quinta-feira, 9 de julho de 2026

Prepara o teu estômago e assiste aqui comigo

Parece estar na moda por aí a sugestão de que a Bíblia não teria a prescrição de um modelo de família e casamento (pra não falar de gênero e sexualidade…).

Recentemente, até o ministro Flávio Dino resolveu dar pitaco no assunto…

Texto e Vídeo: Vitor Grando, Facebook, 9-7-2026, 3h10

União Europeia ameaça a Liberdade

Telmo Azevedo Fernandes 

Nos últimos dias, três exemplos europeus voltaram a mostrar a ameaça à liberdade que representa hoje a União Europeia. Primeiro, a aprovação da vigilância massiva de mensagens privadas e comunicações digitais. Segundo, a implementação de um mecanismo de verificação de idade online. E, terceiro, a obrigatoriedade de introdução câmaras vídeo nos automóveis para monitorização dos condutores.

Consideradas isoladamente, cada uma destas medidas poderia ser vista como tendo objetivos meritórios de reduzir acidentes na estrada, na detecção de material de abuso sexual infantil ou na tentativa de impedir o acesso de menores a conteúdos nocivos. Aliás, ninguém com um mínimo de decência se poderia opor à segurança rodoviária, à protecção de crianças ou ao combate a abusadores.

Simplesmente, o Estado deixa de se limitar a punir crimes e proteger direitos e passa a gerir comportamentos, coloca máquinas a supervisionar indivíduos, transforma cidadãos em agentes públicos, e gente adulta passa a ter tutela estatal.

Ao normalizar a observação e a monitorização social, criam-se fortes incentivos a que as capacidades instaladas e as tecnologias existentes sirvam propósitos diferentes daqueles que são declarados pelos nossos decisores políticos.

O caso mais grave é o chamado “Chat Control”. Se o combate ao abuso sexual infantil é uma causa moral irrecusável, que é!, uma sociedade livre não pode abdicar dos seus princípios nem estigmatizar quem questiona os meios propostos por Bruxelas como alguém indiferente perante as vítimas destes crimes.

[Fotografando por aí] Marco Geodésico de Portugal

8 de julho de 2026, foto: Hilda Torres

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[Daqui e Dali] Divórcio: sim ou não?


Humberto Pinho da Silva

Vou abordar assunto muito delicado: o divórcio.

O repúdio pode ter várias causas. Em geral, é resultado de namoro apressado ou imperfeito; para não falar do abandono, na adolescência, dos preceitos da religião cristã

Manuel Bernardes na "Nova Floresta" aconselha "Casam primeiro as idades, as condições, as saúdes e as qualidades; e então casarão bem, as pessoas. Doutro modo, já de antemão levam o divórcio meio feito."

Malaquias, em 2:16, lembra que Deus detesta o repúdio, ou seja, o divórcio.

E Jesus assevera: “Eu, porém, digo-vos: quem repudiar a sua mulher, exceto no caso de concubinato, expõem-na ao adultério, e quem casar com a repudiada, comete adultério” (Mt.5:31)

Paulo, aos romanos (7:2), reafirma o que Jesus disse: "A mulher está ligada ao marido, enquanto ele vive. Se falecer, fica livre e não adultera se casar de novo. E, em carta aos corintos, São Paulo, reafirma "Eu prescrevo, não eu, mas o Senhor, que a mulher, não se separe do marido. Se, porém, se separar, que permaneça sem se casar, ou que se reconcilie com o marido, e este não a repudie” – I Cor.7:11

Portanto: a dissolução do casamento está vedada aos cristãos; porém há Igrejas Evangélicas que o admitem, baseando-se no texto que Mateus escreveu – "exceto em caso de adultério"

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quarta-feira, 8 de julho de 2026

[Quadro da Quarta] Juramento da Quadra de Tênis

Em 20 de junho de 1789, os membros do Terceiro Estado francês fizeram o juramento do jogo da péla (pt) ou juramento da quadra de tênis (br) em francês: Serment du Jeu de Paume), votando "para não se separar e se reunir onde for necessário, até que a Constituição do reino seja estabelecida".

Foi um evento crucial na Revolução Francesa. Os Estados-Gerais foram chamados para tratar da crise fiscal e agrícola do país, mas ficaram atolados em questões de representação imediatamente após a reunião em maio de 1789, principalmente se votariam por ordem ou por cabeça (o que aumentaria o poder do Terceiro Estado, visto que superavam em número os outros dois estados por uma grande margem).

Em 17 de junho, o Terceiro Estado passou a se autodenominar Assembleia Nacional, liderada por Honoré Gabriel Riqueti, Conde de Mirabeau.

Na manhã de 20 de junho, os deputados ficaram chocados ao descobrir que a porta da câmara estava trancada e guardada por soldados. Eles temeram imediatamente o pior e ficaram ansiosos com a iminência de um ataque real do rei Luís XVI, portanto, por sugestão de um de seus membros Joseph-Ignace Guillotin,  os deputados se reuniram num tribunal interno de jeu de paume no distrito de Saint-Louis da cidade de Versalhes, perto do Palácio de Versalhes.

Lá, 576 dos 577 membros do Terceiro Estado fizeram um juramento coletivo de "não se separar e se reunir onde quer que as circunstâncias o exijam, até que a constituição do reino seja estabelecida".

 A única pessoa que não aderiu ao juramento foi Joseph Martin-Dauch de Castelnaudary, que executaria apenas as decisões tomadas pelo monarca. Wikipédia 

Óleo sobre tela, Jacques-Louis David, 1791, Museu Carnavalet, Paris

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As moças da margem do Sena 
Cristina de Pisano 
Maria Antonieta levada para o Cadafalso 
Romeu e Julieta 

[Língua Portuguesa] História ou estória

Flávia Neves

A palavra mais correta e socialmente aceita é história, sendo essa a forma preferencial. A palavra estória aparece em dicionários e no vocabulário ortográfico da Academia Brasileira de Letras mas não é unanimemente aceita.

Há quem defenda que devemos utilizar o termo história para a narração de fatos documentados e situações reais sobre o passado da humanidade e o termo estória para a narração de fatos imaginários, de ficção.

Há, também, quem condene o uso da palavra estória. Visto a palavra história abranger os dois significados, consideram desnecessário o uso da palavra estória.

Diferença entre história e estória

História e estória têm sua origem na palavra grega historía. A forma estória também tem influência da palavra em inglês story. Estória é uma forma antiga da palavra história, que deveria ter caído em desuso.

Tal não aconteceu e esta palavra é utilizada atualmente não como sinônimo de história, mas para distinguir a história de fatos reais das histórias das fábulas e contos infantis.

Exemplos de diferenciação entre história e estória

terça-feira, 7 de julho de 2026

[Aparecido rasga o verbo] O casamento perfeito entre a Pulga Franja e o Veado Catingueiro Luiz Bonifácio de Andrada e Silva

Aparecido Raimundo de Souza

PARA QUEM NÃO SABE, a floresta inteira é feita de coisas grandes. Coisas enormes e gigantescas. Tem árvores que erguem seus troncos que até parecem tocar o céu. Em seu interior existe uma cadeia de malandros travestidos de ladrões, de deputados punguistas rotulados de senadores, outros velhacos de chimpanzés flibusteiros, e até de elefantes portadores de duas trombas, como igualmente de “piratas” de um só órgão da visão e três tapas olhos, um exclusivamente para ser enfiado no rabo, caso a coisa saia, de repente, do controle.

Não bastasse, podemos topar ainda com outros arteiros astuciosos e velhacos diplomados de marginais, de antas, onças, toupeiras, leões, papagaios e até um imbecil que todos respeitam como sendo o presidente. Na floresta também tem uma infinidade de raízes que se enroscam no chão como mãos antigas, os dedos calejados, as pelancas expostas, sem falar em rios caudalosos disfarçados de “Lagos Paranoás”.

Sem mencionar, mas já o fazendo, abelhas e zangões “picadeiros” que correm com voz de trovão (lembram, ainda que distanciados, do Thor Marves Cominos, aquele herói que acabou virando desenho infantil). Não poderia faltar o “mencionamento” de um puteiro enorme onde centopeias enormes e de uma infinidade de aves rasteiras (perdão, de aves trepadeiras) que abrem as suas asas e fazem uma espécie de sombra negra e gigantesca pior que a da pacata Chernobil.

Essas aves trepadeiras vivem no reino encantado do STF. São as (“Santas Travestidas de Futriqueiras”). Quem tem o infortúnio tormentoso e a infelicidade de entrar ali pela primeira vez, ao espiar para cima, vislumbrará um céu enegrecido que parece se impor aos nossos medos. Os ratos acostumados a dar golpes, a tomarem café com queijos importados de paraísos fiscais, e, por debaixo das cuecas e calcinhas, na surdina, o dinheiro dos desvalidos e aposentados do INSS costumam sumir em malas de viagens, como foi o caso do “onrado deucuputado” Geddel Vieira Lima. Aqueles que conseguem acessar e sair ilesos, ficam maravilhados com a imensidão, com a força e, sobretudo, com o que parece (pelo menos, para eles) ser eterno.

Quase ninguém abaixa o olhar suficientemente para ver o que cabe num fio de capim, onde no cérebro núcleo dessa podridão descabida, uma estátua com uma birosca nos olhos permanece sentada como cafetina que trepou bastante, deu o rabo até as pregas sumirem nos cafundós das camas de motéis baratos, e agora está gozando de uma polpuda aposentadoria vinda dos cofres arraigados do suntuoso Banco Master.

Foi assim que ele a encontrou. Ou ela, nunca saberemos.

[Estórias da Aviação] Shirley Bomba: A noite em que uma lata de spray quase derrubou um Jumbo

Ela entrou no cockpit do 747 e jogou gás nos pilotos - 30 de outubro de 1990

No meio do Atlântico, a 9.000 metros de altitude, uma passageira invade o cockpit do Boeing 747 da VARIG e dispara gás lacrimogêneo direto na face dos pilotos — que ficam incapacitados enquanto o avião segue sozinho com 372 pessoas a bordo. Essa é a história real do Voo VARIG 709, das falhas em cadeia que tornaram aquilo possível, e do comandante que acordou no meio da madrugada e salvou todo mundo. 

Lito Sousa, que comanda o Aviões e Músicas, está há mais de 15 anos nas mídias descomplicando a aviação e tirando o medo das pessoas de voar de avião. Mecânico Internacional de aeronaves, acumula mais de 37 anos de experiência na aviação comercial.

Também é piloto privado e especialista em Fatores Humanos e Safety, sendo hoje um dos maiores palestrantes no Brasil.

Lito Sousa desenvolveu sua metodologia única que já tirou o medo de voar de mais 5000 pessoas e agora é dono da maior escola de aviação do país que forma mecânicos de aeronaves, pilotos, comissárias e engenheiros, e através de parcerias com muitas empresas aéreas, é responsável por colocar a maioria dos novos profissionais no mercado de aviação. 

Apresentação e criação: Lito Sousa
Idealização e direção: Mila Seidl
Produção e Redes Sociais: Camila Dourado
Captação e Edição: Nathan Cézar
Motion Graphic: Nathan Cézar
Roteiro: Lito Sousa
Marketing: Bruno Triaquim e Larissa Alves
Vinheta de abertura: Maurício Duarte (@mauriciodgs) / Ivo Duran (@ivoduran)

00:00 - Introdução
03:18 - O Jumbo 
05:15 - Shirley 
09:38 - Uma linda mulher 
13:35 - O herói acorda 
19:36 - Novo destino 
25:53 - Lições, legado e o destino do PP-VNA 

[Livros & Leituras] NEXT

Michael Crichton, Dom Quixote, Lisboa, outubro de 2007, 416 páginas. 


segunda-feira, 6 de julho de 2026

Poland Finally Realizes The Geostrategic Challenge Posed By Ukraine

Andrew Korybko 

Poland’s leading conservative newspaper Rzeczpospolita belatedly wrote about this

Polish journalist Marek Kutarba published a piece about how “Volodymyr Zelensky would like to take Donald Tusk’s place in European salons”. He wrote that, “From Kiev’s perspective, [the Polish-Ukrainian dispute] isn’t a dispute about the past. It’s the beginning of a rivalry over the region’s future: who will be the West’s main partner in policy toward Russia, who will define the security agenda of Central and Eastern Europe, and who will become the political center of gravity in this part of the continent.”

Kutarba elaborated that “Warsaw’s problem is that [Germany and Ukraine] are simultaneously our key partners and our most important competitors. They differ only in the scale and nature of this competition. In Germany’s case, it’s about structural dominance in the EU and the ability to dictate European policy. In Ukraine’s case, it’s about competing for the status of a ‘key state’ for the West, including the United States, in the context of containing Russia.”

According to Kutarba, “Ukraine is no longer merely a beneficiary of Polish support. It is becoming what it was destined to become – our competitor. A competitor who, thanks to the war, now has a stronger political argument in relations with Washington, Berlin, and Brussels than Poland, even though Poland is building one of NATO’s largest armies. Meanwhile, Ukraine already has a second NATO army, albeit outside its structures.” Left unmentioned is that Germany plans to build the EU’s largest army.

Reflecting on what Kutarba wrote, Poland finally realizes the geostrategic challenge that Ukraine poses to it, namely as a rival for regional leadership that’s coordinating with Germany to contain Poland. Zelensky’s top advisor Mikhail Podolyak explicitly declared in summer 2023 that their countries would become competitors after the Ukrainian Conflict ends and that “we will clearly adopt pro-Ukrainian positions, protect these interests, fiercely defend them”, but this was ignored by Poland’s ruling duopoly.

FC Porto: O arranque de 26/27

[Sétima Arte] Questão de Honra

A Few Good Men (bra: Questão de Honra; prt: Uma Questão de Honra) é um filme norte-americano de 1992 dos gêneros drama, policial e suspense, dirigido por Rob Reiner, com roteiro de Aaron Sorkin baseado em sua peça teatral homônima. 

American Film Institute elegeu a fala "You can't handle the truth!", pronunciada por Jack Nicholson no clímax do filme, como a 29.ª melhor fala do cinema de todos os tempos. 

Daniel Kaffee (Tom Cruise), um jovem e inexperiente procurador da Marinha dos EUA, é encarregado de defender dois fuzileiros, perante a Corte Marcial, acusados de serem os responsáveis pelo homicídio de um soldado americano na Base Naval de Guantánamo. 

Recusando-se a fazer um acordo com a Promotoria, Kaffee, com a ajuda da Capitã-de-Corveta Joanne Galloway (Demi Moore), buscarão a verdade por trás dos fatos, a fim de desmascararem os verdadeiros responsáveis pelo crime ocorrido. Wikipédia 

domingo, 5 de julho de 2026

O vírus que tomou o Partido Democrata e ameaça adoecer a América

Aos 250 anos, a nação mais livre e próspera da história começa a sentir os efeitos de uma doença política incubada por décadas nas universidades, nos sindicatos e nas primárias democratas

Leandro Ruschel 

Há 250 anos, os Estados Unidos nasceram de uma desconfiança radical contra o poder concentrado. Não foi um acidente histórico. A ideia fundadora era simples e profunda: o governo existe para servir ao cidadão, não para redesenhá-lo; o Estado deve ser limitado, não adorado; a propriedade, a liberdade de expressão, o direito de defesa e a vida comunitária não são concessões da autoridade, mas barreiras contra ela.

Esse arranjo produziu a nação mais livre e próspera da história humana. E é justamente por isso que o que está acontecendo agora deveria assustar qualquer pessoa minimamente séria.

A ameaça mais grave contra os Estados Unidos não vem de um exército estrangeiro, nem de uma potência rival cruzando o oceano. Vem de dentro. Vem de uma mutação ideológica que, durante décadas, foi tratada como folclore universitário, militância juvenil, exagero retórico, “coisa de estudante”. Hoje essa militância vence primárias, ocupa prefeituras, chega ao Congresso e empurra o Partido Democrata para uma região cada vez mais hostil aos fundamentos da própria América.

A sigla é DSADemocratic Socialists of America. O nome foi escolhido para tranquilizar. “Socialistas democráticos” soa quase europeu, domesticado, inofensivo. Dá a impressão de que se trata de uma social-democracia de bem-estar social, com impostos altos, sindicatos fortes e um verniz escandinavo. Mas a fachada engana. No vocabulário marxista, “democrático” raramente significa liberdade, alternância de poder e império da lei. Significa, antes, a pretensão do partido de falar em nome do povo.

A Alemanha Oriental se chamava “democrática”. A Coreia do Norte também.

Onde é? Qual o nome? 😉

[As danações de Carina] Não inflói, nem contribói - Mas diverte muito!

Carina Bratt

COMPREI ONTEM numa banca de revistas aqui em Vila Velha, um livro de frases de um escritor meio esquisito. O nome dele, Jorge Perciano de Oliveira. Algumas tiradas (frases) criativas, outras nem tanto. O leitor precisará estar ligado e esperto, e raciocinar rápido para entender o verdadeiro sentido do que o sujeito quis realmente dizer em cada uma dessas frases. Logo à guisa de prefácio Perciano explica que faz ‘jogo de palavras’, com as ‘palavras’, usando a imaginação, tipo ‘artesanal’, vira ‘arte sanal’.


Barbie (possivelmente a boneca Barbie, na frase grafada como ‘a esposa de um amigo, prefere os ‘malabarismos do garagista ‘Cue’, o que nos leva a ‘barbicue’, aquele termo em inglês para ‘churrasco’. Algumas dessas pérolas entendi, outras sequer me dei ao trabalho de tentar decifrar. Das mais de mil, escolhi, apesar 30, ou seja, as que achei, digamos assim, ‘mais cria sem as tivas’.

Na fazenda
A GALINHA foi tão maltratada dentro do galinheiro pelo galo, que ao botar seu ‘ovo’ logo pela manhã, ele saiu ‘cozido’.

Safadinha
Chiquinho era tão levado, mas tão levado que só fazia ‘arte sanal’, já a irmã dele, a Filomena, gostada de praticar a ‘arte anal’.

Mudança de personalidade
Tia Ermelinda só ‘canta aquela música chata e repetitiva do ‘Ti’, mas quando está ‘lá, PIA’.

sábado, 4 de julho de 2026

Varig 820: A fumaça que mudou o mundo da aviação

Em 11 de julho de 1973, o voo 820 da Varig, operado por um Boeing 707, se aproximava de Paris quando um incêndio invisível começou a se espalhar pela cabine.

O que parecia um voo normal, rapidamente se transformou em uma das maiores tragédias da aviação mundial.

Master ANULADO? E mais, diretor da PF em VEXAME INTERNACIONAL

No vídeo de hoje vamos comentar a tentativa de anular o caso Master, mas se é pra falar em nulidade, eu tenho umas sugestões.

E mais, a situação extremamente vexatória do diretor da Polícia Federal.

Bora lá?😏 


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O Problema da Escravidão em Efésios 6.5-9

Vitor Grando da Silva Pereira

Há certas passagens na Escritura Sagrada que nos rendem muitos problemas sociais e intelectuais. É natural que seja assim. C. S. Lewis, numa de suas sábias colocações, disse que se a teologia cristã encaixasse muito facilmente na nossa cabeça, a explicação mais provável é que ela não seria outra coisa do que fruto do intelecto humano.

Não é o caso, porém. Trata-se da revelação de um ser que está para muito além de nossa capacidade cognitiva. Dessa forma, considerando nossa finitude e pecado, dificuldades de compreensão certamente surgirão.

O texto de Ef 6.5-9 é especialmente complicado porque parece legitimar a instituição da escravidão e nenhum de nós, claro, poderia admitir tal coisa. Então a crise colocada diante de nós parece ser a opção entre ficar com a autoridade das Escrituras e aceitar a legitimidade da escravidão ou rejeitar a legitimidade da escravidão e rejeitar a autoridade das Escrituras. 

Mas esse é o texto que temos em mãos e é o texto que cremos ser inspirado por Deus. Então, trago aqui alguns pensamentos sobre o problema da escravidão que esse texto nos coloca.

1.      A escravidão aqui não deve ser entendida à luz das imagens horrendas que temos em mente quando tratamos desse assunto. Não se está justificando a tomada à força de pessoas de outros continentes, por motivação racial, para subjugá-lo a um regime especialmente opressivo sob o rigor da chibata.

2.      Alguns estudiosos estimam que os escravos correspondiam a um terço da população de uma cidade como Éfeso. Escravos geralmente eram considerados parte da família. Por isso, Paulo instrui os escravos no contexto familiar1. No mundo antigo, muitos se submetiam voluntariamente à escravidão diante da alternativa da fome. Então, qual é a solução imediata possível a um cristão nesse contexto? A incitação à insurreição seria uma ilusão irresponsável. Por isso, Paulo propõe algo acessível e imediato: tratar de modo digno e humano o seu escravo.

3.      O cristianismo sempre foi uma força histórica contrária à escravidão. Após a conversão do Imperador Constantino, o Império institui leis flexibilizando a escravidão. Constantino criou o instituto da “manumissio in ecclesia“, que foi uma forma de alforria estabelecida no Império Romano que conferia liberdade e cidadania a escravos através de um ritual religioso na igreja, marcando a importância crescente do cristianismo e a busca por soluções mais humanitárias para a escravidão. Essa instituição ligava o ato jurídico da libertação a um contexto espiritual, associando o perdão e a caridade cristã ao gesto de alforria; assim, a liberdade passou a ter mais do que um valor civil, mas um valor sagrado.

Reviravolta! Fernando Seabra desfaz acordo com o Vasco e fica no Coritiba

Após encaminhar acordo com o Vasco da Gama até 2027, o técnico Fernando Seabra desiste e seguirá no Coritiba

Aniele Lacerda 

Fernando Seabra não será treinador do Vasco na sequência da temporada. O profissional tinha tudo certo para assinar contrato com o Clube carioca até o fim de 2027. 

Foto: Marcos Ribolli

No entanto, as diretorias de Gigante da Colina e Coritiba não chegaram a um acordo para o pagamento da multa rescisória. Diante disso, segundo apuração do Globo Esporte, Seabra desistiu do acordo com o Vasco e seguirá na capital paranaense.

Para contratar o treinador, o Cruzmaltino aceitou arcar com a multa rescisória, cerca de R$ 4 milhões, e Fernando Seabra chegaria ao Rio de Janeiro na noite da última quinta-feira (2). Todavia, o time paranaense queria receber o montante à vista, mas a equipe carioca desejava parcelar o valor.

Com a exigência do Coritiba, que não flexibilizou a pedida inicial, o técnico comunicou que permaneceria no clube. Assim, o Vasco segue sem um nome certo para assumir o comando técnico da equipe na sequência da temporada.

Título e Texto: Aniele Lacerda, Vasco Notícias, 3-7-2026

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Gerson Freire

Há onze anos atravessei o Atlântico levando comigo a história da minha família. Vim para Portugal com uma mala de sonhos, mas sem imaginar que, com o tempo, descobriria algo ainda maior: não estava deixando um país para trás; estava ampliando as minhas raízes.

Os meus avós fizeram o caminho inverso. Partiram de Portugal em busca de um futuro no Brasil e ali construíram uma nova história. Hoje, de certa forma, completei esse círculo. O destino devolveu um dos seus descendentes à terra de onde tudo começou.

Durante muito tempo me perguntaram de onde eu era. Hoje, a resposta é simples: sou luso-brasileiro.

Sou brasileiro na espontaneidade, na alegria, na criatividade e na capacidade de recomeçar. Sou português no respeito pela história, na perseverança, no sentido de pertencimento e na consciência de que as raízes importam.

Não preciso escolher entre uma bandeira e outra, porque ambas contam a minha história. O verde e amarelo falam da terra que me formou. O verde e vermelho lembram a terra que acolheu meus sonhos e onde reconstruí parte da minha vida.

Hoje a minha família vive dos dois lados do oceano. O Atlântico já não nos separa; ele nos une. É uma ponte que liga gerações, memórias e afetos. Em cada viagem, não sinto que estou partindo ou chegando. Apenas volto para casa — uma das minhas casas.

3-7-2026: Oeste sem filtro – M prorroga prisão domiciliar de Bolsonaro


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