Bem-vindo a mais um passeio pelo Ruas e Lugares!
Neste vídeo, convido você a conhecer o Museu Nacional, localizado na histórica Quinta da Boa Vista, no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro.
Você verá como está o Museu Nacional durante sua reconstrução, conhecerá parte dos ambientes já reabertos ao público e passeará pelos belíssimos jardins da Quinta da Boa Vista, um dos parques mais tradicionais e importantes da cidade.
Criado por Dom João VI em 6 de junho de 1818, inicialmente com o nome de Museu Real, o Museu Nacional é a instituição científica mais antiga do Brasil. Sua primeira sede funcionava no Campo de Santana e, em 1892, a instituição foi transferida para o histórico Palácio de São Cristóvão, antiga residência da Família Imperial, onde permanece até os dias atuais.
Ao longo de mais de dois séculos, o Museu Nacional reuniu um dos mais importantes acervos científicos da América Latina, com milhões de peças de valor histórico, arqueológico, antropológico, paleontológico, zoológico e geológico.
Em setembro de 2018, um incêndio de grandes proporções atingiu o Palácio de São Cristóvão e provocou a perda de grande parte do acervo. Desde então, pesquisadores, restauradores e diversas instituições brasileiras e internacionais vêm trabalhando na reconstrução do edifício e na recuperação desse importante patrimônio científico e cultural.
Este vídeo foi gravado durante a fase de reabertura parcial do Museu Nacional, registrando um momento histórico da reconstrução e da retomada das visitas públicas.
Durante nossa visita estavam em cartaz duas exposições especiais:
🏛️ Bastidores da Ciência – apresenta ao público o trabalho desenvolvido nos laboratórios e setores técnicos do Museu Nacional, revelando processos de restauração, conservação, paleoarte, taxidermia, modelagem digital, ilustração científica e diversas outras atividades que fazem parte do cotidiano de um grande museu de ciências.
🎨 Rescaldo das Memórias – exposição do artista Vik Muniz, criada a partir de cinzas e fragmentos resgatados após o incêndio de 2018. Instalada justamente na sala onde o fogo teve início, a mostra convida à reflexão sobre memória, perda, reconstrução e esperança.























