Neste painel da CEO Conference 2026, o senador Flávio Bolsonaro fala sobre política brasileira e sobre o cenário eleitoral do país neste ano. A moderação é da jornalista Amanda Klein.
Assista ao vídeo completo e acompanhe reflexões que podem orientar suas decisões de investimento.quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Nível da imprensa tupiniquim
Esta
manchete do Portal UOL é das coisas mais aberrantes que eu já vi, mas retrata
com clareza o nível de uma boa parcela do jornalismo tupiniquim.
Para além do absurdo de afirmar que “o carro atropelou e matou o motociclista”, a manchete também é absurdamente enganosa em relação aos fatos e ao contexto do acidente.
Segundo matéria do Metrópoles: “Uma câmera de segurança registrou o momento em que o carro atravessa a Avenida Nove de Julho, no sentido Marginal Pinheiros, para entrar no túnel — o sinal estava verde para o veículo. Nesse momento, surge um motociclista que seguia em direção à Avenida Cidade Jardim. O veículo atinge a moto em cheio.
Nas eleições em Portugal, já vimos o mesmo roteiro:
quando o
resultado agrada à esquerda, é “vitória da democracia”. Quando desagrada, vira
“ameaça democrática”
Democracia não é selo ideológico. Não pertence a
partido nem a líder algum. Quem só reconhece o voto popular quando vence não
passe de um tirano.
No Brasil, em nome de “salvar a democracia”, vimos
garantias sendo relativizadas contra a direita e em benefício de Lula.
O truque da esquerda é antigo e cada vez mais previsível em todo o mundo.
Texto e Vídeo: Helio Beltrão, X, 11-2-202611h39
A ONU é um lixo! Trump está totalmente certo de esvaziar esse troço...
Título: Rodrigo Constantino, X, 11-2-2026, 17h05
L’ordure Gutteres , qui n’a jamais condamné son employée Albanese , vient de congratuler la République Islamique. L’ONU est une déchèterie. https://t.co/18MUaqvEJA
— G-William Goldnadel (@GWGoldnadel) February 11, 2026
O amor venceu... pic.twitter.com/G7oc6yT3JC
— Rodrigo Constantino (@Rconstantino) February 11, 2026
Fernando Diniz continua sua imparável carreira no Vasco da Gama…
por que o presidente gosta muito dele…
Com o novo tropeço, o
Vasco chegou à terceira derrota consecutiva neste Brasileiro e entrou na zona
de rebaixamento
França Fernandes
O Vasco da Gama foi derrotado
pelo Bahia nesta quarta-feira (11), por 1×0, em São Januário, jogo válido pela
3ª rodada do Campeonato Brasileiro, e segue sem vencer na competição e já
figura na zona de rebaixamento.
Com o novo tropeço, o Vasco
chegou à terceira derrota consecutiva nesta edição do Brasileiro. Considerando
ainda a reta final do campeonato passado, o time soma agora cinco partidas
seguidas sem vitória na Série A, aumentando a pressão.
A derrota em casa empurrou o Cruzmaltino para a zona de rebaixamento, cenário que acende o sinal de alerta em São Januário. Mesmo ainda no início do campeonato, a sequência negativa preocupa, já que a equipe repete as dificuldades já apresentadas anteriormente.
11-2-2026: Oeste sem filtro – Investigado no caso Master joga quase meio milhão de reais pela janela + Lula admite que algo deu errado na Bahia (só na Bahia?) + Brasil mantém pior posição no índice de Percepção da Corrupção
Audiência sobre extradição de Zambelli é interrompida na Itália
Exclusivité : le fils de Jair Bolsonaro sur CNews + Flávio Bolsonaro responde jovens conservadores na França + A estratégia internacional de Flávio Bolsonaro
O risco do encerramento da falência do grupo Varig : oportunidade, legalidade e limites
Brasil criminaliza dissidência sobre transgêneros
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
O risco do encerramento da falência do grupo Varig : oportunidade, legalidade e limites
Em 2 de fevereiro de 2026,
foram protocoladas petições nos autos do Processo de Falência nº
0260447-16.2010.8.19.0001, nas quais a Administradora Judicial sustenta que as
empresas VARIG, RIO-SUL e NORDESTE se encontram em fase de consolidação final,
indicando haver perspectiva concreta de encerramento da falência e sugerindo
providências objetivas destinadas à conclusão definitiva do feito. Referidas
manifestações constam, entre outras, às fls. 163.429 a 163.467 dos autos.
Sob a ótica estritamente
administrativa, é compreensível que a administradora judicial busque a
finalização do processo. Todavia, os interesses da administração da massa
falida não se confundem, nem podem se sobrepor, aos direitos materiais dos
credores trabalhistas, cuja proteção goza de estatura constitucional e legal
privilegiada.
Não há juridicidade, nem
razoabilidade, no encerramento de um processo falimentar sem a prévia e
integral satisfação dos créditos trabalhistas, em especial:
• os depósitos de FGTS não recolhidos;
• os meses em que houve omissão no
recolhimento;
• a multa de 40% incidente sobre o saldo do
fundo, devida a todos os ex-empregados.
A falência não é um fim em si mesma. Trata-se de instrumento jurídico destinado, entre outros objetivos, à realização ordenada do ativo e ao pagamento dos credores segundo a hierarquia legal. Encerrar o feito com créditos trabalhistas pendentes equivale a esvaziar a própria finalidade do processo falimentar.
Welcome to the 'EUSSR': Unpopular European Regimes Grasping for Power Crack Down on Dissent
Robert Williams
So, if you are an unpopular regime desperately clinging to power, what do you do?
In supposed democracies, this latest "benefit " to your people - cracking down on dissent "democratically" -- means using technology rather than firepower to crush freedom of speech.
"⚠️Danger: Governments will dictate what you see, burying opposing views and creating echo chambers controlled by the state. Free exploration of ideas? Gone—replaced by curated propaganda." — Pavel Durov, Founder and CEO of Telegram, X, February 4, 2026.
"⚠️Danger: Vague definitions of 'hate' could label criticism of the government as divisive, leading to shutdowns or fines. This can be a tool for suppressing opposition. These aren't safeguards; they're steps toward total control. We've seen this playbook before—governments weaponizing 'safety' to censor critics." — Pavel Durov, X, February 4, 2026.
"Congress shall make no law respecting an establishment of religion, or prohibiting the free exercise thereof; or abridging the freedom of speech, or of the press; or the right of the people peaceably to assemble, and to petition the Government for a redress of grievances." — First Amendment to the United States Constitution.
The problem, of course, is that usually "hate" is never defined -- meaning that anything and everything can be labeled "hate" and often is. Judgments about what constitutes "hate" become entirely subjective and run the danger of existing exclusively "in the eye of the beholder."
France is planning a similar move, "to ban minors from Instagram and TikTok," and Germany is also seriously considering introducing such a ban as well.
Denmark, Greece and Britain are also in various stages of either introducing or seriously considering banning X, and European authorities are simultaneously seeking to come up with other ways to close down X.
All this is in addition to a €120 million fine that the European Commission has imposed on X under its "Delete. Silence. Abolish" Digital Services Act.
To the European governments
that refuse to acknowledge that many of their citizens are sick and tired of
their repressive policies, when the ayatollahs slaughter their citizens in
Iran, it is not a pressing problem, but banning X is of the highest priority.
A demagogia que regressa pela porta da frente
Francisco Henriques da Silva
Há uma ironia difícil de ignorar no atual debate político português: os mesmos que construíram o sistema discursivo dominante parecem agora escandalizados por estarem a ser confrontados com os seus próprios métodos. Durante décadas, recorreram à demagogia, ao populismo suave e à retórica moralizante como instrumentos centrais de poder. Hoje, apontam o dedo a André Ventura como se ele fosse uma anomalia do sistema, quando, na verdade, é um produto direto dele.
Ventura não inventou nada de essencialmente novo. Limitou-se a aplicar, com maior crueza e menos pudor, uma fórmula que já tinha provado ser eficaz. A diferença não está na técnica, mas no tom e no destinatário. O mecanismo é o mesmo: simplificação extrema, apelo emocional, identificação de culpados difusos e uso instrumental da indignação popular.
Durante anos, o espaço público foi ocupado por buzzwords cuidadosamente escolhidas para soar bem e desarmar o contraditório. “Valores de Abril”, “Estado Social”, “coesão social”, “respeito pela Constituição” transformaram-se em mantras. Não enquanto princípios operacionais, sujeitos a avaliação e escrutínio, mas como palavras mágicas destinadas a conferir superioridade moral a quem as invocava. Serviam para tranquilizar a classe média, para criar uma sensação de pertença ao “lado certo da História” e, sobretudo, para evitar debates incómodos sobre resultados concretos.
Na prática, essas expressões funcionaram como bloqueios à discussão séria. Questionar a eficácia de políticas públicas, a sustentabilidade de certos modelos ou a distância entre promessas e execução era rapidamente rotulado como insensibilidade social, radicalismo ou desvio ideológico. Em vez de uma cultura de implementação, criou-se uma cultura de intenções. Falou-se muito do que se queria fazer, quase nada de como fazê-lo — e menos ainda do que fazer quando falhava.
Samu reage emocionado à lesão grave sofrida no FC Porto-Sporting
O Jogo
Samu reagiu emocionado, como seria de esperar, à confirmação de que sofreu uma lesão grave na primeira parte do FC Porto-Sporting, que o afastará do resto da temporada. "Ontem foi o dia mais azarado da minha carreira. Sofri uma lesão grave. Ainda não acredito. Estou devastado, sem palavras", revelou nas redes sociais.
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| Foto: Pedro Correia |
"Vou estar afastado dos
relvados por alguns meses. Custa-me não poder ajudar a equipa como gostaria, a
lutar no campo. Agora sou mais um adepto a apoiar pelos nossos objetivos.
Confiar no plano de Deus, ser forte e positivo é o que me vai fazer voltar mais
forte do que nunca. Obrigado pelas mensagens de apoio e pelas demonstrações de
carinho", acrescentou.
Recorde-se que Samu foi
substituído ao intervalo do FC Porto-Sporting (1-1), ontem, e devido a uma
lesão grave. O avançado espanhol sofreu uma entorse no joelho direito, com
rotura do ligamento cruzado anterior, à semelhança do que aconteceu com Luuk de
Jong no início da época, e terá mesmo terminado a temporada. O jovem
ponta-de-lança vai fazer mais exames e ouvir outras opiniões antes de se
decidir se será ou não operado.
Título e Texto: Redação,
O Jogo, 10-2-2026, 20h05
Imprensa internacional destaca adeus de Samu ao Mundial 2026
Vários jogadores do FC Porto publicam mensagens de apoio a Samu
Kiwior com uma lesão muscular: saiba o tempo de paragem do polaco
Brasil criminaliza dissidência sobre transgêneros
Apesar do título, o artigo de Mary A. O’Grady não é sobre a ideologia trans. É sobre os inúmeros absurdos supremos. Vale a leitura 👇
A feminista Isadora Borges de Aquino Silva, de Paraíba, Brasil, não acredita que um homem possa se tornar mulher.
A estudante de veterinária de
34 anos disse isso nas redes sociais em novembro de 2020. Ela também publicou
um vídeo com comentários da professora emérita da Universidade de Sydney,
Bronwyn Winter: “Uma pessoa que se identifica como transgênero mantém seu DNA
de nascimento. Nenhuma cirurgia, hormônios sintéticos ou mudança de roupas
alterará esse fato.” A Sra. Winter citou Simone de Beauvoir para apoiar suas
opiniões.
Por postar essas opiniões, a
Sra. Silva foi denunciada por procuradores federais pelo crime de “transfobia”.
Seu julgamento está marcado para terça-feira. Se for condenada, poderá ser
multada e presa por até cinco anos. Mesmo que seja absolvida, enfrentará contas
legais significativas por ter exercido sua liberdade de expressão.
O caso mostra o quanto o Brasil caiu em relação à moderna democracia liberal que aspirava se tornar quando emergiu da ditadura em 1985. Os tribunais já não estão mais contidos pela Constituição, e a visão contrária do Judiciário sobre a verdade, cada vez mais, coloca em risco a liberdade.
10-2-2026: Oeste sem filtro – Censura avança no congresso brasileiro + Randolfe inaugura refeitório para cães no Amapá + Governo venezuelano adia Lei da Anistia
"Muitos se perguntam: Lula confundiu Janja com Marisa? Como está a corrupção no Brasil segundo rankings internacionais? Por que os gastos do governo aumentaram tanto? Entenda a polêmica envolvendo o STF e o Banco Master."
Augusto Nunes, Ana Paula
Henkel, André Marsiglia, Adalberto Piotto, Carlo Cauti, Rodrigo Constantino e
Alexandre Garcia estão reunidos em Oeste Sem Filtro, apresentado por Paula
Leal. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 17h45 às 19h45.
[Língua Portuguesa] Voz de taquara rachada: significado da expressão
Incêndio atinge restaurante no Centro do Rio
Piloto suspeito de chefiar rede de abuso infantil é preso em aeroporto em SP
9-2-2026: Oeste sem filtro – Lula declara guerra na eleição e diz que acabou o amor + PF consegue acessar dados do celular de Vorcaro + Menção a Hugo Motta provoca vaias no pré-carnaval da Paraíba
Os maiores cínicos da História
Horror: Professora é morta a facadas por aluno em faculdade de Porto Velho
Um exemplo, dos milhares, da hipocrisia da militância nas redações…
[Língua Portuguesa] Voz de taquara rachada: significado da expressão
Flávia Neves
Quem nunca sofreu com uma vizinha cantando o dia todo de forma desafinada? Quem nunca estranhou uma voz esganiçada? Todos nós já tivemos que aguentar uma voz de taquara rachada em algum momento da nossa vida!
De onde veio essa expressão?
Taquara é o nome dado a diversas
plantas de caule oco, como o bambu. Devido ao seu caule oco, essas plantas se
racham facilmente. Quando está ventando, essas rachaduras produzem um barulho
fino e estridente.
Mas o que é, afinal, uma voz de
taquara rachada?
Taquara rachada é uma expressão usada
para indicar uma pessoa que tem uma voz tão estridente e desafinada, que chega
a ser desagradável e irritante.
·
Que voz irritante! Parece uma taquara rachada!
·
Minha filha cantando parece uma taquara
rachada.
·
Já não aguento mais ouvir aquela voz de
taquara rachada!
· Por mais que treinasse, continuava com voz de taquara rachada.
[Quadro da Quarta] Construção do Palácio de Versailles
Óleo sobre tela, Adam Frans van der Meulen, 1669, Royal Collection
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O menestrel no seu jumento
Henri de La Rochejaquelein combatendo em Cholet, 17 de outubro de 1793
Somnambulant
Partida das três caravelas de Cristóvão Colombo
O sono de São Pedro
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Réveil tardif mais salutaire en Australie
Michèle Mazel
Cela se passe dans l’État du Queensland, le second par
la taille et le troisième plus peuplé d’Australie
Avec un peu plus de cinq millions d’habitants, il est surtout connu pour sa Grande Barrière de corail, le plus grand récif corallien du monde.
C’est pourtant de Brisbane, la
capitale de cet État sans histoire, que vient d’être lancée la première pierre
contre le narratif mensonger des ennemis d’Israël.
Il sera désormais interdit de
manifester sous la célèbre bannière « de la rivière à la mer, la Palestine sera
libre ». On ne peut être plus clair : ce slogan, une Palestine libre du fleuve
Jourdain à la Méditerranée, appelle ouvertement à la disparition de l’État
juif.
C’est le Premier ministre du
Queensland, David Crisafulli, qui a annoncé son intention de faire promulguer
cette loi par le Parlement.
Elle introduira un nouveau
délit : la diffusion, la publication, l’affichage ou la récitation publique de
slogans interdits, lorsque leur but est de menacer ou de harceler.
Cette loi est complétée par
une réforme concernant les armes à feu. Désormais, seuls les citoyens
australiens auront le droit d’en détenir.
Ces deux mesures ont été prises à la suite de l’attaque terroriste de Bondi Beach. Elles s’accompagneront d’une réforme de la législation sur les discours de haine.
The US Weaponized Russophobic Paranoia & Energy Geopolitics To Capture Control Of Europe
Andrew Korybko
It’s unimaginable that the US would allow any
competitor to reduce its enormous new market share in the European energy
industry, which it plans to further expand to make Europe even more dependent
on it, and that the US wouldn’t weaponize this if Europe ever defies it on
anything of significance
The US’ dispute with Europe over Trump’s planned acquisition of Greenland, in pursuit of which he even threatened punitive tariffs against several NATO allies before relenting after they agreed to a framework deal, exposed the strict hierarchical vassal-client relationship between them. This was explicitly acknowledged by Belgian Prime Minister Bart De Wever, who said that “Being a happy vassal is one thing. Being a miserable slave is something else” in response to Trump’s pressure upon Europe.
French President Emmanuel Macron’s speech at Davos complemented Wever’s worries when he accused the US of trying to “weaken and subordinate Europe”, in response to which he called for “clearly building more economic sovereignty and strategic autonomy”, though it’s arguably too late for that. Politico recently reported that “Fears grow over Europe’s soaring dependence on US gas imports”, which the US could weaponize amidst serious future disputes with the EU over whatever the issue might be.
Not only could it cut them off from its exports, but its blockade of Venezuela proves that it has the political will to seize energy tankers at sea, the policy of which could be employed in that scenario to ensure that other suppliers aren’t able to satisfy Europe’s needs. Likewise, the only realistic ones that could potentially do so are the Gulf Monarchies, which are all under US influence as it is. It’s therefore indeed possible that this dependence could be exploited to coerce concessions from a recalcitrant EU.
Cruz de Malta: o significado por trás do símbolo icônico do Vasco
Conheça a história, origem, simbologia e as controvérsias da famosa Cruz de Malta, marca histórica do Vasco da Gama
Altair Alves
Poucos símbolos no futebol
brasileiro carregam tantas camadas históricas quanto a cruz presente na camisa
do Vasco da Gama. Popularmente chamada de Cruz de Malta, ela é elemento central
da identidade vascaína e originou o apelido “cruzmaltino”. No entanto, do ponto
de vista histórico e heráldico, a questão é mais complexa. O Lance! explica o que significa a Cruz de Malta na camisa do Vasco.
Desde sua fundação, o Vasco
adotou uma simbologia ligada às navegações portuguesas, ao mar e à tradição
cristã. A cruz que estampa o uniforme dialoga com esse imaginário, mas não
corresponde exatamente ao símbolo que muitos imaginam como “correto” para esse
contexto histórico.
O que significa a Cruz de
Malta?
As cores e a lógica das
navegações portuguesas
O Clube de Regatas Vasco da
Gama nasceu com forte inspiração marítima. As cores originais — preto e branco
— não foram escolhas aleatórias:
O Clube de Regatas Vasco da
Gama nasceu com forte inspiração marítima. As cores originais — preto e branco
— não foram escolhas aleatórias:
O preto representa o
desconhecido dos mares, a travessia incerta das grandes navegações.
O branco, disposto em faixa
diagonal, simboliza o caminho iluminado, a rota vitoriosa rumo ao destino.
Dentro dessa lógica simbólica, seria natural que o clube utilizasse a Cruz da Ordem de Cristo, símbolo que ornamentava as velas das caravelas portuguesas no período dos descobrimentos, mas não foi isso que aconteceu.
Incêndio atinge restaurante no Centro do Rio
Não há informações de feridos e nem sobre o que teria provocado as chamas
O Dia
Apesar da dimensão do incêndio e da localização, não há informações de feridos e nem sobre o que teria provocado as chamas.














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