segunda-feira, 19 de outubro de 2026

“Vocês sabiam que gente morta não é eleita?”

Há pouco, saiu a notícia de que Janones deu entrada em uma UTI com problemas cardíacos. Vi inúmeras pessoas que, apesar das divergências políticas, desejarem a ele um breve restabelecimento. Eu fui pelo mesmo caminho.

E ver isso foi muito legal. Não se trata de falsa virtude. É que minha Bíblia diz que devo amar até mesmo o meu inimigo.

Agora, olhem esta figura do vídeo. Ele valida o assassinato brutal de Charlie Kirk e estimula o assassinato de Flávio e de toda a Família Bolsonaro em pleno pleito eleitoral.

Essa é a democracia dessa gente! Eles acusam os outros daquilo que eles próprios promovem, com requintes de crueldade.

Ele foi ousado. Dito isso, vamos torná-lo bem famoso. 

Texto: Jaqueline Martins, Facebook, 19-10-2026, 6h05

How “Globalize the Intifada” came to France’s streets

The violent protests that began in France quickly began to make use of pro-Palestinian imagery and slogans

Sharon Levy

Key Takeaways:

·     What began as student protests over France’s education system quickly escalated into mass rioting, looting, and the destruction of buildings and property.

·       The appearance of Palestinian flags and symbolism at protests across Europe highlights how the pro-Palestinian movement has become a vehicle for causes unrelated to Israel.

·    The pro-Palestinian movement has turned into a vehicle for broader anti-Israel and anti-Western activism, normalizing the glorification of violence and destruction.

French demonstrations that began as a response to teacher shortages, overcrowded classrooms, and deteriorating schools quickly spiraled into some of the most destructive protests the country has seen.

Buildings have been set on fire, including the town hall in Limoges, while luxury stores and supermarkets have been looted and police vehicles attacked.

In nearly every video and photo from the protest, there is one item that, at first glance, appears out of place – the Palestinian flag.

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A França em pé de guerra: violência, pilhagem, destruição e a falência da República

Paulo Hasse Paixão

A agitação social que assola França desde o início de outubro intensificou-se este fim de semana, com imagens a circular nas redes sociais que mostram uma clara escalada da violência por parte dos radicais de extrema-esquerda e das minorias étnicas e uma chocante deterioração da ordem pública. O caos persistente expõe as limitações da resposta do regime Macron e levanta questões alarmantes sobre a capacidade – e a vontade – do governo para conter a crise.

Os dados oficiais mais recentes revelam que no sábado 550 mil pessoas participaram em tumultos e protestos em todo o país, incluindo 110 mil na área metropolitana de Paris. Outros relatos indicam que os tumultos e o caos se espalharam para outros países da UE.

Em Paris, a polícia utilizou gás lacrimogéneo e canhões de água enquanto os radicais de extrema-esquerda destruíam montras, pilhavam lojas, incendiavam veículos e atacavam as forças de segurança. Os manifestantes atacaram lojas de luxo e alguns terão ameaçado invadir o Palácio do Eliseu.

Os distúrbios surgiram em outras grandes cidades francesas. Um posto de turismo foi incendiado em Lyon, enquanto os manifestantes terão invadido edifícios públicos em Lille. Em Marselha, os radicais envolveram-se em batalhas campais com a polícia, derrubaram um busto de Marianne e vandalizaram a sede da autarquia.

Guerre civile en France : qu’est-ce qui déclenchera l’étincelle ?


Robin de La Roche

J’ai longtemps cru qu’une nouvelle guerre civile en France était impossible. Après tout, depuis la Vendée durant la Terreur et enfin la Commune (1870-1871), aucun épisode ne pouvait réellement entrer dans cette classification. Je n’en suis plus si sûr.

La population de souche et de droite – l’énorme majorité silencieuse du peuple – a été très patiente, j’irai même jusqu’à dire très docile. Trop ? Lorsqu’on a demandé aux Français de remettre à la gendarmerie les armes de famille encore en leur possession, ils ont obéi, en masse, livrant un trésor de guerre (dans tous les sens du mot) qu’ils auraient été bien inspirés de conserver.

Samedi, des racailles sont entré chez des particuliers. Ce soir, alors que j’écris ces lignes, les témoignages affluent de nombreuses hordes de 15 à 20 sauvages qui rackettent, attaquent, frappent, cassent, dans Paris. Sur les réseaux, pulullent des appels à « prendre le XVIe » (arrondissement privilégié de Paris).

Il ne leur suffit donc plus de faire des razzias dans les magasins, il s’apprêtent – barbaresques des temps post-modernes – à s’attaquer aux personnes. À nous, à nos parents, à nos enfants.

Partout, les Français commencent à s’organiser pour se protéger. Pour l’instant, c’est avec de ridicules armes : ici une casserole pleine d’eau, là un sac à main. Mais la situation pourrait rapidement changer. Le peuple a compris ce soir, par le discours vide de celui qui est supposé protéger les Français – mais prend l’avion pour faire son tourisme diplomatique – que les autorités ne protégeront plus personne. Nous sommes donc totalement abandonnés, comme la Police elle-même a été abandonnée. Or, en Europe, et particulièrement en France, le pouvoir ne se justifie que parce que celui qui le détient protège ceux sur lesquels il l’applique. C’est bien ce sur quoi la république des coquins a failli.

Creative Energy Diplomacy Can Lead To The US Getting The EU To Unfreeze Russia’s Assets

 Andrew Korybko 

Russia could legally transfer ownership of its frozen assets to the US, which would then be returned to Russia in exchange for US stakes in its energy industry that could also deter Ukrainian attacks against it, but Trump will first have to obtain what would then be the US’ frozen funds from Europe

Polish Foreign Minister Radek Sikorski dramatically declared during the Warsaw Security Forum that Russia’s frozen assets in Europe would only be returned “over our dead bodies”. This coincided with a report by the Financial Times alleging that “US floats unfreezing some Russian assets to restart Ukraine peace talks”. Trump’s Special Envoys Steve Witkoff and Jared Kushner supposedly suggested the week prior “for them to be moved into a new special-purpose financial vehicle overseen by Washington.”

Despite the Europeans’ opposition, this could still be achieved with creative energy diplomacy. It was explained in April 2025 “How Gas Pipelines & Seized Russian Assets Could Give The US Lots Of Leverage Over The EU”. Russia could transfer legal ownership of its frozen assets in Europe to the US, whether in whole or in part, as payment for large-scale purchases of Boeing jets like was reportedly discussed back then and/or for the US to return the funds to Russia for stakes in its pipelines and/or energy companies.

A noite em que a máscara caiu. De novo

Cariocas, mulheres e vítimas da violência. Veja só o que Lula pensa de você

Rogerio Pires

Faltavam poucos minutos para o fim do primeiro bloco quando o presidente da República resolveu explicar ao Brasil o que pensa de quem nasceu no Rio de Janeiro. Diante das câmeras da Band, no primeiro encontro com Flávio Bolsonaro em toda a campanha, Lula chamou o adversário de “malandro carioca”.

Não foi escorregão de botequim. Foi escolha de palavra, em horário nobre, a uma semana do segundo turno. Eu estudei na Escola Técnica Visconde de Mauá, em Marechal Hermes. Saí de lá técnico em eletrônica e passei mais de vinte anos no serviço público ao lado de gente que pega trem lotado antes de o sol nascer e só volta para casa à noite. Professores, enfermeiras, vigilantes, estudantes que conciliam emprego e curso noturno. Conheço o carioca de perto. Malandro não é a palavra que me vem à cabeça.

Para o presidente, porém, o lugar de nascimento parece bastar como acusação. Ele colou a origem a um defeito de caráter, como quem repete piada velha em mesa de bar. Flávio abriu o bloco seguinte prestando solidariedade aos moradores do Rio. Fez o que qualquer representante do estado deveria fazer.

“Sua mulher da economia”

A segunda cena foi ainda mais reveladora. Ao falar de Dani Marques, coordenadora do programa econômico da campanha adversária, Lula não disse o nome dela. Chamou-a de “sua mulher da economia”.

Pense no peso dessa expressão. Daniella Marques nasceu em Barra Mansa, é economista formada pela PUC-Rio e presidiu a Caixa Econômica Federal, um dos maiores bancos públicos do país. Foi demitida pelo próprio Lula em janeiro de 2023. Ele conhece bem a trajetória dela. Escolheu apagar o nome e reduzi-la a um pronome possessivo, como se ela pertencesse a alguém.

O primeiro debate presidencial


A sete dias do segundo turno, o Brasil assistiu ao primeiro debate presidencial e a um fenômeno extraordinário: dois vencedores e nenhum derrotado.

Não houve empate. Houve duas vitórias.

Pelo menos, segundo as respectivas assessorias dos candidatos.

Antes mesmo de as luzes do estúdio se apagarem, os vencedores já estavam anunciados. Cada campanha tinha sua comemoração preparada, seus melhores momentos selecionados e uma versão da história pronta para circular.

É uma das maravilhas da política brasileira. No futebol, o placar costuma contrariar metade da torcida. Nos debates presidenciais, porém, a realidade parece ter perdido o direito de apitar o jogo.

Basta ouvir os assessores.

De um lado, comemora-se a firmeza do candidato. Do outro, exalta-se sua serenidade. Se atacou, demonstrou coragem. Se não respondeu, revelou equilíbrio. Se interrompeu, foi incisivo. Se permaneceu calado, mostrou superioridade.

Na política, até o silêncio pode ser transformado em discurso memorável.

Os marqueteiros entram em campo antes mesmo de os candidatos deixarem o estúdio.

Selecionam frases, recortam imagens, distribuem vídeos e anunciam uma vitória que já estava decidida antes da primeira pergunta.

As redes sociais fazem o resto.

O "Sem Graça" que o Brasil precisa...

Ricardo Érik dos Santos

Meu povo, deixa o tio Ric@rdinho falar umas cositas para vós. Não me xinguem. Reflexão minha.

Flávio é PROPOSITALMENTE SEM GRAÇA mesmo. Ele é o "Marco Rúbio" do "Donald Trump", versão tupiniquim. Trump é "showman", Rúbio não sorri. Trump fala; Rúbio EXECUTA. Só que Trump - assim como Bolsonaro - CONSTRUIU essa imagem ao longo de ANOS. Flávio sequer sonhava em ser candidato: ele foi o plano de emergência. Num país SÉRIO, seria JAIR BOLSONARO na sua tela. Mas o Brasil não é sério. E é sobre isso que quero falar.

JAIR que é o memeiro, o corte Tramontina, o tiozão do pavê no dia de natal. Flávio é o carregador de piano, o faxineiro que recolhe os copos e pratos e prepara a casa para a OUTRA festa. Não esperem mais embates folclóricos de tiradas engraçadas. Os últimos que fizeram isso, foi o próprio Jair, Padre Kelmon e por último, o Garotinho (estou rindo até agora do "leitinho feliz").

Alguns reclamam que Flávio "não responde" as acusações de Lula. Responder mentiras? Gastar o tempo de uma audiência gigantesca e CARA, pra se enervar com uma estratégia de arapuca adversária, que não considera respostas lógicas? Responder a um homem que disse ao vivo para microfones de vários repórteres, com todas as letras, que Jair Bolsonaro MATOU Marielle Franco? É com esse sujeito que vocês querem que Flávio "responda"? Tem certeza?

Outros queriam que Flávio fosse de "Tarcísio", que arregaçou seu "Lula" tão incompetente quanto o original. Só que nosso bravo "Chokito" asfaltador de ruas e de corruptos, é uma calculadora ambulante. Uma MÁQUINA de gestão. Que já havia administrado praticamente um País, que é o Estado mais rico da nação.

Cada um tem suas características. 

Morre Benito di Paula, grande nome da música popular brasileira

Assessoria de imprensa do músico informou que ele tratava um câncer há cerca de um ano 

Morreu neste domingo, 18, aos 84 anos, o cantor, compositor e pianista Benito di Paula. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do músico, que informou que ele tratava um câncer há cerca de um ano. Ele estava internado no Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

Benito, cujo nome de batismo é Uday Vellozo, nasceu em Nova Friburgo (RJ), em 28 de novembro de 1941 e tornou-se um dos grandes nomes da música popular brasileira entre as décadas de 1970 e 1980.

Como pianista, ele ficou famoso por levar romantismo ao samba, com influências do jazz e do bolero, se tornando o principal representante do estilo que foi apelidado de "samba-joia" e chamado de vertente mais comercial do samba.

Benito mudou-se ainda jovem para Santos, no litoral paulista, onde começou a realizar shows em casas noturnas. Seu primeiro grande sucesso veio em 1969 com "Canção para o nosso amor", que foi trilha sonora da novela "Nino, o Italianinho", da TV Tupi.

Mas ele ganhou maior projeção com "Retalhos de Cetim", de 1973, que depois foi seguida por sucessos como "Violão Não Se Empresta a Ninguém", "Charlie Brown", "Se Não For Amor", "Mulher Brasileira" e "Vai Ficar na Saudade".

Homenagem

Em 2025, Benito di Paula foi homenageado pela escola de samba Águia de Ouro, em São Paulo. Com o enredo "Em Retalhos de Cetim, a Águia de Ouro do Jeito que a Vida Quer", a agremiação levou para a avenida referências à vida, à obra e à trajetória do artista, celebrando sua contribuição para a música brasileira.

“Quem ganhou o debate? Não sei. Só sei que perdi meu tempo”


Eu queria fazer alguma análise política sobre o debate de ontem, mas a única palavra que me ocorre é uma em inglês: “disgusting”.

O que eu vi foram dois adultos se comportando como crianças brigando no parquinho. Até o MMA tem mais regras de civilidade. As breves falas sobre algum ponto programático descambavam para acusações relevantes apenas para lactações em redes sociais. Aquela meia hora de “debate” livre foi das coisas mais deprimentes a que assisti em anos.

Ah, mas você está exigindo demais, isso é o Brasil de hoje, isso é o que o brasileiro quer ouvir, quanto mais sangue melhor. Pois é, não sei se isso é muito verdade, mas se for, merecemos o nosso destino enquanto nação.

Quem ganhou o debate? Não sei. Só sei que perdi meu tempo. Só não perdi mais porque mudei de canal no meio e fui assistir minha série favorita. Estou certo de que terminei a minha noite de domingo melhor.

Imagem e Texto: Marcelo Guterman, Facebook, 19-10-2026, 9h56

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[Sétima Arte] Quando a suspeita condena (Above suspicion)


Por 13 anos, James Stockton tem sido um pai e marido amoroso para sua esposa e filha. Ele é respeitado e admirado por todas as pessoas da cidade em que vive. Mas as coisas vão mudar, parece que James recentemente fez o que disse à esposa que era uma viagem de negócios.

No entanto, sua esposa o pegou contando uma mentira. Ela então dá uma pequena espiada e encontra a foto de uma garota. Ele diz a ela que ela é uma antiga namorada que morreu há 14 anos. Ela então pede a um amigo que a encontre, ela é informada de que ela morreu há 14 anos, mas seu namorado não era James Stockton, mas Johnny Mancini, filho de um gângster de Nova Jersey, que desapareceu há 14 anos e também foi o principal suspeito de sua morte.

É James Johnny Mancini e ele a matou? E não é só isso que está acontecendo, alguns homens de Nova Jersey vieram para a cidade natal de James e parece que são policiais e que James conhece o protagonista, mas não o estão prendendo, parece que há algo que eles querem e acham que James tem. 

No IMDB: 5,9 

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O Meninão 
O templo da perdição 
Par ou Ímpar 
Indiana Jones e os caçadores da arca perdida 
Braveheart – Coração valente

domingo, 18 de outubro de 2026

Luchsinger diz que vai delatar: “Não vou poupar ninguém, nem presidente nem o filho”

Claudio Dantas

Em entrevista exclusiva à CNN, Roberta Luchsinger disse que quer fazer uma delação premiada para entregar todos os crimes que presenciou durante o tempo em que atuou como sócia de Lulinha junto ao governo Lula. “Vou fazer uma delação premiada, porque não serei eu o boi de piranha que tanto querem colocar em cima de mim. O que eu fiz, se foi crime, vou responder. Na minha cabeça, não existe. Mas se for, vou responder ao devido processo legal.”

A lobista citou reuniões com ministros, assessores e com o próprio Lula. “Não vou pouapr nenhum detalhe, ninguém, pode ser presidente da República, que é um grande de um mau caráter, de um grande mentiroso. Não vou poupar filho de presidente. A verdade tem que ser dita, doa a quem doer. Se sou pilantra e toda essa turma frequentava a minha casa. São pilantras como eu.”

Luchsinger diz que vem colaborando com a Justiça, que tem acesso a todo o seu sigilo telemático e bancário, mas que pode ir além, oferecendo “detalhes que não estão no WhatsApp”. “Quando a Justiça julgar que é o momento adequado, estarei lá pronta para colaborar. Vou fazer delação premiada, porque não tenho pai presidente, mãe presidente, sou uma mãe com duas filhas e que está com toda a máquina pública contra mim.”

CONTRATO DE 2 BILHÕES

Na entrevista, a lobista citou ao menos um contrato suspeito sobre o qual teria informação, envolvendo a construtora EBC, presidida no Brasil por Amauri Pinha, vizinho de Lulinha no Brasil. “Sei da história do Lulinha com a construtora”, afirmou. Segundo ela, o filho do presidente teria viabilizando contratos da empresa com órgãos públicos em montante superior a R$ 2 bilhões. Luchsinger citou reuniões de Pinha no Palácio do Planalto, no DNIT, na Petrobras e outros órgãos.

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Vale tudo 
O desrespeito à inteligência do (a) eleitor(a) 
Ato na Paulista: 18 de outubro, 11h 
Tiro no pé 
Temos um estadista. Finalmente

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16-10-2026: Oeste sem filtro – Lula diz que não sabia que o bolsa-família passou quase 4 anos sem reajuste + Marinho denuncia autoritarismo de Alcolumbre 
Perguntas sem respostas por um século 
O descanso e a urna 
15-10-2026: Oeste sem filtro – FAB impõe sigilo de até CEM (!) anos em lista de passageiros de jato de Vorcaro + Presidentes da Câmara e Senado agem como cabos eleitorais de Lula 

Bueiros sem tampas e portão que não tranca levantam preocupação com segurança no Passeio Público, no Centro do Rio

Registros fotográficos feitos na sexta-feira apontam problemas de conservação no parque histórico; órgãos públicos foram procurados, mas não responderam aos questionamentos

Ana Clara Silva 

Em junho de 2025, o Diário do Rio já havia denunciado a situação do Passeio Público

Um dos espaços históricos mais tradicionais do Rio de Janeiro voltou a chamar atenção pelas condições de conservação. O Passeio Público, localizado no Centro, apresenta relatos de bueiros sem tampas e de um portão que não tranca corretamente, situações que levantam preocupações sobre a segurança dos frequentadores e a preservação do patrimônio público.

Os problemas foram descritos em uma série de dez registros fotográficos feitos por Fabiano Rocha, da Agência O Globo, na tarde de sexta-feira (16/10). As legendas das imagens mencionam tampas de bueiro que teriam sido furtadas, além de dificuldades no fechamento de um dos acessos ao parque.

Apesar dos relatos, ainda não há informações sobre quando as tampas desapareceram, quantas estão faltando ou há quanto tempo o portão apresenta problemas. Também não foi possível confirmar se as situações foram provocadas por furtos, falta de manutenção ou outros fatores.

A existência de bueiros descobertos pode representar risco de quedas e acidentes, enquanto um portão sem fechamento adequado levanta dúvidas sobre a segurança e o controle de acesso ao espaço, especialmente fora do horário de funcionamento.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a localização exata dos pontos mencionados nas fotografias, nem sobre a realização de reparos ou medidas preventivas.

Melhor cafeteria do Brasil é carioca e fica no Centro

Estabelecimento localizado em uma das ruas mais tradicionais da cidade liderou ranking nacional; Rio também conquistou o segundo lugar e emplacou dez cafeterias entre as 50 melhores do país

Ana Clara Silva

A melhor cafeteria do Brasil fica no coração do Centro do Rio de Janeiro. Localizada na Rua da Quitanda, a Coffee Five conquistou o primeiro lugar no ranking The Best Coffee Shops Brasil 2026, divulgado neste sábado (17/10), durante o Rio Coffee Nation, no Jockey Club Brasileiro, na Zona Sul carioca. E o protagonismo do Rio não parou por aí: a também carioca Nolita Roastery ficou com a segunda colocação. 

O reconhecimento coloca em evidência um endereço que faz parte da rotina de quem circula pelo Centro. Instalada no número 86 da Rua da Quitanda, a Coffee Five funciona desde 2018 e se tornou referência na preparação de cafés especiais, oferecendo diferentes métodos de extração e bebidas elaboradas por baristas especializados.

À frente do negócio estão Emerson Nascimento e Rafaela Nascimento. Emerson, multicampeão de barismo e campeão brasileiro da categoria, ajudou a transformar o estabelecimento em um espaço dedicado não apenas ao consumo, mas também à valorização da cultura do café. A marca mantém ainda uma escola voltada à formação de baristas e ao aperfeiçoamento de profissionais e interessados na bebida.

A conquista nacional reforça uma trajetória que já vinha chamando atenção fora do país. Em 2026, a Coffee Five também apareceu na lista internacional das 100 melhores cafeterias do mundo, alcançando a 92ª posição.

Rio se destaca entre as melhores cafeterias do país

Além de ocupar os dois primeiros lugares, o Rio de Janeiro garantiu outros oito estabelecimentos na seleção nacional. Ao todo, foram dez cafeterias fluminenses reconhecidas, deixando o estado atrás apenas de São Paulo, que teve 11 representantes.

Lula versus Lula

Além de Flávio Bolsonaro, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta um adversário poderoso nesta eleição. E o nome desse adversário é Luiz Inácio Lula da Silva


Nuno Vasconcellos

A eleição não está decidida e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, reúne condições de, no sprint final, conquistar o direito de ficar mais quatro anos no Palácio do Planalto. Pelo menos, é isso que se pode concluir a partir da leitura dos resultados eleitorais. Os eleitores que não apareceram para votar no dia 4 de outubro, aqueles que votaram nulo ou branco e os que escolheram outros candidatos no primeiro turno somam quase 50 milhões de votos. Muitos podem mudar de ideia e passar a apoiá-lo no segundo turno.

Possível é, mas não é fácil. Ainda que Flávio permaneça onde está e não acrescente um único voto aos 56.104.503 que obteve no primeiro turno — hipótese que, convenhamos, não passa do sonho de uma noite de verão petista —, a missão de tirar os 2,2 milhões de votos que os separam é para lá de espinhosa.

De qualquer forma, votos existem. O que se discute é a possibilidade de o candidato conquistá-los. A pergunta a ser feita neste momento é: que motivo levaria alguém que negou o voto ao presidente há apenas duas semanas a mudar de ideia e digitar o 13 no domingo que vem? Esse é o xis da questão.

Suco de populismo

Ninguém parece ter a resposta para essas perguntas e, pelo que se viu nos últimos dias, os estrategistas do PT não parecem seguros quanto ao caminho capaz de conduzir o partido à vitória. A semana passada foi repleta de ações marcadas pelo improviso e pela utilização de cartas sacadas repentinamente da manga, nas quais o atual mandatário parece penhorar a chance de buscar a virada. O problema é que, por mais que faça para tirar a desvantagem, ele parece não ter uma noção muito coerente do que precisa fazer.

Notas dos jogadores do Vasco na derrota para o São Paulo

Confira as notas dos jogadores do Vasco da Gama na derrota por 1 a 0 para o São Paulo pelo Brasileirão, com avaliações individuais

Anderson Montalvão

O Vasco perdeu por 1 a 0 para o São Paulo, neste sábado (17), no Morumbis, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol da vitória paulista foi marcado por Artur, aos 22 minutos do segundo tempo. Com o resultado, o Cruzmaltino permaneceu com 35 pontos e perdeu a oportunidade de se distanciar da zona de rebaixamento.

Foto: Rubens Chiri

O Gigante da Colina teve dificuldades para criar oportunidades claras, apesar de apresentar equilíbrio na primeira etapa. Andrés Gómez foi uma das principais opções ofensivas, enquanto Léo Jardim não conseguiu evitar o gol adversário. O lateral Paulo Henrique deixou o campo com dores na região lombar e virou preocupação para a comissão técnica.

Notas dos jogadores do Vasco

As notas foram extraídas do ge.

·         Léo Jardim: 6.0

·         Paulo Henrique: 5.5

·         Puma Rodríguez: 3.0

·         Gabriel Pereira: 5.5

·         Robert Renan: 5.0

·         Cuiabano: 5.5

·         Tchê Tchê: 3.5

·         Santiago Sosa: 6.5

·         Lescano: 4.5

·         Andrés Gómez: 3.5

·         Bruno Duarte: 5.5

·         Brenner: 5.0

·         Colidio: 4.5

·         Pedro Emanuel (técnico): 5.0

[As danações de Carina] Ele, sempre Ele. O pão, e os pés na estrada

Carina Bratt

ELE NÃO VEIO de carro próprio, nem voando num avião último tipo, com o dinheiro roubado (ou afanado) dos irmãos da congregação, de todas essas criaturas com os olhos tapados e colados numa venda enorme (pior que a daquela vagaba que foi ‘batonizada’ por uma cabelereira. Ele não veio com a bufunfa que os humildemente imbecilizados por falsas promessas fazem a entrega em nome de uma oferta famigerada que vai para os bolsos de uma manada de filhos sem mãe e se transforma logo depois, em palácios, fazendas, sítios e polpudas contas bancárias em paraísos fiscais. Ele não veio de Uber, igual aos   mesmos pastores metidos a soberanos e que se julgam iguais ao Pai Maior, e também roubam e passam as mãos grandes descaradamente colhidos de envelopes e sacolinhas tirados dos fiéis.

Tampouco Ele pintou no pedaço de carona com ‘apoiadores’ nem ostentou uma coroa de ouro na cabeça e no pescoço, cordões caríssimos, e nos braços relógios importados dos Estados Unidos. Menos ainda Ele apareceu na praça sentado feito um nababo em uma carruagem ricamente enfeitada como nos tempos dos reis fajutos. O cara pintou simples, se enfeitou ‘maltrapilhado’, como qualquer um de nós: poeira nos pés, mãos calejadas, todavia, os olhos bem abertos que enxergavam o que ninguém mais via. Andou por ruas e estradas, trilhas e veredas, onde os pobres e depauperados, os esfomeados e os sem teto caminhavam curvados sobre a própria desgraça.

Transitou por atalhos e carreiros onde se viam doentes deixados às margens dos infortúnios e dissabores, largados a própria sorte e aos reveses e as desventuras do ‘deus dará’. Passou esse Homem por sendas atoladas em misérias e borrascas calamitosas, se feriu por dentro dando com sua face frenteada as mais diversas pragas e avarias, todas, sem tirar nem pôr, enlameadas em grau máximo da mais ultrajante objurgação, onde os corações flagelados e avariados, pesavam mais que as pedras de todos os caminhos percorridos por dias e noites sem um segundo de descanso. E não apareceu nenhum Drauzio Varela ou outro doutorzinho ‘meia boca’ para perguntar se ele necessitava de cuidados especiais. Da mesma forma, não escolheu palácios, nem casas e mansões de tirar o fôlego para falar do Reino. Do seu reino.

Onde é? Qual o nome? 😉

sábado, 17 de outubro de 2026

Mudar de cor é fácil!

Tatiane Melchior Stefanello Hodson 

O PT sempre odiou o verde e amarelo da bandeira nacional, pois partido comunista que se preze quer mesmo é hastear a bandeira vermelha da foice e do martelo.

Ver os Lulistas em desespero posando com a camiseta do Brasil chega a ser engraçado.

Vamos combinar que não combina.

Devem estar sofrendo, com brotoejas e coceira pelo corpo, devido à alergia pelas cores nacionais.

Certamente, assim que passar a eleição, eles voltarão a pisotear a bandeira brasileira e

encher seus palanques com o vermelho que simboliza o comunismo e também o capeta.

O DNA da esquerda é assim mesmo: mentiroso, autoritário, malevolente e corrupto.

Dia 25 de outubro, Flávio Bolsonaro será eleito, marcando  o início do fim do petismo e lulismo. O Conservadorismo vem para ficar num Brasil que já não aguenta tanta destruição e caos promovidos pela esquerda.