[Quadro da Quarta] O Anjo caído
Le cardinal Richelieu sur la digue de Rochelle
Declaração de Independência, EUA, 4 de julho de 1776
Midi dans les Alpes – ou Journée venteuse
Juramento da Quadra de Tênis
As moças da margem do Sena
Andrew Korybko
Conservative President Karol Nawrocki is Poland’s
Commander-in-Chief, but if the ruling liberal coalition’s Defense Minister
places some Polish troops under EU control through the “European Legion”, then
it’s unclear whether he could prevent them from being deployed to Ukraine
Polish Foreign Minister Radek
Sikorski recently proposed the creation of a “European Legion” in an interview
with Greek media. In
his words, “I strongly advocate for a ‘European Legion’, a dedicated,
standing force that could recruit seasoned professionals from the broader
European family, including battle-hardened Ukrainian veterans after the war.
The bottom line is that Europe must take ownership of its own security.”
He then added that “We cannot
call Washington every time there is a fire in our backyard – whether that is a
conventional threat or Moscow weaponizing migration flows from Africa and the
Middle East against the EU. However, let’s be absolutely clear: This is not
about building a parallel alternative to NATO or duplicating structures. What
we need is a stronger European pillar within a stronger NATO. Our interests are
complementary, not contradictory.”
Some observers were surprised by this since Sikorski rejected Zelensky’s proposed “Army of Europe” a year and a half ago. As Poland’s top diplomat said at the time, “I think we should be careful with this term because different people understand different things. If you understand by it the unification of national armies, it will not happen.” Therein lies the principal difference since the “Army of Europe” is about uniting national armies, which is a pipe dream, while the “European Legion” is a voluntary force.
Consegui entrar no condomínio de luxo do Lulinha em Madrid. O porteiro quase chamou a polícia após o jornalista Oswaldo Eustáquio pedir para chamar o Lulinha.
É aqui que vive o Fábio Luis Lula da Silva, ex-catador de cocô de elefante: num condomínio de luxo na Espanha.
Diante das denúncias envolvendo desvios de dinheiro de aposentados do INSS, é preciso investigar até o fim se houve tráfico de influência, intermediação ou qualquer ligação financeira que possa alcançar pessoas próximas ao poder.
Porque, se dinheiro de aposentado foi desviado, ninguém pode estar acima da investigação. E se alguém se beneficiou desse esquema, direta ou indiretamente, precisa responder.
O brasileiro que trabalhou a vida inteira merece respeito. O dinheiro do aposentado não pode financiar o luxo de ninguém.
Isso exige investigação.
Texto e Vídeo: Fábio
Pagnozzi, X,
24-8-2026, 20h49
Aparecido Raimundo de Souza
Renato do Rego Melindrado, ou o asqueroso 675, até agora, só conseguiu, a
muito custo, colocar no 1877 ou para ficar bem explicado, o Ariclério Bezerrão
da Silva, uma calcinha cor de rosa minúscula, com um coraçãozinho na parte de
trás e, por cima dela, uma sainha bastante curta e esvoaçante, que ao abaixar
deixava a mostra toda a retaguarda ainda virginal do infeliz enterrada em seu
rego de aspecto esfomeadamente magro. Essa façanha teve efeito com a ajuda dos
detentos 455, 903, 524 e 719, respectivamentes o Perrota, o Minguadinho, o
Chico Beiçudo e o Tiguel. O preso Ariclério, infelizmente era marinheiro de
primeira viagem, ou seja, grosso modo, um novato e infeliz ainda completamente
virgem no sentido látego da sofrida e penosa vida carcerária. Dos seis, havia
um sétimo ocupante, o esquisito e temido 666’, ou o Negro Caladão. Esse
personagem, um sujeito com cara de poucos amigos, quase batia a cabeça no teto.
Alto, magro e careca, numa briga que tivera com outro detento da ala M. acabou
deixando o cara com um olho furado. No mais, se fazia no único inquilino que
ninguém se metia com ele, nem mesmo o salafrário do 675.
Os crimes desse agregado temeroso os piores de todos. Homicida, matava para ver o tombo. Mandava quem quer que o seu santo não agradasse da fuça, logo se punha a caminho de ver Deus ou o diabo mais cedo. A figura matava por puro gosto e prazer. Sem falar que da sua ficha voavam relatos escabrosos, do tipo, “matava por diversão” ateando fogo em pessoas vivas, em crianças e adolescentes, sem mencionar os inúmeros estupros com menores de idade. Antes de ser preso pela última vez, decapitou a própria esposa, as duas filhas, e, de lambuja, tirou a vida dos próprios pais. Suas condenações passavam de duzentos anos. No dia a dia da cela, esse cara se prostrava num canto e não se socializava. Lado outro, por medo de ser morto à noite, na hora em que todos estavam tentando conciliar o sono, o 1877 fazia de tudo o que o 675 ordenava, sem fugir à risca, exceto (pelo menos, até agora, o se entregar de corpo e alma como a garota-mulher, ou a diva bonita, gostosa carinhosa e leal, se prestando a receber, sem pestanejar os afagos brutais e asselvajados do crápula, perverso e desalmado, Renato do Rego Melindrado. Como se dizia vulgarmente, do alto da sua triste situação, o 1877 estava intimidado e acovardado. Cagava um quilo certo, ao tempo em que vislumbrava seu futuro como uma névoa funestamente ilacrimável, em face da situação deteriorante que o envolvia a cada novo começo e final de dia.
Em construção a cinco minutos da praia, o empreendimento terá espaços para eventos, gastronomia e experiências de alto padrão
Mariana Motta
O Recreio dos Bandeirantes ganhará um novo empreendimento de arquitetura inspirada em um castelo, com a proposta de se tornar uma atração turística do Rio. Em construção a cerca de cinco minutos da praia, o Castelo do Pontal será voltado a eventos, gastronomia, entretenimento e experiências de alto padrão.
O projeto é desenvolvido por
um grupo de investidores que aposta no potencial do Rio como
destino turístico nacional e internacional. A ideia é criar um espaço que possa
receber moradores e visitantes e, ao mesmo tempo, funcionar como cenário para
grandes eventos, celebrações, encontros corporativos e experiências
gastronômicas.
A concepção arquitetônica é assinada pela arquiteta paulista Aline Morete, que desenvolveu um projeto de estética contemporânea, com elementos de imponência e sofisticação. O acompanhamento técnico da obra está sob responsabilidade do engenheiro Carlos Pereira Coutinho.
Na live de hoje, vamos analisar os
bastidores do debate da Band que gerou polêmicas, ausências e até cochilo.
Além disso, trazemos os detalhes da
PEC que propõe uma reforma histórica no STF, o avanço da escala 6x1 que
preocupa o TST, e os escândalos luxuosos envolvendo quadros de 100 mil euros e
vizinhança com astros do Real Madrid.
Inscreva-se e ative o sino para não perder nenhuma atualização!
O que acontece quando um
passageiro perde completamente o controle dentro de um avião? Pessoas tentando
abrir saídas de emergência, brigas por assentos, excesso de álcool e
comportamentos inacreditáveis a milhares de metros de altitude são apenas
alguns dos casos que mostram por que a segurança de um voo depende de muito
mais do que pilotos e sistemas da aeronave.
Neste episódio, Lito Sousa
comenta alguns dos casos mais bizarros da aviação e explica como as companhias
aéreas lidam com passageiros indisciplinados e situações capazes de colocar um
voo inteiro em risco.
Você vai entender por que
existem tantas regras antes do embarque, o que realmente está por trás das
perguntas sobre sua bagagem e como cada procedimento funciona como uma nova
camada de proteção contra aquilo que pode dar errado.
Um vídeo essencial para quem
acompanha aviação, casos curiosos, acidentes aéreos e os bastidores da
segurança dos voos. Lito também explica por que algumas companhias
desenvolveram culturas de segurança mais fortes do que outras e como
comunicação, disciplina e CRM dentro da cabine podem impedir que um simples
erro se transforme em uma tragédia.
No fim, muitas das regras que incomodam passageiros hoje existem porque a aviação aprendeu, muitas vezes da maneira mais difícil, o que acontece quando uma única camada de proteção falha.
Georges Fenech, Librairie Arthème Fayard, Paris, mars 2026, 208 pages.
FC Porto somou a terceira vitória na Liga frente ao FC Arouca (2-0)
O FC Porto recebeu e venceu o FC Arouca por 2-0 e é agora líder isolado da Liga Portugal com mais dois pontos do que o Sporting, Santa Clara e Marítimo. Num jogo de sentido único que opôs as únicas equipas com dois triunfos nas duas primeiras jornadas, os Campeões Nacionais foram superiores durante 90 minutos e criaram oportunidades suficientes para conseguirem um resultado mais dilatado, mas o guardião visitante travou 10 dos 12 remates à baliza dos portistas e só foi batido por Gabri Veiga (67m) e Borja Sainz (86m).
Cidade desembolsou R$ 850 mil em 18 meses para reparar estátuas, bustos, chafarizes e outros bens danificados; até julho, foram registrados 15 casos em 2026
Mariana Motta
O Rio de Janeiro gastou
R$ 850 mil nos últimos 18 meses para recuperar monumentos, estátuas, bustos e
chafarizes que foram alvo de furtos ou atos de vandalismo. O valor representa
cerca de 30% do orçamento da Secretaria Municipal de Conservação destinado
à preservação desses bens históricos e culturais.
A cidade registrou 17
ocorrências de danos ao patrimônio público em 2025. Em 2026, o número já chegou
a 15 casos até o fim de julho, praticamente igualando o total registrado
durante todo o ano passado.
Atualmente, 1.150 monumentos
estão sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Conservação.
Desse total, 349 homenageiam personalidades ligadas à história do Rio, entre
estátuas, bustos, esculturas e efígies.
A obra mais antiga é a estátua
de Dom Pedro I, na Praça Tiradentes, no Centro.
Datada do século XIX, a escultura retrata o imperador montado a cavalo. Já a
mais recente é a homenagem ao cineasta Cacá Diegues, inaugurada em
março deste ano no Alto da Boa Vista.
Drummond
teve óculos furtados 13 vezes
Entre os monumentos mais conhecidos da cidade, alguns também estão entre os que mais sofrem com furtos e vandalismo. A estátua de Carlos Drummond de Andrade, na orla de Copacabana, é um dos principais exemplos. Desde sua instalação, em 2002, os óculos do poeta precisaram ser repostos 13 vezes, segundo a Secretaria Municipal de Conservação.
Torcida do Vasco da Gama cobra Léo Jardim após derrota contra o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro; veja comentários
Aniele Lacerda
Léo Jardim foi alvo de
críticas da torcida do Vasco após derrota diante do Palmeiras na tarde deste
domingo (23). A equipe de Pedro Emanuel perdeu pelo placar de 4×1 e se complicou ainda mais no Campeonato Brasileiro.
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| Foto: Matheus Lima/Vasco |
Assim, a torcida não poupou críticas ao camisa 1 do Gigante da Colina. Para os torcedores, o goleiro falhou no terceiro gol anotado pelo time paulista. Na finalização de Mauricio, Léo não conseguiu chegar a tempo para fazer a intervenção.
Veja os comentários
“Reduz o salário do Léo
Jardim ou coloca no banco.. jogar sem confiança não dá!”
“Leo jardim aceitou o gol”
“Não aguento mais o Leo
Jardim”
“2026 tenebroso do senhor
Léo Jardim. O goleiro mais bem pago do futebol brasileiro.”
“Leo jardim também já deu,
falha bizarra”
Agora, o Vasco volta a campo
para enfrentar o Vitória, nesta quarta-feira (26), às 21h30min, em local a
definir, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil.
Título e Texto: Aniele
Lacerda, Vasco Notícias, 23-8-2026
The Damned Don't Cry! (bra: Os Desgraçados Não Choram) é um filme norte-americano de 1950, do gênero drama criminal, dirigido por Vincent Sherman, estrelado por Joan Crawford e David Brian, e co-estrelado por Steve Cochran e Kent Smith.
O roteiro de Harold Medford e
Jerome Weidman foi baseado na história "Case History", de
Gertrude Walker. O enredo foi vagamente baseado no relacionamento
de Bugsy Siegel e Virginia Hill.
"The Damned Don't
Cry!" é a primeira das três colaborações cinematográficas entre
Sherman e Crawford, sendo as outras "Harriet
Craig" (1950) e "Goodbye, My Fancy" (1951).
Sinopse
O assassinato do gângster Nick
Prenta (Steve Cochran) desencadeia uma investigação policial da
misteriosa socialite Lorna Hansen Forbes (Joan Crawford), que
parece não ter passado e agora está desaparecida.
Em flashbacks, as raízes anônimas da mulher são mostradas; seu casamento infeliz e sua antiga vida na classe trabalhadora, e sua determinação em encontrar "coisas melhores". Logo descobrindo que o apelo sexual é a única maneira de ascender socialmente, ela se aproveita de homem em homem até chegar ao centro de um sindicato criminoso. Wikipédia
Tombado e pertencente ao Museu Histórico Nacional, no Rio, o canhão El Cristiano não é propriedade de Lula para ser oferecido ao Paraguai. A decisão presidencial afronta a memória da Guerra do Paraguai e levanta graves questões jurídicas sobre patrimônio público brasileiro
Quintino Gomes Freire
A notícia é tão absurda que inicialmente parece uma dessas provocações destinadas a testar até onde vai a capacidade do brasileiro de aceitar passivamente o desprezo por sua própria História. Algo do tipo: “vamos testar pra ver quão bovinos eles são”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu seu aval político para que o Brasil devolva ao Paraguai o El Cristiano [foto], o monumental canhão capturado pelas forças brasileiras durante a Guerra do Paraguai e que há mais de um século e meio se encontra no País, depois da sangrenta invasão que sofremos pelo país vizinho.
Convém começar pelo mais
elementar: Lula é presidente da República. Não é dono da República. Nem
seu monarca, aliás.
O poder que recebeu dos
brasileiros pelo voto é um mandato temporário para governar segundo a Constituição
Federal e as leis. Não é uma escritura de propriedade do território
nacional, de seus museus, de seus monumentos e muito menos de seu patrimônio
histórico e de sua herança cultural.
Presidentes recebem
votos. Não recebem escritura do Brasil.
O canhão El Cristiano não
pertence a Luiz Inácio Lula da Silva. Não é um objeto pessoal guardado em algum
armário do Palácio da Alvorada. Não é uma lembrancinha que possa
oferecer a um visitante estrangeiro num gesto de cortesia. É bem público, peça
do acervo do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, e
integrante do patrimônio cultural brasileiro tombado. O próprio Instituto
do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) reconheceu
formalmente essa situação quando discutiu exatamente a possibilidade de sua
entrega ao Paraguai.
O ofício encaminhado ao
procurador-geral da República, Paulo Gonet, pelo deputado
federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), recorda um
fato jurídico inconveniente para quem imagina que a palavra presidencial basta:
a peça integra o acervo tombado do Museu Histórico Nacional. É nossa
propriedade.
E a lei brasileira é
cristalina. O Decreto-Lei nº 25, de 1937, determina que um bem
tombado somente pode sair do País por curto prazo, sem transferência de domínio
e para intercâmbio cultural. Enquanto subsistir o tombamento, portanto, não
existe simplesmente a faculdade presidencial de mandar o canhão embora
definitivamente. A própria Procuradoria do IPHAN já registrou que uma
repatriação exigiria previamente o cancelamento da proteção e, tratando-se de
bem público, levantou ainda a necessidade de desafetação e autorização
legislativa.
Lula pode ter opinião. Pode
fazer política externa. Pode iniciar procedimentos administrativos. Pode tentar
convencer outros órgãos da República. Pode até - numa atitude tresloucada -
destombar o canhão, mas não é dono dele para doá-lo.
Ele não pode é confundir
vontade presidencial com propriedade.
Continue lendo no » Diário do Rio
A combinação de juros indecentes com a asfixia fiscal é um fardo imposto às empresas brasileiras. Essa realidade é insustentável e ameaça paralisar o Brasil
Qualquer pessoa sensata, que reflita
sobre as medidas mais urgentes que terão de ser tomadas pelo próximo presidente
da República — independentemente de quem vier a ser eleito em outubro —, não
terá dificuldades para fazer a lista de prioridades. Em primeiro lugar, será
preciso resolver a situação fiscal. Em segundo lugar, será importante resolver
a situação fiscal. Em terceiro, será obrigatório, e com a máxima urgência,
resolver a situação fiscal.
Isso mesmo! Embora a pauta de
necessidades seja extensa e inclua temas sensíveis — como a segurança pública,
o retrocesso diplomático e o desarranjo institucional —, nenhuma ação do novo
governo será eficaz se a realidade não for encarada. E a realidade é que a
situação fiscal se deteriorou a tal ponto que transformou o Brasil em um
ambiente hostil para a atividade econômica.
A voracidade de um Estado que arranca do cidadão tudo o que consegue e gasta sem saber se terá dinheiro para honrar os compromissos é a causa primária dos males nacionais. Contas públicas desajustadas, como consta dos manuais que Brasília insiste em ignorar, pressionam a inflação e mantêm os juros nas alturas. A necessidade permanente de cobrir o déficit público (que deveria ser combatido com cortes nas despesas federais) serve de desculpa para a cobrança de impostos escorchantes. A soma de tudo fez do Brasil um ambiente hostil a quem quer empreender. Esta é a verdade.
SINAL DOS TEMPOS
Um exemplo dramático dessa realidade
foi exposto na semana passada. Pressionada por um endividamento de R$ 17,3
bilhões, a Casas Bahia se tornou mais uma entre as quase oito mil empresas
brasileiras que, neste momento, se encontram em Recuperação Judicial — a maior
quantidade da história.
O que torna o caso emblemático é a trajetória da Casas Bahia. Criada em 1952, a empresa nasceu e cresceu sob um modelo de negócios baseado na decisão de vender fiado. Ao abrir a primeira loja, no município de Santo André, no ABC Paulista, o imigrante polonês Samuel Klein — sobrevivente do holocausto — cometeu a ousadia de oferecer crédito aos trabalhadores que chegavam em busca de emprego nas indústrias que se instalavam em São Paulo. O nome Casas Bahia, por sinal, é uma homenagem à origem dos primeiros fregueses.
Manuel Cândido Pimentel, Casa da Calçada, 1-2-2024
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A Procuradoria-Geral da República acaba de descobrir que o Supremo não deveria julgar quem não tem foro privilegiado
Desde 2019, com o inquérito das Fake News, aberto por portaria do próprio tribunal, sem provocação do Ministério Público e com relator designado sem sorteio, o Supremo investiga, acusa e julga brasileiros comuns. Influenciadores, empresários, jornalistas, blogueiros e aposentados. Só pelo 8 de janeiro já são mais de 1.400 condenados.
Raquel Dodge, então procuradora-geral, chamou aquilo de "verdadeiro tribunal de exceção". Foi ignorada. E a Procuradoria nunca mais insistiu.
Mas quando a investigação é de corrupção, e não de "crime" de opinião, e bate na porta do filho do Descondenado, e cai na mão de um ministro não alinhado, aí não pode.
Aí a Procuradoria redescobre a competência.
Aí tem que mandar para a primeira instância, mesmo sendo altamente improvável que o caso não envolva pessoas com foro privilegiado. A própria Polícia Federal diz que a influência teria sido exercida junto ao Ministério da Saúde e ao gabinete da Presidência da República.
Vasco busca virada consistente no Paraguai, goleia o Olímpia e se garante nas oitavas.
Luiz Malcov
O jogo começou favorável para os donos da casa, que abriram o placar aos 15 minutos do primeiro tempo com Matus. Apesar do susto inicial, o Vasco reagiu ainda na etapa inicial com gols do volante Thiago Mendes e do atacante David. Na etapa final, a equipe comandada por Pedro Emanuel confirmou a classificação com gols de Adson e do "loiro" Spinelli.
Com atuações de destaque de
Pumita, Thiago Mendes e David, o Cruzmaltino retorna ao Rio de Janeiro com a
vaga garantida, trazendo alívio à torcida na preparação para o Brasileirão e a
Copa do Brasil. O triunfo encerra um jejum de três jogos sem vencer — sequência
que contava com empates por 0 a 0 contra o próprio Olímpia e o Bahia, além da
derrota por 3 a 0 para o Santos na Vila Belmiro.
A vaga consolida o início de trabalho do técnico Pedro Emanuel. Desde que assumiu a equipe no dia 10 de julho, na pausa pós-Copa e em substituição a Renato Gaúcho, o treinador português soma apenas duas derrotas, mantendo o time vivo nas duas competições de mata-mata.
#Politica #Urgente #Lulinha #PabloMarçal #STF #NoticiasDeHoje #PEC6x1 #GovernoLula #CPMI #brasil
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A ministra do Partido Trabalhista que dirige o Reino Unido, e membro do Parlamento, Sarah Sackman, apelou à remoção de bandeiras britânicas de um bairro no norte de Londres, descrevendo-as como “inquietantes, intimidantes” e símbolos de “divisão”
Sackman criticou as bandeiras
num artigo de opinião para o The Barnet Post, um jornal local, argumentando que
“já é tempo de serem retiradas”. A ministra descreveu ainda as bandeiras como
símbolos de “divisão e intimidação” e insistiu que a identidade britânica se
resume a ser “inclusiva e acolhedora, não exclusiva e hostil”:
“Vários [residentes]
descreveram [as bandeiras] como perturbadoras, intimidantes e não inclusivas –
algo que não podemos ignorar… Numa comunidade diversa e inclusiva como a nossa,
ninguém se deve sentir indesejado.”
A senhora não esclareceu como é que a bandeira de um país pode parecer hostil aos cidadãos desse país. Também não explicou como é que a interdição da bandeira do Reino Unido contribui para a integração das multidões intermináveis de imigrantes que têm entrado no país nas últimas décadas.