segunda-feira, 16 de março de 2026

[Atualidade em xeque] Quo vadis?

José Manuel

Não sou o George, aquele, o Orwell nem precisaria perder tempo em escrever algo inútil como um livro de clarividências como a obra 1984.

Pessoalmente me baseio em 80 anos de história real nos quais sobrevivi à quase totalidade desse lapso negro de tempo.

A história do século XX sem nos aprofundarmos em séculos passados, me ensina, por exemplo, que guerras provocadas por bárbaros estúpidos como foi o caso da Alemanha ou do Japão, países que apesar de serem "a priori" considerados altamente civilizados, conseguiram chegar ao ponto de barbárie, de tragédias e carnificina provocadas contra países e seu próprio povo. 

E a história também me mostra que em casos extremos como o que está ocorrendo em países islâmicos, teocratas com ideologia absurda para o século XXI, a solução Hiroshima e Nagasaki talvez seja a última opção viável ao encerramento de tão nefastas agressões, antes que isso se torne um conflito generalizado ao planeta.

Pode parecer forte, mas, certamente, mais um lapso curto de tempo no momento atual e assistiríamos a uma síndrome nuclear desproposital.

O que esperar de um governo com ideologia de martírio pessoal com passaporte para encontrar as 25 virgens num pseudo e infundado paraíso, e que assassina 30 mil jovens em manifestações pacíficas?  Que escorraça em praça pública, mulheres que se recusam a usar véus e vestimentas por eles determinados. Onde está a humanidade desses bárbaros?

Seguem exatamente o cardápio violento da Alemanha e Japão em suas devidas épocas, atacando com violência todos os países, inclusive parceiros no seu entorno, sem razões ponderáveis que justifiquem tamanha aberração.

domingo, 15 de março de 2026

[Discos pedidos] Abençoado Sol (II)

Why Do More Russians Perceive Poland To Be An Enemy Than They Do Any Other Country?

Andrew Korybko 

Poland is Russia’s oldest rival, fought over two dozen conflicts with it over the past millennium, and makes no secret of its intent to lead Russia’s regional containment after the end of the Ukrainian Conflict

Notes From Poland drew attention in January to a report conducted by the Levada Center on behalf of the German Sakharov Society titled “Russia and the World: Enemies, Competitors, Partners”. Among other tidbits, it revealed that 62% of Russians perceive Poland to be an enemy, equal to those that perceive Lithuania the same way. Tiny Lithuania is conflated with Poland in most Russians’ minds while the UK, in second at 57%, is one of Russia’s historical rivals, so each’s placement has a certain logic to it.

Poland’s requires elaboration, however, since casual observers might be surprised by so many Russians’ perception of it as an enemy. For starters, Poland is Russia’s oldest rival, and their predecessor states fought over two dozen conflicts with one another over the past millennium. The most significant ones were over the past half-millennium since the formation of the Polish-Lithuanian Commonwealth in 1569 and even included the only foreign occupation of the Russian capital (1610-1612) since the Mongol era.

On that topic, most Russians mistakenly conflate Poland and Lithuania as a result, ergo why equal numbers perceive them as enemies since they were either in a union or a commonwealth with each other for over 400 years (1386-1795). Historical memory is only part of the reason why more Russians perceive Poland to be an enemy than they do any other country (recalling the aforesaid observation that they mistakenly conflate Poland and Lithuania) since contemporary geopolitics plays a role too.

Deputado português, Manuel Beninger, é homenageado com Medalha Tiradentes

Com a honraria, a Alerj reconhece o trabalho desenvolvido por Manuel Beninger na articulação e estriamento das relações institucionais e culturais entre Portugal e Brasil

Patricia Lima

Na última semana, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) concedeu a Medalha Tirantes, maior honraria da Casa, ao deputado do município português de BarcelosManuel Beninger, pelo seu trabalho em favor do fortalecimento das relações entre Portugal e o Brasil e pela sua atuação social junto às comunidades carentes. A honraria foi entregue pelo deputado estadual Filipe Soares (União), no dia 5 de março.

Deputados Manuel Beninger e Filipe Soares

A cerimônia de entrega aconteceu no gabinete de Felipe Soares, onde o político português também foi homenageado pela sua trajetória pública, cultural e social. Na ocasião, o Soares reforçou a importância do empenho de Manuel Beninger na articulação e consolidação das relações luso-brasileiras:

“Hoje é um dia especial. Recebo no meu gabinete o deputado Manuel Beninger, da República de Portugal. Foi uma surpresa maravilhosa estar com ele aqui e fico muito feliz em honrá-lo com a maior honraria que temos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a Medalha Tiradentes”, disse o deputado brasileiro.

A Medalha Tiradentes, honraria em referência a Joaquim José da Silva Xavier, mártir da Inconfidência Mineira e patrono cívico brasileiro, é concedida a pessoas e instituições que se destacam pela prestação de serviços relevantes ao Estado do Rio de Janeiro.

Quem é Manuel Beninger?

Além dos trabalhos desenvolvidos como deputado municipal de Barcelos, Beninger atua intensamente nos campos associativo e acadêmico. O deputado preside a Associação Portuguesa de Autarcas Monárquicos (APAM) e a Fundação Meninos de Bissauzinho – instituição apoiadora de crianças em situação de vulnerabilidade, dedicada a projetos sociais e educativos na Bissau. Manuel Beninger também é reitor honorário da Logos University International, onde é reconhecido pela sua contribuição educacional e cooperação internacional.

Onde é? Qual o nome? 😉

Será que o BC pisou na bola?

A despeito da rede de proteção ao Master parecer inexpugnável, o BC tinha meios para agir e impedir que a fraude chegasse ao valor que chegou. Por que não os utilizou?

Nuno Vasconcellos 

Arte: Paulo Márcio

Um mistério chama atenção entre tantas dúvidas que se acumulam em torno dessa história do Banco Master — e qualquer pessoa que conheça minimamente o funcionamento do sistema financeiro no Brasil haverá de concordar com isso. O mistério é: num sistema tão regulado como o brasileiro, onde as regras de operação são mais rígidas do que em outros países, como foi possível empilhar tanta falcatrua, tanto perrengue e tanta mutreta em um único CNPJ sem atrair a atenção e a fúria dos auditores do Banco Central?

Para deixar a dúvida ainda mais clara: como tantas tretas foram sendo feitas, uma atrás da outra, sem que ninguém agisse a tempo de impedir que elas se tornassem tão robustas e lesassem tanta gente? Como é que, num país que cria, sustenta e empodera tantas instituições supostamente destinadas a impedir que mutretas aconteçam, as mutretas bilionárias continuam vindo à tona, envolvendo cifras ainda maiores e circunstâncias ainda mais escandalosas do que as da mutreta anterior?

É secundário discutir, neste caso, se o problema do Master começou durante a passagem de Roberto Campos Neto pela presidência do Banco Central ou se já vinha desde o tempo de seu antecessor, Ilan Goldfajn. Também não é o caso de jogar toda a responsabilidade nas costas do atual presidente, Gabriel Galípolo. É claro que os problemas de qualquer instituição devem ser cobrados, em última instância, de quem a comanda. Mas uma traulitada como a do Master só alcança a força que alcançou caso conte com a participação de funcionários de vários escalões que, no limite de suas atribuições e de suas responsabilidades, fechem os olhos para o que está acontecendo.

E, antes de prosseguir, uma observação: além do Banco Central, a Receita Federal, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Tribunal de Contas da União (TCU) e outras siglas conhecidas, mantidas a peso de ouro para dar à sociedade a sensação de que conta com a proteção do Estado, também têm explicações a dar nessa história. Esses órgãos custam os olhos da cara para o contribuinte. Mas às vezes se mostram incapazes de impedir que o dinheiro do cidadão escorra entre os dedos daqueles que são pagos para zelar por ele e desapareça sem deixar rastros.

[As danações de Carina] Onde nós conversamos com nossos silêncios

Carina Bratt

Minhas condolências e a minha saudade à dona Vanda Caldeira Saiter, do 302, que ontem, sábado, veio a óbito.

NA VARANDA do meu apê, na Borges de Medeiros, de frente para a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Cristo Redentor, eu e mais três vizinhas aqui do prédio, enquanto tomamos café espiamos, quietas a tarde bonita e calma se achegando vagarosa. Mandei a Lidiane, minha secretária do lar servir refrigerante com bolo de chocolate. Nos fazendo companhia, um vento ameno passa e o silêncio que se instala como nosso convidado penetra solenemente. 

Não precisamos de palavras para nos entendermos. O olhar de uma carrega o momento mágico que a outra já conhece. O gesto de ajeitar o lenço no cabelo é resposta suficiente para a pergunta que nunca foi feita. O silêncio entre eu e elas não é um silêncio vazio: é um silêncio terno, tecido de cumplicidade, de histórias que não precisam ser narradas porque já vivemos, já passamos por elas de alguma forma, juntas.

Dona Odete do 701 suspira, e o suspiro é pura lembrança. A Vanda do 302 sorri, e o sorriso dela é consolo. A Elisabeth do 202 fecha os olhos, e o fechar dos seus olhos é pura oração silenciosa. Conversamos sem falar, e nesse diálogo invisível construímos uma fortaleza intransponível contra o mundo que tantas vezes atravessamos, ora com pedaços bons, ora com momentos de recordações que não desgrudam de nosso corpo, nem de nossa alma.

O silêncio delas não é submissão, é resistência. O meu não é tristeza, é saudade. Saudade do meu papito que partiu para o andara de cima e eu não pude dizer a ele tudo o que queria ter dito. Cada uma de nós tem a sua linguagem secreta. É a linguagem bem guardadinha de quem aprendeu a se comunicar nas entrelinhas, de quem sabe que nem sempre o que importa cabe em palavras ou frases.

sábado, 14 de março de 2026

[Versos de través] Porque há desejo em mim

Hilda Hilst

Porque há desejo em mim, é tudo cintilância. 
Antes, o cotidiano era um pensar alturas
Buscando Aquele Outro decantado
Surdo à minha humana ladradura.

Visgo e suor, pois nunca se faziam.
Hoje, de carne e osso, laborioso, lascivo
Tomas-me o corpo. E que descanso me dás
Depois das lidas. Sonhei penhascos

Quando havia o jardim aqui ao lado.
Pensei subidas onde não havia rastros.
Extasiada, fodo contigo
Ao invés de ganir diante do Nada.


Hilda Hilst

Anteriores:
Passeio 
Aquela 
Árias Pequenas. Para Bandolim 
Êxtase 
Dez chamamentos ao amigo 
Tenta-me de novo

Praça vendida pela prefeitura na Barra da Tijuca vai dar lugar a empreendimento comercial; moradores do entorno ficam ‘revoltados’

Parte da Praça Gilson Amado, na Avenida das Américas, foi leiloada em 2023 e começou a receber intervenções neste mês; condomínio vizinho contesta venda na Justiça

Victor Serra

Parte da Praça Gilson Amado, na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, vendida pela prefeitura em leilão no fim de 2023, deve dar lugar a um empreendimento comercial. O início das intervenções no terreno, com instalação de contêiner e cercamento da área no começo de março, provocou indignação entre moradores do condomínio Riviera dei Fiori, que questionam a venda na Justiça.

O lote foi adquirido pela empresa Green Negócios e Participações Ltda, que pretende construir no local um prédio comercial com dois pavimentos e cobertura. O projeto prevê estacionamento subterrâneo, sete lojas no térreo, como padaria, farmácia, pet shop e salão de beleza, além de uma academia no segundo andar e segurança 24 horas.

Moradores afirmam que utilizavam o espaço há décadas mediante pagamento de uma taxa mensal à prefeitura e dizem ter sido surpreendidos pelo início das obras. O condomínio chegou a conseguir uma liminar suspendendo a venda do terreno, mas a decisão foi derrubada cerca de um ano depois, permitindo que a área fosse registrada em cartório pela empresa.

Prédio do INSS abandonado há 30 anos no Centro do Rio, pode virar moradia popular após proposta do MPF

Imóvel na Rua Riachuelo está vazio há mais de 30 anos e abriga atualmente 115 moradores da Ocupação Gilberto Domingos. Acordo busca garantir habitação social e encerrar disputa judicial

Gabriella Lourenço

O prédio pertencente ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), na Rua Riachuelo, no Centro do Rio, pode ser destinado a moradia popular após proposta de acordo apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) à Justiça Federal. O imóvel, que está sem uso há mais de três décadas, é ocupado atualmente por famílias em situação de vulnerabilidade social e pode passar a cumprir função habitacional caso o entendimento seja homologado.

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Hoje, o edifício abriga a Ocupação Gilberto Domingos, formada por 115 pessoas, entre elas 36 crianças e adolescentes e 14 idosos. A proposta do MPF busca garantir o direito à moradia das famílias e encerrar a disputa judicial envolvendo a posse do imóvel.

De acordo com o órgão, a permanência dos moradores no local é considerada fundamental para assegurar direitos básicos, como moradia, educação e acesso ao trabalho. Muitos dos residentes trabalham de forma informal na região central da cidade e têm filhos matriculados em escolas próximas, o que reforça a importância de manter as famílias na área.

“A manutenção dos ocupantes na localidade é necessária para a garantia de uma série de direitos fundamentais, entre os quais o direito à moradia, à educação e ao acesso ao trabalho”, afirma o procurador da República Julio Araujo, responsável pela manifestação no processo.

O MPF também argumenta que o prédio permanece sem uso há décadas, apesar de pertencer ao INSS, o que contraria o princípio constitucional da função social da propriedade.

Reunião entre órgãos públicos discutiu solução

Homem é preso em banheiro de quiosque após cobrar R$ 2,5 mil em caipirinha para turista

Vítima tentou pagar R$ 80 por bebida, mas teve valor alterado em máquina de cartão

O Dia

Um vendedor ambulante foi preso por policiais do 19º BPM (Copacabana) após aplicar um golpe de R$ 2,5 mil em um turista colombiano, na orla de Copacabana, Zona Sul do Rio. A prisão ocorreu na noite desta sexta-feira (13), dentro do banheiro de um quiosque, onde o criminoso tentou se esconder após denúncias de furto e estelionato.

De acordo com a PM, o golpe aconteceu durante a compra de uma caipirinha. O valor combinado pelo produto era de R$ 80, mas, ao passar o cartão, o golpista debitou R$ 2,5 mil. Ao perceber a irregularidade, a vítima acionou a Polícia Militar, que iniciou as buscas e localizou o suspeito.

Com o homem, foram apreendidos uma máquina de cartão, dois celulares, duas bolsas e cerca de 1g de maconha. 

A Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) registrou o caso.

Título e Texto: Redação, O Dia, 14-3-2026, 9h38

Boulos protesta + Lula, o estadista invejado + Bolsonaro herói

Que lapada!

Esse é o nível de parte do jornalismo brasileiro

Alguém sabe onde estão, por onde andam?

Existia um grupo chamado "Tortura nunca mais"… Alguém sabe se acabou? 

Existia um grupo chamado "Prerrogativas"… Alguém sabe se acabou? 

Existia uma coisa chamada "OAB"… Alguém sabe se acabou? 

Existiam dezenas de grupos de direitos humanos… Alguém sabe onde estão?

Texto: Adolfo Sachsida, X, 13-3-2026, 14h28

Noffa!!! relator age como relator

e compartilha com os colegas os fundamentos da decisão para eles votarem! 

Bonito é o Alexandre, que mantém tudo em sigilo e não leva os casos a julgamento, MESMO SABENDO que os outros só vão chancelar o que ele decidir...

Título, Imagem e Texto: Te Atualizei, X, 13-3-3026, 21h19

13-3-2026: Oeste sem filtro – Bolsonaro na UTI + Vorcaro segue preso + Lula barra assessor de Trump


🔴 URGENTE: O ex-presidente Jair Bolsonaro é levado às pressas para o hospital DF Star e internado na UTI após passar mal na prisão. O Ministro Alexandre de Moraes já determinou escolta policial no local. Acompanhe os detalhes do boletim médico, os alertas de Flávio Bolsonaro sobre o uso de fortes medicações e o apelo de Michelle Bolsonaro

Neste programa, também trazemos os bastidores ferventes do STF: Gilmar Mendes leva a quebra de sigilos de Lulinha ao plenário, enquanto o Coaf aponta movimentação de R$ 26 milhões ligada ao nome de Dias Toffoli no caso Vorcaro

E mais: O impacto no seu bolso com o aumento pela Petrobras de 11,6% no diesel, a tensão internacional com Lula revogando visto de assessor de Trump, a situação do líder supremo do Irã e a reviravolta nas negociações entre Cuba e EUA. 

sexta-feira, 13 de março de 2026

Incêndio atinge prédio no condomínio Mandala, na Barra da Tijuca

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas foram controladas e, até o momento, não há registro de vítimas

Altair Alves

Um incêndio atingiu um prédio do condomínio Mandala, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio, na noite desta quinta-feira (12/03). De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas foram controladas e, até o momento, não há registro de vítimas.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram um foco intenso de fogo em uma janela no décimo andar do edifício. Também é possível observar que aparelhos de ar-condicionado de pelo menos sete apartamentos localizados nos andares abaixo foram atingidos pelas chamas. 

O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado às 18h12 para atender à ocorrência. As equipes atuaram no local para conter o incêndio. As causas do incêndio ainda não haviam sido identificadas.

O condomínio Mandala fica na Avenida das Américas e é composto por cinco quadras de prédios residenciais, cada uma com três blocos.

Título e Texto: Altair Alves, Diário do Rio, 12-3-2026 

GOL escolhe Galeão para nova fase internacional e anuncia voos para Nova Iorque, Lisboa, Paris e Orlando

A GOL anunciou uma nova fase internacional com o RIOgaleão no centro da estratégia. A companhia confirmou voos diretos a partir do Rio de Janeiro para Nova Iorque, Lisboa, Paris e Orlando, além de lançar uma nova classe premium e reforçar o papel do aeroporto como hub de longo curso

Quintino Gomes Freire 


Rio de Janeiro foi colocado pela GOL no centro de sua nova estratégia internacional. Em anúncio feito nesta quinta-feira (12), a companhia confirmou que o Aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador, Zona Norte carioca, será seu hub para voos intercontinentais e apresentou quatro rotas diretas a partir da Cidade Maravilhosa: Nova York e Orlando, nos Estados UnidosLisboa, em Portugal; e Paris, na França. A mudança marca a entrada da empresa em uma nova fase, agora com operação de longo curso feita com aeronaves de dois corredores.

 A aposta no Galeão dá ao Rio um papel bem diferente do que vinha tendo na malha recente da companhia. Em vez de funcionar apenas como base importante no mercado doméstico, o aeroporto passa a ser tratado como porta de saída para a expansão internacional da empresa, conectando a cidade a destinos estratégicos dos Estados Unidos e da Europa.

A primeira dessas rotas já tem data para começar. O voo entre Rio de Janeiro e Nova Iorque, com destino ao aeroporto JFK, está previsto para estrear em 8 de julho, com três frequências semanais de ida e volta. A ligação foi apresentada pela companhia como a primeira grande rota intercontinental da nova fase e reforça o peso do Galeão como eixo da operação.

Além de Nova York, a companhia confirmou a abertura de voos para LisboaParis e Orlando, todos saindo do RIOgaleão.

No caso de Lisboa, a operação começa em 16 de setembro, com quatro frequências semanais.

Tá gostosa essa "democracia" que vocês defenderam tão bem, jornas?

[Aparecido rasga o verbo] O que está por trás do BBB, além da imbecilidade humana?

Aparecido Raimundo de Souza

“Os idiotas vão tomar conta do mundo: não pela capacidade, mas pela quantidade“.
Nelson Rodrigues

O BIG BROTHER BRASIL siglado como “BBB” não é só um execrado e repulsivo fenômeno televisivo que, ano após ano, mobiliza milhões de espectadores, a maior parte deles, senhoras e senhores de cabeças vazias, ocas, frívolas e fúteis ou mais precisamente de uma imensa e descomedida junta de desocupados sem futuro, tipo uma turma de fantasmas errantes cada vez mais obesa, bem ainda de imbecilizados e desocupados sem a visão benfazeja de um amanhã melhor.

Essa merda do BBB leva para o ar, a níveis estratosféricos, debates acalorados nas redes sociais e se transforma, por incrível que pareça, em pauta de abrangência nacional. No entanto, pelas coxias e por detrás do “suposto espetáculo”, há questões que merecem uma análise crítica mais profunda. O programa se sustenta na lógica da vigilância: transformar a vida cotidiana em entretenimento.

A casa-prostíbulo do BBB é uma espécie de latrina-laboratório para malucos e pirados, pessoas com merda na cabeça; criaturas sem visão social onde conflitos; alianças e romances são amplificados para prender a atenção dos embasbacados e desnorteados da cachola. Essa exposição pra lá de extrema, levanta dilemas éticos à sanha de desvirtuar os mais jovens, ou melhor dito, de desincorporar à força do nosso convívio, os jovens em formação levando-os, de roldão, para um patamar infame e enegrecido.

Menoscabado, depreciado e raquítico, a ponto de não se saber, final das contas, até que ponto é saudável transformar pessoas comuns, criaturas destituídas de pudor e compostura em personagens de um jogo filho da puta, que depende da manipulação emocional e da espetacularização da intimidade. O BBB é, acima de tudo, um produto infame e sarcástico. Um produto (produto?!) conhecido também como restos de imundícies, sujidades, entulhos ou lixos oriundos das ruas largas dos quintos do inferno.

Toda a narrativa usada é imaginada para gerar engajamento e lucro, dinheiro fácil para os mafiosos da Rede Globo, seja por meio de votações, patrocínios ou publicidades. O público tolo e imaturo, é seduzido igualmente pela ânsia fanática de participar, não só pela ideia de “se contagiar” ligando para votar pelo destino dos participantes, mas, na prática, bem se sabe, a edição e a produção moldam a percepção coletiva fazendo dos trouxas e desocupados, dos sem noção e apatetados, uma espécie de lavagem cerebral coletivamente severa.

Novo Supremo


Gustavo Villani rasga elogios à torcida do Vasco após vitória sobre o Palmeiras

O narrador Gustavo Villani fez questão de enaltecer a torcida vascaína presente em São Januário, após vitória contra o Palmeiras

França Fernandes

O Vasco da Gama venceu o Palmeiras por 2 a 1, em São Januário, em partida válida pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro, na noite desta quinta-feira (12).

Durante o duelo, o narrador Gustavo Villani, que estava narrando o confronto no Premiere, da Globo, fez questão de enaltecer a torcida do clube carioca:

Foto: Dikran Sahagian/Vasco

“Olha… é só a 5ª rodada, tem muita coisa para acontecer, mas é importante, digno e justo o registro: fazia tempo que eu não via São Januário vibrar alto com o time. Desde o primeiro lance do jogo até o apito final. E mais: ninguém arreda o pé. ‘O Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor’… é o que a gente ouve, e por aí vai”, disse o locutor.

Com o resultado, o Vasco quebrou um jejum de mais de 10 anos sem vencer o Palmeiras. A última vez que o Cruzmaltino havia superado o Alviverde foi em 2015, em partida válida pela 34ª rodada do Brasileirão, por 2 a 0, no Allianz Parque.

Agora, a equipe comandada por Renato Gaúcho ocupa a 15ª posição do Brasileirão, com quatro pontos somados.