quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

[Daqui e Dali] A morte começa quando nascemos

Humberto Pinho da Silva

Tudo passa açodado: passam as horas, passam os dias, passam os anos e, sem percebermos, chega a caduquice, a decadência, a velhice… e tudo passa num ápice!...

Então, atônitos, interrogamo-nos, como foi possível!?

Paulatinamente, passaram os dias alegres da juventude e, de súbito, o que nos parecia não ter fim, acaba… e já somos homens e mulheres feitos...

As graciosas linhas do rosto juvenil evolam-se; branqueiam–se de neve os grisalhos cabelos; e, de repente, os indesejados sulcos da face surgem… e, com eles, maleitas e achaques, próprias do lúgubre crepúsculo... Assim como esmorecerá a memória, e os cansados olhos se embaciaram para sempre ...

Escreveu Frei Heitor Pinto, na “Imagem da Vida Cristã”, citando prática de São Gregório, que “A morte começa logo que nascemos.”

Asseverando convicto que a vida nunca para, mas rola, assim como o tempo, que nunca está, mas constantemente passa. E termina afirmando que é erro saudar amigo dizendo “Como está?”. Porque ninguém “Está”, mas “Passa”.

As águas do rio não estão, mas correm, passam; como passam também, os ponteiros do relógio que, sem cessar medem minuto a minuto o tempo.

No vigor da mocidade alimentamos - falsa ilusão! - que a vida não passa, não têm fim; os que perecem, são sempre os outros… os velhos… os avós, os pais.

[Viagens & Destinos] Relíquias do Centro do Rio: Caminhando por ruas históricas e um estacionamento que poucos conhecem

Neste vídeo, trago uma experiência sensorial pelo Centro do Rio de Janeiro. Gravei este trajeto utilizando um microfone binaural Roland, o que significa que você ouvirá os sons da cidade exatamente como eu ouvi: o movimento das pessoas, o eco das galerias e o ambiente urbano em três dimensões.

Convido você para uma caminhada nostálgica e detalhada pelo coração do Centro do Rio de Janeiro.

Vamos percorrer ruas que guardam a história da nossa cidade e terminar num local que muitos de vocês, que não visitam o Rio há muito tempo, talvez nem saibam que ainda existe ou como está hoje!

Começamos nosso passeio na Rua Gonçalves Dias, passamos pela histórica Rua do Ouvidor e cruzamos a imponente Avenida Rio Branco.

Seguimos pela Rua Sete de Setembro e pela Rua da Quitanda.

Um dos pontos altos é a travessia pela galeria do Edifício Garagem Menezes Côrtes, um marco da região, saindo na Avenida Erasmo Braga.

Para encerrar, mostro em detalhes o estacionamento no subsolo da Avenida Presidente Antônio Carlos — um lugar que faz parte da rotina de muitos, mas que guarda uma perspectiva única do nosso Centro.

Se você gosta de acompanhar as mudanças, as curiosidades e a beleza das nossas ruas, não esqueça de:

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‘The moment that's going to stay with me for the rest of my life’: Auron MacIntyre on Trump’s unforgettable State of the Union

BlazeTV Staff

Trump spotlighted Anna Zarutska in his SOTU address — the grieving mother of Iryna Zarutska, a 23-year-old Ukrainian refugee killed in a brutal light-rail stabbing by a repeat offender in Charlotte last August — but Democrats sat and scowled.

In his nearly two-hour State of the Union address last night, President Trump celebrated what he described as an extraordinary "turnaround for the ages" in his leadership, declaring America now "bigger, better, richer, and stronger than ever" amid a booming economy marked by declining inflation, reduced gas and mortgage rates, rising wages, and a tightly secured border with no illegal entries reported in recent months.

He spotlighted aggressive immigration enforcement measures, stood firm on his tariff strategy, cautioned Iran against pursuing nuclear weapons while favoring diplomatic paths, floated new proposals like universal retirement savings access and curbs on institutional home buying, paid tribute to military veterans and the Olympic hockey squad, delivered pointed critiques of Democrats and previous administrations, and painted an optimistic picture of renewed national strength heading into the midterm elections.

But there was one singular moment that BlazeTV host Auron MacIntyre [photo] says was genuinely unforgettable.

Photo: Andrew Caballero-Reynolds/AFP/Getty Images

“The moment that's going to stay with me for the rest of my life is watching Iryna Zarutska’s mother with Erica Kirk and just the pain on her face in that moment and the fact that Democrats could not even in that moment summon a shred of humanity,” he says.

“I still don’t think that we have dealt with the psychic trauma again of that one-two punch of Charlie Kirk and Iryna Zarutska, and so I think that [Trump] highlighting that and, you know, showing the grief that is still there for that mother and knowing that we need justice, we need to end political violence, we need to end the soft-on-crime policy — I think those were all incredibly strong moments for him,” he adds..

Fellow BlazeTV host and SOTU panel member Steve Deace agrees that this was one of the most powerful, albeit enraging, moments of the entire event.

He points to a viral tweet from Turning Point USA Chief Operating Officer Tyler Bowyer that shined a spotlight on the depths of Democrats’ hypocrisy.

Trump reafirma o excepcionalismo americano: o discurso que encurralou a esquerda

Leandro Ruschel

O primeiro discurso do Estado da União no segundo mandato de Donald Trump não foi apenas mais um evento protocolar. Foi uma demonstração de quase duas horas (recorde histórico) que reafirmou o Excepcionalismo Americano e, sobretudo, expôs o abismo entre a elite esquerdista e os valores fundamentais da nação.

Foto: Kenny Holston/EPA

Convém destacar, de saída, a manobra estratégica de Trump para encurralar a oposição. O momento mais devastador da noite veio quando o presidente lançou o desafio:

“O primeiro dever do governo americano é proteger os cidadãos americanos, não os ilegais. Se você concorda, levante-se e mostre.”

A imagem dos democratas hesitando, alguns literalmente grudados na cadeira diante de uma premissa tão elementar quanto a soberania nacional, será munição pesada para as campanhas republicanas nas midterms de novembro.

O Constrangimento da Esquerda Radical

O contraste foi implacável. Enquanto Trump apresentava heróis concretos, do nadador da Guarda Costeira que salvou centenas de vidas no Texas ao piloto centenário veterano de três guerras, figuras do chamado Squad (grupo mais extremista do Congresso), como Ilhan Omar e Rashida Tlaib, optaram pelo ruído vazio e pela retórica desconstrutiva.

O Ápice da Insensibilidade: O Caso de Charlotte

Talvez o momento mais visceral de distanciamento da realidade tenha ocorrido quando Trump apresentou a mãe de uma jovem ucraniana, brutalmente assassinada em Charlotte. O crime, cometido por um indivíduo que deveria estar preso, mas estava nas ruas devido às políticas esquerdistas de desencarceramento em massa, personificou a falha catastrófica da agenda “progressista” de segurança pública.

Enquanto o plenário rompeu em aplausos solidários à dor daquela mãe, os democratas permaneceram sentados. A recusa em se levantar para homenagear a vítima de um sistema que eles próprios ajudaram a flexibilizar foi mais um golpe na imagem do partido. Ao negarem o aplauso, os democratas não apenas ignoraram a tragédia humana; eles sinalizaram que a manutenção da ideologia do “desencarceramento” é mais importante do que prestar conforto a uma mãe que perdeu a filha para a reincidência criminosa facilitada pelo Estado.

Un hoax trop souvent cité au nom de Voltaire

Abbé Alain René Arbez

«Je ne suis pas d’accord avec ce que vous dites, mais je me battrai jusqu’au bout pour que vous puissiez le dire»…

Très fréquemment, des personnalités reprennent ce généreux refrain sur les plateaux de télé. Le problème, c’est que Voltaire n’a jamais dit ou écrit cette phrase!

Georges Fenech sur Cnews affirmait: «je suis Voltairien!» tout en citant à l’appui la fameuse phrase attribuée au philosophe. D’autres intervenants voulant démontrer leur «humanisme» y recourent systématiquement même si la tendance actuelle va plutôt dans le sens d’une police de la pensée.

En fait, l’idée émise par cette phrase ne correspond pas à la posture de Voltaire. C’est la biographe anglaise Evelyn Beatrice Hall qui reconnaît avoir inventé cette maxime. 

Cette phrase récurrente invoquant la tolérance ne correspond pas du tout aux prises de position de Voltaire sur les religions qu’il a toujours dénigrées, lorsqu’il dénonce le judaïsme comme «un ramassis de sornettes», le christianisme comme «un tissu d’incohérences et de mensonges», et l’islam comme «une religion de voleurs qui a réussi». Avec cependant le souci exprimé de les voir vivre en paix.

25-2-2026: Oeste sem filtro – Candidatura de Flávio Bolsonaro se consolida + CPI do “Crime Organizado” aprova quebra de sigilo bancário de empresa do filho de Toffoli + Filho de Lula é citado em delação sobre esquema de fraude no INSS + Projeto de lei antifacção é aprovado na Câmara

Mídia revela nova descoberta de M após sete anos de hibernação


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23-2-2026: Oeste sem filtro – OAB acorda e pede fim do inquérito das fake news + Fachin arquiva pedido de suspensão de Toffoli

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

[Língua Portuguesa] Militantes DAS ou NAS redações?


Frequentemente, leio “militantes das redações” quando o(a) autor(a) quer se referir àquele jornalista que escreve, não se atendo aos fatos, mas opinando sobre aquela personalidade política, positiva ou negativamente.

Sempre tive a dúvida: esse jornalista é militante DA redação ou militante NA redação?

Eis o que informa o Dicionário Houaiss:

Adjetivo de dois gêneros e Substantivo de dois gêneros

1: que ou aquele que milita, que combate

2: que ou aquele que defende ativamente uma causa

Exemplos: socialista militante; militante DO feminismo

3: que ou aquele que exerce efetivamente uma atividade

Exemplos: médico militante; militante DO magistério

Então, entendo que esse jornalista é militante daquele partido e/ou daquela ideologia. Isto é, ele milita/defende aquele partido, aquela ideologia, não a redação. Portanto, ele é/está militante NA redação.

Aliás, muita gente deixa de ler aquele jornal/assistir àquela TV, justamente porque não concorda com aquele militante (DO partido tal) NA redação. 

Colunas anteriores:
Voz de taquara rachada: significado da expressão 
Macacos me mordam: significado da expressão 
“Cada macaco no seu galho” 
O que significa “Montra em execução”? 
“Amigo da onça”: origem e significado da expressão

Um olhar filial a Portugal

Rafael Nogueira

Se o Brasil tivesse uma mãe simbólica (nação e pátria-mãe são termos que puxam o feminino), Portugal personifica o pai: aquele que estabelece a ordem, impõe a justiça, institui a lei, edifica a estrutura e traça o percurso. Enquanto a mãe oferece o substrato afetivo, o útero da terra e os costumes nativos, o pai provê o eixo, a direção e a construção. A perda desse eixo identitário pode levar um país a um ressentimento histórico estéril e a uma adesão a modismos efêmeros.

O primeiro elo inegável é a língua. O português, em sua riqueza, expande o horizonte da imaginação, ao mesmo tempo em que oferece um instrumental lógico-prático robusto. Simultaneamente, ele cria intimidade e demarca limites, permitindo a expressão da ternura, da ironia, da solenidade, e até mesmo da frieza calculista quando usado como arma.

Essa unidade linguística foi crucial para forjar uma coesão mental em um território que, por sua vasta geografia, naturalmente tenderia à fragmentação. O mapa brasileiro poderia ter se desdobrado em um mosaico de províncias rivais, cada qual com seu dialeto, sua vaidade local e seu líder carismático. Contudo, o idioma português teceu um centro de gravidade que impediu a desintegração nacional.

A segunda camada desse elo reside no temperamento civilizacional, perspicazmente observado por Gilberto Freyre. Portugal não emergiu no Atlântico como um bloco monolítico, mas como um povo forjado por misturas, contatos e acomodações sucessivas. Na análise freyriana, a Península Ibérica é um palimpsesto cultural, profundamente romanizada, com continuidade visigótica, permeada por influências africanas e marcada pela convivência, por vezes tensa, mas sempre fértil, entre diversas culturas.

A romanização legou-nos a infraestrutura, as instituições, a técnica e a linguagem latinizada que ainda moldam nosso pensamento. As sucessivas invasões não anularam esse legado, mas o adaptaram. E a história do Brasil, se começa com o "achamento", tem raízes fundas que remontam à dominação romana na Península Ibérica. Portugal atuou como o agente singular que traduziu a ordem jurídica romana para o contexto tropical. Sem essa base, o Brasil seria meramente um vasto espaço habitado, desprovido de uma estrutura civilizatória profunda.

Metrô Rio sobe para R$ 8,20 e mantém tarifa mais cara do Brasil

A tarifa do Metrô Rio vai subir de R$ 7,90 para R$ 8,20 a partir de 12 de abril

Quintino Gomes Freire

A tarifa do Metrô Rio vai subir de R$ 7,90 para R$ 8,20 a partir do dia 12 de abril. O aumento, de R$ 0,30, representa reajuste de 3,8% e será publicado no Diário Oficial do estado, segundo a concessionária. 

Com o novo valor, o metrô da capital fluminense segue como o mais caro do Brasil. O impacto recai direto no orçamento de quem depende do transporte todos os dias.

O reajuste anterior ocorreu em abril de 2025, quando a passagem passou de R$ 7,50 para R$ 7,90. O aumento anual está previsto no contrato de concessão firmado com o governo do estado.

Ônibus e demais modais também subiram

O transporte municipal do Rio também ficou mais caro neste ano. Desde janeiro, as tarifas de ônibus, VLTBRT, vans e os chamados “cabritinhos” passaram de R$ 4,70 para R$ 5.

Quando o telefone toca, o perigo atende


João Financeira

Por muito tempo, o telefone fixo foi sinônimo de conversa, notícia e proximidade. Hoje, para milhares de aposentados e pensionistas, ele se transformou em porta de entrada para prejuízo financeiro, dor de cabeça e, em alguns casos, desespero.

Nos últimos meses, aumentou de forma preocupante o número de golpes direcionados a quem recebe benefício do INSS. E o que mais assusta é que os criminosos já não agem de forma amadora. Eles sabem o nome do beneficiário, o valor aproximado do benefício, o banco onde recebe e até se existe ou não empréstimo consignado ativo.

Esse nível de informação faz com que a conversa pareça legítima. O golpista se apresenta como funcionário de banco, correspondente autorizado ou até servidor público. Fala com segurança, usa termos técnicos e cria urgência: diz que há um erro, uma liberação pendente ou uma oportunidade que “expira hoje”.

É nesse ponto que muitos caem.

O golpe mais comum envolve o consignado. A promessa costuma ser de quitação antecipada, redução da parcela ou liberação de um “valor residual”. Para isso, pedem confirmação de dados, envio de documentos ou um pagamento inicial, supostamente necessário para liberar o benefício maior. O dinheiro sai. A promessa não se cumpre. O prejuízo fica.

🚨 Chocante o que se passa na Islândia!

Alexandre Rocha — descendente português emigrado na França e agora a viver em Reiquiavique, gerente de hotel — perdeu a custódia exclusiva do filho de 11 anos só porque se opõe à transição de gênero da criança.  

O menino, diagnosticado com autismo atípico + TDAH, começou a identificar-se como rapariga aos 8 anos. A mãe apoia bloqueadores da puberdade e hormonas. Alexandre defende que o filho é demasiado novo, não entende as consequências e que as comorbilidades complicam tudo.  

A 10 de dezembro de 2025 o tribunal de Reiquiavique deu custódia total à mãe, autorizou nome feminino e tratamentos médicos irreversíveis. O pai fica com fins de semana alternados + 4 semanas no verão.  

Nenhum pai devia ser castigado por querer proteger o filho. As crianças não são experimentos de ideologia!

Título e Texto: Padeira de Aljubarrota, X, 24-2-2026, 21h38

O STF não pode ser cúmplice de um ministro intimidador

A OAB enviou ofício ao STF apontando a arbitrariedade do inquérito das fake news. Mas erra ao reconhecer a legitimidade inicial do arbítrio

Mario Sabino

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

A OAB enviou um ofício a Edson Fachin, presidente do STF, no qual pede o fim do inquérito das fakes news.

A entidade, um dia gloriosa no combate ao arbítrio, “externa extrema preocupação institucional com a permanência e conformação jurídica de investigações de longa duração” e requer “que sejam adotadas providências voltadas à conclusão dos chamados inquéritos de natureza perpétua”.

Muito bem, finalmente a OAB se manifestou sobre a barbaridade, mas há um problema no ofício: a entidade reconhece a legitimidade inicial do inquérito das fake news ao dizer que “é inegável que a instauração do referido inquérito ocorreu em ambiente de grave tensão institucional, marcado por ataques reiterados à honra e segurança de ministros da Suprema Corte”.

No documento, a OAB acrescenta que “justamente por se tratar de solução institucional extraordinária, concebida para responder a circunstâncias igualmente extraordinárias, sua condução e permanência no tempo reclamam cautela ainda maior”.

É preciso que se repita: assim como os atos institucionais extraordinários da ditadura militar nunca foram legítimos, também jamais houve licitude nessas “soluções institucionais extraordinárias, concebidas para responder a circunstâncias igualmente extraordinárias”, que o STF inventou a partir de 2019, ofendendo os princípios constitucionais que deveriam reger o Brasil.

Afirmar que a democracia brasileira não dispunha de mecanismos legais suficientes para combater ameaças circunstanciais e que, por isso, era preciso encontrar atalhos inconstitucionais, é discurso falacioso de gente oportunista, destinado a amedrontar um rebanho de ingênuos. O reconhecimento de qualquer legitimidade no inquérito das fake news e nos seus assemelhados é deixar o caminho aberto para que a história se repita.

De qualquer forma, a iniciativa — tardia — da OAB aponta para uma luz no final do túnel, e esperemos que a maioria dos ministros do STF caia em si para que saiamos deste período obscuro.

[Quadro da Quarta] “O Concerto”, Nicolas Tournier, 1630-1635

Atualmente no Museu do Louvre. 

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Construção do Palácio de Versailles 
Paisagem mediterrânica 
O menestrel no seu jumento 
Henri de La Rochejaquelein combatendo em Cholet, 17 de outubro de 1793 
Somnambulant

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

[Livros & Leituras] Les nouveaux antisémites – Enquête d’une infiltrée dans les rangs de l’ultragauche

Nora Bussigny, Éditions Albin Michel, Paris, octobre 2025, 272 pages.

Le livre de Nora Bussigny est insupportable à lire; c'est justement pour cela qu'il faut le lire.
Les Echos

Prix Edgar Faure 2025 du livre politique

Depuis le massacre du 7 octobre 2023, la machine s'est emballée. Avec la perspective des élections municipales de 2026 puis des présidentielles de 2027, les digues fragiles du « vivre-ensemble » ont cédé.

De certains campus universitaires aux bancs de Sciences-Po, des municipalités où agissent des organisations liées à l'islam radical aux meetings de La France insoumise, Nora Bussigny a infiltré manifestations, groupes de paroles, happenings, boucles Telegram en France, à Bruxelles et à Columbia, là où sévissent les rangs les plus radicaux de l'ultra gauche.

Le tableau qu'elle brosse est glaçant : sous couvert d'antisionisme, c'est l'antisémitisme qui sévit.

Mais de qui et de quoi est-il le nom ? 

Nora Bussigny est journaliste d'investigation. Elle est l'auteure des Nouveaux Inquisiteurs (Albin Michel, 2023), enquête spectaculaire au coeur du militantisme dit « woke ». 

Segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026: 48.978 acessos!

Russia Faces Five Geostrategic Challenges As The Special Operation Enters Its Fifth Year

Andrew Korybko 

As it’s always done, Russia is expected to ensure its sovereignty, security, and thus its survival through the creative interplay between its political, military, intelligence, diplomatic, expert, and civil society communities

Russia’s special operation against NATO-backed Ukraine just entered its fifth year. The last three anniversaries were reflected upon herehere, and here, and keeping with tradition, the present piece will review what happened over the past year and forecast what might be come in the next one. Generally speaking, Russia now faces five geostrategic challenges that are expected to shape its approach towards the US-mediated peace talks with Ukraine and its grand strategy overall, namely:----------

* NATO Influence Is Poised To Expand Along Russia’s Entire Southern Periphery

Last August’s “Trump Route for International Peace and Prosperity” (TRIPP) along Armenia’s southern Syunik Province has the dual function of a NATO military-logistics corridor through the South Caucasus to Central Asia. Spearheaded by member state Turkiye with allied Azerbaijan serving as the launchpad across the Caspian, TRIPP threatens to revolutionize Russia’s regional security situation for the worse if these threats aren’t contained, especially if it emboldens Kazakhstan to follow in Ukraine’s footsteps.

* The US Supports The Revival Of Poland’s Long-Lost Great Power Status

September 2025 Was The Most Eventful Month For Poland Since The End Of Communism” for the 18 reasons enumerated in the preceding hyperlinked analysis, which set Poland up to play a central role in the US’ National Security Strategy for containing Russia after the Ukrainian Conflict ends. It already has the EU’s largest army, is located in the middle of pivotal military-logistics corridors, and is very eager to revive its long-lost Great Power status and attendant historical rivalry with Russia at Moscow’s expense.

* The EU Is Unprecedentedly Militarizing And Upgrading Its Military-Logistics

De facto EU leader “Germany Is Competing With Poland To Lead Russia’s Containment” in no small part through the nearly $100 billion in defense procurement projects that it approved last year alone. The EU as a whole is also militarizing too with the help of the €800 billion “ReArm Europe Plan”. To make matters even more concerning for Russia, the “military Schengen” for optimizing the dispatch of troops and equipment towards its borders continues apace, with the Baltic States newly committing to join this too.

Rio de Janeiro: O valor da imagem e o futuro da cidade

O presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Josier M. Vilar, defende a preservação da imagem internacional da cidade e alerta para retrocessos simbólicos após publicidade em hotel de Ipanema

O Rio de Janeiro travou, ao longo das últimas décadas, uma batalha silenciosa, porém estratégica, pela sua reputação internacional. Houve um período em que campanhas promocionais equivocadas ajudaram a consolidar no exterior um imaginário reducionista: o de que a cidade estaria associada a uma ideia de sensualidade permissiva como ativo turístico central.

A revisão dessa narrativa foi fundamental.

A Embratur e os órgãos estadual e municipal de turismo reformularam suas estratégias de comunicação, retirando imagens e conceitos que reforçavam estereótipos.

Passou-se a destacar aquilo que verdadeiramente nos define: patrimônio natural único, diversidade cultural, potência criativa, vocação para grandes eventos, capacidade empresarial e relevância econômica.

Essa mudança não foi apenas estética — foi civilizatória.

Cidades competem globalmente por turistas, investidores, talentos e centros de pesquisa. Reputação é ativo econômico. Para uma metrópole que deseja consolidar-se como polo de inovação, energia, economia criativa, saúde e comércio exterior, a imagem internacional não é detalhe: é estratégia.

Ser reconhecida como cidade violenta é profundamente danoso. Mas ser rotulada por um “sex appeal” distorcido também compromete nosso projeto de futuro. Não se trata de moralismo. Trata-se de responsabilidade institucional e proteção social. Narrativas duvidosas podem atrair perfis predatórios, explorar vulnerabilidades e perpetuar desigualdades.

notícia publicada neste Diário do Rio de publicidade exposta nos tapumes de um hotel em Ipanema, com características ambíguas, é um alerta de que precisamos agir preventivamente.

23-2-2026: Oeste sem filtro – OAB acorda e pede fim do inquérito das fake news + Fachin arquiva pedido de suspensão de Toffoli


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[Aparecido rasga o verbo] Emanuelly

Aparecido Raimundo de Souza

NAQUELA MANHÃ, de 11 de fevereiro de 2016 o sol parecia brincar de esconde-esconde entre as nuvens. Emanuelly caminhava pela rua com passos leves, seguia como quem carrega dentro de si um segredo alegre. O vento bagunçava seus cabelos, mas ela não se importava: havia algo de mágico em sentir o mundo se mover ao seu redor. O padeiro acenou, a vizinha sorriu, e até o cachorro da esquina latiu como se a saudasse. Emanuelly tinha esse dom raro de transformar o cotidiano em festa. Não precisava de grandes acontecimentos; bastava um olhar curioso, uma risada espontânea, e pronto: o dia ganhava cor.

Enquanto seguia, reparou numa árvore florida. Parou. Observou. E pensou que talvez a vida fosse exatamente isso: uma sucessão de pequenas pausas, momentos em que o coração se permite admirar o que é simples. Emanuelly sorriu, se abriu altaneira porque sabia que, no fundo, cada instante guardava uma história esperando para ser contada. E assim, entre passos e pensamentos, ela seguia inventando mundos, não com tinta ou papel, mas com a delicadeza de quem sabe que viver é, também, escrever uma crônica invisível todos os dias. Emanuelly tem apenas onze anos, mas já carrega nos olhos a claridade de quem descobre o mundo como quem abre um livro novo.

Há nela uma curiosidade que dança, leve, como o vento que atravessa as manhãs do bairro pacato onde mora com seus pais. Filha de Ana Paula e Ricardo, ela nasceu sob o signo de peixes, em meio a uma história de amizade improvável: um encontro no cotidiano de um posto de saúde, onde Ricardo trabalhava como segurança. Foi ali que a vida, com a sua delicadeza invisível, teceu laços que se transformaram em afeto, confiança e companheirismo. Emanuelle cresceu dentro desse tecido de amizade, se desenvolveu como uma flor que se abre em terreno fértil. Na rua, quando caminha, parece que o mundo se inclina para ouvir seus pensamentos.

[Livros & Leituras] La Furia – Fort comme une bête, libre comme un dieu

#17, janvier-février-mars 2026, Éditions La Furia, Levallois-Perret, 128 pages. 


👍👍👍👍👍

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Canetada final: Fachin enterra investigação e blinda Toffoli

Em uma canetada definitiva, o presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, assinou o atestado de óbito da investigação que tirava o sono do ministro Dias Toffoli.


O processo AS 244 (Arguição de Suspeição), sob rigoroso sigilo, era o ponto de colisão entre a Polícia Federal e a cúpula do Judiciário.

A PF colocou sobre a mesa de Fachin um dossiê com mensagens e documentos que mostravam uma conexão direta entre negócios da família de Toffoli - incluindo um resort no Paraná - e o Grupo Master.

Pressionado pelas evidências, Toffoli já havia renunciado à relatoria do Caso Master, cedendo o lugar ao ministro André Mendonça. Parecia um recuo estratégico, mas o movimento de Fachin transformou a retirada em uma vitória total.

Ao decretar o arquivamento sumário e declarar a decisão transitada em julgado - sem margem para recursos de órgãos de controle como a PGR - Fachin não apenas encerrou o processo, ele blindou mais uma vez seus ministros.

A decisão protege completamente Toffoli do alcance da Polícia Federal e inviabiliza o uso das provas colhidas sobre o Grupo Master para fins de persecução penal.

Sem processo ativo, os indícios de transações imobiliárias e mensagens interceptadas perdem força, e qualquer tentativa de reabertura esbarra na coisa julgada.

Ao lacrar o caso, o STF reforça a tese da autoproteção.

Fernando Diniz é demitido do Vasco

A demissão de Fernando Diniz ocorre após a derrota do Vasco da Gama na semifinal do Carioca, contra o Fluminense

Anderson Montalvão

O técnico Fernando Diniz foi demitido do Vasco da Gama após a derrota por 1×0 para o Fluminense, no Nilton Santos, pelo jogo de ida semifinal do Campeonato Carioca. 

Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Fernando Diniz não concedeu entrevista coletiva depois da partida. O anúncio oficial foi feito pelo presidente Pedrinho e pelo diretor de futebol Admar Lopes, que compareceram à imprensa para comunicar o desligamento.

Em pronunciamento, Pedrinho agradeceu ao treinador pela dedicação ao Clube. Ele também informou que Bruno Lazaroni assumirá interinamente até a chegada de um novo comandante.

“Venho informar o desligamento do Fernando Diniz como treinador do Vasco. Quero fazer um agradecimento por todo o carinho que ele teve comigo e pela instituição. Num momento bem difícil do clube, ele aceitou o convite e encarou o desafio e o projeto do Vasco, sempre trabalhando com muito empenho e dedicação, durante muito tempo, com muito esforço para que a gente tivesse bons resultados”, declarou o presidente.