Fomos, o casal CF/LT, à Taberna Londrina.
Não, não fomos para encher a cara de Gin ou de Licor Beirão…
Fomos para comermos “Francesinha à moda do Porto”:
Antes dela: Cachorrinhos e Folhados de Alheira.
Estava tudo bom, mas nada de
espetacular. A francesinha não me encantou…
Espetacular foi o atendimento da atendente Rita e do seu colega.
🥘 🥘 🥘
Mas, por que o nome “Taberna
Londrina”?
A história da marca começou em 2014,
pelas mãos de dois amigos de Guimarães, Eduardo Xavier e Francisco Varela. O
nome escolhido causou alguma curiosidade na altura. Muitos pensaram tratar-se
de uma provocação à rival Taberna Belga, de Braga.
No entanto, como os fundadores explicaram à NiT, Taberna Londrina foi o nome
escolhido porque o primeiro restaurante abriu na Avenida de Londres, no centro
de Guimarães.
Independentemente da cidade, a estrela
da carta é sempre a mesma: a célebre francesinha (a partir de 11,50€), coberta
com um molho mais adocicado do que o tradicional do Porto. Para
acompanhar, há uma carta com cervejas de diferentes pontos da Europa.
A internacionalização da marca
aconteceu em 2024. Depois de ter aberto um restaurante em Paris (que,
entretanto, encerrou), foi a vez de Kirchberg, no Luxemburgo. Nesta altura, a
abertura surgiu para “suprir as necessidades” dos clientes habituais daquela
zona.
Em Portugal, a Taberna Londrina está
presente num total de 26 localizações em Guimarães, Famalicão, Bragança, Braga,
Paredes, Porto, Póvoa de Varzim, Lisboa, Coimbra, Vila Nova de Gaia, Vila Real,
Leiria, Viseu, Setúbal, Penafiel e Maia.
Izabelli Pincelli, NiT, 11-5-2026, 15h32
Depois do jantar passamos na Manteigaria Portuguesa, um local minúsculo, modo de conferir o “Pastel de Nata”… Maiúsculo! Adorei!
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Comentário adjacente: gente, naquela
zona só tinha turistas! O que, pessoalmente, acho ótimo! 👏
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