Há mais de SEIS MESES?!?
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| 16 de maio de 2026 |
Quantos
meses mais elas ficarão PARADAS?
Homem é torturado e concretado vivo por traficantes após "descumprir ordens" do Comando Vermelho
Timeline
As autoridades de segurança pública do Rio de Janeiro investigam imagens que viralizaram nas redes sociais, as quais mostram um homem sendo concretado vivo por integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV).
Até o momento, os órgãos oficiais de inteligência não confirmaram a veracidade do material, a identidade da suposta vítima ou a localização exata do ocorrido.
O conteúdo audiovisual de extrema violência começou a circular amplamente em plataformas digitais, como Instagram, Facebook e Threads. Relatos que acompanham as publicações alegam que a execução brutal teria sido realizada em uma comunidade sob o domínio do tráfico de drogas na capital fluminense.
Segundo analistas e especialistas em segurança pública ouvidos pela Timeline, facções criminosas frequentemente utilizam a gravação e a ampla distribuição de mídias violentas como tática de guerra psicológica. O objetivo estratégico dessas ações é consolidar o controle territorial, punir desafetos, dissuadir colaborações com as forças policiais e silenciar denúncias de moradores locais.
Supremo Tribunal Federal arquiva ação sobre monitoramento de redes no governo Bolsonaro
O Supremo Tribunal Federal
arquivou, por 7 votos a 4, uma ação do Partido Verde contra o governo do
ex-presidente Jair Bolsonaro por relatórios de monitoramento de redes sociais
de parlamentares e jornalistas.
A maioria dos ministros
entendeu que a contratação de uma empresa privada para acompanhar publicações
públicas em redes sociais não configurou espionagem. O julgamento foi encerrado
na sexta-feira, 15.
A ação foi apresentada após
reportagem de 2020 apontar que a Secretaria de Governo e a Secom monitoravam
diariamente publicações de 80 jornalistas e 116 parlamentares.
O voto vencedor foi aberto por André Mendonça. Para o ministro, o caso tratava de ato concreto e não deveria ser analisado por meio de ADPF. Ele também afirmou que o contrato havia sido encerrado em setembro de 2020 e comparou os relatórios a serviços de clipping de notícias.
Afonso Belisário
Os anos 2020 vão ficar marcados na história da integração europeia como um ciclo sombrio. A União Europeia, sob o pretexto de proteger a democracia, começou a restringir sistematicamente a liberdade de expressão e o verdadeiro pluralismo político. Assim, envereda pelos caminhos históricos já trilhados por todos os regimes autoritários, recorrendo à violência e à censura à medida que o apoio público pelas suas políticas diminui.
Um relatório recentemente publicado pelo Instituto Ordo
Iuris não deixa dúvidas: estamos perante um projeto de profunda reformulação da
esfera pública que terá como principal alvo as comunidades conservadoras,
incluindo os católicos.
Os novos mecanismos da UE,
ironicamente designados por “Escudo
da Democracia“, não se resumem a um único acto legislativo. Trata-se de um
sistema regulatório coordenado — desde a Lei dos Serviços Digitais (DSA),
passando pelos códigos de conduta sobre o “discurso de ódio” e a
“desinformação”, até à regulação da publicidade e da propaganda política. O
denominador comum é o já oficial abandono do culto europeu da liberdade de
expressão e a sua substituição por um sistema de restrições preventivas, em
nome da… liberdade e democracia.
A Comissão Europeia alega que
o seu objetivo é criar um espaço de informação “seguro” no qual devam
predominar mensagens “fiáveis”, ou seja, na prática, narrativas alinhadas com o
consenso liberal. O problema é que os critérios para a “credibilidade” da UE,
para o que é considerado “desinformação” e — o que é particularmente
prejudicial — “discurso divisivo”, são extremamente vagos e sujeitos a
interpretações ideológicas. Como resultado, não serão tribunais independentes,
mas sim plataformas online que cooperam com organizações não governamentais selecionadas
por Bruxelas que decidirão qual o conteúdo que poderá chegar aos cidadãos da
União Europeia.
Este sistema é multifásico. Desde logo, mecanismos de denúncia e remoção de conteúdos que, na prática, incentivam remoções rápidas, mesmo em detrimento da liberdade de expressão. Em segundo lugar, um sistema de rotulagem em que as declarações classificadas como “não verificadas”, “enganosas” ou “políticas” estão sujeitas a restrições obrigatórias em plataformas como o Facebook ou o X. Em terceiro lugar, haverá uma intervenção algorítmica para limitar o alcance de conteúdos considerados problemáticos.
Certos escândalos são como
ladrões armados que entram pela porta da frente. Outros são burburinhos que se
ouvem pela fresta, barulho de TV no corredor, e acabam tratados como se fossem
um arrastão no edifício inteiro. O caso Banco Master pertence ao primeiro
grupo. A história do filme 'Dark Horse' pertence ao segundo.
Comecemos pelo óbvio, já que o
óbvio anda desempregado no debate público nacional: financiar um filme privado
com dinheiro privado não é crime. Pode ser cafona, inconveniente,
eleitoralmente arriscado e até burro. Crime, por si só, não é.
O direito distingue campanha
eleitoral de produção audiovisual. O STF proibiu doações empresariais a
campanhas na ADI 4650. Financiamento cultural é coisa bem outra: envolve
patrocínio, coprodução, incentivo fiscal e mecanismos da Ancine.
A natureza muda se, e somente
se, o filme for campanha disfarçada, se o dinheiro tiver origem criminosa, se
houver lavagem, corrupção, ocultação do beneficiário real ou contrapartida
pública indevida. Aí saímos do cinema e entramos no Código Penal. Hipótese de
ilicitude não equivale a ilicitude provada.
No caso 'Dark Horse', o que se
sabe publicamente é relevante, embora muito limitado. Flávio Bolsonaro
confirmou ter buscado financiamento de Daniel Vorcaro para o filme sobre Jair
Bolsonaro, alegando patrocínio privado e negando contrapartida. A produtora
GOUP Entertainment negou ter recebido dinheiro de Vorcaro, embora novas
revelações ponham essa negativa sob suspeita. E daí?
Merece apuração? É evidente. Merece pergunta dura? Também. Merece ser tratado como o centro do caso Master? Aí começa a fraude analítica.
Li com a devida atenção
a entrevista concedida por Leonor Caldeira,
significativamente intitulada «Quando damos a um homem o poder de nos
alimentar, também lhe damos o de nos esfomear». Devo dizer que, embora concorde
que a vulnerabilidade nas relações conjugais é uma realidade tangível e, muitas
vezes, dolorosa, discordo profundamente da análise apresentada. Esta parece
reduzir um problema antropológico e espiritual complexo a uma mera questão de
«poder dos homens» ou às estruturas do patriarcado.
Do meu ponto de vista, o
principal culpado pelo atual. colapso da instituição matrimonial não é «o
homem» em si mesmo, mas sim o feminismo que, nas últimas décadas, moldou de
forma hegemónica a cultura, a escola, o cinema e os media. Assistimos a uma
castração geracional: antigamente, os meninos brincavam aos polícias e ladrões,
aos índios e cowboys, empunhando espadas e pistolas de brincar. Nessas
simulações, aprendiam o instinto de defesa da família e da pátria contra o mal.
Acompanhavam pais e avós na caça e na pesca, aprendendo não só a obter o
alimento, mas a confeccioná-lo; aprendiam, em suma, a ser provedores.
Antes de a escolaridade
obrigatória se estender até aos 18 anos, os rapazes aprendiam, desde cedo, a
profissão dos pais. Nas férias, iam trabalhar para perceber o valor do esforço,
incutindo-lhes a noção de que era necessário dominar um ofício ou estudar
arduamente para sustentar a prole, tal como viam fazer em casa. E hoje? Hoje
é-lhes tudo dado de mão-beijada. Sem terem de suar para obter cama, mesa e
roupa lavada — e exigindo ainda os últimos gritos da tecnologia —, estes jovens
perdem precocemente o sentido de responsabilidade e o vigor da conquista.
Este facilitismo doméstico, que prolonga uma infância sem deveres, encontra o seu aliado perfeito na atual. engenharia social: hoje, a influência feminista diabolizou as brincadeiras de outrora sob o pretexto de serem «violentas». Ao despojarem o rapaz do instinto de lutar e proteger no mundo real, empurraram-no para um exílio digital. O resultado é o quadro desolador que todos conhecemos: jovens que passam a vida fechados no quarto, imersos em jogos de computador que glorificam a morte — esses, ironicamente, já não parecem preocupar as ideólogas —, consumindo pornografia. Enquanto isso, as mães, que saem de casa cedo e trabalham o dia inteiro, veem-se obrigadas a deixar-lhes as refeições prontas e, quando finalmente regressam a casa, exaustas, no pouco tempo que teriam para descansar, ainda têm de lhes levar a comida ao quarto para garantir que eles não fiquem sem comer. Criámos uma geração de homens sem destino, sem ritos de passagem e sem noção de serviço.
Andrew Korybko
Taking the lead in containing Russia in Europe on the
US’ behalf is the prerequisite for rebuilding “Fortress Europe” and thus
becoming the continent’s hegemon without firing a shot
German Defense Minister Boris
Pistorius announced during his recent visit to Kiev that their countries will
jointly develop
“deep strike” capabilities. RT’s
article about this major move reminded readers that “Berlin has
emerged as Kiev’s largest single military donor after the US switched from
donating weapons directly to Ukraine to selling it to Kiev’s other NATO backers
which hand them over. Germany spent around €20 billion ($23.5 billion) on
weapons for Ukraine from January 2022 to February 2026”.
Germany’s military patronage
of Ukraine is a crucial part of its grand strategy and has been in the making
since summer 2023. In brief, former Chancellor Olaf Scholz’s hegemonic
manifesto from December 2022 made clear his country’s ambitions to recreate what’s
been described elsewhere as “Fortress Europe” in current geopolitical
conditions. This necessitates building the largest army in Europe, which it’s
in the process of doing, and exerting military influence over Ukraine to
threaten Russia.
From the perspective of Germany’s permanent military, intelligence, and diplomatic bureaucracies, their country now bears “responsibility for Europe” per the title of its first-ever postwar military strategy from late April. Its publication was followed by influential Under Secretary of War for Policy Elbridge Colby, considered to be the military-strategic brain behind Trump 2.0, praising Germany for “taking the leading role” in the transformation to “NATO 3.0”. Here are 15 background briefings from the past four years:
Enquanto o Descondenado pisava
nas sepulturas de centenas de milhares de brasileiros mortos pela COVID,
transformando as vítimas em instrumento político para criminalizar adversários
e “dar nome aos bois” da gestão Bolsonaro, em Washington, no mesmo dia 13 de
maio, um empregado da CIA sentava-se diante do Comitê de Segurança Interna do
Senado americano e jurava dizer a verdade.
James Erdman III, oficial de
operações com cerca de duas décadas de casa, contou ao mundo aquilo que a
militância de redação tentou enterrar por cinco anos: a origem da COVID num
laboratório de Wuhan foi a conclusão MAJORITÁRIA dos próprios analistas da CIA
— oito de dez especialistas, em revisão interna de 2022, inclinavam-se ao
vazamento.
Mas relatórios foram
alterados, analistas que insistiram na tese foram retaliados, e Erdman alegou
que Anthony Fauci — o burocrata sob cuja direção o NIAID, o Instituto Nacional
de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, financiou via EcoHealth Alliance experimentos
em Wuhan que reacenderam a disputa sobre se o trabalho se enquadrava como ganho
de função — “influenciou significativamente” as avaliações da inteligência
americana, indicando uma lista curada de cientistas para impor a narrativa do
“morcego no mercado úmido”.
Em agosto de 2021, a agência
cogitou tornar pública a tese do vazamento. Cinco dias depois, mudou de
posição. Jamais explicou por quê. Sintomático: nenhum dos sete senadores
democratas do comitê apareceu na audiência. Não podemos esquecer que Biden, nas
horas finais do mandato, concedeu a Fauci um perdão preventivo amplíssimo —
“completo e incondicional” para qualquer ofensa cometida entre 1º de janeiro de
2014 e janeiro de 2025 relacionada às suas funções no governo.
O escopo retroativo cobre, não por acaso, justamente o período em que os grants para a EcoHealth e Wuhan foram concedidos. Um perdão desse tipo a um funcionário público de saúde jamais havia sido concedido na história americana.
Um deles chegou a ser agredido e levado ao Hospital Municipal Miguel Couto
O Dia
Um grupo de turistas
americanos foi assaltado, na madrugada desta terça-feira (19), quando passava
pela subida do Elevado Paulo de Frontin, no Região Central do Rio. Durante a
ação, uma das vítimas chegou a ser agredida e levada ao Hospital Municipal Miguel
Couto.
Segundo as primeiras
informações, o grupo voltava da Pedra do Sal, na Zona Portuária, e seguia em
direção a São Conrado, na Zona Sul.
De acordo com a Polícia
Militar, equipes do 23º BPM foram acionadas por um motorista que transportava
os estrangeiros. Ele relatou aos agentes que o grupo havia sido vítima de roubo
na região.
O turista agredido recebeu atendimento médico e acabou liberado em seguida. Todos os envolvidos prestaram depoimento na Delegacia de Atendimento ao Turista (DEAT), que investiga o caso.
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| Foto: Renan Areias/O Dia |
Título e Texto: Redação,
O Dia, 19-5-2026, 8h42
Capitão do FC Porto vai representar Portugal nos EUA, Canadá e México
A seleção nacional integra o
Grupo K juntamente com a Colômbia, a República Democrática do Congo e o
Uzbequistão. Antes de viajar rumo ao continente americano, Portugal vai
defrontar o Chile no Jamor (6 de junho, 18h45) e a Nigéria em Leiria (10 de
junho, 20h45), num duplo compromisso de preparação para o Mundial.
Diogo Costa não sofreu golos
em 26 dos 49 jogos realizados ao serviço do FC Porto na presente temporada. Com
o capitão na baliza, os portistas sagraram-se Campeões Nacionais com mais
folhas limpas (21) do que golos sofridos (18).
Título, Imagem e Texto: FC Porto, 19-5-2026, 13h03
Alex Bellos, Civilização Editora, Porto, novembro de 2024, 416 páginas.
Título original: Futebol – The Brazilian Way of Life, Bloomsbury Publishing Ltd, 2002.
Do futebol de botão ao soçaite, do autobol à CPI do futebol, do futeboi ao futelama, do "jabuti de cartola" à Copa do Mundo - Alex Bellos traça nesse livro, recheado de fotos, um dos mais completos e inteligentes panoramas do país do futebol.
Entre as proezas do autor estão entrevistas e reportagens nos mais remotos rincões do país e do mundo - literalmente da Floresta Amazônica ao Círculo Polar Ártico. E mais: o ninho da Gaviões da Fiel, futebol de índio, de mulher, de gay, futevôlei, o Peladão de Manaus, macumba e, claro, política.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
"Um grande livro (...) o público
brasileiro terá muito a aprender com essa visão 'estrangeira' do país."
Ruy Castro, O Estado de S. Paulo
"Algumas das mais belas páginas
dedicadas ao futebol brasileiro nas últimas décadas."
Arthur Dapieve
"Um livro para brasileiro
ver."
Juca Kfouri
A rede social X, propriedade de Elon Musk, aceitou ajudar o governo britânico a reprimir o chamado ‘discurso de ódio’ online, sob pressão da Ofcom, o pidesco regulador dos media e das comunicações do Reino Unido
Paulo Hasse Paixão
A Ofcom anunciou na
sexta-feira que o acordo inclui o compromisso por parte da plataforma de Musk
de rever e avaliar pelo menos 85% das denúncias de “conteúdo de ódio” relatadas
através de uma “ferramenta dedicada de denúncia de conteúdo ilegal no Reino Unido”,
a cada 48 horas. O X deve também consultar “especialistas” em relação aos
sistemas de denúncia de “ódio ilegal” e “enviar dados de desempenho à Ofcom
trimestralmente” para avaliar a sua conformidade.
We have accepted X’s public commitments to bring in new protections to tackle illegal hate and terror content.
— Ofcom (@Ofcom) May 15, 2026
Read the full list of changes and our statement here 🔗 https://t.co/J5MR6pXbye pic.twitter.com/NjDetiq8m5
Oliver Griffiths, o diretor do Grupo de Segurança Online da Ofcom, comentou o acordo nestes termos:
Seven (também
grafado Se7en; prt: Sete Pecados Mortais; bra: Seven:
Os Sete Crimes Capitais é um filme norte-americano lançado em
setembro de 1995, estrelado por Brad Pitt e Morgan Freeman e um dos mais importantes da filmografia do seu diretor David Fincher.
Sinopse
O filme conta a história de dois policiais — o jovem e impetuoso David Mills (Brad Pitt), que passou cinco anos na divisão de homicídios, e o maduro, culto e prestes a reformar-se William "Smiley" Somerset (Morgan Freeman) — que são encarregados de uma perigosa e intrigante investigação: um serial killer que baseia os seus assassinatos nos sete pecados capitais. Wikipédia
No IMBb: 8,6/10
Com a pré-candidatura à presidência abalada pela divulgação de áudios mandados a Vorcaro, o senador se vê obrigado a dar explicações ao invés de cobrar respostas
Nuno Vasconcellos
O senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL/RJ) vive um momento especialmente incômodo para alguém que, até dias atrás, estava numa trajetória ascendente que parecia destinada a conduzi-lo ao cargo mais importante da República. Agora, ao invés de cobrar respostas, ele precisa dar explicações. Pior ainda: está exposto ao julgamento severo de pessoas dispostas a condená-lo sem se darem ao trabalho de ouvir o que ele tem a dizer em sua defesa.
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| 'Daniel na cova dos leões', pintura de Briton Rivière, 1872 |
A caminhada do senador se
deparou, na quarta-feira passada, com o maior obstáculo que enfrentou até
agora. Trata-se da publicação pelo site Intercept Brasil de uma gravação que
vem dando o que falar. Em mensagem de áudio, o senador cobra a liberação de parte
do dinheiro que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro havia prometido para ajudar a
bancar um filme sobre a trajetória de Jair Bolsonaro. Batizado de Dark Horse
(expressão em inglês que significa azarão), o filme tem estreia prevista para o
mês de setembro, bem na reta final da campanha eleitoral, e será estrelado pelo
ator americano Jim Caviesel.
O episódio ainda não chegou à
Justiça. No entanto, ninguém deve estranhar se, amanhã ou depois, a
Procuradoria Geral da República ver na gravação algum motivo para processar
Flávio e o Supremo Tribunal Federal, como tem feito com todas as denúncias que
se referem à família Bolsonaro, levar o processo a julgamento. Os
desdobramentos jurídicos, porém, talvez nem sejam o aspecto mais sensível desse
episódio.
Independentemente de qualquer consequência jurídica que um processo como esse
possa vir a gerar, as implicações políticas são imediatas. Flávio pode até
conseguir provar, mais adiante, que não houve qualquer ilegalidade nos acertos
com Daniel Vorcaro que foram jogados no ventilador pelo Intercept. Mas o
estrago já está feito. E, dependendo da dinâmica de uma campanha eleitoral que
ainda não começou oficialmente, mas já está nas ruas desde o ano passado, as
consequências podem ser devastadoras para ele.
Evento chega no Rio com cerca de 700 rótulos, grandes enólogos portugueses e degustação especial inspirada em anos de Copa do Mundo
Renata Granchi
O evento acontece entre os
dias 5 a 7 de junho no Jockey Club Brasileiro, no Rio. Ao todo, 80 produtores
estarão presentes na edição carioca, reunindo vinhos de diferentes regiões
portuguesas, do Douro ao Alentejo, passando por Dão, Bairrada e Vinhos Verdes.
Entre as novidades deste ano
está a reformulação das provas comentadas, que passam a ocorrer em um formato
mais intimista, com mesas organizadas em “U” para aproximar especialistas e
participantes. As sessões terão duração de uma hora e contarão com nomes de
peso do universo do vinho português.
A edição terá exclusividade na participação de Mário Sérgio, da Quinta das Bágeiras, produtor reconhecido pelos rótulos da Bairrada.