sábado, 4 de julho de 2026

Varig 820: A fumaça que mudou o mundo da aviação

Em 11 de julho de 1973, o voo 820 da Varig, operado por um Boeing 707, se aproximava de Paris quando um incêndio invisível começou a se espalhar pela cabine.

O que parecia um voo normal, rapidamente se transformou em uma das maiores tragédias da aviação mundial.

Master ANULADO? E mais, diretor da PF em VEXAME INTERNACIONAL

No vídeo de hoje vamos comentar a tentativa de anular o caso Master, mas se é pra falar em nulidade, eu tenho umas sugestões.

E mais, a situação extremamente vexatória do diretor da Polícia Federal.

Bora lá?😏 


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O Problema da Escravidão em Efésios 6.5-9

Vitor Grando da Silva Pereira

Há certas passagens na Escritura Sagrada que nos rendem muitos problemas sociais e intelectuais. É natural que seja assim. C. S. Lewis, numa de suas sábias colocações, disse que se a teologia cristã encaixasse muito facilmente na nossa cabeça, a explicação mais provável é que ela não seria outra coisa do que fruto do intelecto humano.

Não é o caso, porém. Trata-se da revelação de um ser que está para muito além de nossa capacidade cognitiva. Dessa forma, considerando nossa finitude e pecado, dificuldades de compreensão certamente surgirão.

O texto de Ef 6.5-9 é especialmente complicado porque parece legitimar a instituição da escravidão e nenhum de nós, claro, poderia admitir tal coisa. Então a crise colocada diante de nós parece ser a opção entre ficar com a autoridade das Escrituras e aceitar a legitimidade da escravidão ou rejeitar a legitimidade da escravidão e rejeitar a autoridade das Escrituras. 

Mas esse é o texto que temos em mãos e é o texto que cremos ser inspirado por Deus. Então, trago aqui alguns pensamentos sobre o problema da escravidão que esse texto nos coloca.

1.      A escravidão aqui não deve ser entendida à luz das imagens horrendas que temos em mente quando tratamos desse assunto. Não se está justificando a tomada à força de pessoas de outros continentes, por motivação racial, para subjugá-lo a um regime especialmente opressivo sob o rigor da chibata.

2.      Alguns estudiosos estimam que os escravos correspondiam a um terço da população de uma cidade como Éfeso. Escravos geralmente eram considerados parte da família. Por isso, Paulo instrui os escravos no contexto familiar1. No mundo antigo, muitos se submetiam voluntariamente à escravidão diante da alternativa da fome. Então, qual é a solução imediata possível a um cristão nesse contexto? A incitação à insurreição seria uma ilusão irresponsável. Por isso, Paulo propõe algo acessível e imediato: tratar de modo digno e humano o seu escravo.

3.      O cristianismo sempre foi uma força histórica contrária à escravidão. Após a conversão do Imperador Constantino, o Império institui leis flexibilizando a escravidão. Constantino criou o instituto da “manumissio in ecclesia“, que foi uma forma de alforria estabelecida no Império Romano que conferia liberdade e cidadania a escravos através de um ritual religioso na igreja, marcando a importância crescente do cristianismo e a busca por soluções mais humanitárias para a escravidão. Essa instituição ligava o ato jurídico da libertação a um contexto espiritual, associando o perdão e a caridade cristã ao gesto de alforria; assim, a liberdade passou a ter mais do que um valor civil, mas um valor sagrado.

Reviravolta! Fernando Seabra desfaz acordo com o Vasco e fica no Coritiba

Após encaminhar acordo com o Vasco da Gama até 2027, o técnico Fernando Seabra desiste e seguirá no Coritiba

Aniele Lacerda 

Fernando Seabra não será treinador do Vasco na sequência da temporada. O profissional tinha tudo certo para assinar contrato com o Clube carioca até o fim de 2027. 

Foto: Marcos Ribolli

No entanto, as diretorias de Gigante da Colina e Coritiba não chegaram a um acordo para o pagamento da multa rescisória. Diante disso, segundo apuração do Globo Esporte, Seabra desistiu do acordo com o Vasco e seguirá na capital paranaense.

Para contratar o treinador, o Cruzmaltino aceitou arcar com a multa rescisória, cerca de R$ 4 milhões, e Fernando Seabra chegaria ao Rio de Janeiro na noite da última quinta-feira (2). Todavia, o time paranaense queria receber o montante à vista, mas a equipe carioca desejava parcelar o valor.

Com a exigência do Coritiba, que não flexibilizou a pedida inicial, o técnico comunicou que permaneceria no clube. Assim, o Vasco segue sem um nome certo para assumir o comando técnico da equipe na sequência da temporada.

Título e Texto: Aniele Lacerda, Vasco Notícias, 3-7-2026

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Gerson Freire

Há onze anos atravessei o Atlântico levando comigo a história da minha família. Vim para Portugal com uma mala de sonhos, mas sem imaginar que, com o tempo, descobriria algo ainda maior: não estava deixando um país para trás; estava ampliando as minhas raízes.

Os meus avós fizeram o caminho inverso. Partiram de Portugal em busca de um futuro no Brasil e ali construíram uma nova história. Hoje, de certa forma, completei esse círculo. O destino devolveu um dos seus descendentes à terra de onde tudo começou.

Durante muito tempo me perguntaram de onde eu era. Hoje, a resposta é simples: sou luso-brasileiro.

Sou brasileiro na espontaneidade, na alegria, na criatividade e na capacidade de recomeçar. Sou português no respeito pela história, na perseverança, no sentido de pertencimento e na consciência de que as raízes importam.

Não preciso escolher entre uma bandeira e outra, porque ambas contam a minha história. O verde e amarelo falam da terra que me formou. O verde e vermelho lembram a terra que acolheu meus sonhos e onde reconstruí parte da minha vida.

Hoje a minha família vive dos dois lados do oceano. O Atlântico já não nos separa; ele nos une. É uma ponte que liga gerações, memórias e afetos. Em cada viagem, não sinto que estou partindo ou chegando. Apenas volto para casa — uma das minhas casas.

3-7-2026: Oeste sem filtro – M prorroga prisão domiciliar de Bolsonaro


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[Versos de través] Visão

Manuel Cândido Pimentel 

Vejo-te numa ilha branca, vestida do azul das hortênsias 
que tanto amavas… Ah bela ah piedosa ah cheia de luz, ave!
a teus pés suspenso fico, e um rumor de anjos acorda em mim,
o mesmo rumor que tinham os teus lábios na noite de núpcias.
Vejo-te branca de luz numa ilha azul, e o teu vestido esvoaça
ao som de serafins, e os vales da ilha ecoam cânticos,
e o mar agitando-se salmodia…
Só eu, querida, não estou nesse sonho. Eu caí desamparado
neste lado da vida quando fui tocado pela tua morte e não te segui.
Vejo-te numa ilha de hortênsias
e as hortênsias são de luz
e a luz vem do teu nome
ao lado de deus.
Ah bela ah piedosa ah cheia de graça, ave!

Manuel Cândido Pimentel, Casa da Calçada, 16-1-2024 

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Memória 
A voz dos búzios 
Tudo me fala 
Sétimo dia da Paixão

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Distopia do Reino Unido: Cidadãos revoltados com abuso sexual de uma menina de 14 anos são presos por mais tempo do que imigrante que cometeu o crime

Paulo Hasse Paixão

Um pai de família e treinador de futebol juvenil foi condenado a dois anos e nove meses de prisão depois de ter entrado em confronto com a polícia durante protestos em frente a um hotel em Essex que alberga requerentes de asilo. Entretanto, o imigrante etíope cujos abusos sexuais contra uma rapariga de 14 anos e uma mulher desencadearam estes protestos recebeu apenas 12 meses de prisão.

Esta é a face da justiça invertida na Grã-Bretanha de hoje. Os cidadãos nativos que se opõem às consequências da imigração descontrolada enfrentam punições mais severas do que os estrangeiros cuja comportamento criminoso provocou a sua indignação. 

Ao mesmo tempo, as diretrizes oficiais do governo classificam a crença de que a cultura ocidental enfrenta uma ameaça da imigração em massa como uma forma de extremismo, merecedora de repressão policial e judicial.

Hadush Gerberslasie Kebatu, um cidadão etíope que chegou ao Reino Unido num pequeno barco, estava hospedado no Hotel Bell, em Epping. Em julho de 2025, abordou uma rapariga de 14 anos sentada num banco, tentou beijá-la, fez comentários sexualmente explícitos e, posteriormente, voltou a agredi-la. Também agrediu sexualmente uma mulher que se ofereceu para o ajudar na produção de um currículo vitae.

Merz manda e Macron chora: projeto de caça franco-alemão cai antes da decolagem

Afonso Belisário 

Numa decisão que deixou os fornecedores europeus da defesa furiosos e as autoridades francesas em choque, Berlim declarou oficialmente o projeto do caça franco-alemão — a jóia da coroa da autonomia estratégica europeia — morto ainda antes de nascer: Paris e Berlim estão a cancelar este programa de defesa crucial, desferindo o que só pode ser descrito como um golpe certeiro no legado de Emmanuel Macron.

O projeto, parte do Sistema Aéreo de Combate Futuro (FCAS), deveria ser a resposta ousada da Europa aos F-35 americanos e a tudo o que russos e chineses estão a desenvolver nos seus esconderijos secretos nas montanhas. Em vez disso, tornou-se num case study de disfunção continental: anos de reuniões, milhares de milhões de euros desperdiçados, só para a Alemanha acabar por dizer “Nein, danke”.

Quase se ouvem os fantasmas de Carlos Magno a chorar à distância.

Apesar do espetacular fracasso da componente de caças, as autoridades não descartaram por completo a continuidade da cooperação em drones e nos sistemas de de “combat clouds”. Isto é o equivalente geopolítico a terminar um casamento, mas concordar em continuar a partilhar a conta da Netflix.

O pragmatismo alemão colidiu mais uma vez com a mania das grandezas francesa, como um Volkswagen Golf a bater num Citroën que se identifica como uma nave espacial. Berlim, aparentemente cansada de subsidiar os sonhos de uma França eterna a dominar os céus, decidiu que investir mais dinheiro num jacto que existe sobretudo em projetos de CAD e nos discursos de campanha de Macron já não era sustentável. A França, naturalmente, retrata isto como uma traição ao sagrado projeto europeu.

[Aparecido rasga o verbo] A Pipa e a Nuvenzinha chorona

Aparecido Raimundo de Souza

CORRIA UMA MANHÃ encantadora no município de Nossa Senhora dos Enforcados, ou mais precisamente no bairro da Cascata Encantada. Era um dia esplendoroso, desses em que o vento vem lá das bandas do morro da Menina da Cabeça Pelada, encimado por um céu que parecia ter sido mesclado de azul com um pincel de pelos macios. No campinho de futebol, onde a grama verdinha tentava fugir do calor, o pequeno João Eduardo, um menino de oito anos armou a sua Pipa. Um dia antes, ele pediu para a sua vó Lucia comprar papel crepom amarelo como o sol das cinco da tarde se despedindo para ir embora.

João Eduardo no fabrico da sua Pipa, usou as varetas de bambu fininhas, cortadas do sitio do Tio Dininho, fez um rabo de meia dúzia de fitas coloridas que batiam em seu rosto como pequenas bandeiras. Pronta a sua mais nova diversão, o pequeno correu para o campinho onde jogava bola. Segurava a linha com as duas mãos, e aos poucos, com jeito, deixou que a Pipa saísse do chão e subisse. Radioso o seu “papagaio” (1) voou acima dos telhados vermelhos do humilde bairro e seguiu altaneiro.  De repente, lá no mais distante que os olhos quase não podiam enxergar, árvores frondosas balançavam com o vento de concepção enfraquecida. Mais aquém até que as aves que passavam rápidas como se tivessem pressa de chegar em lugar nenhum, a Pipa finalmente alcançou o espaço.

Ela amava aquilo. O espaço. O pequeno João Eduardo idem. Aliás, ele sentia o ar passando por debaixo do seu “brinquedo voador” (2), e isso o fazia leve, quase sem peso, tal como a linha branca que o ligava do carretel à Pipa, como se fosse apenas um carinho, e não uma prisão. A Pipa por seu turno, livre, leve e solta, queria chegar cada vez mais perto do sol. De repente, nessa “esvoação” avistou, um pouco afastada de todas as outras, uma nuvem muito pequena do tamanho de um travesseiro de neném, Era essa nuvem, toda branquinha e fofa. Num dado momento, a Pipa percebeu que a nuvenzinha chorava. Se debulhava, a coitadinha, num derramar de lágrimas baixinho e profundamente sentido.

Todavia, sem fazer barulho. Deixava cair dos seus cantos, quase imperceptíveis, um líquido miúdo, na verdade, lágrimas fininhas como fios de cabelos, que desciam devagar e desapareciam no ar antes de tocar o chão da estrada que levava para as bandas das ruinas da Igreja de São José do Pescoço Comprido. As outras nuvens, as grandes e folgadas, aquelas metidas a bestas, passavam por ela e nem a olhavam. Algumas iam correndo para o norte, outras paravam para jogar beijos para o sol. Nenhuma, verdade seja dita, se detinha para perguntar por qual motivo a pequena se debulhava em pranto lastimoso e plangente.

William Gomes marcou o Golo do Ano

Remate certeiro em Alvalade foi eleito o Melhor da Liga pelos adeptos

O remate certeiro de William Gomes em Alvalade, frente ao Sporting (2-1), foi eleito o Golo do Ano da Liga Portugal 2025/26. O pontapé do extremo brasileiro no clássico da quarta jornada, que já tinha sido distinguido com o prémio mensal de agosto, foi o mais votado pelos adeptos no site do organismo que tutela a principal competição nacional.


O golo do número 7 do FC Porto superou a concorrência do colega Borja Sainz em Alverca - o melhor em dezembro -, de Matija Mitrović (Vitória SC), Heorhiy Sudakov (Benfica), Geny Catamo (Sporting), Rodrigo Pinheiro (FC Famalicão), Gustavo Silva (Vitória SC) e de Daniel Bragança (Sporting).

“É um prazer imenso estar aqui a receber este prémio. Quero agradecer a Deus, à minha família, aos meus amigos, aos meus companheiros de equipa e a todo o staff do FC Porto, que foi muito importante na temporada 2025/26. Estou muito feliz, mas agora vamos virar a página porque a próxima época promete. Obrigado a todos", declarou o atleta de 20 anos após receber o galardão na gala Liga Portugal Awards.

Título, Imagem e Texto: FC Porto, 2-7-2026, 20h47 

O Gol

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Imaginem esse mesmo cenário no governo Bolsonaro, com um de seus filhos citado na investigação!

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Poland Could Quickly Denazify Ukraine Without Firing A Single Shot But Tusk Refuses To Do So

Andrew Korybko 

All that he has to do is threaten to stop having Poland serve as the transit state for 90% of Ukraine’s military-technical imports from NATO, which would either be sufficient for Ukraine to comply before they’re cut off or it would likely do so shortly thereafter, but he lacks the political will.

The denazification of Ukraine is one of Russia’s explicitly stated goals in the special operation, yet it’s remained elusive ever since the UK and Poland sabotaged spring 2022’s peace deal due to their joint desire to inflict a strategic defeat on their historical (millennium-long in Poland’s case) Russian rival. Lavrov vaguely elaborated on Russia’s understanding of this objective in spring 2025 by suggesting that his country now envisages denazification to mean restoring the rights of Ukraine’s Russian minority.

This can only be achieved through domestic legal mechanisms, which is why spring 2022’s draft peace deal contained relevant clauses to this effect. Russia never planned to occupy all of Ukraine, impose full denazification, and then uphold it through an indefinite law enforcement operation across the country. Military force is seen by Russia only as a means to coerce Ukraine into doing what’s demanded of it in this regard. Russia’s aforementioned difficulty in denazifying Ukraine is nowadays relevant for Poland.

Zelensky’s state-level glorification of the Volhynia Genocide’s OUN-UPA culprits sparked a political crisis in their ties that continues spiraling by the day. The ruling liberal coalition’s Defense Minister recently declared that “With Bandera, Ukraine will not join the European Union”, thus showing how public opinion in this issue is causing his government to harden its stance towards Ukraine. 74% support conservative President Karol Nawrocki’s revocation of the Order of the White Eagle from Zelensky.

Ukraine’s consequent transformation into an anti-Polish state, which wasn’t inevitable but was helped along to a large degree by Germany as explained here, is now a daily source of discussion among Poles and will likely remain so indefinitely due to Zelensky’s plan to establish a “National Pantheon”. Many expect that such infamous anti-Polish figures as Stepan Bandera and Roman Shukhevich will be honored along with Andrey Melnik, whose remains were recently repatriated and reburied with honors.

Por que as mulheres tendem à esquerda?

Leandro Ruschel

Existe um fato político tão constante que já deveria ser banal, mas continua tratado como tabu: as mulheres, em média, votam mais à esquerda do que os homens. Não é fenômeno de uma eleição nem de um país. Aparece nos Estados Unidos, na Europa, no Brasil, década após década. E quando um padrão é assim tão universal e estável, a explicação honesta não pode ser a conjuntural, o marketing de um candidato, a pauta da semana. Tem que ser mais profunda. Tem que mexer com a natureza humana. E é aí que o debate fica proibido, porque a esquerda construiu sua hegemonia sobre o dogma de que homem e mulher são idênticos, e que toda diferença é “construção social”. Admitir que há diferenças biológicas e psicológicas reais, com consequências políticas, é, para eles, heresia.

Pois vamos à heresia

A psicologia da personalidade trabalha há décadas com cinco grandes traços, o modelo dos Big Five. Convém fixar os termos no original em inglês, porque as traduções variam muito. Estudos transculturais robustos, como o clássico de Costa, Terracciano e McCrae, mostram que as mulheres pontuam em média mais alto em dois deles: agreeableness, a amabilidade, a disposição a cooperar e priorizar o outro; e neuroticism, o neuroticismo, que não é “ser neurótica” no sentido popular, mas maior reatividade emocional, mais propensão à ansiedade e ao medo. Os homens pontuam mais alto em assertiveness, a assertividade, que pertence a outro traço, a extroversão: a inclinação a se impor e a confrontar. Isso não é opinião de comentarista. É um dos achados mais replicados da psicologia, e aparece com mais força, não menos, justamente nos países mais igualitários, o que derruba a tese de que seria fruto da opressão.

Jordan Peterson, que é psicólogo clínico, popularizou um ponto decisivo. Ele divide a amabilidade em duas faces, a compaixão e a polidez. Num estudo de 2010 do qual é coautor, mostrou-se que elas puxam para lados opostos: a compaixão se associa à esquerda e ao igualitarismo, a polidez ao conservadorismo e à tradição.

Eu não estou dizendo que “ser amável faz a pessoa de esquerda”. Isso seria falso. Os dados são mais finos. As mulheres pontuam mais alto nas duas faces, mas a diferença é muito maior na compaixão: é na sensibilidade ao sofrimento do vulnerável que os sexos mais se separam, enquanto na polidez a distância é pequena. Como as duas faces puxam para lados opostos, vence a que pesa mais, e nas mulheres é a compaixão. Não por acaso, Peterson observa que a adesão ao “politicamente correto” é prevista justamente pela compaixão: a tendência a ver grupos como oprimidos indefesos e seus supostos opressores como predadores cruéis, a ponto de tratar uma opinião negativa sobre um grupo como “agressão” e querer criminalizá-la.

Os bastidores do ‘sim’: Como o Vasco fechou o acordo com Fernando Seabra e os detalhes da negociação

Cadu Costa 

Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Gazeta Press

Vasco da Gama encaminhou de forma oficial a contratação de Fernando Seabra para assumir o comando técnico da equipe profissional. Uma reunião realizada no fim da tarde desta quarta-feira, dia 1º de julho de 2026, foi o fator decisivo para destravar as últimas cláusulas burocráticas e selar o acordo entre as partes. Conforme informações do portal ge, o vínculo assinado por Seabra com o clube carioca terá validade estendida até dezembro de 2027.

O novo comandante chega para preencher a vaga de Renato Gaúcho, demitido no dia 18 de junho após um desgaste interno com o elenco. A busca da diretoria havia focado inicialmente em Franclim Carvalho, mas a forte instabilidade jurídica da Vasco SAF melou o negócio que estava verbalmente alinhado com o profissional do Botafogo.

Como a cúpula vascaína não recebeu respostas do português no prazo estipulado, a proposta foi retirada e Fernando Seabra passou a ser tratado como o plano A da pasta esportiva, chegando ao Rio de Janeiro com dois auxiliares, um preparador físico e um analista de desempenho.

Como o Vasco costurou o acordo com Fernando Seabra nos bastidores

A investida do Gigante da Colina começou na última terça-feira, quando o interesse virou uma proposta oficial direcionada ao estafe de Fernando Seabra. Ciente da responsabilidade, o primeiro pedido do treinador foi para que os dirigentes cariocas ligassem imediatamente para o head esportivo do CoritibaWilliam Thomas, e para o coordenador Jorge Andrade, evitando surpresas na equipe paranaense. O contato foi realizado pelo CEO Fred Luz e pelo diretor Admar Lopes, que assustaram a diretoria do Coxa com os valores e a sinalização de pagar a multa rescisória de R$ 4 milhões.

Na manhã de quarta-feira, Seabra comandou o treino normalmente no CT da Graciosa e, logo após a atividade, avisou aos paranaenses que conversaria com os cariocas no período da tarde. Por volta das 17h, o empresário do técnico desembarcou em Curitiba e foi direto para a residência do profissional para alinhar as tratativas por telefone. Seabra viveu momentos de forte tensão e apreensão, balançando entre a estabilidade do projeto da SAF do Coritiba e o salto de patamar financeiro proporcionado pelo Vasco.

Marcos Lamacchia abre o jogo sobre compra do Vasco e ataca política do Clube

Interessado na compra da SAF do Vasco da Gama, Marcos Lamacchia fala sobre Pedrinho, intervenção judicial e atual situação do Clube

Aniele Lacerda

Interessado na compra da SAF do Vasco, Marcos Lamacchia [foto] abriu o jogo sobre a atual situação do Clube. O empresário concedeu uma entrevista exclusiva a Diogo Dantas, do O Globo, e falou sobre vários assuntos, entre eles o afastamento de Pedrinho. 

Assim, em um dos tópicos, Lamacchia revelou que em menos de 24 horas após o afastamento do presidente do Gigante da Colina, ele recebeu o contato de Silvio Almeida. O ex-VP de finanças do Clube propôs alterações nos termos do acordo da eventual compra da SAF.

– O que mais espanta é que em menos de 24 horas após a decisão judicial que afastou o Pedrinho, o Silvio Almeida (ex-vice de finanças) procurou minha equipe para mudar os termos do acordo. Silvio é sócio do Carregal (ex-vice jurídico) e do Marco Schroeder, presidente do Conselho Fiscal da SAF, o mesmo que elaborou o parecer que preparou o caminho da ação que afastou o Pedrinho – disse Marcos Lamacchia. 

Pedrinho é fundamental para venda da SAF

Ainda durante a entrevista, Lamacchia deixou claro que a compra da SAF está 100% condicionada ao retorno do presidente Pedrinho ao comando do Clube. Além disso, destacou que o mandatário foi fundamental para o interesse do grupo em investir no Vasco.

– Sem dúvida. 100%. Iremos concluir a negociação com ele, que nunca deveria ter saído, e sequer havia motivo. Mas temos que deixar claro que em nenhum momento colocamos o Pedrinho à frente da instituição. Escolhemos o Vasco pela sua grandeza, história e torcida. Some-se a isso o fato de que o Pedrinho e sua equipe conduziram as negociações com seriedade e transparência do início ao fim. O Pedrinho foi o responsável por criar nosso interesse no Vasco e manter esse interesse nos momentos que mais nos desiludimos, como o atual. Por isso causa estranheza uma decisão judicial que aponta falhas de governança justamente contra esse grupo – revelou o empresário.

1-7-2026: Oeste sem filtro – Vorcaro tentou calar jornalista que sabia do esquema do Master + Vitória de Carla Zambelli + Polícia Civil isenta Bolsonaro


📌
PAUTAS DO PROGRAMA DE HOJE: 

Senado x STF: Alcolumbre defende Jaques Wagner, reclama de ataques e aciona o Supremo no caso Master. 

Operação da PF: Buscas contra ligados a Sóstenes (líder do PL) por suspeita de "lastro retroativo" de dinheiro vivo.  

Mudanças no STF: Gilmar minimiza atritos e Fux assume a Segunda Turma, podendo mudar os rumos do caso Master.  

Bolsonaro e Moraes: Polícia Civil isenta Bolsonaro por arma em casa, mas Moraes pede nova posição da PGR. 

Eleições 2026 e Campanhas: Caiado anuncia Kassab como vice; Marco Aurélio de Carvalho (Prerrogativas) coordena campanha de Lula em SP. 

Guerra PT x PL: PT aciona Flávio Bolsonaro por carta sobre transição; PL aciona TSE contra Lula por falas em SC. 

Carla Zambelli: Justiça da Itália anula decisão de extradição; novo julgamento à vista. 

Mais destaques: EUA impõe sanções a brasileiros ligados ao PCC; Flávio Bolsonaro foca em eleitorado feminino; Romário abre mão de salário na Copa.

[Fotografando por aí] À janela

Foto: Aluga-se Dono, 26-6-2026

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Fátima
25 de Abril 
Ellie 
Arco-íris 
Tentando um duplo twist carpado

[Viagens & Destinos] O melhor São João de Portugal: nossa experiência no Porto

Neste vídeo, levamos você para viver a experiência única do São João no Porto, em Portugal! Exploramos as tradições mais autênticas dessa festa incrível, desde a caminhada de Vila Nova de Gaia até a travessia da icônica Ponte Dom Luís I.

Mostramos de perto como é o clima nas ruas, a famosa tradição dos martelinhos, os balões iluminando o céu (que fazem até o espaço aéreo fechar!) e as comidas típicas indispensáveis, como o caldo verde e a sardinha assada. 

Acompanhe nossa primeira vez nessa celebração que mistura a energia do carnaval com o espírito de ano novo.
Registramos o espetáculo dos fogos de artifício à meia-noite e a multidão vibrante que toma conta da Ribeira.
Se você planeja visitar o Porto ou quer saber como os portugueses comemoram o São João, este guia completo é para você.

#SaoJoaoNoPorto  #Portugal  #Viagem  #VlogDeViagem  #PortoPortugal  #festaspopulares

00:00 - Onde estacionar Motorhome em Gaia

01:35 - A tradição dos Martelinhos (Preços e Dicas)

05:35 - Como é o clima nas ruas do Porto

06:33 - Provando o famoso Caldo Verde Português

07:45 - O espetáculo dos Balões de São João

12:15 - A hora da martelada: Tradição e Diversão

15:20 - Coxinha brasileira na festa portuguesa

29:30 - Show de Fogos na Ponte Dom Luís I

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Jiang Xueqin explica e desmistifica a China

Paulo Hasse Paixão 

No curto documento vídeo que publicamos no fim deste texto, o Professor Jiang Xueqin diz tantas verdades ao mesmo tempo, principalmente sobre a China (o que foi e o que é) que até custa a assimilar as verdades tantas que ele diz. Xueqin tem esta vantagem enorme, para além daquelas com que foi agraciado geneticamente, que é a do seu percurso: um sino-canadiano formado na Ivy Leage; ou seja, um astronauta de vários mundos, filósofo híbrido de culturas e ensinamentos, condição que lhe permite ver tudo de um ponto de vista quase extraterrestre. 

Uma boa parte do clip tem até a ver com assuntos históricos e culturais sobre os quais o Contra já deixou nota concordante com aquilo que é dito por Xueqin, que tem substancialmente a ver com os chineses serem bem mais materialistas e imediatistas do que parecem, menos estrategas do que os consideramos e continuarem comportar-se dentro do modelo cultural confuciano: uma nação que se considera, compreensivelmente, dada a sua escala humana e geográfica, o centro do mundo (o ‘Império do Meio’), e que nesse sentido considera que não tem nada a aprender com os outros e tudo a ganhar com a rigidez hierárquica, o respeito pelo seu legado histórico e a as sua convicções profundamente nacionalistas.

No século XIX, a China, tecnologicamente inferior às potências ocidentais, foi humilhada por teimar no seu estático tradicionalismo, recusando valorizar a inovação científica e tecnológica. No século XXI, apresenta-se orgulhosamente como o motor mundial da inovação, e por isso continua a não ter nada que aprender com os outros, ou até que se preocupar com eles.

É a história de duas arrogâncias, na verdade. Se bem que, num caso como noutro, garantiu e garante supremacias que se estendem no quadro cronológico da história universal e são difíceis de restringir ao âmbito regional. A China, para todos os efeitos, será agora a primeira potência global. Como aliás se via a ela própria antes dos ingleses concluírem as Guerras do Ópio ao subirem, impunemente, com a sua frota devastadora de canhões, o Rio Bai até Beijing.

[Quadro da Quarta] As moças da margem do Sena

“Les demoiselles du bord de la Seine (été)”, Gustave Courbet, 1857, Musée des Beaux-Arts de la Ville de Paris, Petit Palais. 

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Cristina de Pisano 
Maria Antonieta levada para o Cadafalso 
Romeu e Julieta 
Henry Fielding (* 22-4-1707 – † 8-10-1754) 

ADF Internacional assume defesa de casal condenado por homeschooling e diz que sentença é ‘100% ideológica’

Filhas de Adauto e Ieda Denardi estudando em casa. Foto cedida pela família à ACI Digital

Nathália Queiroz

A organização de defesa jurídica da liberdade religiosa Alliance Defending Freedom (ADF International) assumiu a defesa de Ieda Cristina Denardi e Adauto José Denardi, condenados a 50 dias de prisão, em regime semiaberto, por educarem as duas filhas durante três anos em casa, no sistema conhecido no mundo todo como homeschooling. O caso foi tipificado como abandono intelectual. Para a ADF, a sentença é inédita no Brasil, representa um abuso do direito penal e tem motivação ideológica.

"Nunca antes havíamos nos deparado, em nível internacional, com um caso como este", disse à ACI Digital o assessor jurídico da ADF International para a América Latina, Julio Pohl. "É impressionante que pais tenham sido condenados à prisão simplesmente por educarem seus filhos segundo suas convicções morais e religiosas."

A condenação foi proferida pelo juiz da 2ª Vara Criminal de Jales (SP), Júnior da Luz Miranda. O recurso do casal será analisado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Na semana passada, porém, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu a absolvição dos pais por entender que não houve abandono intelectual.

Segundo Pohl, a condenação é inédita porque, até hoje, famílias que optavam pelo ensino domiciliar enfrentavam, no máximo, medidas administrativas relacionadas à matrícula escolar. "Nunca antes o crime de abandono intelectual havia sido utilizado para condenar pais por praticarem homeschooling no Brasil", disse. “Está tudo errado neste caso. A condenação é totalmente desproporcional e abusiva em relação ao que os pais fizeram."

Ele destacou que o próprio Ministério Público concluiu que "não cabia o crime de abandono intelectual".

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