quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Comida di Buteco retorna ao BarraShopping com bares premiados

Evento reúne vencedores do concurso deste ano, com pratos a preço fixo, música ao vivo e entrada gratuita

Mateus Aguiar

O Comida di Buteco retorna ao BarraShopping entre os dias 18 e 20 de setembro para mais uma edição especial. O evento será realizado no Parque Externo do shopping, com entrada gratuita, e vai reunir os bares vencedores do concurso deste ano em uma programação voltada à gastronomia e ao entretenimento. 

Durante os três dias, o público poderá provar aperitivos premiados com preço fixo de R$ 40, além de outras opções exclusivas com valores variados. Participam botecos do Rio de Janeiro, de Niterói e da Baixada Fluminense, em uma seleção que valoriza a diversidade da cena carioca.

Botecos premiados e sabores do concurso


Entre os participantes estão nomes como Hora Extra Bar Gourmet, eleito o melhor buteco do Brasil, Nosso Canto, Bar Cevina Lounge, Tsuba Izakaya, Folia do Boi, Vigal Bar, Tio Juca, Bar do David, Palitus Bar, Cantinho da Tia Joana, e Alhos e Bugalhos. A proposta é aproximar o público dos pratos e da experiência que levaram esses bares ao destaque no concurso.

Além de degustar os aperitivos, os visitantes poderão circular por diferentes propostas gastronômicas, com receitas que representam estilos variados de boteco. A edição especial reforça o perfil do evento como vitrine para estabelecimentos que se destacam pela criatividade e pelo sabor.

Programação musical com samba todos os dias

"irónico: um homem que passou a vida a dizer que combatia o sistema de favores e boatos, hoje vive de boatos..."

J. L. Braga

Bom dia a todos.

A propósito da publicação do Paulo de Morais que está a circular sobre o Luís Neves e o Chega, deixo aqui uma crítica ao método, não à pessoa. 

Este é um exemplo perfeito do pior estilo do Paulo de Morais dos últimos anos.

1. A insinuação como arma principal.

Ele escreve: "Alguns tinham (têm?) cumplicidades com relevantes políticos do Chega."

Esse "(têm?)" é toda a técnica. Não afirma, não prova, não dá um nome, não cita um único processo. Lança a suspeita e deixa o ponto de interrogação fazer o trabalho sujo. É exatamente o tipo de discurso que ele próprio condenava quando era o paladino do combate à corrupção: acusação sem prova.

2. Lógica conspirativa barata.

"Enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária, desmantelou uma organização criminosa de extrema-direita... Esta extrema-direita nunca perdoará Luís Neves."

Transforma uma operação policial — que deveria ser avaliada pelos factos do inquérito — numa vingança pessoal e política. Não apresenta qualquer ligação entre a organização desmantelada e a atual tutela da PJ. Cria uma narrativa de filme: o herói perseguido.

3. A tentativa de psicanálise ao Ventura.

"Mesmo contra a sua vontade, Ventura vê-se obrigado a tentar linchar publicamente..."

9-9-2026: Oeste sem filtro – Fachin tira m. da relatoria do inquérito das fake News

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Não existe equivalência moral possível entre Moraes e Mendonça

Gazeta do Povo 

Imagem: ChatGPT sobre foto de Antonio Augusto/STF

Alexandre de Moraes está nas cordas desde o início da semana passada, quando seu colega André Mendonça levantou o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro direcionadas a Moraes, evidenciando um relacionamento de extrema proximidade e confiança – “promiscuidade” não é exagero – entre magistrado e investigado. Sem ter como questionar os fatos, os aliados de Moraes no STF, na política e na imprensa partiram para uma outra estratégia, vil e rasteira: a de estabelecer uma falsa equivalência moral entre Moraes e Mendonça, para tentar abafar o escândalo.

O mote usado para levar adiante a trapaça é dizer que “Moraes errou, mas Mendonça errou também” – uma afirmação que exige duplo escrutínio. Em primeiro lugar, que “erros” seriam esses? O procurador-geral da República, Paulo Gonet – também ele mencionado nas conversas de forma nada positiva, aliás –, diz ter encontrado um desses “erros” no procedimento usado por Mendonça, mas seu argumento já foi devidamente (e facilmente) refutado. Outro desses “erros” seria o momento escolhido por Mendonça para retirar o sigilo sobre o relatório, já que estamos em meio a uma campanha eleitoral – como se investigações e processos tivessem de se submeter ao calendário político.

Sem ter como questionar os fatos, os aliados de Moraes partiram para uma outra estratégia, vil e rasteira: a de estabelecer uma falsa equivalência moral entre Moraes e Mendonça

Erros, portanto, não houve. Mas admitamos, por um segundo que seja, e apenas para fins retóricos, que eles tivessem existido. Por acaso seriam igualmente graves? De um lado, um ministro que “atropelou o rito” (e, repetimos, o afirmamos apenas por amor ao debate, pois não foi o que ocorreu); de outro, um ministro que atua como conselheiro informal de banqueiro investigado, que envia mensagens autodestrutíveis (um tipo de ocultação que esse ministro já usou para condenar uma pessoa, afirmando que isso indica a consciência da ilegalidade), que tem a esposa contratada a peso de ouro por esse mesmo banqueiro (por meio de um contrato editado por esse ministro), que é visto pelo investigado como alguém com poder para frear investigações, e que contra-ataca juridicamente usando um relatório apócrifo e sem valor legal algum.

[Quadro da Quarta] Cristo na coluna

Christ à la colonne’, óleo sobre tela, de George Desvallières, 1910, Museu d’Orsay (não exposta atualmente). 

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A Escola de Atenas 
Adoração dos Magos 
[Quadro da Quarta] O Anjo caído 
Le cardinal Richelieu sur la digue de Rochelle 
Declaração de Independência, EUA, 4 de julho de 1776 
Midi dans les Alpes – ou Journée venteuse

Polícia é chamada para conter arrastão e vandalismo no Barra Shopping

Oito jovens foram apreendidos na noite desta segunda-feira pelo furto de mercadorias que, juntas, somavam quase 500 reais. Usuários do shopping reclamam da insegurança no interior do centro comercial e na Barra da Tijuca

Patricia Lima

Agentes da Polícia Militar foram acionados para conter um arrastão que acontecia no interior do Barra Shopping, na Zona Sudoeste da cidade, na noite deste segunda-feira (7).

Segundo o Barra News RJ, oito menores teriam sido apreendidos pelos policiais por furtos de mercadorias e atos de vandalismo no interior do estabelecimento comercial da Barra da Tijuca.

Ainda segundo o veículo, com o grupo teriam sido apreendidas mercadorias que somavam cerca de R$ 440.

Um dos integrantes do grupo, de acordo com o Barra News RJ, teria, inclusive um mandado de busca em aberto.

O caso foi encaminhado para a 16ª DP (Barra da Tijuca).

Na rede social do Barra News RJ, a indignação foi generalizada, com muitos internautas relatando a rotina de insegurança do shopping e da Barra da Tijuca:

“Eles ficam na praça de alimentação pedindo ou vendendo doces. Nas lojas Americanas, C&A e Renner pedindo para comprar coisas para eles. Está insuportável o Barra Shopping,” disse uma internauta;

Torcida do Vasco critica Spinelli após chance clara desperdiçada

Titular do Vasco da Gama contra o Santa Fe, Claudio Spinelli perde chance incrível e torcida cruzmaltina fica na bronca; veja comentários

Aniele Lacerda 

Foto: Conmebol

Vasco ficou no empate sem gols diante do Santa Fe na noite desta terça-feira (8), pela ida das quartas de final da Sul-Americana. Com um time reserva em campo, a equipe carioca fez um bom jogo, mas desperdiçou chances importantes.

Entre as oportunidades perdidas está uma finalização de Claudio Spinelli. O argentino fez boa jogada, saiu na cara do goleiro e finalizou para fora. O lance gerou revolta na torcida do Gigante da Colina, que se manifestou nas redes sociais.

Veja os comentários

“O Spinelli é inacreditável gente”

“Spinelli SEM DÚVIDAS, é o pior jogador que já vestiu a camisa do Vasco.”

“não existe spinelli perder esse gol, que jogador ruim mermão”

“Olha esse lance desse CANELUDO do Spinelli!!!Ainda sou obrigada a ver gente aqui sendo contra a volta do Vegetti. O velho com 1 perna é MUITO mais jogador que esse He-man falsificado horroroso”

8-9-2026: Oeste sem filtro – Mendonça freia PF lulista e afasta diretor; Gilmar tenta intervir + E Lula recebe Jorge Messias e ministro da Justiça para reunião de emergência

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Não há país que resista… 

terça-feira, 8 de setembro de 2026

[Livros & Leituras] CAUSEUR

Surtout si vous n’êtes pas d’accord

Nº 148 – Septembre 2026, Causeur.fr, Paris, 82 pages. 


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O primo Basílio
Regresso a Luanda 
Ne dites pas à ma mère que je suis chroniqueur sur CNews, ele me croit toujours juge à Hazebrouk 
La FURIA 

Segunda Turma adianta votos após vista de Gilmar Mendes e mantém afastamento de Andrei Rodrigues

Vinicius Macia

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes suspendeu o julgamento na Segunda Turma a liminar que afastou o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues [foto], e o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. Com o pedido de vista, o decano pode segurar o julgamento por até 90 dias. Mesmo assim, os ministros Nunes Marques e Luiz Fux acompanharam o relator, formando maioria. 

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A sessão virtual extraordinária iniciou às 10h desta terça-feira (8), duas horas e meia após a decisão. Os advogados tiveram até 9h59 para apresentarem suas sustentações orais. Logo na abertura, o decano pediu vista. Quatro minutos depois, Fux acompanhou o relator. Logo em seguida, às 10h06, Nunes Marques deu seu voto, formando a maioria. Ainda falta o voto de Dias Toffoli e o voto-vista de Gilmar. A sessão termina às 23h59.

A Advocacia-Geral da União (AGU) afirmou que irá recorrer da decisão. Em entrevista à CNN Brasil, o advogado Marco Aurélio Carvalho, um dos conselheiros do presidente Lula (PT) e integrante do grupo Prerrogativas, defendeu que seja protocolado o recurso antes mesmo do cumprimento da determinação.

A liminar também determinou a instauração de investigações criminais e procedimentos administrativo-disciplinares contra Andrei e Almada. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, será intimado para cumprir o afastamento.

Gilmar se envolveu na crise com proposta sobre gabinetes

O decano se envolveu na crise antes do pedido de vista. Gilmar formalizou uma proposta de emenda ao Regimento Interno para impedir que policiais e militares atuem nos gabinetes, exceto na segurança dos ministros. A remoção seria conduzida pela Presidência imediatamente após a aprovação.

Hoje, delegados da PF são cedidos aos gabinetes para atuarem em conjunto à condução das operações. Mendonça e Moraes possuem dois delegados cada um. A permanência dos agentes é um dos assuntos críticos no desconforto que já havia sido instaurado entre Mendonça e Andrei.

AfD consegue resultado histórico nas eleições estaduais de Saxónia-Anhalt. Mas precisa de uma geringonça para governar

Paulo Hasse Paixão

O Alternativa para a Alemanha (AfD) acaba de conquistar a maior vitória eleitoral na história do partido, vencendo as eleições estaduais na Saxónia-Anhalt. Mas apesar do resultado histórico, que provocou ondas de choque no panorama político alemão, o candidato Ulrich Siegmund não alcançou a maioria absoluta necessária para governar.

O déficit de três lugares num parlamento estadual da Saxónia-Anhalt, com 83 membros, é agora o ponto central do drama que se desenrola em Magdeburgo, onde o futuro do estado, e talvez até do país, será decidido.

O AfD tem um mandato político e diversas opções que poderão produzir resultados dramáticos. Eis três cenários possíveis. 

Populistas divididos pela ideologia: uma difícil coligação com o BSW.

Na contagem oficial preliminar, o AfD obteve 43,8% dos votos e 39 lugares. O limite para a maioria absoluta é de 42. O BSW, um partido de esquerda com tendências populistas e nacionalistas, conseguiu 5,3% e cinco lugares. Juntos, teriam maioria absoluta.

A foto da risada no Supremo mostra que a pizza começou em 2019

A imagem de Moraes e Gilmar às gargalhadas saiu um dia depois das mensagens de Vorcaro, e revelou por que o escândalo do Master encostou no centro do poder brasileiro

Leandro Ruschel 

Foto: Brenno Carvalho

Esta fotografia correu o Brasil nesta semana: a saída do plenário do Supremo, Moraes e Gilmar Mendes às gargalhadas, Zanin sorrindo ao lado. Um dia depois de o país inteiro ler mensagens de um banqueiro preso pedindo socorro a um ministro da mais alta Corte.

A justificativa de bastidor foi uma piada de Flávio Dino sobre matéria tributária. Pode até ser verdade. Mas a pergunta que ficou no ar, e que muitos brasileiros fizeram ao ver aquela cena, merece resposta séria: por que eles conseguem rir à vontade no meio do maior escândalo da história do Supremo?

A resposta é simples, e é dura: eles riem à vontade porque nós estamos vivendo a pizza desde 2019.

A pizza não é um risco futuro. Não é algo que talvez aconteça se o caso Master for abafado. A pizza é o regime em que o Brasil vive há sete anos. O que estamos vendo agora não é o começo da impunidade. É a impunidade ficando visível, fotografada, com risada no rosto e plenário ao fundo.

Para entender essa foto, é preciso voltar ao começo.

Em 2013, uma revolta popular contra o sistema político começou nas ruas. Aquela energia atravessou a Lava Jato, o maior desbaratamento de corrupção da nossa história, e chegou ao auge em 2018, quando levou ao poder um presidente de fora do arranjo tradicional. Havia ali uma expectativa de refundação do Brasil.

Essa revolta foi debelada e o principal ator dessa operação tem nome e endereço: o Supremo.

A imprensa que promove a extrema-direita

Henrique Pereira dos Santos

Ser de extrema-direita ou de extrema-esquerda não tem grande significado, quer apenas dizer que não há mais nada relevante à direita e à esquerda, respectivamente.

Apesar disso, grande parte da imprensa, em vez de discutir programas políticos concretos e reais de toda a gente, da extrema-esquerda à extrema-direita, entretém-se a fazer julgamentos morais, separando o aceitável (a extrema-esquerda) do que não é aceitável (a extrema-direita).

A técnica consiste em substituir o debate racional das propostas de cada um pelo medo do que os maus irão fazer aos bons quando tiverem o poder.

Durante algum tempo, a coisa funciona, mesmo para lá do folclore antifa, que a mim me faz sempre lembrar a imprecação de Caetano Veloso: "que juventude é essa que vão sempre, amanhã, matar o velhote inimigo que morreu ontem".

O problema deste tipo de combate político irracional é quando chegam esses tais "fascistas" ao poder, como a senhora Meloni.

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[Aparecido rasga o verbo] E se do nada, de repente eu sumisse. Quem me procuraria?

Aparecido Raimundo de Souza

A SITUAÇÃO que descreverei a seguir, virou uma espécie de rotina enfadonha e maçante. Aliás, iria mais longe e acrescentaria: a coisa se transformou em algo indigesto e estorvante, “aporrinhativo” e calamitoso. E que situação seria essa? Sempre no silêncio das minhas noites longas, essa droga toma conta da minha cabeça sem avisar e se instala conturbada como uma sombra difusa: e se eu simplesmente saísse de cena, escafedesse ou sumisse na poeira dos dias porvindouros?

Se do nada eu não aparecesse mais, nem para mim mesmo e, em via paralela, não mandasse mensagens, saísse do WhatsApp, do Facebook, e não atendesse o telefone celular, enfim, se eu não deixasse nenhum rastro, quem em sã consciência e os pés no chão, sairia do conforto da sua casa, deixando a sua novela favorita, bem ainda seus filmes antigos na Rede Brasil de Televisão e se aventuraria a me procurar? Será que uma alma caridosa perceberia a minha falta no primeiro dia? Ou, via outra, as pessoas que fazem parte ativa do meu dia a dia só notariam a minha ausência quando precisassem de algo imprescindível?

Quando menciono “precisassem de algo”, sinalizo uma “minuciosidade pormenorosa” e iminente, algo que mudasse a rotina e parasse de funcionar, ou por outra, no momento em que alguma rotina cotidiana comum a todos se quebrasse, ou ainda, quando uma obrigação considerada urgente ficasse por fazer? Será que alguém, o vizinho do lado, o velhote do apartamento contíguo ao meu, a gostosona do 501, que praticamente todo final de noite bate na minha porta pedindo uma xícara de açúcar sentiria o vazio de não ouvir a minha voz, ou apenas lhe toldasse a mente o inconveniente do rotulado “pau pra toda obra” não se achar no pedaço na hora em que o pronto socorre carecesse de um adjutório imediato?

Imagino aquelas criaturas que dizem que me amam. “Eu te amo, eu te adoro, não suportaria ficar sem você...” será, meu Deus, será   que correriam atrás, perguntariam por mim, bateriam em inquilinos de outros apartamentos, ligariam para desconhecidos, amigos, porteiros e parentes, ou no pior dos mundos, revirariam os lugares onde eu costumava frequentar? Ou no pior dos mundos, todos permaneceriam abobalhados e se quedariam apenas esperando, ou achando que era só mais um momento de distância e que eu voltaria a dar o ar da graça quando me cansasse de estar em lugar incerto e não sabido?

[Livros & Leituras] O primo Basílio

Eça de Queiroz, Círculo de Leitores, 1981, 4ª edição, 430 páginas.

Surgiu nas livrarias de Portugal em 28 de fevereiro de 1928.

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

🔴Ao vivo: “Fora Moraes!” – Manifestação de 7 de setembro de 2026 na Paulista

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“cabe aos plenários do Supremo Tribunal Federal e do Senado, bem como ao Conselho Superior do Ministério Público, desobstruir os mecanismos previstos pela Constituição” 
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Why Won’t China Cut Ukraine Off From Drone-Related Sales?

Andrew Korybko 

Indefinitely perpetuating the Ukrainian Conflict through these means indefinitely delays the full implementation of the US’ planned “Pivot (back) to (East) Asia”, can lead to Russia selling its natural resource wealth to China at bargain-basement prices, and maintains China’s “active neutrality”

Radio Free Europe/Radio Liberty (RFE/RL) referenced the EU’s summertime disbursement of the first €1 billion to Ukraine for drone procurement out of the €6 billion promised for this program in an article late last month about how “Ukraine’s Drone War Exposes An Uncomfortable Reliance On China”. They drew attention to the carve-out allowing Ukraine to purchase Chinese parts with these funds, ergo the politically incorrect observation back then that “The EU Plans To Pay China To Help Ukraine Kill Russians”.

RFE/RL reported that “While Kyiv has cut back on the purchase of ready-made drones from China, components such as motors, lithium batteries, and fiberoptics are still in high demand.” Additionally, “In the first six months of 2026, imports of Chinese parts had already reached around 76 percent of the total recorded for the previous year.” They also cited a Ukrainian report which claimed that “38 percent of the value of drone components imported by Ukraine in the first half of 2025 came from China.”

The purpose of their piece appears to be to instill a sense of urgency in Ukraine and the West alike to radically ramp up domestic drone production in order to reduce what one of their cited experts described as Ukraine’s “hostile interdependence” on China. They explained that “Beijing remains Kyiv’s largest trading partner, while Ukraine is a key supplier of agricultural goods to China.” That’s true, and it’s one of the reasons why China won’t cut Ukraine off from drone-related sales, but there’s more to it.

Não há independência sem liberdade

[Sétima Arte] A marca da forca/Território sem lei

Hang 'Em High (BrasilA marca da forca/Território sem lei / Portugal: À Sombra da Forca) é um filme estadunidense de 1968 do gênero western, coescrito e produzido por Leonard Freeman e dirigido por Ted Post. 

Sinopse

No então território de Oklahoma em 1889, o vaqueiro Jed Cooper é quase enforcado por um grupo de homens que o acusam de matar um rancheiro e roubar o gado dele. Deixado pendurado na forca, ele é salvo quando o delegado Bliss chegou ao local. O delegado está a serviço do juiz Fenton, a autoridade máxima no território.

Ao chegar à corte do juiz, em Fort Grant, Cooper é libertado pois já haviam capturado o verdadeiro ladrão assassino. Mas Cooper quer vingança contra aqueles que quase lhe mataram. O juiz sabe que Cooper foi um homem da lei em outro Estado, e lhe propõe assumir o cargo de delegado. Assim, ele poderá perseguir seus atacantes legalmente. Mas o juiz faz questão de que eles sejam trazidos vivos para serem julgados. 

domingo, 6 de setembro de 2026

Onde é? Qual o nome? 😉

Ginga, humor e praia: jeito carioca pode virar patrimônio imaterial

Projeto de Cesar Maia propõe reconhecer o "estilo carioca de ser” marcado pela informalidade, ginga, criatividade e relação com as praias, como patrimônio cultural imaterial do Rio

Quintino Gomes Freire

A informalidade, o bom humor, a ginga e a capacidade de improvisar podem ganhar reconhecimento oficial no Rio de Janeiro. Um projeto apresentado pelo vereador Cesar Maia propõe declarar o chamado “estilo carioca de ser” como patrimônio cultural de natureza imaterial da cidade.

Foto: Alexandre Macieira/Riotur

O Projeto de Lei nº 2.608/2026 foi apresentado na Câmara Municipal do Rio em 25 de agosto. O texto ainda precisa ser analisado pelos vereadores antes de uma possível aprovação.

A proposta define o “estilo carioca de ser” como uma expressão coletiva dos modos de viver, conviver e se relacionar com a cidade. O conceito inclui a sociabilidade nos espaços públicos e a ligação cotidiana com as praias, a natureza e a paisagem urbana.

Também fazem parte desse modo de vida as atividades ao ar livre, o humor, a criatividade, a ginga e as formas de convivência que integram a memória cultural da população.

Das praias aos botecos

Na justificativa do projeto, Cesar Maia cita a convivência em praias, praças, calçadas, feiras, rodas de samba e botecos tradicionais. A prática de esportes ao ar livre e a proximidade entre o mar, as montanhas e o espaço urbano também aparecem como traços da identidade carioca.

Não há país que resista…

O Brasil precisa debater temas importantes, como o destino do dinheiro público, sob pena de dar o passo que falta para mergulhar no abismo que tem pela frente


Nuno Vasconcellos

Sem a mínima intenção de ignorar a troca de acusações que, nos últimos dias, contaminou o debate institucional, esta coluna tem procurado olhar em outra direção. Não se trata de negar a gravidade da situação para a qual as autoridades empurraram o país — mas, sim, de chamar a atenção para a necessidade de antecipar uma discussão obrigatória, que terá de acontecer caso se pretenda pôr um ponto final na crise atual.

Qualquer que seja a solução para o forrobodó que, neste momento, envolve os três poderes da República, a sociedade precisa agir. E essa ação deve levar a um novo padrão de relacionamento com as instituições. A sociedade precisa assumir o papel reservado a ela pela Constituição e criar mecanismos capazes de conter os excessos das autoridades. Simples assim. 

Será preciso, desta vez, não se contentar com as medidas improvisadas que têm sido apresentadas como solução para as crises. É mandatório, por mais que pareça difícil, ir até o fundo na construção de um novo modelo institucional — com regras e limites de atuação definidos, divulgados e obedecidos por todos os servidores públicos, do primeiro ao último escalão.

PRÁTICAS ANTIRREPUBLICANAS

A confusão que chegou ao ponto em que chegou tem origem, em primeiro lugar, na luta pelo controle do Estado. E, em segundo, na falta de critérios claros e transparentes para o trato com o dinheiro público. Isso mesmo! A inexistência de mecanismos eficazes de controle do acesso ao dinheiro público facilita a gatunagem que está por trás de todas as crises. Ou o Brasil muda a maneira de lidar com o dinheiro público ou terá dado o passo que falta para cair no abismo que tem à sua frente.