sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Uma reflexão sobre a informação, a guerra e a hipocrisia


António Justo

A guerra é suja e suja quem se envolve nela seja diretamete seja a nível de discurso! É com profunda tristeza que verifico como os média oficiais na Europa estão mais virados para a formatação da opinião pública do que para a criação de espíritos livres e críticos. A informação é confecionada de maneira a que o público desenvolva uma mente preconceituosa, incapaz de ver a realidade para além dos rótulos pré-estabelecidos, fixando-a apenas em categorias emocionais como se os povos não fossem capazes de mais. 

A Estratégia da “Trégua Limitada”

Observemos o momento atual: fala-se agora em conversações para uma “trégua limitada” de paz, em vez de se procurar um verdadeiro acordo de paz duradouro. Quando Putin recusa, a narrativa dominante é simples afirmar que “o mau do Putin não quer”. Mas será esta a leitura correta? Não. Ele não quer porque percebe que uma trégua limitada, neste contexto, apenas serviria para dar à UE e ao Reino Unido tempo e espaço para se rearmarem e se prepararem para uma guerra mais efetiva no período pós trégua.

Bruxelas e Londres mantêm o mesmo espírito de autojustificação moral: a crença inabalável de que são os “bons e honestos” e o outro lado é invariavelmente o agressor. Esta tática e postura impedem qualquer progresso real e tem sido fundamentada sistematicamente numa narrativa pós-fática. 

O Interesse Camuflado da UE na Ucrânia

A verdade, que raramente é contada, é que a União Europeia sempre teve interesse em apossar-se da Ucrânia, seja economicamente, seja geopoliticamente. E tem feito tudo para que não se chegue a acordos sérios que possam estabilizar a região sem a sua hegemonia. O mais lamentável de tudo é que, devido a uma estratégia contínua de informação pós-fática, onde os factos são moldados para servir narrativas, o povo europeu foi de tal maneira emocionalizado que em geral perdeu a capacidade de discernimento.

Hoje, o cidadão comum pensa, de forma simplista, que o mal está do lado da Rússia e o bem do lado da Europa. No entanto, se formos ver as coisas com isenção, a Europa tem vivido melhor do que outros povos não apenas pelo seu trabalho e engenho, mas também e em grande medida, devido à sua hipocrisia nas relações internacionais.

Ukraine’s Fast-Tracked EU Membership Would De Facto Advance EU Federalist Goals

Andrew Korybko

The approval of “reverse enlargement” to Ukraine and other candidate states would institutionalize a three-tiered Europe between the “E6”, Central Europe, and the new partial members from Eastern Europe and the Balkans for facilitating Germany’s divide-and-rule federalist plans

Politico reported on the EU’s plan to grant Ukraine partial membership by next year at the earliest as part of a comprehensive solution to that country’s conflict. An unnamed official described this as “reverse enlargement” and explained that “It would be a sort of recalibration of the process — you join and then you get phased in rights and obligations.” This modus operandi would enable all the other candidates to join too and thus complete the bloc’s expansion in Eastern Europe and the Balkans.

If Orban isn’t ‘democratically deposed’ during next month’s parliamentary elections, then the EU plans to appeal to Trump to pressure him into agreeing to this, absent which they’ll remove Hungary’s voting rights. Left unsaid is the assessment from early November when this general idea was first reported about how “Poland Might Impede The EU’s Push To Speedily Grant Ukraine Membership” if this compels it to open its agricultural market to another deluge of low-cost and low-quality Ukrainian exports.

Per the preceding hyperlinked analysis, “neither half of its ruling duopoly wants to be blamed for the domestic consequences of Ukraine joining the EU, especially not ahead of fall 2027’s next parliamentary elections. Prime Minister Donald Tusk’s ruling liberal-globalist coalition is already facing an uphill battle and would torpedo any hope of keeping control if they supported this, while President Karol Nawrocki from the conservative-nationalist opposition would betray his base if he went along with them.”

Por que a esquerda ataca a família, a religião e a lei


Leandro Ruschel

Episódios recentes, como a utilização do carnaval para promover narrativa política e atacar valores tradicionais, costumam ser tratados como manifestações culturais ou, no máximo, como provocação ideológica. Essa leitura erra o essencial.

Não se trata de estética. Trata-se de estratégia.

Para compreender esse tipo de movimento, é necessário ir além do episódio e observar a estrutura de pensamento que o sustenta. Ao longo do último século, a tradição marxista estabeleceu como objetivo central a destruição das bases da sociedade vigente para a construção de uma nova ordem. Não uma reforma gradual, mas uma substituição completa.

Essa diferença é fundamental.

A visão conservadora parte da ideia de continuidade: a sociedade é imperfeita, mas deve ser aprimorada com base em tradições, instituições e regras que se provaram funcionais ao longo do tempo. Já a visão revolucionária parte do pressuposto oposto: a estrutura existente é essencialmente injusta e, portanto, precisa ser destruída.

A partir dessa premissa, torna-se possível entender os alvos.

A família é uma das principais células da organização social. É nela que se formam vínculos, responsabilidades e incentivos de longo prazo, como a preservação de patrimônio e a transmissão de valores. Essa estrutura cria autonomia em relação ao Estado. Quanto mais forte a família, menor a dependência de um poder central.

Por isso, ela precisa ser enfraquecida.

[Aparecido rasga o verbo] Onde as duas estradas se confundem e se tornam um só caminho

Aparecido Raimundo de Souza 

“ESTAR SÓ” é diferente de “estar sozinho”. Será? E qual a diferença entre um e outro? O “estar só” pode ser povoado de lembranças, de vozes que ecoam dentro da memória, de fantasmas os mais diversificados que atormentam com seus traços remotos e obsoletos e que por sua vez nos acompanham sem pedir licença. O “estar só” pinta do nada, escorrega pelo corpo como uma dor de barriga fortemente armada trazendo presságios maléficos como se ressuscitasse fatos passados, lembranças de feições iracundas e sem mais nem menos, nos deixa no meio do mato sem o sorriso cativo do cachorro de todas os latidos.

Nessa hora, o “estar só” é como caminhar por um espaço sem paredes, sem chão, sem teto. É como ser transportado para um lugar de mata carbonizada pelo desconhecido. Um lugar hediondo, onde o tempo não passa, apenas se arrasta. Nesse ponto sem volta, o coração aflito mendiga por uma gota de felicidade. E ela, a felicidade, não aparece, não marca presença, se distancia sem coragem de mostrar o rosto. O silêncio, nesse lugar é o pesadelo maior. Se torna obsoleto, retrógrado e sem limites. Entra numa espécie de dança esquizofrênica que além de machucar profundamente, também maltrata, fere o âmago, pega pesado e desequilibra a alma.

Além de pegar pesado, se faz denso e odioso, se agiganta não só de uma ausência infame como se reveste de uma balburdia ensurdecedora e constante que nos lembra a falta de um abraço amigo ou de qualquer resquício benfazejo que nos acolha e nos de o abrigo procurado. “Estar só” revive o vazio imensurável. O medo planta flores carregadas de maus presságios onde até os pensamentos parecem perder o peso do brilho, a candura do viço, a sensatez de uma palavra de consolo. No “estar sozinho” não há certezas, não há direção, não há porto seguro. Apenas um mar revolto se apresenta insólito.  

O “estar só” vem com sensações iracundas que se projetam em sustos assombrosos e do nada, transformam tudo ao redor numa via de mão incerta, de suspensão sem escapatória, como se o mundo tivesse, desse “nada” e num piscar de olhos, se esquecido de dizer que apesar dos pesares, apesar dos desconfortos, tudo, no final ficará bem e em paz. Em via igual, no “estar sozinho” encontramos algo raro: como assim, algo raro? Uma anormalidade brutal, com a possibilidade de nos perdermos da verdadeira paz interior. Ela vem sem distrações, se apresenta sem máscaras, e sem pressa de ir embora.

Manifestação “Acorda Brasil”, 1º de março: Locais e horários em todo Brasil

Na manifestação Acorda Brasil, do 1/3, os brasileiros vão para a rua, contra os abusos do STF e do governo federal, gritar: fora Lula, fora Toffoli e fora Moraes!

— FORA LULA: presidente que nem deveria ter sido eleito, deveria estar preso, conduz o Brasil de forma desastrosa e usa do dinheiro do brasileiro honesto para promoção pessoal, como ocorreu no Carnaval.

— FORA MORAES: tirano que conduz o Inquérito das Fake News de forma criminosa, ataca sistematicamente a liberdade de expressão, e com a falácia de “defender a democracia” foi vítima, investigador, polícia e juiz, rasgando toda e qualquer a lei.

— FORA TOFFOLI: advogado do PT que acabou com a Lava Jato e anulou condenações de corruptos confessos, iniciou o Inquérito das Fake News e fez de tudo para se blindar de punições por seu envolvimento até o talo no Caso Master.

O Caso Master escancarou, ao ponto de a grande mídia não poder mais esconder, a república de conchavos que estão perpetuando no Brasil.

Eles estão dispostos a tudo para calar a voz do povo. E se o PT se manter no poder nas eleições de 2026, de fato a ditadura PT/STF poderá se concretizar e silenciar o país de vez.

Assim, é fundamental que o brasileiro honesto participe da manifestação do 1/3 e mostre sua força contra o sistema.

NOVO está na linha de frente dessa batalha há anos: somos o Partido com mais ações contra os abusos de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, e a sigla que mais faz oposição ao governo Lula.

Lutamos por você, brasileiro honesto, contra o sistema perverso que manda e desmanda no país. Mas precisamos da sua ajuda. Por isso, junte-se à nós na manifestação Acorda Brasil.

Confira abaixo os locais e horários da manifestação do dia 1º de março em todo o Brasil!

19-2-2026: Oeste sem filtro – M MANDA intimar presidente da Unafisco, que criticou o STF + Escola de samba rebaixada torrou quase 10 milhões de reais dos pagadores de impostos + PF revela que Vorcaro e Toffoli se encontraram mais de 10 vezes


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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

[Daqui e Dali] Nova corte na aldeia

Humberto Pinho da Silva

Quando era rapazote, ia com os meus pais veranear a pequena povoação do Vale da Vilariça.

Depois da janta, familiares e amigos abancavam-se na escaleira de velho e delapidado solar, cujas salas serviam de arrecadação a alfaias agrícolas, e as portas desvidraçadas abriam-se a largas varandas, que permitiam entrada a andorinhas em voos certeiros para os ninhos.

Nessa nova "Corte na Aldeia" havia letrados e “analfabetos”, que aprenderam a ler e escrever à custa de dolorosas reguadas.

Obtido o diploma, deram ”às de Vila Diogo”, abandonando a escola e os livros.

Nessa época não havia TV; e o único aparelho de TSF, movido a bateria, pertencia a lavrador abastado, que era colocado em dia de festa à janela, para quem quisesse bailar ao som da música da Emissora Nacional.

Como disse, à noitinha, pela fresca, depois de uma tarde cálida, acomodávamos nas escadas do velho casarão brasonado.

Conversava-se, contávamos tradicionais historietas, e advinhas... até que aproveitando pausa de silêncio, saltou de súbito a pergunta:

- Qual é o ato mais importante da vida?

Ouve-se murmúrios, e uma voz se ergueu: É o casamento!...

Risinhos... e prosseguiu:

Quem pode e sabe realizar matrimónio por amor, com companheira que o ajude nos abrolhos da vida, acha um tesouro. Não é verdade que por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher… que o acompanha, quase sempre, na sombra?

Força Jovem se manifesta sobre saída de Coutinho do Vasco

Craque revelado na base do Vasco da Gama, Philippe Coutinho anunciou oficialmente que não permanecerá no Gigante da Colina

Altair Alves

A Força Jovem, principal torcida organizada do Vasco da Gama, se posicionou sobre a saída do meia Philippe Coutinho do Clube. O jogador alegou cobranças excessivas por parte da torcida e de influenciadores para deixar o Cruzmaltino. 

Em nota publicada nas redes sociais, os torcedores criticaram a postura do jogador. Eles se referiram a Coutinho como um jogador “mimado”, que no Vasco, quem joga mal é cobrado, e quem joga bem é elogiado. 

Ainda no comunicado, a Força Jovem destaca que em nenhum momento pediu a saída do atleta. Entretanto, ressaltou que nenhum atleta será blindado, pois o Gigante da Colina é maior que tudo e todos.

A era Moraes está perto do fim

André Marsiglia

Há um conhecido ditado na aviação segundo o qual piloto novato não derruba avião. O excesso de confiança e a arrogância que muitas vezes decorrem da experiência são a causa da maior parte dos acidentes aéreos. O universo da política não está imune a esse fenômeno. 

A história nos conta que regimes autoritários e seus ditadores também seguem a mesma toada. Não percebem que o contexto mudou e insistem em repetir o roteiro ao qual foram acostumados; quando se dão conta, sua cabeça está a prêmio. 

Foi assim a débâcle do regime militar brasileiro iniciado em 1964. O regime foi aplaudido e a repressão tolerada pela imprensa enquanto se voltou contra guerrilheiros, mas tornou-se politicamente insustentável quando atingiu estudantes, artistas, jornalistas e setores da classe média. 

Algo semelhante parece estar ocorrendo neste momento no país. Enquanto a ditadura do STF, encabeçada desde 2019 por Moraes, serviu para sufocar o bolsonarismo e a direita, tidos pela grande imprensa e pela intelectualidade brasileira como radicais, os mecanismos jurídicos excepcionais foram tolerados pela opinião pública. 

Agora, com o cenário composto por um Bolsonaro debilitado e um STF que pretende blindar negociatas de ministros, a situação muda de figura e a conduta da Corte já não é tolerada da mesma forma. 

Moraes está fazendo o que sempre fez; o que mudou foi a crítica. Os tempos mudam, a roda da fortuna gira, os interesses trocam de mãos. Durante anos, decisões abusivas foram toleradas em nome de uma finalidade política considerada virtuosa por certos setores. Mas o que antes era visto como aceitável passou agora a ser percebido como arbítrio, e só Moraes não enxerga. 

Budanov’s & Zaluzhny’s Factions Are Surpassing Zelensky’s In Influence

Andrew Korybko 

The trend is that Zelensky’s oligarchic faction is declining as the intelligence and military ones respectively represented by Budanov and Zaluzhny rise with all that entails for Ukraine’s future

Several factions exist within Ukraine. The main ones are Zelensky’s ruling clique (who himself represents a collection of oligarchic interests whose engagement with him used to be managed by Yermak), former Commander-in-Chief-turned-Ambassador-to-the-UK Zaluzhny (and the armed forces in general), and former GUR chief-turned-Chief-of-Staff Budanov (who still represents the intelligence faction). Their interplay is becoming more complicated just as Ukraine’s diplomatic and political dynamics are too.

The Economist recently reported that “Divisions are emerging within Ukraine’s delegation. One wing, centred on Mr Budanov, believes Ukraine’s interests are best served by a swift American-led agreement, and fears the window for action may soon close. But another wing, apparently still influenced by the controversial former chief of staff Andriy Yermak, who departed in a corruption scandal, is much less keen. Mr Zelensky appears to be balancing between them, while also having his own ideas.”

This was then followed by the New York Times reporting that “In negotiations over recent weeks, officials have discussed the idea of forming a demilitarized zone controlled by neither army…To make it easier for both sides to accept the idea, negotiators have also discussed forming a free-trade zone in any possible demilitarized area.” In light of The Economist’s report right beforehand, this suggests that Budanov’s faction is pushing its agenda at the expense of the Yermak-aligned one that’s associated with Zelensky.

Lula News em pânico, o clima no Supremo e os protetores de Toffoli


Leandro Ruschel

O Brasil entrou numa nova fase do processo político iniciado em 2019. E essa fase tem uma característica conhecida em qualquer revolução que se proponha a destruir garantias institucionais em nome de um bem maior: em determinado momento, o mecanismo criado para perseguir adversários passa a atingir parte dos próprios aliados.

Durante sete anos, sob o argumento da defesa da democracia, consolidou-se um regime de exceção. O chamado inquérito das fake news — aberto de ofício, sem sorteio, com relatoria definida por canetada — transformou-se num instrumento permanente de repressão política. A Constituição foi relativizada. A jurisprudência foi moldada conforme a necessidade do momento. A atividade do Ministério Público foi esvaziada. E qualquer crítica passou a ser enquadrada como ameaça institucional.

A imprensa profissional não apenas silenciou. Aplaudiu.

Aplaudiu o fechamento de veículos oposicionistas. Aplaudiu a censura de conteúdos. Aplaudiu prisões preventivas alongadas. Aplaudiu a transformação de decisões excepcionais em rotina. Tudo isso sob o mantra da proteção democrática.

O que mudou agora não é o método. O método é o mesmo. O que mudou é o alvo.

Após as revelações envolvendo contratos milionários ligados ao Banco Master — incluindo o contrato de R$ 129 milhões envolvendo o escritório da esposa do ministro Moraes e os R$ 35 milhões recebidos por empresa da qual o ministro Toffoli era sócio — o inquérito foi novamente mobilizado. Desta vez, para investigar supostos vazamentos na Receita Federal.

Em vez de responder às revelações, investiga-se quem tornou as informações públicas.

Crianças como instrumentos de agendas políticas


Telmo Azevedo Fernandes

O enorme escândalo que abalou o Reino Unido a propósito da prescrição rotineira de bloqueadores da puberdade a menores de idade para suposto tratamento hormonal de jovens com incongruência dita de género, continua a inquietar a sociedade inglesa. Apesar do SNS inglês ter proibido desde 2024 a continuação destas práticas, o tema continua hoje a ter desenvolvimentos que lembram as mais desumanas e grotescas experiências da Alemanhã nazi com crianças.

No final do ano passado, depois do NHS anunciar um ensaio clínico financiado em 10,7 milhões libras, para estudar os efeitos dos bloqueadores da puberdade e corrigir erros do sistema nacional de saúde identificados em relatórios anteriores, é notícia de que os cientistas se preparam efetivamente para fazer testes em crianças que se identificam como transgénero, sendo que os investigadores pretendem recrutar 226 crianças para este efeito e as acompanharão até ao início da sua idade adulta.

Ora este chamado ensaio clínico não é prudência científica e muito menos um avanço médico. É um sinal de falência moral, porque há coisas que uma civilização não deve experimentar, precisamente para não perder a sua humanidade. A superstição moderna de que todos os problemas humanos se resolvem com protocolos científicos é perigosíssima.

15 verdades sobre os governos Lula

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Quantas horas M vai dar para a LIESA se explicar??

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[Viagens & Destinos] Barra da Tijuca — um dos bairros mais desejados do Rio de Janeiro 【4k】verão 2026


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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Por favor, alguém se lembra do discurso deste senhor, desejando Feliz Natal aos cristãos?

«Na sua mensagem sobre o início do mês do Ramadã, sagrado para os muçulmanos, o secretário-geral da ONU, António Guterres, descreveu esta terça-feira (10-2-2026) este período como um tempo de reflexão e oração.

Para os muçulmanos em todo o mundo, o chefe da ONU associou também o período a uma “nobre visão de esperança e paz”.»

Se lembrou, peço mais um favor: informar em qual capela, igreja, catedral… ele assistiu à Missa do Galo.

Muito obrigado!

Abraços e beijos de carinho./- 

Estratégia inevitável

Rafael Nogueira

Já faz tempo que a política brasileira se explica mais pelas artes cênicas do que pela ciência política, uma vez que é feita de personagens barulhentos e de sangue frio, de frases pré-fabricadas, de atos inacreditáveis, de promessas em profusão, de comédias e tragédias, e, no fim, de atuação, músicas, figurinos, cenários e roteiros feitos, treinados e decididos no bastidor. Já não podemos mais votar com a ingenuidade de supor que Executivo e Legislativo, por serem eleitos, são o miolo do poder. Hoje, o eleitor lúcido presta atenção nas aposentadorias do Supremo Tribunal Federal. E faz sentido.

Vejam o que recebi num grupo de WhatsApp: “considerando a composição do STF, agora é mais importante o Flávio ganhar do que fortalecer qualquer direita alternativa”. E o curioso é que o cidadão não disse isso por paixão pelo Flávio, nem por devoção aos Bolsonaro, nem por fé em programa de governo. Disse por cálculo institucional de longo prazo. É o voto útil migrando da encenação de campanha para os bastidores da toga. Num país em que a caneta de poucos pesa mais do que o voto de muitos, o entra-e-sai do Supremo vira assunto de primeira grandeza. Quem ganha indica; quem indica molda; quem molda segura o rumo por muito tempo.

O cálculo vai muito além de evitar “perder uma eleição”. Perder essa janela é ver o adversário emplacar ministros jovens o bastante para atravessarem décadas e mais décadas, fechando um arranjo que só muda em ritmo geológico. Some-se a isso a razoável suspeita de que certos desajustes econômicos serão agravados. Esses rombos, uma vez criados, não se desfazem com indignação em rede social. Eis a realpolitik brasileira: não escolher o melhor, mas evitar o pior.

Chegamos a esse ponto quando o país percebeu, com a sabedoria que só a pancada ensina, que o centro de gravidade se deslocou. Ninguém nega o peso do Planalto e do Congresso, mas é cego, louco ou tolo quem não admite que boa parte das decisões realmente decisivas migrou para a esfera judicial — às vezes por mecanismos previstos em lei, às vezes por expansões interpretativas, noutras vezes por decisões individuais que viram realidade antes que o debate termine. Que cena é mais comum hoje do que a do parlamentar que aprova uma lei, comemora, posa para foto, aí alguém judicializa, e pronto? Como diria Joaquim, meu filho de um ano e nove meses: “cabô”. É como se o trabalho do Parlamento fosse rascunho, porque é o Supremo quem, na prática, faz a redação final.

“A Polícia Federal não pode ser reduzida a uma guarda pretoriana”

O que vimos na Sapucaí não foi segurança, foi intimidação

Diego Muguet

Em uma democracia, a vaia é um direito sagrado e o termômetro da liberdade. Quando a polícia intervém para silenciar o escárnio popular, ela deixa de proteger o Estado para blindar o ego de quem está no poder.

Esse comportamento aproxima o Brasil de autocracias onde a polícia serve para "higienizar" a imagem do líder. O objetivo dessas abordagens é o medo: criar um silêncio forçado onde o cidadão pensa duas vezes antes de criticar para não ser "orientado" por agentes armados. 

​A Polícia Federal não pode ser reduzida a uma guarda pretoriana. Ao focar no desconforto político em vez da ameaça real, a instituição quebra a neutralidade e flerta com o autoritarismo. Um país onde a vaia precisa de autorização policial já não é mais plenamente livre.

​O uso da força para proteger a imagem de um político é o sintoma mais claro de uma democracia que respira por aparelhos. Onde o governo controla o termômetro da insatisfação, a liberdade é a primeira vítima.

O pai da perseguição no Brasil tem nome: Dias Toffoli

Moraes é o rosto. Toffoli é o autor 

Foi o ex-advogado do PT, indicado ao Supremo por Luiz Inácio Lula da Silva, quem abriu o Inquérito das Fake News — ponto de partida da perseguição contra opositores da esquerda. 

Não esqueçam esse pequenininho detalhe. 

Título, Imagem e Texto: Fernanda Salles, X, 17-2-2026, 16h49

Prova de vida do INSS agora é automática, mas exige atenção do segurado

Arte: Kiko

A prova de vida do INSS deixou de ser, para a maioria dos aposentados e pensionistas, uma obrigação presencial anual no banco. Desde que o sistema automático passou a valer, cabe ao próprio INSS comprovar que o beneficiário está vivo, por meio do cruzamento de dados oficiais. A mudança trouxe alívio para milhões de segurados, especialmente idosos, mas ainda exige cuidados importantes para evitar bloqueios inesperados.

Na prática, o INSS utiliza registros de atividades do cidadão para validar a prova de vida. Ações como usar biometria no banco, acessar o aplicativo Meu INSS, atualizar documentos, votar nas eleições ou passar por atendimento no SUS já são suficientes para confirmar a regularidade do benefício. Quando alguma dessas movimentações é identificada ao longo de 12 meses, a prova de vida é considerada válida automaticamente.

No entanto, o sistema não alcança todos os segurados. Pessoas que não realizam nenhum tipo de movimentação oficial por longos períodos, idosos acamados, moradores de áreas isoladas, brasileiros que vivem no exterior ou beneficiários com dados desatualizados podem ser convocados para fazer a prova de vida manualmente. Nesses casos, o INSS avisa pelo extrato do benefício, pelo Meu INSS ou pela Central 135.

17-2-2026: Oeste sem filtro – Saúde de Bolsonaro e a vingança de Moraes + M determina operação da PF contra a Receita Federal + Após desfile eleitoral Lula viaja para a Índia

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Rubio’s Munich Speech Detailed Trump 2.0’s Envisaged New World Order

Andrew Korybko 

What Trump 2.0 wants to do is lead Western Civilization’s comprehensive reforms with a view towards building a nascent civilization-state that would then unrestrainedly wield its restored collective strength to coerce rising rivals into subordinating themselves to it for restoring unipolarity

Marco Rubio, who’s one of the most powerful figures in the US due to his roles as Secretary of State and National Security Advisor, gave an historic speech at last weekend’s Munich Security Conference detailing Trump 2.0’s envisaged new world order. His words were shaped by the National Security Strategy, the National Defense Strategy, and the “Trump Doctrine”, which readers can learn more about from the preceding hyperlinked analyses. The present one will review, contextualize, and analyze his speech.

He lambasted the notion that “the end of history” arrived after the Old Cold War wherein liberal democracies would supposedly proliferate across the world and the “rules-based global order” would replace national interests. Rubio particularly criticized the outsourcing of industry to adversaries and rivals, the outsourcing of sovereignty to international institutions, self-impoverishment “to appease a climate cult”, and mass migration, all of which he admitted were mistakes and says the US wants to fix.

Rubio declared that Trump 2.0 will renew and restore Western Civilization on its own if need be but prefers to do so together with Europe from which the US emerged. He then loftily praised their shared civilization in multiple ways before claiming that its reinvigoration will inspire their armed forces. This preceded him touching upon Trump 2.0’s plans to reindustrialize, end mass migration, and reform global governance to that end, which he said will deliver tangible dividends to the Western masses.

[Livros & Leituras] OMERTA + CAUSEUR + FRONTIÈRES

OMERTA, nº 11 – Trimestriel: décembre 2025-janvier-février 2026, OMERTA Media, Boulogne-Billancourt, 128 pages.

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