quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Exclusivité : le fils de Jair Bolsonaro sur CNews + Flávio Bolsonaro responde jovens conservadores na França + A estratégia internacional de Flávio Bolsonaro

ICE Crime

O risco do encerramento da falência do grupo Varig : oportunidade, legalidade e limites


O pedido formulado pela Administradora Judicial K2 Consultoria Econômica ao Juízo da 1ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, visando ao encerramento do processo de falência do Grupo VARIG, exige análise cautelosa, técnica e, sobretudo, juridicamente responsável.

Em 2 de fevereiro de 2026, foram protocoladas petições nos autos do Processo de Falência nº 0260447-16.2010.8.19.0001, nas quais a Administradora Judicial sustenta que as empresas VARIG, RIO-SUL e NORDESTE se encontram em fase de consolidação final, indicando haver perspectiva concreta de encerramento da falência e sugerindo providências objetivas destinadas à conclusão definitiva do feito. Referidas manifestações constam, entre outras, às fls. 163.429 a 163.467 dos autos.

Sob a ótica estritamente administrativa, é compreensível que a administradora judicial busque a finalização do processo. Todavia, os interesses da administração da massa falida não se confundem, nem podem se sobrepor, aos direitos materiais dos credores trabalhistas, cuja proteção goza de estatura constitucional e legal privilegiada.

Não há juridicidade, nem razoabilidade, no encerramento de um processo falimentar sem a prévia e integral satisfação dos créditos trabalhistas, em especial:

 • os depósitos de FGTS não recolhidos;

 • os meses em que houve omissão no recolhimento;

 • a multa de 40% incidente sobre o saldo do fundo, devida a todos os ex-empregados.

A falência não é um fim em si mesma. Trata-se de instrumento jurídico destinado, entre outros objetivos, à realização ordenada do ativo e ao pagamento dos credores segundo a hierarquia legal. Encerrar o feito com créditos trabalhistas pendentes equivale a esvaziar a própria finalidade do processo falimentar.

Welcome to the 'EUSSR': Unpopular European Regimes Grasping for Power Crack Down on Dissent


Robert Williams

So, if you are an unpopular regime desperately clinging to power, what do you do? 

In supposed democracies, this latest "benefit " to your people - cracking down on dissent "democratically" -- means using technology rather than firepower to crush freedom of speech. 

"⚠️Danger: Governments will dictate what you see, burying opposing views and creating echo chambers controlled by the state. Free exploration of ideas? Gone—replaced by curated propaganda." — Pavel Durov, Founder and CEO of Telegram, X, February 4, 2026. 

"⚠️Danger: Vague definitions of 'hate' could label criticism of the government as divisive, leading to shutdowns or fines. This can be a tool for suppressing opposition. These aren't safeguards; they're steps toward total control. We've seen this playbook before—governments weaponizing 'safety' to censor critics." — Pavel Durov, X, February 4, 2026. 

"Congress shall make no law respecting an establishment of religion, or prohibiting the free exercise thereof; or abridging the freedom of speech, or of the press; or the right of the people peaceably to assemble, and to petition the Government for a redress of grievances." — First Amendment to the United States Constitution. 

The problem, of course, is that usually "hate" is never defined -- meaning that anything and everything can be labeled "hate" and often is. Judgments about what constitutes "hate" become entirely subjective and run the danger of existing exclusively "in the eye of the beholder." 

France is planning a similar move, "to ban minors from Instagram and TikTok," and Germany is also seriously considering introducing such a ban as well. 

Denmark, Greece and Britain are also in various stages of either introducing or seriously considering banning X, and European authorities are simultaneously seeking to come up with other ways to close down X. 

All this is in addition to a €120 million fine that the European Commission has imposed on X under its "Delete. Silence. Abolish" Digital Services Act. 

To the European governments that refuse to acknowledge that many of their citizens are sick and tired of their repressive policies, when the ayatollahs slaughter their citizens in Iran, it is not a pressing problem, but banning X is of the highest priority.

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A demagogia que regressa pela porta da frente


Francisco Henriques da Silva

Há uma ironia difícil de ignorar no atual debate político português: os mesmos que construíram o sistema discursivo dominante parecem agora escandalizados por estarem a ser confrontados com os seus próprios métodos. Durante décadas, recorreram à demagogia, ao populismo suave e à retórica moralizante como instrumentos centrais de poder. Hoje, apontam o dedo a André Ventura como se ele fosse uma anomalia do sistema, quando, na verdade, é um produto direto dele. 

Ventura não inventou nada de essencialmente novo. Limitou-se a aplicar, com maior crueza e menos pudor, uma fórmula que já tinha provado ser eficaz. A diferença não está na técnica, mas no tom e no destinatário. O mecanismo é o mesmo: simplificação extrema, apelo emocional, identificação de culpados difusos e uso instrumental da indignação popular. 

Durante anos, o espaço público foi ocupado por buzzwords cuidadosamente escolhidas para soar bem e desarmar o contraditório. “Valores de Abril”, “Estado Social”, “coesão social”, “respeito pela Constituição” transformaram-se em mantras. Não enquanto princípios operacionais, sujeitos a avaliação e escrutínio, mas como palavras mágicas destinadas a conferir superioridade moral a quem as invocava. Serviam para tranquilizar a classe média, para criar uma sensação de pertença ao “lado certo da História” e, sobretudo, para evitar debates incómodos sobre resultados concretos. 

Na prática, essas expressões funcionaram como bloqueios à discussão séria. Questionar a eficácia de políticas públicas, a sustentabilidade de certos modelos ou a distância entre promessas e execução era rapidamente rotulado como insensibilidade social, radicalismo ou desvio ideológico. Em vez de uma cultura de implementação, criou-se uma cultura de intenções. Falou-se muito do que se queria fazer, quase nada de como fazê-lo — e menos ainda do que fazer quando falhava. 

Samu reage emocionado à lesão grave sofrida no FC Porto-Sporting

O Jogo

Samu reagiu emocionado, como seria de esperar, à confirmação de que sofreu uma lesão grave na primeira parte do FC Porto-Sporting, que o afastará do resto da temporada. "Ontem foi o dia mais azarado da minha carreira. Sofri uma lesão grave. Ainda não acredito. Estou devastado, sem palavras", revelou nas redes sociais. 

Foto: Pedro Correia

"Vou estar afastado dos relvados por alguns meses. Custa-me não poder ajudar a equipa como gostaria, a lutar no campo. Agora sou mais um adepto a apoiar pelos nossos objetivos. Confiar no plano de Deus, ser forte e positivo é o que me vai fazer voltar mais forte do que nunca. Obrigado pelas mensagens de apoio e pelas demonstrações de carinho", acrescentou.

Recorde-se que Samu foi substituído ao intervalo do FC Porto-Sporting (1-1), ontem, e devido a uma lesão grave. O avançado espanhol sofreu uma entorse no joelho direito, com rotura do ligamento cruzado anterior, à semelhança do que aconteceu com Luuk de Jong no início da época, e terá mesmo terminado a temporada. O jovem ponta-de-lança vai fazer mais exames e ouvir outras opiniões antes de se decidir se será ou não operado.

Título e Texto: Redação, O Jogo, 10-2-2026, 20h05

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Brasil criminaliza dissidência sobre transgêneros

Apesar do título, o artigo de Mary A. O’Grady não é sobre a ideologia trans. É sobre os inúmeros absurdos supremos. Vale a leitura 👇

A feminista Isadora Borges de Aquino Silva, de Paraíba, Brasil, não acredita que um homem possa se tornar mulher.

A estudante de veterinária de 34 anos disse isso nas redes sociais em novembro de 2020. Ela também publicou um vídeo com comentários da professora emérita da Universidade de Sydney, Bronwyn Winter: “Uma pessoa que se identifica como transgênero mantém seu DNA de nascimento. Nenhuma cirurgia, hormônios sintéticos ou mudança de roupas alterará esse fato.” A Sra. Winter citou Simone de Beauvoir para apoiar suas opiniões.

Por postar essas opiniões, a Sra. Silva foi denunciada por procuradores federais pelo crime de “transfobia”. Seu julgamento está marcado para terça-feira. Se for condenada, poderá ser multada e presa por até cinco anos. Mesmo que seja absolvida, enfrentará contas legais significativas por ter exercido sua liberdade de expressão.

O caso mostra o quanto o Brasil caiu em relação à moderna democracia liberal que aspirava se tornar quando emergiu da ditadura em 1985. Os tribunais já não estão mais contidos pela Constituição, e a visão contrária do Judiciário sobre a verdade, cada vez mais, coloca em risco a liberdade.

10-2-2026: Oeste sem filtro – Censura avança no congresso brasileiro + Randolfe inaugura refeitório para cães no Amapá + Governo venezuelano adia Lei da Anistia

"Muitos se perguntam: Lula confundiu Janja com Marisa? Como está a corrupção no Brasil segundo rankings internacionais? Por que os gastos do governo aumentaram tanto? Entenda a polêmica envolvendo o STF e o Banco Master."

#Lula #STF #Corrupção

Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, André Marsiglia, Adalberto Piotto, Carlo Cauti, Rodrigo Constantino e Alexandre Garcia estão reunidos em Oeste Sem Filtro, apresentado por Paula Leal. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 17h45 às 19h45.


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[Língua Portuguesa] Voz de taquara rachada: significado da expressão

Flávia Neves

Quem nunca sofreu com uma vizinha cantando o dia todo de forma desafinada? Quem nunca estranhou uma voz esganiçada? Todos nós já tivemos que aguentar uma voz de taquara rachada em algum momento da nossa vida! 

De onde veio essa expressão?

Taquara é o nome dado a diversas plantas de caule oco, como o bambu. Devido ao seu caule oco, essas plantas se racham facilmente. Quando está ventando, essas rachaduras produzem um barulho fino e estridente. 

Mas o que é, afinal, uma voz de taquara rachada?

Taquara rachada é uma expressão usada para indicar uma pessoa que tem uma voz tão estridente e desafinada, que chega a ser desagradável e irritante.

·         Que voz irritante! Parece uma taquara rachada!

·         Minha filha cantando parece uma taquara rachada.

·         Já não aguento mais ouvir aquela voz de taquara rachada!

·         Por mais que treinasse, continuava com voz de taquara rachada.

[Quadro da Quarta] Construção do Palácio de Versailles

Óleo sobre tela, Adam Frans van der Meulen, 1669, Royal Collection 

Anteriores:
Paisagem mediterrânica 
O menestrel no seu jumento 
Henri de La Rochejaquelein combatendo em Cholet, 17 de outubro de 1793 
Somnambulant 
Partida das três caravelas de Cristóvão Colombo 
O sono de São Pedro

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Réveil tardif mais salutaire en Australie

Michèle Mazel

Cela se passe dans l’État du Queensland, le second par la taille et le troisième plus peuplé d’Australie


Avec un peu plus de cinq millions d’habitants, il est surtout connu pour sa Grande Barrière de corail, le plus grand récif corallien du monde.

C’est pourtant de Brisbane, la capitale de cet État sans histoire, que vient d’être lancée la première pierre contre le narratif mensonger des ennemis d’Israël.

Il sera désormais interdit de manifester sous la célèbre bannière « de la rivière à la mer, la Palestine sera libre ». On ne peut être plus clair : ce slogan, une Palestine libre du fleuve Jourdain à la Méditerranée, appelle ouvertement à la disparition de l’État juif.

C’est le Premier ministre du Queensland, David Crisafulli, qui a annoncé son intention de faire promulguer cette loi par le Parlement.

Elle introduira un nouveau délit : la diffusion, la publication, l’affichage ou la récitation publique de slogans interdits, lorsque leur but est de menacer ou de harceler.

Cette loi est complétée par une réforme concernant les armes à feu. Désormais, seuls les citoyens australiens auront le droit d’en détenir.

Ces deux mesures ont été prises à la suite de l’attaque terroriste de Bondi Beach. Elles s’accompagneront d’une réforme de la législation sur les discours de haine.

The US Weaponized Russophobic Paranoia & Energy Geopolitics To Capture Control Of Europe

Andrew Korybko 

It’s unimaginable that the US would allow any competitor to reduce its enormous new market share in the European energy industry, which it plans to further expand to make Europe even more dependent on it, and that the US wouldn’t weaponize this if Europe ever defies it on anything of significance

The US’ dispute with Europe over Trump’s planned acquisition of Greenland, in pursuit of which he even threatened punitive tariffs against several NATO allies before relenting after they agreed to a framework deal, exposed the strict hierarchical vassal-client relationship between them. This was explicitly acknowledged by Belgian Prime Minister Bart De Wever, who said that “Being a happy vassal is one thing. Being a miserable slave is something else” in response to Trump’s pressure upon Europe. 

French President Emmanuel Macron’s speech at Davos complemented Wever’s worries when he accused the US of trying to “weaken and subordinate Europe”, in response to which he called for “clearly building more economic sovereignty and strategic autonomy”, though it’s arguably too late for that. Politico recently reported that “Fears grow over Europe’s soaring dependence on US gas imports”, which the US could weaponize amidst serious future disputes with the EU over whatever the issue might be. 

Not only could it cut them off from its exports, but its blockade of Venezuela proves that it has the political will to seize energy tankers at sea, the policy of which could be employed in that scenario to ensure that other suppliers aren’t able to satisfy Europe’s needs. Likewise, the only realistic ones that could potentially do so are the Gulf Monarchies, which are all under US influence as it is. It’s therefore indeed possible that this dependence could be exploited to coerce concessions from a recalcitrant EU.

[Livros & Leituras] Valeurs Actuelles e The New American

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Cruz de Malta: o significado por trás do símbolo icônico do Vasco

Conheça a história, origem, simbologia e as controvérsias da famosa Cruz de Malta, marca histórica do Vasco da Gama

Altair Alves 

Poucos símbolos no futebol brasileiro carregam tantas camadas históricas quanto a cruz presente na camisa do Vasco da Gama. Popularmente chamada de Cruz de Malta, ela é elemento central da identidade vascaína e originou o apelido “cruzmaltino”. No entanto, do ponto de vista histórico e heráldico, a questão é mais complexa. O Lance! explica o que significa a Cruz de Malta na camisa do Vasco.

Desde sua fundação, o Vasco adotou uma simbologia ligada às navegações portuguesas, ao mar e à tradição cristã. A cruz que estampa o uniforme dialoga com esse imaginário, mas não corresponde exatamente ao símbolo que muitos imaginam como “correto” para esse contexto histórico.

O que significa a Cruz de Malta?

As cores e a lógica das navegações portuguesas

O Clube de Regatas Vasco da Gama nasceu com forte inspiração marítima. As cores originais — preto e branco — não foram escolhas aleatórias:

O Clube de Regatas Vasco da Gama nasceu com forte inspiração marítima. As cores originais — preto e branco — não foram escolhas aleatórias:

O preto representa o desconhecido dos mares, a travessia incerta das grandes navegações.

O branco, disposto em faixa diagonal, simboliza o caminho iluminado, a rota vitoriosa rumo ao destino.

Dentro dessa lógica simbólica, seria natural que o clube utilizasse a Cruz da Ordem de Cristo, símbolo que ornamentava as velas das caravelas portuguesas no período dos descobrimentos, mas não foi isso que aconteceu.

Incêndio atinge restaurante no Centro do Rio

Não há informações de feridos e nem sobre o que teria provocado as chamas

O Dia


Um incêndio atingiu o restaurante Villa Grill, na Rua da Alfândega, no Centro, no início da tarde desta segunda-feira (9). Cerca de 50 militares do Corpo de Bombeiros, dos quartéis do Centro, São Cristóvão e Humaitá, foram acionados para conter as chamas.

Apesar da dimensão do incêndio e da localização, não há informações de feridos e nem sobre o que teria provocado as chamas.

“Se houve uma equipa que fez de tudo para ganhar foi o FC Porto”

Declarações de Francesco Farioli após o empate frente ao Sporting (1-1)

O FC Porto empatou com o Sporting na 21.ª jornada do campeonato (1-1) e Francesco Farioli destacou a atitude de um grupo que “entrou sem medo, com muita intensidade e uma dinâmica positiva”, mas “cometeu um erro e pagou por ele”. Apesar do pênalti concedido, o técnico italiano não escondeu o “orgulho pelo espírito” de uma equipa que “fez de tudo para ganhar o jogo” e que “continua viva na corrida” pelo título com quatro pontos de vantagem sobre o rival de Alvalade.


90 minutos resumidos
“Sabíamos que era um grande jogo. Entrámos sem medos frente ao bicampeão, com muita intensidade e uma dinâmica muito positiva. Estou muito feliz com a nossa abordagem, espírito e desejo de ganhar. Concedemos um pênalti na última ação do jogo. Foi o sexto jogo consecutivo em que o Sporting marca no último minuto. Não conseguimos manter a folha limpa, mas foi um jogo positivo com uma boa atitude e atmosfera. Não tivemos medo e o caráter que colocámos em campo diz muito do trabalho que temos feito.”

O preço a pagar
“Cometemos um erro e pagámos por ele. Não há arrependimentos. Fizemos o que foi possível. A melhor ação do jogo foi a que resultou no nosso golo. A energia com que colocámos a bola lá dentro, depois de seis ou sete recuperações de bola, mostra o que queremos fazer.”

Clássico de sentido único
“A única parte do jogo em que sofremos foi na reta final. Durante 83 minutos o jogo teve um líder. Se houve uma equipa que fez de tudo para ganhar foi o FC Porto.”

Quatro pontos de vantagem
“Não gosto de fazer contas. Estou orgulhoso pelo espírito da equipa. Fizemos tudo para ganhar o jogo, fomos corajosos e tentámos de tudo. Não foi suficiente para bater uma boa equipa, liderada por um bom treinador, mas estamos vivos na corrida.”

Piloto suspeito de chefiar rede de abuso infantil é preso em aeroporto em SP

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O jornalismo profissional morreu 
"Você sabe com quem está falando?"

[Aparecido rasga o verbo] Tipo um epitáfio, para lembrarem de mim com um sorriso e uma pausa reflexiva

Aparecido Raimundo de Souza

(Para todos que fizeram parte da minha vida)

ALARDEIAM OS ANTIGOS que a vida é curta, assim, como dizer um “bom dia”, uma “boa tarde”. Breve como a partida de uma pessoa insuportável, ligeira como um espirro, rasteira como um sorriso e até mais abreviado que um peido maroto soltado em hora imprópria. Sempre achei que ela, a vida, cabia em muitas histórias. E como eu sempre fui um contador de histórias, algumas delas ganharam vida em viagens de ônibus quando ia ou voltava do trabalho. Outras em abraços demorados, e muitas em gargalhadas que ecoaram mais alto do que qualquer tristeza com semblante de pegajosa e mal-amada.

Mas se anime, minha princesa. Se hoje você está aqui diante dessa pedra fria, encarando meu buraco nesse chão de terra enlameada, talvez rindo por dentro e pensando com seus botões, “graças a Deus, essa imundície se foi”, saiba que ela, a sepultura, não guarda apenas o fim, mas também agasalha o começo de cada lembrança. Porque eu não sou só esse nome gravado aqui nessa sepultura. Também me sinto e logicamente reconheço, fui um sujeito medíocre, um cara que fazia mal às pessoas, que abandonou as mulheres com quem viveu, os filhos que não soube criar... também fui conversa, piada, companhia, ainda que insuportável, mas quem estava ao meu lado se divertia ou fingia bem.

E se a saudade nesse momento apertar, se lembre: eu sempre preferi que me recordassem com um sorriso. Afinal, rir era o meu jeito imbecilizado de desafiar o tempo. Agora descanso, mas deixo um convite para você, minha linda que me encara muda e sem saber o que dizer: viva como quem sabe que cada instante pode virar história. E quando contar a sua, não esqueça de temperar com bastante humor, porque é assim que a vida fica mais leve, mesmo aqui vista desse lado. Nunca se esqueça: a vida é um sopro. Eu, porém, sempre achei que ela tinha gosto de café com leite acompanhado de dois pães com manteiga pela manhã e também de gargalhadas inesperadas.

Você sabe, não vivi como quem conta os dias, mas como quem coleciona histórias. Algumas sérias, outras absurdas, e muitas que só faziam sentido porque vinham de dentro de mim. Se você está aqui, diante dessa última morada, saiba que não encontrará apenas silêncio. Há ecos de conversas que nunca terminaram, lembranças que insistem em se repetir, e perceba, há risos que ainda vibram no ar, mesmo que eu já não esteja de bom humor para soltá-los. Fui amigo, companhia, aquele idiota que fazia piada quando o momento pedia seriedade e, às vezes, quando não.

[Livros & Leituras] Front Populaire – La revue de Michel Onfray

Éditions du Plénitre, Levallois-Perret, nº 23, décembre 2025 – janvier et février 2026, 160 pages. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Prédio desaba no Engenho Novo e deixa feridos

Imóvel já apresentava sinais de deterioração, mas não havia sido interditado


Fred Vidal

Um prédio residencial desabou, no fim da tarde deste domingo (8), e deixou quatro pessoas feridas na Rua Visconde de Itabaiana, no Engenho Novo, na Zona Norte. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a grande quantidade de escombros, além de moradores desesperados na tentativa de resgatar as vítimas no meio dos destroços.

Equipes dos quartéis de Benfica, Vila Isabel, Méier, Grupamento de Busca e Salvamento e Grupamento de Operações Especiais foram acionadas às 17h40 e atuaram na ocorrência cerca de 40 bombeiros. 

Quatro vítimas foram resgatadas com vida e encaminhadas para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. Três tiveram ferimentos leves, enquanto o quadro clínico da outra é considerado moderado.

Vasco se impõe diante do Botafogo em vitória importante para retomar a confiança

Vasco faz o dever de casa contra rival com time reserva e volta ao caminho das vitórias

Bruno Murito

O Vasco precisava vencer o Botafogo. Diante dos últimos três resultados do clube na temporada, a equipe de Fernando Diniz tinha a obrigação de superar um rival que chegava ao clássico já classificado e com time reserva. E foi o que o Vasco fez. Dominou a partida deste domingo do início ao fim e mereceu a vitória por 2 a 0.

Foto: Vitor Silva/Botafogo

Enquanto o Botafogo foi a campo com uma formação praticamente reserva, com apenas Barboza entre os titulares, o Vasco entrou com força máxima. Também já classificado, o resultado era importante para evitar um clássico contra o Fluminense nas quartas de final e garantir o direito de decidir a próxima fase em casa.

Mais do que isso, porém, era fundamental retomar o caminho das vitórias diante do torcedor vascaíno, que enfrentou uma chuva intensa em São Januário para acompanhar o jogo.

A chuva foi um ingrediente importante da partida, sobretudo no primeiro tempo. O Vasco naturalmente teria mais posse de bola do que o Botafogo, que aposta em transições e jogadas rápidas. O time de Diniz costuma se concentrar pelo lado esquerdo na construção das jogadas, e isso acabou sendo prejudicado antes do intervalo. O lado em frente ao setor social de São Januário era o mais castigado pelas poças de água.

Mesmo assim, o Vasco mandou no jogo desde o início. Com a linha defensiva bem alta, a equipe pressionou a saída de bola do Botafogo e não deu espaço para o time de Anselmi jogar. A estratégia foi explorar a velocidade pelas pontas, nas costas dos alas alvinegros. Funcionou em alguns momentos com Piton e Andrés Gómez.