terça-feira, 31 de março de 2026

Avião faz pouso de emergência em SP após motor explodir

Fragmentos em chamas caíram na área do Aeroporto de Guarulhos, provocando princípio de incêndio

O Dia

O motor de um avião explodiu logo após a decolagem no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na noite deste domingo (29), forçando o piloto a fazer um pouso de emergência. Ninguém ficou ferido.

A aeronave, da Delta Air Lines, operava o voo DL 104, com destino a Atlanta, nos EUA. O trajeto era realizado por um Airbus A330-323, que levava 272 passageiros e 14 tripulantes.

A decolagem ocorreu por volta das 22h49, mas, pouco depois, a tripulação foi alertada sobre um problema em uma das asas.

Imagens mostram o momento em que a turbina esquerda da aeronave pega fogo logo após sair do solo. Com a explosão, fragmentos em chamas se desprenderam e caíram na área do aeroporto, provocando um princípio de incêndio no gramado.

No áudio das gravações, a torre de controle alerta sobre "fogo na asa". O piloto responde: "Nós sabemos, vamos precisar voltar". A aeronave iniciou procedimentos de emergência e retornou ao aeroporto de origem, onde pousou em segurança.

[Aparecido rasga o verbo – Extra] Será que o 31 de março de 1964 saiu definitivamente de cena, ou essa doença maligna continua insepulta e ativa como o 8 de janeiro de 2023?

Aparecido Raimundo de Souza

DESDE A DITADURA (ditadura, entre aspas, a coisa está mais para “dentadura”) de 31 de março de 1964, onde supostamente ocorreu o golpe militar que depôs o presidente João Goulart e instaurou uma merda que segundo relatos durou até 1985. Meu caro leitor e amigo, você acredita nessa lorota? Não importa. A pergunta sustentáculo que não quer calar e nem se encaixar como chave no cu do buraco da fechadura é um só: o que, de fato, mudou nesses sessenta e poucos anos até nossos dias?  Segundo o que lemos nos jornais e em pesquisas que fizemos nas redes sociais, a historinha nos moldes da Branca de Neve e os Sete Anões, foi uma “ruptura institucional” apoiada por setores das Forças Armadas, empresários, parte da imprensa e grupos conservadores, com respaldo dos Estados Unidos. Será? Acaso nesse tempo já existia o câncer Donald Trump?

Entendo que essa historinha para uma matilha de bois, um enxame de vacas, uma biblioteca de bestas e éguas, e uma constelação de jumentos quadrados dormirem fede “malcheirosamente” ou vergonhosamente nos buracos dos narizes daqueles cidadãos que têm vergonha na cara. Ao meu fraco entender, (levando em conta o tenebroso e escabroso, horroroso e de certa forma pitoresco 8 de janeiro de 2023, entre outras avacalhações e aberrações tétricas e inóspitas, vindas à depois), tudo, TUDOOOOOOO... não passou de uma grande esparrela, ou uma bem construída tramoia falsificada, mentirosa e bem engendrada para fazer os “cus fedidos”, os otários e manés, de braços dados com os bocas abertas e atoleimados acreditarem que o brazzzil está nos trilhos, rumo a um amanhã melhor.

Entretanto, cá entre nós, todo esse sombrio tétrico, esse rumor e falatório postiço não vai além de um tremendo “zum-zum-zum” mentiroso, recalcado e falsificado, tipo um amontoado de pratos de comidas vencidos e azedos servidos aos manés e moradores de ruas. Mergulhando às cegas com os óculos sem lentes, no 31 de março de 1964, qual o cenário político que vem à tona?  A figura de João Goulart o (Jango) que defendia reformas de base, como o Emplastro Poroso Sabiá, a Reforma Agrária e a melhor piada de todas, a maior intervenção do Estado na economia, o que geraria resistência das elites conservadoras e militares. Havia forte tensão (ou a Polarização) entre os movimentos sociais (sindicatos, estudantes, ligas camponesas) e setores conservadores (os empresariados e, de lambuja, a Igreja e boa parte da imprensa).

O tal golpe (ou seria a influência externa) ocorreu em plena Guerra Fria, com apoio explícito dos EUA, que temiam uma guinada socialista no Brasil. Mas entre tapas e bordoadas, caralho, o que aconteceu em 31 de março? Um enorme e fantasioso “Movimento militar”. Tropas e Trapas, Tripas e Trepas de Minas Gerais marcharam em fila indiana, (ou seja, uns iam para um lado e outros para a puta que os pariu), não, por favor, me perdoem, seguiam em direção ao Rio de Janeiro, iniciando a ofensiva contra o governo. Nisso, veio à tona, a Banda Calypso, melhor dizendo, o Colapso político: João Goulart perdeu o apoio da esposa, do seu cachorrinho particular, do gatinho de estimação e pasmem, do Congresso e o “mais melhor” mandou para o ralo a aliança entre os governadores estratégicos, ou seja, aqueles da “panelinha” ficando isoladamente sujo e cagado de bosta.

Concorda ou Discorda?

A mentalidade totalitária vai criando raízes na sociedade brasileira

Leandro Ruschel 

Na União Soviética e na Alemanha Oriental, por exemplo, a delação contra opositores do regime era incentivada pelo Estado como dever cívico. Vizinhos denunciavam vizinhos, colegas denunciavam colegas — e os delatores sentiam ORGULHO por contribuir com a "justiça revolucionária". 

Perceba que o sujeito em questão, um perfil no X, não apenas sente orgulho da sua denúncia ter gerado efeito — ele se vangloria publicamente de que Moraes usou exatamente o print do seu post como base para o despacho. Segundo a Gazeta do Povo, o despacho de Moraes sequer cita a postagem original de Eduardo Bolsonaro — cita a captura de tela desse internauta, que dizia: "esse vídeo precisa chegar ao ministro". 

Ou seja, um ministro do Supremo está oficialmente utilizando denúncias de militantes nas redes sociais como gatilho para ações judiciais contra um ex-presidente da República. Mesmo para o padrão persecutório dos últimos anos, é impressionante. 

E a denúncia em si é ridícula. Eduardo Bolsonaro gravou um vídeo durante a CPAC, no Texas, onde disse ao público presente: "Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e eu vou provar para todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento de forma injusta, tirando o seu líder." Trata-se de uma fala retórica, dirigida a uma plateia, em um evento público. Eduardo sequer disse QUANDO o pai veria as imagens. 

30-3-2026: Oeste sem filtro – M intimida Bolsonaro

🚨 O CAOS NA POLÍTICA E NA ECONOMIA: DE ROMBOS BILIONÁRIOS AO CERCO DO STF! 

No programa de hoje, fazemos um raio-X completo das notícias que vão impactar o seu bolso e o futuro do Brasil. O governo Lula fecha o mês com um rombo assustador de R$ 30 bilhões, enquanto prepara um pacote de "bondades" de R$ 403 bilhões em pleno ano eleitoral. De onde vai sair esse dinheiro? 🤔 

Além disso, os bastidores fervendo em Brasília: Alexandre de Moraes avança com novas decisões e multas bilionárias contra caminhoneiros, a defesa de Jair Bolsonaro é encurralada no STF e a CPMI do INSS termina em pizza, lembrando os piores cenários do Mensalão. 

Enquanto a crise política aumenta, Ronaldo Caiado surge como o nome do PSD para a presidência em 2026 e a cidade de Bento Gonçalves dá uma aula ao Brasil, substituindo o Bolsa Família por geração de empregos. 

📌 O que vamos debater hoje: 

[Aparecido rasga o verbo] Um final inesperado

Aparecido Raimundo de Souza

NA PRAÇA, o relógio do outro lado da rua marcava seis horas da tarde quando o primeiro latido ecoou. Logo vieram outros, como se fossem uma espécie de chamado secreto. De repente, a grama se transformou em frente à igreja matriz. A coisa toda virou palco de uma verdadeira orgia canina: patas correndo em todas as direções, rabos abanando como bandeiras de festa, bolas disputadas com a seriedade de uma final de campeonato.

Os donos tentavam manter a compostura, mas impossível não rir diante daquela explosão de alegria. Cada cachorro parecia esquecer o mundo entregue ao prazer simples de existir. A mim me pareceu um caos organizado, uma celebração sem pauta, uma sinfonia de latidos e corridas. E quem passava pela praça, ou cruzava, fosse indo ou vindo, mesmo sem cachorro, acabava parando para espiar. Porque naquela orgia de pelos e patas, patas e pelos, havia uma lição silenciosa: às vezes, a felicidade está em se permitir ao excesso.

Aquele excesso bucólico de brincar, de correr e de viver. O sol de repente, inventou de se despedir atrás dos prédios quando a cidadezinha começou a sua festa secreta. As luzes acenderam em cascata, as vitrines se puseram a piscar, buzinas competindo com risadas, vendedores gritando ofertas como se fossem pregões de carnaval. Era uma outra orgia. Agora a orgia se fazia de sons e cores: o vermelho dos semáforos misturado ao amarelo dos anúncios, o cheiro de pipocas sendo estouradas brigando com o perfume caro que escapava das moças que iam e vinham.

Cada esquina parecia querer ser mais intensa que a outra, como se houvesse uma disputa invisível pelo título de “excesso perfeito”. E no meio desse caos, eu caminhava. Primeiro irritado, depois abatido, e no final das contas, rendido. Havia algo de irresistível naquela desordem: uma celebração da vida em sua forma mais crua, sem roteiro, sem ensaio. A cidadezinha, naquela noite, não se fazia apenas cenário. Virara protagonista de sua própria orgia de existências.

Quase oito da noite, e a feira da praça fervilhava. Bancas coloridas disputavam atenção, cada uma oferecendo sua própria tentação. O cheiro de pastel se misturava ao doce da goiabada, ao caldo verde, as pizzas, enquanto o pregão do feirante competia com o riso das crianças. De repente, percebi: não era apenas uma feira. Ao meu redor se formara uma orgia dos sentidos. Uma explosão desordenada de cores, sons e aromas, todos se atropelando, todos querendo ser protagonistas.

[Livros & Leituras] Front Populaire – La revue de Michel Onfray

Nº 24, Mars-Avril-Mai 2026, Éditions du Plénitre, Levallois-Perret, 160 pages. 

segunda-feira, 30 de março de 2026

Lembrando aos Portugueses


Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!

Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

O que os museus brasileiros têm — e o público não vê

Reservas técnicas abarrotadas contrastam com periferias sem acesso à memória: por que não transformar acervos ocultos em filiais vivas dos grandes museus?

Rafael Azevedo

Há algo de profundamente contraditório na forma como lidamos com o nosso patrimônio cultural: enquanto comunidades inteiras vivem à margem do acesso à memória, milhares de obras permanecem guardadas, invisíveis, nas reservas técnicas dos grandes museus. São acervos cuidadosamente acondicionados, catalogados, estudados — mas não vistos. Patrimônio preservado, mas não fruído. Memória protegida, mas não compartilhada.

Museu de Ciências da Terra, Urca, Rio de Janeiro

As reservas técnicas cumprem uma função indispensável. São o coração invisível dos museus, onde se garante a conservação, a pesquisa e a integridade das coleções. Nenhuma política séria de preservação pode prescindir desses espaços. O problema não está na sua existência, mas na escala do que nelas permanece retido — muitas vezes, a maior parte dos acervos institucionais.

A pergunta, portanto, impõe-se: quantos museus poderiam existir hoje, se parte desse patrimônio ocioso fosse transformado em presença ativa nos territórios que mais carecem de acesso à cultura?

Não se trata de esvaziar instituições centrais, nem de comprometer critérios técnicos de conservação. Trata-se de pensar modelos inteligentes de circulação e descentralização, capazes de levar exposições permanentes ou de longa duração a bairros periféricos, cidades médias e regiões historicamente afastadas dos grandes circuitos culturais. Em vez de um acervo concentrado e invisível, um patrimônio distribuído, acessível e socialmente ativo.

Essa estratégia produziria ganhos em múltiplas dimensões. Do ponto de vista social, ampliaria o acesso à memória e permitiria que comunidades historicamente excluídas se reconhecessem — ou se descobrissem — no patrimônio nacional. Do ponto de vista educacional, criaria novos polos de formação, pesquisa e sensibilização cultural. E, do ponto de vista institucional, consolidaria a presença dos grandes museus brasileiros como referências nacionais efetivas, e não apenas como equipamentos localizados em determinadas capitais.

Rio terá tempo estável e calor moderado até à véspera da Semana Santa

Segundo o Alerta Rio, cidade deve registrar predomínio de sol, poucas nuvens e baixa chance de chuva nos próximos dias

O Dia

A cidade do Rio de Janeiro deve enfrentar uma sequência de dias com tempo estável e temperaturas elevadas até quinta-feira (2), véspera da Semana Santa. De acordo com o Sistema Alerta Rio, a previsão indica predomínio de sol, variação de nuvens e baixos índices de chuva ao longo do período. 

Praça Paris, na Glória, região central do Rio. Foto: Érica Martin/O Dia

Na segunda-feira (30), o céu varia entre parcialmente nublado e claro, sem previsão de chuva. As temperaturas devem ficar entre 18°C de mínima e 30°C de máxima.

Já na terça-feira (31), o cenário se mantém semelhante, com sol entre nuvens e tempo firme. Os termômetros devem registrar mínima de 19°C e máxima de 28°C.

Na quarta (1º), o tempo segue estável, embora haja aumento de nebulosidade ao longo do dia. Ainda assim, não há previsão de chuva. As temperaturas variam entre 20°C e 33°C.

Agentes da Força Municipal passam a atuar na Cinelândia e em outras áreas do Centro

Divisão de elite da Guarda Municipal ainda deve chegar a outras 19 regiões

O Dia

A Força Municipal iniciou, neste domingo (29), a expansão de sua atuação com policiamento preventivo em uma nova área no Centro, que abrange a região da Avenida Presidente Vargas, Campo de Santana, Central do Brasil e Cinelândia. A definição do novo espaço segue critérios técnicos baseados na análise de manchas criminais e dados estatísticos, que priorizam regiões e horários com grande incidência de roubos e furtos. 

A implementação da divisão de elite da Guarda Municipal está sendo realizada de maneira gradual e teve início, no dia 15 de março, em outros dois perímetros: o Jardim de Allah, na Zona Sul do Rio, e a área que inclui a  Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza e a Estação Leopoldina, na região Central.

"O emprego do efetivo segue uma lógica estratégica, sempre orientada por dados operacionais e informações do setor de inteligência. Essa expansão reforça nosso compromisso de atuar de forma complementar às forças policiais, com foco específico na redução de roubos e furtos, que impactam diretamente a rotina da população", destacou o Secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale.

Qual o nome desta doença?

[Sétima Arte] A outra face

A Outra Face (em inglês: Face/Off) é um filme norte-americano de 1997, do gênero ação e ficção científica de 1997, realizado por John Woo, escrito por Mike Werb e Michael Colleary e protagonizado por John Travolta e Nicolas Cage

Travolta faz o papel de Sean Archer, um agente do FBI, cujo maior inimigo é Castor Troy, um terrorista protagonizado por Cage. Numa operação antiterrorismo ultrassecreta, ambos assumem a aparência (e consequentemente a identidade) um do outro.

Foi o primeiro filme com total controlo criativo por parte de John Woo, realizador conhecido pelos seus filmes realizados em Hong Kong. Foi recebido de forma positiva pelos críticos e um sucesso de bilheteira, totalizando $245 milhões a nível global. Foi também nomeado para o Óscar de Melhor Edição de Efeitos Sonoros. 

Duração: 139 minutos

IMDB: 7,3/10 

domingo, 29 de março de 2026

Os Únicos Líderes com Coragem de Enfrentar o Reinado de Terror do Irã

Majid Rafizadeh

Original em inglês: The Only Brave Leaders Standing Against Iran's Reign of Terror
Tradução: Joseph Skilnik 

Durante 47 anos, o mundo aguentou um regime que consistentemente infligiu terror, sofrimento e violência, tanto dentro de suas próprias fronteiras quanto ao redor do mundo. Desde a sua fundação em 1979, a República Islâmica do Irã, construiu a sua identidade em torno da repressão, da brutalidade e da exportação da ideologia radical.

Dezenas de milhares de seus próprios cidadãos foram mortos, torturados ou presos simplesmente por expressarem dissidência ou quererem as liberdades básicas que nós consideramos a coisa mais normal do mundo.

O regime esmagou protestos, silenciou jornalistas e empregou o medo e a intimidação para manter o seu controle sobre o poder.

Gerações inteiras de iranianos viveram sob um aparato estatal que trata a humanidade como algo descartável, contudo, por décadas, a comunidade internacional não só fez vista grossa para esta situação, como também financiou e viabilizou ativamente esse espetáculo de horrores que já dura meio século.

Este é um regime que personifica o terror em todos os níveis, um regime cuja brutalidade não tem paralelo na história moderna e, por demasiado tempo, a sua perversidade permaneceu impune.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, observa um míssil "Quasem Soleiman" durante um desfile militar em Teerã, em 21 de setembro de 2024. Foto: Atta Kenare/AFP via Getty Images

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Lembrando aos Brasileiros


Ouviram do Ipiranga as margens plácidas 
De um povo heróico o brado retumbante, 
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Eduardo Bolsonaro apresenta Flávio no CPAC e dá um passo decisivo no cenário internacional

Ice

No palco do CPAC, nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro não aparece apenas como anfitrião. Ele assume uma posição muito mais clara e simbólica. Sua presença já não é a de um coadjuvante, mas a de alguém que se consolida como um fiel escudeiro, um elo direto entre o movimento conservador brasileiro e o ambiente político internacional. O gesto de apresentar Flávio Bolsonaro carrega mais do que formalidade. Representa um movimento estratégico que mostra maturidade, alinhamento e, principalmente, projeção global. 

Eduardo conduz o momento com segurança, como quem entende o peso daquele espaço. Ele não apenas introduz o irmão, ele sustenta uma narrativa de continuidade, de resistência e de expansão. Fica evidente que há uma construção em curso. O Brasil deixa de ser apenas um tema interno e passa a ser apresentado como parte de um debate maior, que envolve valores, poder e influência no cenário mundial. 

Quando Flávio Bolsonaro assume a palavra, o discurso ganha tom pessoal. Ele fala do pai, Jair Bolsonaro, com a carga de quem viveu de perto cada momento. Não é uma fala distante, é direta, quase íntima, carregada de convicção. A comparação com Donald Trump surge como ponte natural, conectando experiências e criando identificação imediata com o público presente. 

O Brasil é colocado no centro da discussão. Um país grande demais para ser ignorado, com recursos estratégicos e influência suficiente para impactar decisões globais. A mensagem é clara. O que acontece no Brasil não é um evento isolado, é parte de algo maior, algo que pode alterar o equilíbrio entre nações. 

Ao mencionar o atual governo, Luiz Inácio Lula da Silva, o contraste se intensifica. Não se trata apenas de política interna, mas de caminhos distintos para o país. De um lado, uma visão alinhada ao Ocidente e aos valores conservadores. Do outro, um direcionamento que, segundo o discurso, afasta o Brasil desse eixo. 

Censura do CPAC?

Eduardo Bolsonaro

Grande controvérsia no Brasil hoje: gravei minha entrada no CPAC e disse que meu pai veria as imagens. 

Foto: Daniel Cole/Reuters

Eis o “crime”, pois argumentam que meu pai não pode ter acesso a redes sociais - e olha que eu nem disse quando ele as veria.

Não se surpreenda, se eu estivesse no Brasil, Moraes, muito provavelmente, mandaria a sua polícia federal🐶 em minha casa confiscar meu aparelho para, na prática, fazer “fishing expedition”, tentando encontrar algo para me incriminar. 

Título, Vídeo e Texto: Eduardo Bolsonaro, X, 29-3-2026, 3h46

Roubaram bilhões dos aposentados

Leandro Rudchel  

O filho do Descondenado é um dos investigados.

O PT, que se apresenta como "defensor dos pobres", conseguiu enterrar as investigações, com ajuda do Supremo, que se apresenta como "defensor da democracia". 

Na foto, parlamentares petistas e seus aliados aparecem comemorando mais um crime em massa que ficará impune. 


O quanto é preciso ser otário para acreditar nesse pessoal?

Título e Texto: Leandro Ruschel, X, 28-3-2026, 15h02 

[Discos pedidos] Valsas de Strauss

Johann Strauss, em 1887, num retrato realizado por August Eisenmenger. Museu de História, Viena.

Onde é? Qual o nome? 😉

[As danações de Carina] Simplesmente nada além de assustada

Carina Bratt

AQUELE BARULHO INFERNAL veio do nada. Na verdade, foi um estalo seco, como se o mundo tivesse quebrado um galho de uma árvore invisível. O meu coração disparou. Os olhos foram mais longe. Procuraram uma explicação plausível, mas só havia silêncio. O medo não estava no som, pelo contrário, se fazia presente na ausência dele. Assustada, euzinha percebi que não era o estalo seco que me inquietava, mas a lembrança de quantas vezes já havia vivido esse sobressalto: o telefone que tocava de madrugada, a porta que batia sem vento, a notícia da morte de um parente dada sem um remédio anestésico para enganar os resquícios do desassossego.

O susto é sempre maior do que o motivo. E o exórdio, a cada nova meta, se faz maior e mais degradante. E então, como quem ri ‘abestalhadamente’ de si mesma, respirei fundo. Tão fundo que meu estômago quase saiu esmagado pelos fundilhos dos meus ouvidos. Apesar disso tudo, o mundo seguiu igual, mas dentro de mim, bem lá no amago do amago que nem sei onde fica, permaneceu a marca indelével de mais um instante em que o tempo parou, estancou, se deteve, deixou de existir só para me lembrar que estar vivo é também, na maioria das vezes, se assustar, mesmo com uma simples barata com a cara daquele pacato cidadão batizado como Gregor Samsa.

Gregor Samsa, para quem não sabe, surgiu em cena como um modesto e pacato homem do povo. Um ilustre não muito ilustre, mas um desconhecido pra lá de sussa. Caixeiro viajante de profissão, ficou famoso no mundo inteiro por ser ou por se transformar no personagem central daquele famoso escritor austro húngaro de língua alemã, um tal de Kafka. Por conta de uma história escrita em 1912 e tornada pública em 1915. O barulho infernal veio do nada. Como veio do nada, isso dará mais corpo e profundidade ao meu texto. Como disse, foi um estalo seco, tipo assim, como se o mundo tivesse levado um soco e quebrado um galho de árvore de rosto invisível.

sábado, 28 de março de 2026

[Versos de través] Túnel













Fernando de Moraes Gebra

Há dias em que se formam imagens de não existir.
Meu ser esvai-se em correntes líquidas…
Outrora fluidas em circuitos que não compreendo bem
Mas que se espraiam em telas de um cinza embaçado…

Uma ânsia de quimeras onde torres bailam o seu mistério…
Circunspecto, espio minha sorte em cartas de ciganos
Que ofuscam iluminuras de estrelas passageiras…
Sorte má ou sorte boa, vida que degredo se esvai…

No túnel, o conforto pode durar um dia ou cinco anos.
Pouco se sabe dos relógios que se movem na invernia,
Pouco se contempla o que há para além do túnel,
Pouco se questiona se ainda é possível ser-se em Mim.

Ofegante transcurso de páginas sem cor neste almaço
Onde registro impressões quando ainda respirar posso.
Já não sei o que sou nem de que sou feito, matéria inerte.
Só, ainda teimo o quanto há de vida, no túnel teimo.


Fernando de Moraes Gebra 

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Shopping na Barra recebe exposição com camisas históricas de seleções e bolas das Copas do Mundo

''Expo Lendas do Futebol'' ocorre no Shopping Metropolitano, da próxima quarta-feira, 1º de abril, até ao dia 15 de maio

Raphael Fernandes 

Foto: Cesar Degani

Da próxima quarta-feira (1/4) até o dia 15/5, o Shopping Metropolitano, na Barra Olímpica, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, recebe uma exposição dedicada à história das Copas do Mundo e aos grandes momentos do futebol internacional. A mostra, intitulada de ”Expo Lendas do Futebol”, reúne camisas de seleções de diferentes países e épocas, além de bolas oficiais utilizadas em diversas edições do Mundial.

A exposição apresenta uma linha do tempo com as bolas de todas as edições da Copa, desde 1930, incluindo modelos icônicos, como a ”Telstar” e a ”Azteca”, usadas nos Mundiais de 1970 e 1986, respectivamente, ambos no México; a ”Jabulani”, utilizada na África do Sul, em 2010; e a ”Brazuca”, do Brasil, em 2014.