Paulo Hasse Paixão
Um pai de família e treinador de futebol juvenil foi condenado a dois anos e nove meses de prisão depois de ter entrado em confronto com a polícia durante protestos em frente a um hotel em Essex que alberga requerentes de asilo. Entretanto, o imigrante etíope cujos abusos sexuais contra uma rapariga de 14 anos e uma mulher desencadearam estes protestos recebeu apenas 12 meses de prisão.
Esta é a face da justiça invertida na Grã-Bretanha de hoje. Os cidadãos nativos que se opõem às consequências da imigração descontrolada enfrentam punições mais severas do que os estrangeiros cuja comportamento criminoso provocou a sua indignação.
Ao mesmo tempo, as diretrizes
oficiais do governo classificam a crença de que a cultura ocidental enfrenta
uma ameaça da imigração em massa como uma forma de extremismo, merecedora de
repressão policial e judicial.
WTF 🤬: UK JUSTICE IS DEAD: Protestors Jailed Longer Than Black Illegal Migrant Rapist!
— AshleY (@Aku_700) June 11, 2026
Three British men spoke out after a black illegal migrant sexually assaulted a 14-year-old girl in Epping — and the courts punished THEM harder than the actual criminal.
The black Ethiopian… pic.twitter.com/Uho1rU3GnF
Hadush Gerberslasie Kebatu, um cidadão etíope que chegou ao Reino Unido num pequeno barco, estava hospedado no Hotel Bell, em Epping. Em julho de 2025, abordou uma rapariga de 14 anos sentada num banco, tentou beijá-la, fez comentários sexualmente explícitos e, posteriormente, voltou a agredi-la. Também agrediu sexualmente uma mulher que se ofereceu para o ajudar na produção de um currículo vitae.









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