar ao cargo


A alteração impôs um limite de mandato de oito anos para os primeiros-ministros que pretendam recandidatar-se, foi aprovada na semana passada e aplica-se retroativamente, impedindo efetivamente Orbán de regressar ao poder. O Parlamento da Hungria, a Assembleia Nacional, votou 135 a 50 a favor da medida.

A aprovação desta alteração à constituição gerou acusações de que o recém-eleito primeiro-ministro da Hungria, Péter Magyar, está a tentar banir os seus adversários políticos.

No X, András László, membro húngaro do Parlamento Europeu pelo partido Fidesz de Orbán, manifestou a sua indignação nestes termos:

A alteração constitucional aprovada hoje pelo Partido Tisza impede que qualquer pessoa que tenha ocupado o cargo durante pelo menos oito anos desde 1990 se possa tornar primeiro-ministro. Na prática, foi feita à medida de Viktor Orbán, uma vez que é a única pessoa a quem se aplica a alteração constitucional. Implementar legislação personalizada com efeitos retroativos é um ponto baixo sem precedentes. Os liberais pregam a democracia e aplicam meios legais para excluir os principais opositores, em vez de ganhar o debate e conquistar o apoio popular. Vimos guerras jurídicas contra conservadores em França, Itália, Áustria, Alemanha, Polónia, República Checa, etc. Na Hungria, estivemos no poder com uma supermaioria durante 16 anos. Nunca proibimos os nossos adversários de se candidatarem. O Tisza fê-lo poucas semanas depois de ter ganho”.

[Quadro da Quarta] Cristina de Pisano


Cristina de Pisano (em francês: Christine de Pizan ou Christine de Pisan, Veneza, 11 de setembro de 1363 — Poissy, c. 1430) foi uma poetisa e filósofa italiana que viveu na França durante a primeira metade do século XV.

Ela era conhecida por criticar a misoginia presente no meio literário da época, predominantemente masculino, e defender o papel vital das mulheres na sociedade. Foi a primeira mulher francesa de letras a viver do seu trabalho. Wikipédia 

Cristina de Pisano é a primeira autora feminista do mundo ocidental?

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Maria Antonieta levada para o Cadafalso  
Romeu e Julieta 
Henry Fielding (* 22-4-1707 – † 8-10-1754) 
The Orphan; or The Unhappy Marriage 
Descobrimento do Brasil

Pedrinho é afastado do comando da SAF do Vasco

Justiça afasta Pedrinho da SAF do Vasco da Gama, nomeia interventora e cita falhas de governança apontadas pelo Conselho Fiscal

França Fernandes

A Justiça do Rio de Janeiro determinou o afastamento de Pedrinho [foto] do Conselho de Administração da SAF do Vasco. A decisão retira do presidente do Clube o poder sobre a empresa responsável pelo futebol vascaíno e nomeia a advogada Samantha Longo, ex-diretora jurídica da CBF, como interventora da companhia. 

Além de Pedrinho, também foram afastados os conselheiros Christiano Stockler Campos e Felipe Elias. A medida foi tomada pela juíza Caroline Fonseca, da 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, após pedido apresentado pela 777 Carioca. A decisão ocorre em meio à disputa judicial envolvendo o controle da SAF do Vasco, tema que vem gerando embates entre as partes nos últimos anos.

Decisão cita falhas de governança e denúncia de Jean David

Segundo o documento, o parecer do Conselho Fiscal referente às demonstrações financeiras de 2025 apontou graves falhas de governança corporativa, deficiência nos controles internos, limitações ao exercício da fiscalização e ausência de aprovação formal de atos societários relevantes. As conclusões serviram como um dos fundamentos para a intervenção na gestão da SAF do Vasco.

Com a decisão, Samantha Longo passa a responder pela administração da companhia. Conforme determinado pela Justiça, a interventora terá prazo de 60 dias para adotar medidas voltadas ao restabelecimento da regularidade dos processos de governança, da transparência e da prestação de contas, devendo apresentar relatórios ao Judiciário a cada 15 dias.

Feministas são uma espécie de aríete do totalitarismo globalista

Inventam, nos países ocidentais, uma infinidade de “violências contra a mulher” que não configuram violência alguma, banalizando o conceito, com a finalidade de solapar a constituição de famílias.  

Mas onde há efetivamente violência real, brutal, organizada, sempre se calam, como no Irã.  

Aqui a coisa foi pior. 

Feminista que faz o papel de relatora de uma das intermináveis agências globalistas para “violência contra a mulher” foi surpreendida e confrontada por vítima real, mulher sequestrada, agredida, abusada pelos terroristas do Hamas. 

Ao final exige desculpas da feminazi, que surpreendida com o contraditório, limita-se ao silêncio ensurdecedor. 

Notoriedade com as moscas

Rodolfo Amaral

O ministro Gilmar Mendes vive criando artifícios para alcançar notoriedade jurídica

Se esquece, porém, que seu egocentrismo contraria frontalmente a Lei Orgânica da Magistratura. Cita o Artigo 36 desta lei que é vedado ao magistrado manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento.

Mas, mesmo assim, de forma antiética, Gilmar Mendes participa de programa de TV para criticar o ministro André Mendonça na condução das investigações do escândalo do Banco Master.

O Artigo 12 da Lei da Magistratura também veda a emissão de juízo de valor sobre processos em andamento ou críticas a atos judiciais fora dos autos.

E o Artigo 13 estabelece que o magistrado deve evitar a autopromoção e a busca por reconhecimento social.

A Imprensa, por sua vez, precisa parar de dar palanque político para ministros do STF.

E os ministros que buscam notoriedade devem deixar o cargo e disputar votos, caso também queiram atuar como legisladores, tal como virou rotina na Suprema Corte.

O motor explodiu a 32 mil pés. Ela não disse uma palavra aos passageiros

Foi apelidada de Nervos de Aço. A história do Voo Southwest 1380

Aviões e Músicas analisa o incidente do voo Southwest 1380, explorando os desafios enfrentados pela tripulação técnica e de cabine durante uma emergência crítica a 32 mil pés.

A narrativa destaca a experiência profissional necessária para lidar com falhas estruturais inesperadas e a resposta das autoridades de segurança aérea após o ocorrido.

Em 17 de abril de 2018, um Boeing 737 da Southwest Airlines decolou do aeroporto LaGuardia em um voo de rotina para Dallas. Aos 32 mil pés de altitude, uma pá do motor esquerdo se partiu — desencadeando uma série de eventos que despressurizou a cabine, quebrou uma janela e colocou 144 passageiros em risco iminente de morte.

No comando estava Tammie Jo Shults: ex-piloto de caça da Marinha americana, uma das primeiras mulheres a voar o F/A-18 Hornet — e que passou anos ouvindo que não podia voar simplesmente por ser mulher.

Neste vídeo, contamos a história completa do voo Southwest 1380: a falha técnica, a resposta da tripulação, a tragédia da passageira Jennifer Riordan e as consequências para a segurança da aviação mundial.

03:20 - A tripulação

10:40 - 737-700

13:35 - O voo

17:45 - A resposta da tripulação

24:59 - No solo

26:28 - A investigação

31:24 - Melhorias de segurança

33:05 – Conclusões 

As apostas imorais da Cazé TV

Por que os veículos de comunicação que estão transmitindo os jogos da Copa do Mundo se renderam às bets e não querem saber das pessoas que se viciaram em apostas e destruíram suas vidas?

É dinheiro, claro que é dinheiro.

O problema é que agora os espectadores estão sendo induzidos não só a apostar, mas a se entregar a apostas arriscadíssimas, com baixíssima probabilidade de se tornarem vencedoras. 


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A Justiça da Flórida dá um passo decisivo e aceita o Brasil na ação movida pelo Rumble e Trump Media contra o ministro Alexandre de Moraes.

Enquanto isso, o clima ferve no STF: Gilmar Mendes critica André Mendonça por "erro crasso", rejeita código de ética e Dino suspende a devolução de milhões da Camargo Corrêa aos cofres públicos.

Para completar o cenário de tensão, a Polícia Federal deflagra operação que mira o Banco Digimais, ligado a Edir Macedo, por fraudes semelhantes às do Banco Master.

Acompanhe a análise completa e sem filtros de todos os bastidores da política de hoje!

#STF  #AlexandreDeMoraes  #PoliciaFederal  #Politica  #Noticias

terça-feira, 23 de junho de 2026

Russia Must Defeat Ukraine Before Trump 2.0’s “War Of Attrition” Really Gets Going

Andrew Korybko 

The only reprieve in that dark scenario, other than obliterating Ukraine to neutralize the NATO threats emanating from there once and for all per the special operation’s goal, would be for Russia to sell stakes in its natural resource and other critical industries to the US as a “security guarantee”

It was warned last fall that “The US Plans To Wage An Intensified Proxy War Of Attrition Against Russia”, and now that Trump just signaled that he plans to “escalate to de-escalate” with Russia per the arms- and sanctions-related terms of the G7 joint statement that he signed, this might now begin to happen. As a reminder, the Wall Street Journal reported that this three-phase strategy involves helping Ukraine surpass Russia’s drone capabilities, more secondary sanctions, and provoking unrest inside of Russia.

Ukraine’s long-range drone strikes have targeted energy infrastructure in St. Petersburg, Moscow, and even Tyumen (the latter possibly by drones launched from Kazakhstan without Astana’s knowledge). Ukraine then hit an electronics plant in Voronezh and a satellite communications center in Moscow Region on Monday. Two days prior on Saturday, the Head of Crimea suspended fuel sales for everyone but the government, which highlighted the consequences of Ukraine’s “drone blockade” of Crimea.

The “war of attrition” that Ukraine is now waging against Russia through its strategic strikes on energy and other infrastructure is timed for September’s next Duma elections. United Russia might not maintain the 49.82% of the popular vote from the last elections in 2021, which could force them into a coalition with the communist or nationalist opposition depending on how high the protest vote is. Putin’s foreign foes believe that this would weaken Russia, instead of rejuvenate it, and want to help make this happen.

🗣️GRAVE | Parece algo inacreditável, mas aconteceu!

Portaria de órgão do GSI designa major 'Fulano de Tal' e tenente 'Cicrano de Tal' como assistentes na Segurança Presidencial. 

Texto foi publicado no 'Diário Oficial da União' desta segunda (22). Procurado, Gabinete de Segurança Institucional informou que portaria será corrigida na próxima edição do 'DOU'.

Título, Imagem e Texto: The Incorrupt, X, 22-6-2026, 19h10 

22-6-2026: Oeste sem filtro – M autoriza reunião de Bolsonaro com a defesa + Vorcaro quer apresentar terceira delação com novos advogados


No programa de hoje, analisamos a histórica vitória da direita na Colômbia com De la Espriella, a comemoração de Donald Trump e de aliados de Bolsonaro, e o novo mapa político (Esquerda x Direita) no continente, após Gustavo Petro contestar o resultado. 

No cenário nacional, Flávio Bolsonaro agita a corrida presidencial ao se colocar como candidato com a frase "missão foi dada" e surpreende ao adotar slogan histórico de Lula. Além disso, trazemos atualizações exclusivas sobre o STF: Moraes autoriza reunião da defesa de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro parte para Washington em nova ofensiva contra o Supremo, e o TSE age contra deep fakes envolvendo Flávio e Vorcaro. 

Aqui você também vai entender: 

O Caso Vorcaro: A busca por um novo advogado, a 3ª proposta de delação e a devassa da PF em seus celulares até 2027. 

Movimentações Políticas: O avanço de André do Prado ao Senado em SP e a vitória de Arthur Henrique em Roraima. 

Governo Lula: As novas (e polêmicas) nomeações para o GSI. 

Mundo: A renúncia surpreendente de Keir Starmer no Reino Unido. 

#FlavioBolsonaro #STF #Politica #Direita #Eleicoes2026 #AlexandreDeMoraes #JairBolsonaro #Colombia 

[Aparecido rasga o verbo] Por conta daquele quadrinho na parede

Aparecido Raimundo de Souza

A MINHA PRINCESA foi embora. Partiu sem aviso prévio, sem um “até breve”, ou um “até a volta”. Foi, a espevitada, sem um “adeus” formal, levando consigo no brilho dos olhos meigos, o som cálido das risadas que enchiam toda a minha esperança e, de lambuja, carregou o meu “eu” interior, outorgando ao ar a presença maciça de um vazio pesado e insubstituível em lugar dos abraços especiosos que pareciam não ter fim.

Quando fechei a porta da sala e olhei ao redor do silêncio, tudo parecia ter ficado no lugar: a coleção de vestidos, as saias e calças, as bonequinhas Barbie, os sapatos arrumados no canto, os livros na estante, a toalha de banho pendurada no gancho do banheiro. Mas nada tinha o mesmo sentido, a mesma graça. Tudo parecia sem miolo, como se o íntimo de toda a casa, do nada, num sopro, tivesse parado de existir.

Depois de dias revirando memórias e tentando encontrar um vestígio que ainda fosse dela, algo sólido que eu pudesse tocar e sentir que ela não tinha partido por completo, percebi, meu Pai Eterno, ou melhor, me dei conta de tudo o que ficou dela, só restou, palpável, o quadrinho. 

Aquele quadrinho pequeno, que eu mesmo pendurei com cuidado, que sedimentei num prego pequeno, mas bem firme, no lugar em que, a meu ver, seria o mais claro de toda a sala.

E esse lugar, sem dúvida alguma, em cima da minha escrivaninha de trabalho. Na “foto-moldura”, se vê uma casinha frenteada a um lago de águas claras, e, ao redor, muitas árvores frondosas. Poderia jurar, obviamente, em louca imaginação, ela sorrindo faceira, os cabelos esvoaçando ao sabor do vento, o seu vestidinho jeans desbotado e no rostinho ah, no rostinho, aquele ar de quem tem o mundo inteiro preso entre os dedos das mãos.

[Livros & Leituras] Tom Jones

Henry Fielding, Livraria Civilização Editora, impresso na Companhia Editora do Minho, Barcelos, maio de 1979, 678 páginas.

Original: 1749!

Henry Fielding nasceu em Somersetshire em 1707, faleceu em Lisboa em 1754. 

Uma ótima novela!

Traições esperadas e inesperadas.

Hipocrisias repelentes. 

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Carta Aberta ao Presidente da República, ao Parlamento e a todas as Instituições ainda empenhadas na sustentabilidade da cultura milenária portuguesa

António Justo

A memória dos antepassados e a bandeira portuguesa, símbolo máximo da Nação, não são um fardo do passado, mas a bússola do futuro. Integrar sem apagar, abrir sem se perder, construir com a sabedoria de quem nos precedeu é o desafio perene que vos traz esta carta. Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Instituições da Nação, é a vós que me dirijo, certo de que a integração plena do passado e do presente é o único caminho para uma sociedade verdadeiramente humana e universal. 

A verdadeira integração nunca se edifica sobre os escombros da cultura que pretende abraçar. Quando, em nome de uma pretensa abertura, se suprime a identidade que nos define, o que se obtém não é coesão, mas sim uma fratura silenciosa e profunda. É precisamente este o cerne da questão que opõe o Presidente da República, António José Seguro, ao decreto do Parlamento e que expõe, de forma crua, o embate entre a defesa do interesse coletivo e a imposição de agendas ideológicas fragmentárias. 

Em junho, o Chefe de Estado vetou o diploma que visava proibir o hastear de bandeiras “de natureza ideológica, partidária ou associativa” nos edifícios públicos. Sob o argumento aparentemente plausível de que o texto encerra conceitos vagos e que as causas humanitárias ou ambientais gozam de acolhimento constitucional, o Presidente oferece, na verdade, um flanco perigoso: o da relativização do próprio símbolo máximo da Nação. Ao fazer tábua rasa da distinção entre o que é estruturante e o que é acessório, ele e as forças que o apoiam abrem caminho para que a bandeira nacional seja remetida para um plano secundário, enquanto os estandartes sectários ocupam o espaço público, sem resistência e sem pudor. 

A propaganda, para lá dos limites do admissível

Os propagandistas da revista Der Spiegel decidiram que a capa da edição da semana passada devia ser esta:


Acompanhando uma foto de tropas nazis envolvidas na Operação Barbarossa (invasão da URSS) durante a II Guerra Mundial, e celebrando o 85º aniversário dessa ofensiva militar, o headline universaliza e prolonga a ancestral hostilidade entre germânicos e russos, afirmando literalmente: 

“A nossa guerra contra a Rússia.” 

Nesta capa é assim estampada a agenda globalista das elites europeias em geral e dos líderes do arco do poder alemães, em particular: atacar militarmente a Rússia, como fez Hitler em 1941. 

E antes de explorar esta afirmação, talvez seja pertinente revisitar a história dos conflitos entre alemães e russos. 

Em 1242, ordens militares católicas germânicas (Cavaleiros Teutónicos e a Ordem dos Portadores da Espada) tentaram conquistar os territórios das repúblicas russas de Pskov e Novgorod durante a chamada “Cruzada da Livónia”. O avanço germânico foi travado de forma decisiva pelo príncipe russo Alexandre Nevsky na famosa ‘Batalha do Gelo’. 

Durante a Guerra dos Sete Anos (1756–1763) a Prússia de Frederico, o Grande, enfrentou uma coligação que incluía o Império Russo. Não se tratou de uma invasão prussiana ao coração da Rússia, mas sim de combates violentos nas fronteiras e em territórios disputados (como a Prússia Oriental). Apesar dos russos enfrentarem na altura aquela que era a primeira máquina de guerra da Europa, uma espécie de Esparta do Báltico, o exército russo chegou a invadir a potência germânica e a ocupar Berlim temporariamente. A Prússia foi salva da derrota total pelo “Milagre da Casa de Brandeburgo”, quando o novo Czar russo, Pedro III (que admirava Frederico, nasceu na Alemanha e foi educado sob forte influência germânica), retirou a Rússia da guerra. 

Em 1812, a Prússia participou diretamente na invasão do território russo como um aliado forçado de Napoleão Bonaparte. Um corpo de exército prussiano de 20.000 soldados operou no flanco esquerdo da invasão francesa, atacando a Rússia na direcção de Riga. Os resultados catastróficos desta invasão são bem conhecidos, embora, comparativamente com as baixas francesas, o exército germânico tenha sido poupado à extinção, tendo perdido ‘apenas’ um quarto dos seus soldados. 

O silêncio da imprensa brasileira sobre isso é assustador

O primeiro parlamentar trans eleito nos EUA é condenado a mais de 33 anos de prisão por exploração sexual infantil

Timeline


O ex-deputado estadual de New Hampshire, conhecido como Stacie Marie Laughton, foi condenado a mais de 33 anos de prisão federal por crimes relacionados à exploração sexual infantil, encerrando um caso que chocou a política local e ganhou repercussão nacional nos Estados Unidos. 

Laughton, de 41 anos, tornou-se conhecido por ter sido a primeira pessoa abertamente transgênero eleito para uma legislatura estadual americana. Agora, porém, seu nome passa a estar associado a uma das mais severas condenações recentes envolvendo crimes contra crianças. 

De acordo com as autoridades federais, o ex-parlamentar declarou-se culpado por receber imagens sexualmente explícitas de menores produzidas por seu então companheira, Lindsay Groves, de 40 anos. 

Groves trabalhava em uma creche na cidade de Tyngsborough, em Massachusetts, e já havia sido condenado anteriormente a 22 anos de prisão após admitir participação no esquema. 

Segundo a investigação, entre maio de 2022 e junho de 2023, Groves fotografou diversas crianças em um banheiro da instituição durante procedimentos rotineiros, como trocas de fraldas e roupas antes do horário de descanso. As imagens eram posteriormente enviadas a Laughton por mensagens de texto. 

Crianças de 3 aninhos

A apuração conduzida pelas autoridades federais revelou mais de 10 mil mensagens trocadas entre as duas pessoas em apenas um mês de 2023. Os registros continham discussões sobre as crianças e a transferência de imagens sexualmente explícitas envolvendo vítimas com idades entre 3 e 5 anos. 

O fim de uma era

Tatiane Melchior Stefanello Hodson

O Reino Unido está no fundo do fundo do poço.  Perdeu o brilho, o autorrespeito e o respeito do resto do mundo. Perdeu também a paz e até os turistas. Isso sem contar na devastadora crise de energia e da economia.

O grande azar do país foi ter no poder, e ao mesmo tempo, dois dos piores governantes que já se viu. Os cargos mais importantes da nação são ocupados por duas nulidades desastrosas, e ainda por cima, partidários dos mesmos objetivos. Dois globalistas que seguem a cartilha de islamização do Ocidente, a implantação das políticas Net-zero e a transformação de nações democráticas em prisões digitais.

O Primeiro-Ministro Starmer conseguiu em pouco mais de um ano no poder, ser odiado não só pelos britânicos, mas pelo mundo inteiro. A sua incompetência, falsidade e falta de carisma só é ultrapassada pela sua hipocrisia. Ele será obrigado a renunciar – provavelmente ainda amanhã – pois ficou sem nenhum apoio dentro ou fora de seu partido. Já vai tarde.

Lembraremos de Starmer como o protetor dos estupradores de 250 mil meninas britânicas; o admirador do criminoso americano George Floyd (para o qual Starmer se ajoelhou – vide foto), e o carrasco que mandou prender quem criticou as políticas totalitárias do governo globalista. 

Num país que já teve um Churchill e uma Margareth Thatcher liderando a nação, Starmer é um borrão imperdoável na história. Difícil de esquecer ou perdoar.

Resposta

[Sétima Arte] American Pie – A primeira vez é inesquecível


Jim Levenstein, Kevin Myers, Oz Ostreicher e Paul Finch são quatro amigos virgens às vésperas do baile de formatura. Em meio às suas tentativas frustradas de fazer sexo com as namoradas, olhar mulheres nuas na internet e até mesmo atacar uma torta recém-saída do forno, os rapazes fazem um pacto e prometem deixar a virgindade para trás antes do baile de formatura.

Agora eles têm 24 horas para cumprir esse acordo.

IMDb:  

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O Vingador 
J. Edgar 
Hamnet 

domingo, 21 de junho de 2026

[As danações de Carina] Cochinchina

Carina Bratt

FUI MORAR com o seu Sérgio Aleixo, um camarada aí pela casa dos setenta e dois anos, não para namorar com ele, mas para dividir despesas, tipo aluguel, água, luz, supermercado, condomínio, essas coisas. A beldade trabalhava o dia inteiro, de segunda a sexta, de ajudante de pedreiro e praticamente todo final de semana viajava. Nesse nosso encontro meio ‘pirado’, ele ficou com o ‘quarto de número 1’ e euzinha com o de ‘número 2’.

Fanático por excursão, o sujeito não perdia tempo. Não podia saber de uma, se metia nela e ficava o final de semana todo com os pés na estrada. A última vez em que caí na besteira de perguntar para onde estava indo, seu Sérgio sorriu matreiro e me disse na maior cara de pau que visitaria os confins da Cochinchina.

— Cochinchina, seu Sérgio? — Indaguei, curiosa. — E onde fica?
— Não sei, minha amiga. Nunca fui lá...
— E por qual motivo optou justamente por essa escolha?
— Pela curiosidade...
— E se a Cochinchina não lhe agradar?

Ele sorriu de novo e, desta vez mais gracioso, mandou a bomba:
— Se eu não gostar, minha amiga, mando a droga toda da tal Cochinchina exatamente pra Cochinchina.

Título e Texto: Carina Bratt, de Pequiá, ES, 21-6-2026

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O Cérbero guardião de um mundo impenetrável 
Nada além de um verdadeiro caos total 
Quando numa corrida a cegueira se torna o milagre daquele corredor que não enxerga um palmo adiante do nariz 
Visão deformada e boba de um amor não correspondido

Muito além do futebol — 2

Na Copa de 1974, o Brasil enfrentou a Holanda sem procurar saber como o adversário jogava. É o mesmo erro dos que falam de paz no Oriente Médio sem considerar os valores das tribos locais


Nuno Vasconcellos

A vitória por 3 a 0 sobre a frágil equipe do Haiti, na noite de sexta-feira passada, foi insuficiente para devolver ao torcedor a confiança perdida na seleção brasileira. Além de não construir um placar mais amplo e de perder uma oportunidade de gol atrás da outra, o time dirigido pelo italiano Carlo Ancelotti ainda pareceu meio perdidão em campo — sem passar a impressão de ter força suficiente para enfrentar os adversários mais fortes e bem treinados que terá pela frente nas próximas etapas do torneio. Essa é a opinião de um analista frio, que prefere ver o cenário pelo lado das dificuldades e não apostar todas as fichas em um time que, é inegável, conta com jogadores talentosos e capazes de resolver uma partida na base do talento individual.

O lado torcedor, é claro, deseja e considera possível que os convocados de Ancelotti se acertem, passem a dar um show de bola atrás do outro e consigam voltar desta Copa com uma imagem diferente das que os times brasileiros deixaram nas competições anteriores. E que deem exemplos mais positivos do que deram nas competições passadas, quando pareciam mais preocupados em ensaiar dancinhas para comemorar gols do que em se empenhar para marcá-los. Seja como for, é impossível não se envolver com o clima da disputa e ficar indiferente diante de um evento tão mobilizador quanto uma Copa do Mundo de Futebol.

Para se sair bem em um torneio dessa dimensão é preciso não apenas reconhecer as próprias deficiências — para corrigi-las enquanto há tempo — como, também, olhar para os adversários, ver o que eles têm de melhor e considerar a melhor maneira de lidar com eles. A propósito, uma atitude que — no futebol, na política, nos negócios e nas relações internacionais — não leva ninguém a lugar algum é a de encarar um determinado problema contando apenas com a própria visão sobre ele — sem tentar entender o cenário em profundidade e sem levar em conta o que o outro lado tem a dizer sobre o assunto. Foi o que aconteceu, por exemplo, na Copa do Mundo de 1974, na Alemanha.

“Defender a democracia através da censura é como defender a liberdade através da prisão”

Existe uma contradição perigosa crescendo dentro das democracias modernas 

@IceXTruths 

Todos dizem defender a democracia. 

Todos dizem defender as instituições. 

Todos dizem defender a Constituição. 

Mas basta surgir uma crise política, um adversário incômodo ou uma narrativa considerada perigosa para que apareçam vozes defendendo exatamente o contrário daquilo que afirmam proteger. 

De repente, a liberdade de expressão passa a ser vista como um problema. 

O contraditório passa a ser tratado como ameaça. 

A crítica ao poder passa a ser confundida com ataque à democracia. 

E a censura passa a ser apresentada como instrumento de proteção institucional. 

Fernando Schüler relembra uma das lições mais importantes da tradição liberal: os direitos fundamentais não foram criados para proteger discursos agradáveis. Foram criados justamente para proteger os discursos incômodos, impopulares, ofensivos e perturbadores. Porque, se a liberdade existir apenas para quem concorda com o poder, ela deixa de ser liberdade e passa a ser privilégio. 

Os criadores da democracia moderna compreenderam algo que muitos parecem ter esquecido. Se as regras fundamentais puderem ser relativizadas em nome de uma emergência política, então elas deixam de ser regras e passam a ser ferramentas de conveniência. Hoje a exceção é usada contra um adversário. Amanhã será usada contra qualquer outro grupo considerado inconveniente. 

A história está repleta de exemplos de governos, movimentos e regimes que justificaram restrições de direitos alegando estar salvando a própria democracia. A justificativa muda. O resultado costuma ser o mesmo. 

Toda censura nasce temporária. 

Onde é? Qual o nome? 😉