terça-feira, 24 de março de 2026

Le grand remplacement des élus est en marche


Chassés, hués, insultés, moqués, brocardés, on les a vus sortir de leur mairie, la tête basse, la larme à l’œil souvent. Ils sont républicains ou socialistes, ou communistes ou sans étiquette ; ils ont été maires pendant des années. Autour d’eux, on crie, on danse, on chante, on exulte ; des femmes voilées entonnent des youyous guerriers ; des jeunes garçons arborent des drapeaux algériens ; d’autres exhibent des doigts d’honneur vengeurs. On entend des « casse toi » et des « nous sommes tous des enfants de Gaza ». 

On voit bien que ce n’est pas une alternance politique traditionnelle. On n’est plus dans la politique et ses batailles d’idées ; on est dans la revanche historique, ethnique, religieuse, raciale. Ce n’est pas une victoire démocratique qu’on célèbre, c’est un rituel d’humiliation auquel on se sacrifie. C’est le gwer, le blanc, qui, quelle que soit son étiquette partisane, est renvoyé avec une jubilation ostentatoire. 

Le grand remplacement des élus a commencé, et il suit logiquement celui du peuple français. 

Depuis trente ans, je leur annonce et je leur répète : « La démographie, c’est le destin. » Ils m’ont ri au nez, ou traité d’excessif ou de Cassandre. Ils m’ont fait la leçon au nom des « valeurs de la République » et n’ont pas compris que celles-ci seraient balayées par le retour du refoulé ethnique, religieux, tribal. 

Ils ont longtemps cru que leur habileté politicienne, leur clientélisme cynique - une mosquée par-ci, un stade de foot par-là, une visite pour l’Aïd et des subventions aux associations soi-disant culturelles ou sportives, leur permettrait de garder les rênes de leur ville. 

Vai Brasa! (??)


Pra quem não entendeu a parada da Nike, estão inventando esse negócio de "brasa" porque isso é a justificativa pra camisa vermelha que eles tanto sonham. 

Ninguém, nunca,em nenhuma hipótese, nem uma única vez, chamou a seleção brasileira de "brasa" ou "vai brasa" ou besteira do tipo. Isso nunca existiu em lugar algum. 

Mas os esquerdopatas estão, até hoje chorando porque a camisa amarela virou símbolo do bolsonarismo. Esquerdistas não conseguem usar a camisa da seleção sem baterem uma punheta/siririca em homenagem ao bolsonaro depois. 

Daí querem essa camisa vermelha, não é de hoje que tem o papo. Mas teve muita rejeição quando lançaram a ideia. Então decidiram uma estratégia em etapas para vencer a rejeição. 

"Brasil" vem de "brasa", cor vermelha. Depois de estabelecerem "brasa" como tema da seleção, o próximo passo é fazer uma camisa cor "brasa", não vermelha, mas "brasa", entendeu? 

Pode esperar vários comerciais e vinhetas com temas de "brasa" e "fogo" envolvendo a seleção. Em seguida, o lançamento da camisa 3 "brasa".

Pra quem não entendeu a parada da Nike, estão inventando esse negócio de "brasa" porque isso é a justificativa pra camisa vermelha que eles tanto sonham. 

Ninguém, nunca,em nenhuma hipótese, nem uma única vez, chamou a seleção brasileira de "brasa" ou "vai brasa" ou besteira do tipo. Isso nunca existiu em lugar algum. 

Mas os esquerdopatas estão, até hoje chorando porque a camisa amarela virou símbolo do bolsonarismo. Esquerdistas não conseguem usar a camisa da seleção sem baterem uma punheta/siririca em homenagem ao bolsonaro depois. 

23-3-2026: Oeste sem filtro – Bolsonaro recebe alta da UTI e é transferido para quarto

 🚨 O cerco fechou na política brasileira!

De reunião decisiva entre Moraes e Michelle Bolsonaro a escândalos milionários envolvendo Lulinha e o INSS. Assista agora para entender os bastidores de Brasília que ninguém está te contando. 

No programa de hoje, trazemos atualizações urgentes sobre o estado de saúde de Jair Bolsonaro, que deve deixar a UTI, enquanto a PGR se manifesta a favor de sua prisão domiciliar.

Será que Alexandre de Moraes vai recuar após a reunião com Michelle? 

Além disso, detalhamos o escândalo da viagem de Lulinha à Finlândia, bancado por um lobista num hotel de R$ 37 mil a diária, e a polêmica dos supersalários: 6 dos 10 ministros do STF receberam acima do teto, com Moraes liderando a lista. 

Ainda neste programa:

• CPMI do INSS vai pedir o indiciamento de 200 pessoas!

• Ministro Mendonça manda leiloar os carros de luxo do "Careca do INSS".

• Prisão de contador por ordem de Moraes e a polêmica do "Gilmarpalooza".

• Tensão Global: Trump suspende ataques à infraestrutura de energia do Irã e Cuba alerta para possível ataque dos EUA.

[Aparecido rasga o verbo] Assim são meus dias em formatos cada vez mais curtos

Aparecido Raimundo de Souza

“Eu disse que faria um poema à tua volta. Não voltaste. Escrevi essas linhas à tua espera”.
J. G. de Araújo Jorge.

À espera...


Aqui me pego, à tua saudade, esperando
que venhas e traga ternura em teus traços...
Porém, passam-se as horas... E já desanimado
Cismo que não chegarás até meus braços
E meus anseios vão se arrastando
em tua ausência c’os meus embaraços...
Tão depressa as horas foram passando,
Que até ouço a saudade e seus tristes passos...
Perto de mim, uma pá de gente segue cruzando
indiferente ao anseio de que desejo ver-te
e que aos poucos estou me definhando...
Esgotou-se o tempo... Esperar-te foi em vão.
Mas a angústia louca de amanhã rever-te,
faz regressar feliz este meu coração!...

Rival

Todas as manhãs ao acordar,
o sol opulento,
viril, ciumento...
Após escalar
e penetrar
em minha janela
com o seu fulgor
e todo ardor,
vem despertar-me
e despregar-me
do calor do corpo dela...
Para em meu lugar,
quieto ficar,
sem poder desfrutar
adormecendo e abraçado
a ela!...

segunda-feira, 23 de março de 2026

A Top Russian Expert Shared His Views On Relations With The US

Andrew Korybko 

They’re worth paying attention to since he might reasonably be consulted by Putin or other policymakers given his renown as one of the world’s top experts in this field

Dimitri Simes is definitely one of the world’s top experts on Russian-US relations. He used to advise Richard Nixon and even ran his institution for nearly three decades, advised Trump in 2016, hosts a leading show on Russian TV, and moderated an economic-political session with Putin in 2023. That’s why his longform interview with RT is so important for folks to pay attention to, but given its length and some readers’ limited time, this piece will highlight his main points for convenience and then analyze them.

Contrary to common assumptions, Simes said, not a lot actually unites Russians and Americans nowadays due to the “tremendous changes – demographically, culturally, and in terms of lifestyle” – that the latter have undergone in recent decades. He elaborated that the US’ demographic changes in particular, transformation from a “melting pot” to a “mixed salad”, and political correctness widened differences with Russians and pose serious domestic challenges.

On the international front, Russia and the US nowadays embrace the opposite worldviews of multipolarity and global dominance, but this wasn’t predetermined. According to Simes, while “certain factors do foster mutual distrust and place competition above cooperation”, political émigrés from the USSR and some former Soviet Republics’ deep resentment of Russia emboldened liberal globalists in the US after the (Old) Cold War to take a harder line towards Russia. They then also underestimated it.

A contrarrevolução de Donald Trump

Roberto Motta 

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante coletiva na Casa Branca nesta quinta (19-3). Foto: Aaron Schwartz/EFE/EPA

A cegueira ideológica e a miopia histórica impedem a compreensão do real significado do segundo governo de Donald Trump. O que está acontecendo diante de nossos olhos é isso: Trump está mudando a natureza do governo americano e confrontando a esquerda de forma inédita, em seus próprios termos – e as ondas de choque dessas mudanças repercutirão por todo o mundo.

Ninguém explicou melhor isso do que o historiador militar e comentarista político Victor Davis Hanson. Segundo ele, Trump não está realizando apenas uma mudança de rumo temporária na política americana. Trata-se de uma mudança estrutural; uma contrarrevolução.

Essa mudança seria comparável à reestruturação do governo americano feita por Franklin Roosevelt na década de 1930. Roosevelt criou o governo gigante, que interfere em tudo e regula a todos. É uma receita socialista. Trump está implantando medidas da mesma magnitude, mas na direção oposta.

Nenhum político moderno impôs tantas derrotas, de tamanha gravidade e em tantas áreas, ao movimento marxista mundial, como Donald Trump

Depois de herdar uma catastrófica política de imigração – se é que ela pode ser chamada de política – Trump fechou a fronteira. Um problema insanável foi resolvido em meses.

Todo o arcabouço marxista de guerra cultural conhecido como DEI – “Diversidade, Equidade e Inclusão” – está sendo desmontado. E o mais importante de tudo: com o reconhecimento da sociedade de que isso é a coisa certa a fazer. As universidades estão corrigindo o rumo e enfrentando o sectarismo e até o terrorismo que tinham se instalado nas salas de aula. Instituições que faziam o trabalho sujo de dominação cultural da esquerda contabilizam uma derrota após a outra.

Duas pessoas morrem após avião colidir com caminhão em aeroporto de Nova Iorque

Outras 13 ficaram feridas

Estadão Conteúdo

O aeroporto LaGuardia, em Nova Iorque, suspendeu os voos na madrugada desta segunda-feira, 23, após uma colisão envolvendo uma aeronave da Air Canada e um caminhão da Autoridade Portuária na pista, segundo autoridades locais e federais. O piloto e o copiloto do avião morreram no acidente.

De acordo com a imprensa local, outras 13 pessoas, sendo 11 passageiros e dois socorristas, ficaram feridas e foram encaminhadas a hospitais.

Vídeos registrados por testemunhas e publicados nas redes sociais mostram a aeronave com danos severos na parte frontal. O site do Sistema Nacional do Espaço Aéreo da FAA também confirmou o fechamento do aeroporto após o incidente.

De acordo com a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês), o aeroporto foi fechado devido a uma "emergência" relacionada a uma aeronave. "LaGuardia está fechado", informou o órgão em seu site, acrescentando que os voos com destino ao terminal foram suspensos.

O Departamento de Polícia de Nova Iorque confirmou a colisão, mas não divulgou detalhes adicionais até o momento.

Este líder não vira

FC Porto venceu em Braga (2-1) e manteve-se na liderança isolada da Liga

A mesma pressão, o mesmo compromisso e a mesma intensidade. Em terra de vira minhoto, o líder do campeonato manteve-se firme e conseguiu a reviravolta em dez minutos na 27.ª jornada da Liga (2-1). Graças aos golos de William Gomes e de Seko Fofana [foto], o FC Porto passou a somar 72 pontos, mais sete do que os rivais de Lisboa. 


Francesco Farioli promoveu oito alterações face ao onze europeu e repetiu o que havia alinhado na última jornada do campeonato, diante do Moreirense, o princípio já bem vincado de pressionar a toda a largura manteve-se desde o apito inicial e Alan Varela ficou perto de marcar ao quarto minuto, com um remate potente à entrada da área que rasou o poste direito da baliza de Lukas Hornicek.

Embalados por um apoio vibrante saído do setor visitante do Municipal de Braga, os portistas voltaram a criar perigo com um cabeceamento ao lado de Oskar Pietuszewski (7m) antes de Niakaté saltar para a ribalta: aos 27 minutos, o central bracarense empurrou Zaidu perto da área e aos pés de António Nobre, que mandou seguir o lance, e aos 34 puxou pelas costas Deniz Gül, que seguia isolado para a baliza, e apenas viu o cartão amarelo. Gabri Veiga quase desviava as atenções da decisão com um remate em arco que saiu a centímetros do poste, mas o nulo manteve-se até ao regresso aos balneários.

No regresso, o número 4 do SC Braga voltou a estar em evidência, mas na área azul e branca. Aos 51 minutos, na sequência de um canto batido à direita, caiu após uma disputa física com Gabri Veiga e o árbitro apontou prontamente para a marca de grande penalidade, de onde Rodrigo Zalazar assinou o 1-0. Do lance, resultou ainda um cartão amarelo que retira o médio espanhol da recepção ao FC Famalicão.

Sarah Knafo réagit aux résultats de Paris : "Je ne regrette pas mon désistement"

Renato Gaúcho deixa recado ao explicar entrada de Matheus França

Treinador do Vasco da Gama reforça meritocracia no elenco, afirma que todos terão oportunidades e destaca: “O jogador é que se escala”

Anderson Montalvão

O Vasco venceu o Grêmio por 2 a 1 na tarde deste domingo, em São Januário, em partida válida pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a equipe comandada por Renato Gaúcho segue em ascensão na tabela e chega a 11 pontos sob o comando do treinador.

Após o confronto, Renato explicou a decisão de colocar Matheus França [foto] durante o segundo tempo, destacando a necessidade de segurar mais a bola no momento em que o adversário partiu para o tudo ou nada.

Foto: Matheus Lima/Vasco

– Quando o Thiago Mendes pediu para sair, coloquei o Rojas e o França porque eles seguram a bola. Eles sabem fazer jogadas com os atacantes pelo lado e agredir a área. Não adianta, com o jogo pedindo, colocar um atacante que vai e volta. Procurei fazer a gente sofrer menos – afirmou o treinador.

Renato também ressaltou a leitura de jogo da equipe nos minutos finais, quando o Grêmio aumentou a pressão em busca do empate.

– Estava na cara que o Grêmio ia para tudo ou nada. Soubemos sofrer e conseguimos mais uma vitória – completou.

O técnico ainda fez questão de valorizar o elenco vascaíno e reforçar que todos os jogadores terão oportunidades ao longo do restante da temporada.

domingo, 22 de março de 2026

[Discos pedidos] Abençoado Sol (III)

Onde é? Qual o nome? 😉

Istvan Kapitany Might Succeed In Hungary Where George Soros Failed

Andrew Korybko 

He’s the opposition’s chief economist and tasked with de-Russifying the energy industry if they win, which would catalyze cascading consequences that subordinate Hungary to globalism like Soros has sought to do, thus making this former Shell vice president Hungary’s grey cardinal in that event

The Third Gulf War has been raging for almost a month and the global energy crisis has only just begun. The disruption of regional exports and destruction of energy infrastructure have already led to price spikes that are expected to further worsen as strategic reserves dry up. Energy-intensive industries might scale back production, fuel-saving measures like reduced school weeks could follow, and rationing can’t be ruled out. Under such conditions, reliable access to affordable energy is a national security priority.

The Hungarian opposition party Tisza, which is expected to give Viktor Orban’s ruling Fidesz a run for its money ahead of next month’s parliamentary elections, has made de-Russifying the energy industry a major part of their platform. This remains the case in spite of the global energy crisis due to the influence of their European and Ukrainian patrons. Even if they drop that policy or announce that it’ll be postponed, which is possible given its unpopularity right now, there’s a good reason not to believe them.

It was announced in January that Istvan Kapitany, Shell’s former Vice President for Mobility till 2024, will join Tisza as its chief economic advisor. Local news magazine Mandiner reported that Shell made record profits throughout the course of the Ukrainian Conflict ranging from $5-20 billion more a year since 2022 when compared to 2021. He’s thought to still own a lot of shares, however, which contextualizes why he reaffirmed Tisza’s energy de-Russification policy in his first interview that month.

He was appointed precisely for implementing this policy, particularly through his vast array of industry contacts that he cultivated during his nearly four-decade-long career at Shell, so there shouldn’t be any doubt that Tisza does indeed want to achieve this even if they shift their rhetoric for electoral purposes. Foreign Minister Peter Szijjarto warned after Kapitany’s aforementioned interview that household utility costs would triple and industrial production could plummet, thus leading to economic suicide.

IRPF 2026: período da declaração começa nesta segunda, 23/3, entenda novidades deste ano

Novidade importante neste ano é a evolução do sistema Meu Imposto de Renda (MIR), a versão online da declaração. A plataforma permitirá, por exemplo, retificar declarações feitas no programa tradicional, emitir impressões completas e acessar ferramentas de ajuda diretamente na web


Renata Granchi

A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 já tem data e horário para começar: 23 de março, às 8h, com término em 29 de maio de 2026, às 23h59, conforme estabelecido na Instrução Normativa nº 2.312/2026. Este ano, a Receita Federal espera receber cerca de 44 milhões de declarações, número superior ao registrado nos últimos anos.

“Entre as mudanças deste ano estão a atualização dos critérios de obrigatoriedade, a ampliação da declaração pré-preenchida, a antecipação das restituições e novas funcionalidades digitais para facilitar o preenchimento e o envio das informações”, explica o professor de Contabilidade, Tiago Slavov.

Quem é obrigado a declarar?

Uma das principais mudanças está nos valores que determinam quem é obrigado a declarar. O limite anual de rendimentos tributáveis recebidos em 2025 é de R$ 35.584 – no ano base 2024 o valor era de R$ 33.888. Já para a atividade rural, o limite de receita bruta passou para R$ 177.920 – no ano base 2024 o valor era de R$ 153.199,50.

Também devem apresentar a declaração pessoas que, no ano de 2025:

– Receberam rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil;

– Realizaram operações em bolsa superiores a R$ 40 mil ou com ganhos tributáveis;

– Tiveram ganho de capital na venda de bens;

– Possuíam bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro;

– Passaram à condição de residente no Brasil durante o ano;

– Possuem investimentos ou entidades controladas no exterior, “trusts” ou rendimentos internacionais, conforme regras da Lei nº 14.754/2023.

O jornalista que foi censurado por Dino virou “perseguidor”

Nem a Folha teria coragem de dizer algo tão absurdo! 

Título, Texto e Imagem: André Marsiglia, X, 21-3-2026, 12h26

Pela expressão facial da Ana Gomes, alguém acabou de dizer umas quantas verdades!!!

Título e Vídeo: Matia Viana Ruas, Facebook, 23-3-2026, 11h04  

Jornalismo ativista? Cobarde? Ignorante? Esquerdista? Cada um que escolha....

Leiam o que o Obstipador escreveu, e pensem se fosse alguém de direita a cometer esse atentado terrorista…

João Braz


Analisem o modo como o Obstipador dá a notícia… imaginem que era alguém de direita, do Chega, do que fosse, o que não seria de vomitário sobre o extremismo, o perigo do nazismo, do fascismo, nas televisões, o nosso ex-PJ agora MAI, os partidos de esquerda, o Tavares, o Carneiro, a Leitão, o Pacheco, etec4tcetc...

É este duplo critério, este nojo, que faz mesmo parecer que se toma um lado, mas não, é muito mais profundo que isso, exige-se apenas lucidez e lutar contra os FDP. E um gajo ganha o direito de dizer Filhos da… faciosos ou cobardes.

A marcha "ficou marcada por incidente violento".

O "objeto incendiário foi lançado".

A PSP "deteve agressor".

Entre o escárnio e o descrédito: o que Folha e Estadão dizem sobre o STF

Felipe Vieira

Os editoriais publicados neste sábado por Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo não deixam margem para dúvida: há uma crise aberta de credibilidade no Supremo Tribunal Federal. E, mais do que isso, há um movimento claro da grande imprensa de romper o silêncio e tratar o problema como estrutural — não mais episódico. 

A Folha é mais direta, quase indignada. Em editorial recente, o jornal classificou a atuação de Gilmar Mendes como “um escárnio”, ao analisar decisões que beneficiaram o colega Dias Toffoli no contexto do caso Banco Master.

O texto vai além do caso concreto. Ao afirmar que “tudo se passou como se houvesse uma jogada combinada”, a Folha abandona qualquer cautela retórica e sugere algo ainda mais grave: a percepção de um comportamento corporativo dentro da Corte.

Já o Estadão segue outra linha — menos explosiva na forma, mas talvez mais profunda no diagnóstico.

Ao falar em “dimensão do descrédito do Supremo”, o jornal aponta que o problema já ultrapassou decisões específicas e passou a atingir a confiança institucional. O editorial destaca que há um “declínio consistente da confiança social no STF”, resultado de decisões que enfraquecem os mecanismos de controle e ampliam a percepção de blindagem interna.

Enquanto a Folha denuncia, o Estadão estrutura.

Enquanto a Folha acusa movimentos concretos de proteção entre ministros, o Estadão enquadra o fenômeno como uma erosão institucional mais ampla, com impacto direto na democracia.

Homem tenta vender celular roubado para a própria vítima e é preso, em Nova Iguaçu

Aparelho foi subtraído em dezembro do ano passado

O Dia

Um homem foi preso em flagrante quando tentava vender um celular roubado para a própria vítima, nesta sexta-feira (20), em um shopping de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. 

De acordo com as investigações, a mulher teve o aparelho roubado em dezembro do ano passado. Ela registrou a ocorrência na 58ª DP (Posse) e, pouco depois, um homem entrou em contato para avisar que estava com o celular, mas que entregaria apenas após pagamento em dinheiro e uma recompensa.

Com as informações, os agentes montaram um cerco estratégico e o encontro foi marcado no shopping. De longe, os policiais acompanharam a chegada do criminoso, que se sentou à mesa da vítima.

O ladrão retirou o celular do bolso e entregou para a mulher, que reconheceu o aparelho. Um segundo homem acompanhou a cena da mesa ao lado. Assim que a vítima confirmou que o celular era dela, os policiais reagiram e prenderam o criminoso. O outro homem foi detido.

[As danações de Carina] Ninguém me ouve, mas estou pedindo socorro

Carina Bratt

NA SALA cheia de vozes, eu sou a única que não fala nada. Sou o silêncio. Em sua melhor forma de expressão eu sou o silêncio. Todos falam, riem, opinam, e eu… eu apenas existo. Ou penso que existo. Será que existo? Carrego nos olhos cansados um pedido de socorro que ninguém lê, um grito forte que não atravessa o ar. Tipo assim, como se as minhas palavras fossem feitas de fumaça: se desfazem antes de chegarem a qualquer ouvido, ou melhor dito, de qualquer ouvido.

O mundo ao meu redor me pede força, mas não percebe o peso que me dobra. Eu sorrio para não incomodar, concordo para não atrapalhar, finjo para não ser descoberta. Penso que estou morta por dentro. E por fora também. É uma morte lenta, gradativa, pesada, chata, pegajosa, Dentro de mim há um incêndio que ninguém vê, uma tempestade que ninguém escuta, principalmente os que não tem os ouvidos grampeados no lugar certo. Cada vez que tento falar, o eco que sai da minha garganta me devolve o silêncio.

O socorro que peço não é barulhento. É discreto, quase paralítico, usa um par de muletas invisíveis, uma tira nos olhos tímida como uma lagartixa numa cadeira de rodas sem rodas, ou pior, como quem pede desculpas por existir sem existir. Mas é um pedido urgente. É o tipo de urgência urgentíssima que não aparece em sirenes, porém corrói devagar, come pelas beiradas. É uma urgência cínica, vagabunda, prostituta. Parece aquela idiota sentada no próprio rabo em frente ao STF, uma imbecilóide que desgasta, como ferrugem grudada na alma dos boçais e ‘caraminguados’.

Talvez mais tarde, daqui a pouco, amanhã no pior dos mundos, um dia, sei lá, alguém perceba o meu desconforto. Talvez role um olhar mais atento ou uma alma caridosa descubra que o meu sorriso é uma máscara mal costurada. Oxalá, ou oxacá, uma mão amiga se estenda antes que eu me afunde de vez num mar de águas profundas. Até lá, sigo aqui: invisível, inaudível, sigo devagar, quase parando, mas ainda viva e respirando. Não sei por quanto tempo, mas viva. E como viva, eu vivo!

sábado, 21 de março de 2026

[Versos de través] Poemas aos homens do nosso tempo

Hilda Hilst

Enquanto faço o verso, tu decerto vives. 
Trabalhas tua riqueza, e eu trabalho o sangue.
Dirás que sangue é o não teres teu ouro
E o poeta te diz: compra o teu tempo.

Contempla o teu viver que corre, escuta 
O teu ouro de dentro. É outro o amarelo que te falo. 
Enquanto faço o verso, tu que não me lês 
Sorris, se do meu verso ardente alguém te fala. 

O ser poeta te sabe a ornamento, desconversas:
“Meu precioso tempo não pode ser perdido com os poetas”.
Irmão do meu momento: quando eu morrer
Uma coisa infinita também morre. É difícil dizê-lo:
MORRE O AMOR DE UM POETA.

E isso é tanto, que o teu ouro não compra,
E tão raro, que o mínimo pedaço, de tão vasto
Não cabe no meu canto.


Hilda Hilst, 1974

Anteriores:
Porque há desejo em mim 
Passeio 
Aquela 
Árias Pequenas. Para Bandolim 
Êxtase

Mansão de Marcio Garcia, no Joá, tem redução drástica de preço e segue à venda

Inicialmente anunciada por 50 milhões de dólares, considerada uma das mais caras à venda no país, a propriedade agora aceita propostas a partir de 100 milhões de reais

Victor Serra

Após quase dois anos no mercado, a mansão do ator e apresentador Marcio Garcia no Joá, bairro nobre da Zona Sudoeste do Rio, teve uma redução expressiva em seu preço. Inicialmente anunciada por 50 milhões de dólares, considerada uma das mais caras à venda no país, a propriedade agora aceita propostas a partir de 100 milhões de reais, segundo o corretor Cristiano Piquet, responsável pela negociação.

Em entrevista à coluna Play, do jornal O Globo, Piquet explicou que a mudança reflete o cenário econômico atual e a dificuldade de encontrar compradores dispostos a pagar o valor original: “Devido à realidade do país, não foi possível encontrar um cliente para pagar o que a casa vale, então o Marcio está disposto a escutar propostas.

Ele acrescentou que o apresentador não tem pressa para fechar negócio: “Marcio está feliz na casa, sem pressa de vender, mas, se alguém fizer uma proposta tentadora, ele vende, pois os filhos já estão fora de casa e ele não precisa mais de tanto espaço.”

Com 6.000 m², a mansão oferece vista privilegiada para o mar e para a Pedra da Gávea. A infraestrutura do imóvel é completa, incluindo piscina semiolímpica, jacuzzi, minigolfe, cinema, boate, academia, sete suítes e 18 banheiros.

20-3-2026: Oeste sem filtro – Lula tenta culpar Bolsonaro (que surpresa!) pelo escândalo Master + Vorcaro dá os primeiros passos para delação premiada + Mendonça diz que o papel do juiz não é ser estrela + Gilmar, o chorão, espicaça Mendonça

🚨 A política e a economia brasileira estão fervendo! 

No programa de hoje, revelamos os bastidores do pânico no STF com a delação de Vorcaro, que promete abalar as estruturas de Brasília em plena campanha eleitoral. E mais: o que está por trás dos repasses milionários envolvendo a J&F, a consultoria Master e o silêncio sobre figuras ligadas aos ministros Nunes Marques e Dias Toffoli? 

Enquanto isso, Alexandre de Moraes analisa o prontuário médico de Jair Bolsonaro, e os rumores de uma prisão domiciliar ganham força nos bastidores.

Na economia, o alerta vermelho está aceso: o preço do diesel disparou com a crise no Estreito de Ormuz, e Lula fala em criar estoques para o Brasil "não chupar dedo".