segunda-feira, 5 de outubro de 2026

[Sétima Arte] Par ou Ímpar


Odds And Evens,
(em português: Par ou Ímpar; em italiano: Pari e dispari) é um filme italiano de 1978, dirigido por Sergio Corbucci.

Johnny Firpo (Terence Hill) é um oficial da marinha encarregado de investigar uma quadrilha de apostas ilegais, cujo cabecilha, conhecido como «o grego» (Luciano Catenacci), é um grande jogador de poker. O chefe de Johnny pede-lhe que consiga a ajuda do camionista Charlie (Bud Spencer), um ex-jogador, que está apaixonado pela freira Susanna (Marisa Laurito). Wikipédia

No IMDb: 7,1 

Não achei graça nenhuma, vai ver que eu estava acometido de… letargia burrófila… 

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Indiana Jones e os caçadores da arca perdida 
Braveheart – Coração valente 
Demolidor: O homem sem medo 
Aquele que sabe viver 
Cem dias em Palermo

A conta não fecha


Passada a eleição, começa outra eleição.

A das explicações.

Alguns nomes conhecidos da política descobriram ontem uma verdade que costuma ser esquecida por quem permanece muito tempo no poder de que

urna não tem memória afetiva.

Foram varridos.

Outros chegaram.

A direita saiu fortalecida de várias disputas, ampliou sua presença no Congresso e conquistou governos estaduais importantes.

O mapa político mudou.

Até aí, eleição.

É para isso que ela existe.

O curioso aconteceu quando os brasileiros começaram a acompanhar a apuração para presidente.

Flávio Bolsonaro estava na frente.

Os números subiam. A diferença chamava atenção.

Televisões ligadas, celulares nas mãos e grupos de WhatsApp transformados em pequenas centrais de apuração.

Cada atualização provocava comemoração de um lado e silêncio do outro.

Até que…

Parou.

Não o Brasil.

Não a eleição.

A divulgação.

O novo anormal: França a ferro e fogo experimenta clima de guerra civil

Paulo Hasse Paixão 

As ruas de França estão novamente em chamas. Mas desta vez as coisas são diferentes do costume

Desde a passada segunda-feira que o país tem sido palco de protestos estudantis por todo o país. Na quinta-feira passada, o governo francês convocou uma reunião de emergência, uma vez que os protestos se tornaram rapidamente violentos, com manifestantes, muitos deles imigrantes, envolvidos em incêndios e outros atos de violência. Em alguns casos, estes “estudantes” foram vistos a entoar cânticos islâmicos e a hastear bandeiras estrangeiras.

Como o Contra já documentou, os incidentes escapam à normal agitação social que a França vive regularmente. Os níveis de violência, o aproveitamento da extrema-esquerda, o protagonismo de grupos de imigrantes e descendentes de imigrantes, bem como a abrangência dos protestos, que transcendem o âmbito estudantil, inauguram um novo patamar de confronto na sociedade francesa.

Os protestos começaram ostensiva e alegadamente como resposta à falta de professores e funcionários escolares, às turmas sobrelotadas, às infraestruturas escolares deficientes e à ventilação inadequada durante as recentes ondas de calor.

O primeiro protesto teve lugar na escola secundária Saint-Exupéry, em Créteil, um subúrbio no sudeste de Paris, na segunda-feira, 21 de setembro. Protestos semelhantes espalharam-se pela região de Paris à medida que as notícias se espalharam pelo Snapchat, Instagram e TikTok. Na terça-feira, 29 de setembro, a União dos Estudantes do Ensino Secundário (USL), o principal sindicato que representa os estudantes do ensino secundário, convocou um bloqueio nacional, interrompendo as atividades normais nos liceus franceses. Desde o bloqueio, cerca de 410 escolas secundárias em toda a França foram palco de algum tipo de protesto. O Ministério do Interior registou cerca de 440 detenções.

Os protestos começaram antes da apresentação do orçamento do governo francês na quinta-feira, 1 de outubro, que incluía cortes nas despesas públicas com o objetivo de reduzir o crescente défice e a dívida pública do país, que se situa atualmente nos 119% do PIB, totalizando aproximadamente 3,6 biliões de euros, e o país apresenta um défice persistente no sector público desde 1974. 

Funcionária que tentou impedir o vandalismo num liceu em Marselha é atingida na cara pelo fogo projetado por uma lata de aerossol

Violência abundante e sem sentido. 

Why Might Putin Finally Decide To Bring Ukraine To Its Knees After Nearly Five Years?

Andrew Korybko 

Regardless of why Putin might have held off on this for so long, he’s now arguably motivated at least in part by the tantalizing possibility of reaching big-ticket resource deals with the US after the conflict ends, the details of which his and Trump’s envoys have been negotiating for over a year already

The New York Times cited allegedly intercepted Russian communications to report that Russia plans to obliterate Ukraine’s power, heating, and water systems this winter. While their claim can’t be confirmed, it aligns with Putin mildly “escalating to de-escalate” over the summer in response to Zelensky’s strike campaign, which has taken the form of ramping up attacks on Ukrainian infrastructure. If the report is true, then Russia doesn’t just aim to sever Ukraine’s military logistics, but to bring Ukraine to its knees.

Putin has thus far eschewed this arguably due to his belief that Russians and Ukrainians are kindred people. Some have suggested that Russia might not have had the drone and/or missile capacity to do so earlier, however, whether due to low production till now and/or to hedge against the scenario of a hot war with NATO. In any case, Putin now seems to have made peace with the humanitarian consequences of ending the war on Russia’s terms sooner rather than later, or at least on as many of them as possible.

He might be motivated by more than just Ukraine’s “war of attrition” against Russia that began over the summer with American backing and interestingly enough France’s as well. Treasury Secretary Scott Bessent reportedly told his Russian counterpart over the summer that no business deals are possible so long as the conflict continues. Since then, Steve Witkoff and Jared Kushner met with Putin to discuss such deals among other topics, after which Kirill Dmitriev traveled to the US to follow up on that.

Eleição para governador será decidida no segundo turno em seis estados e no DF

Foto: Pedro França/Agência Senado

Agência Senado

A eleição para governador será decidida em segundo turno em seis estados e no Distrito Federal. Veja abaixo a tabela com todos os estados em que a eleição não foi decidida no primeiro turno e os candidatos que ainda estão na disputa. O segundo turno das eleições de 2026 está marcado para o último domingo de outubro (25). 

Este é o menor número de estados que ficaram com eleição indefinida no primeiro turno desde a redemocratização. Antes, o maior número era o de 2010, com 9 estados, seguido por 2006, com 10 governadores eleitos em primeiro turno.   

Acre

Mailza Assis (PP)

Alan Rick (Republicanos)

Amazonas

Omar Aziz (PSD)

Professora Maria do Carmo (PL)

Distrito Federal

Celina Leão (PP)              

Leandro Grass (PT)

Espírito Santo

Lorenzo Pazolini (Republicanos)

Ricardo Ferraço (MDB)

Rio de Janeiro

Douglas Ruas (PL)

Eduardo Paes (PSD)

Rio Grande do Norte

Allyson Bezerra (União)

Cadu de Lula (PT)

Tocantins

Professora Dorinha (União)

Vicentinho Júnior (PP)

 Fonte: Agência Senado, 4-10-2026, 23h56

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Eleição para governador é definida em primeiro turno em 20 estados

Foto: Pedro França/Agência Senado

Os eleitores de 20 estados resolveram a eleição para governador já no primeiro turno. Este é o número recorde de definição dos governos na primeira votação desde a redemocratização. Antes, o maior número era o de 2010, com 18 estados, seguido por 2006, com 17 governadores eleitos em primeiro turno.   

De acordo com a Constituição de 1988, o candidato precisa ter mais de 50% dos votos válidos para ser eleito sem a necessidade de uma segunda votação. Outros 7 estados terão segundo turno, com a votação marcada para 25 de outubro.

O candidato com a maior porcentagem de votos válidos foi Rafael Fonteles (PT), do Piauí, que está matematicamente reeleito governador com 70,9% dos votos válidos, seguido por Jorginho Melo (PL), de Santa Catarina, com 69,98% dos votos.

Já o Paraná e o Pará registraram as vitórias mais apertadas em primeiro turno. O senador Sergio Moro (PL) foi eleito governador do Paraná com 50,1% dos votos válidos.

Alagoas

JHC (PSDB), como é conhecido João Henrique Caldas, foi eleito governador de Alagoas com 52,2% dos votos. Nascido em 1987, em Maceió (AL), ele é formado em Direito, com mestrado em Administração Pública. Filho da senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), ele foi eleito deputado estatual em 2010, deputado federal em 2014 e 2018 e prefeito de Maceió em 2020, tendo sito reeleito em 2024.  Deixou o cargo de prefeito em abril de 2026 para concorrer ao governo. Sua vice é Célia Rocha (PSDB)

Amapá

Dr. Furlan (PSD) será o novo governador do Amapá e foi eleito com 57,11% dos votos. Nascido em San José, na Costa Rica, em 1973, ele foi criado no Pará e é cirurgião cardiovascular. Seu primeiro mandato eletivo foi conquistado nas eleições de 2014, quando se elegeu deputado estadual pelo Amapá. Foi reeleito em 2018 e dois anos depois, em 2020, foi eleito prefeito de Macapá, cargo para o qual se reelegeu em 2024. Em março de 2026, renunciou ao cargo para disputar a eleição para o governo do estado. Sua vice é Luciana Gurgel (PL).

Conheça os 54 senadores eleitos no domingo, 4 de outubro de 2026


Pedro França/Agência Senado

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Neste domingo (4), os eleitores do país escolheram 54 senadores. Eles terão mandato de oito anos, entre 1º de fevereiro de 2027 e 31 de janeiro de 2035. Para saber mais sobre os eleitos, clique nos links de cada estado na tabela abaixo.

Senadores eleitos por estado

Acre

Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos)

Alagoas

Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB)

Amapá

Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD)

Amazonas

Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB)

Bahia

Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT)

Ceará

Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede)

Distrito Federal

Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)

Espírito Santo

Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos)

Goiás

Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União) 

Maranhão

André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo)

Mato Grosso

Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL) 

Mato Grosso do Sul

Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)

Minas Gerais

Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT) 

Pará

Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União)

Paraíba

João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB)

Paraná

Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) 

Pernambuco

Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT)  

Piauí

Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD)

Rio de Janeiro 

Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL)

Rio Grande do Norte

Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT)

Rio Grande do Sul

Ubiratan Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo)

Rondônia

Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)

Roraima

Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB) 

Santa Catarina

Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL)

São Paulo

Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL)

Sergipe 

Rogério Carvalho (PT) e Alessandro Vieira (MDB)

Tocantins

Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB)

Título, Imagem e Texto: Pedro França, Agência Senado, 4-10-2026, 22h51 

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Veja os 46 deputados federais eleitos pelo Rio de Janeiro em 2026

Confira os 46 deputados federais eleitos pelo Rio de Janeiro em 2026. O PL conquistou 15 vagas e a federação PT PCdoB PV ficou com oito cadeiras na Câmara

Quintino Gomes Freire

O Rio de Janeiro definiu neste domingo (4/10) os nomes que vão representar o estado na Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2027. O PL conquistou a maior bancada fluminense, com 15 deputados federais eleitos, enquanto a federação formada por PT, PCdoB e PV ficou com oito cadeiras.

A federação União Progressista, que reúne União Brasil e PP, conquistou seis vagas. Já o PSD, a federação PSDB/Cidadania e a federação PSOL/Rede ficaram com quatro deputados cada.

Republicanos, MDB, PDT, Novo e Solidariedade completam a distribuição das cadeiras, com um representante cada.

A nova bancada reúne parlamentares que conquistaram a reeleição e nomes que vão estrear na Câmara dos Deputados. Entre os eleitos estão Dr. Luizinho (PP), candidato com a maior votação nominal do estado, Rick Azevedo (PSOL), segundo mais votado, e Lindbergh Farias (PT), que terminou na terceira colocação.

PL conquista 15 cadeiras e terá a maior bancada do Rio

O Partido Liberal (PL) foi a legenda que conquistou mais vagas para deputado federal no estado. Ao todo, serão 15 representantes na próxima legislatura.

Entre os eleitos estão Altineu Côrtes, Sóstenes Cavalcante, General Pazuello, Soraya Santos e Chris Tonietto, que disputaram a continuidade de seus mandatos.

A bancada também contará com nomes como Manoela Peres, Júlia de Castro, Diogo Balieiro Diniz, Rafael Satiê, Wladimir Garotinho e Thiago Gagliasso.

O resultado mantém o PL como uma das principais forças políticas do Rio na Câmara dos Deputados, em uma eleição marcada também pelo desempenho de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e de Douglas Ruas para o Governo do Estado.

Veja os 70 deputados estaduais eleitos pelo Rio de Janeiro em 2026

Palácio Tiradentes, foto: Marcio Curvello/Diário do Rio

Confira os 70 deputados estaduais eleitos pelo Rio de Janeiro em 2026. O PL conquistou 21 cadeiras na Alerj seguido pela federação PT PCdoB PV com dez vagas

Quintino Gomes Freire

O Rio de Janeiro definiu neste domingo (4/10) os 70 deputados estaduais que vão ocupar as cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) a partir de 2027. O PL conquistou a maior bancada, com 21 parlamentares, enquanto a federação formada por PT, PCdoB e PV ficou com dez vagas.

O PSD e a federação União Brasil/PP elegeram nove deputados cada. Já a federação PSOL/Rede conquistou cinco cadeiras, seguida pelo Republicanos e pelo grupo formado por Solidariedade/PRD, com três representantes cada.

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A nova composição reúne deputados que conquistaram a reeleição, nomes que retornam ao Legislativo estadual e políticos que vão assumir um mandato na Alerj pela primeira vez.

Entre os destaques da votação estão Índia Armelau (PL), Márcio Canella (União Brasil) e Renata Souza (PSOL), que apareceram nas três primeiras posições do ranking de votos nominais.

PL conquista 21 das 70 cadeiras da Alerj

O Partido Liberal foi o principal vencedor na distribuição de vagas para deputado estadual no Rio de Janeiro.

Com 21 eleitos, a legenda terá 30% das cadeiras da Assembleia Legislativa. O resultado coloca o partido em posição de destaque nas negociações sobre a composição das comissões e o comando da Casa.

A lista do PL é liderada por Índia Armelau, que recebeu 248.312 votos e terminou como a candidata a deputada estadual mais votada do Rio.

Portugal vence no Dragão com Diogo Costa na baliza

Seleção portuguesa levou a melhor sobre a Noruega (2-1) e qualificou-se para os quartos de final da Liga das Nações

Com Diogo Costa a titular e a cumprir os 90 minutos na baliza, Portugal carimbou a qualificação para os quartos de final da Liga das Nações ao bater neste domingo a Noruega (2-1), no Estádio do Dragão.


O guarda-redes e capitão do FC Porto atingiu as 52 internacionalizações pela equipa das Quinas em mais uma ronda do Grupo 4 da Liga A da Ligas das Nações, liderado por Portugal com um pleno de vitórias nos quatro jogos disputados.

Antes do encontro, o camisola 99 dos Campeões Nacionais foi homenageado com uma placa a assinalar a meia centena de internacionalizações pela seleção portuguesa.

Título, Imagem e Texto: FC Porto, 4-10-2026, 21h44

No Estado do Rio de Janeiro: Douglas Ruas na frente – Carlos Portinho e Carlos Jordy eleitos

Senadores eleitos:
Carlos Portinho (PL), 4.264.932 votos - 26,77%;
Carlos Jordy (PL), 3.912.405 - 24,56%

Vamos para o 2º turno!

[Sétima Arte] Indiana Jones e os caçadores da arca perdida

Raiders of the Lost Ark (no Brasil, Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida; em Portugal, nos PALOP e em Macau, Os Salteadores da Arca Perdida) é um filme de aventura americano, dirigido por Steven Spielberg, que estreou em 1981. 

Foi produzido por Frank Marshall e Howard Kazanjian, com produção executiva de George Lucas, roteiro de Lawrence Kasdan, baseado em um tratamento de George Lucas e Philip Kaufman.

É o primeiro filme da saga Indiana Jones e o segundo da cronologia da série. Ele coloca Indiana Jones contra um grupo de nazistas que estão procurando a Arca da Aliança, que Adolf Hitler acredita que possa tornar o seu exército invencível.

O filme é estrelado por Harrison Ford, Karen Allen, Paul Freeman, John Rhys-Davies, Ronald Lacey e Denholm Elliott.

O roteiro foi escrito por Lawrence Kasdan, depois de uma discussão de quatro dias, na qual Spielberg, Lucas e ele definiram os principais elementos narrativos da trama.

A concepção do filme se originou quando Lucas decidiu criar uma versão moderna dos seriados dos anos 1930 e 1940. A produção aconteceu em Elstree Studios, na Inglaterra; mas as filmagens também aconteceram em La Rochelle, Tunísia, Havaí e Califórnia de junho a setembro de 1980.

domingo, 4 de outubro de 2026

Cobertura especial – Oeste Eleições 2026

[Antigamente] He-Man

France: A Sick Country on a Sick Continent

Guy Millière

§  "The French Left has waged war on schools while building an alliance with Islamist leaders who hope to radically transform them. For both, the fight starts with the schools. 'Clearly, religious and politico-religious organizations "work on" these pupils, sometimes from primary school, as well as their family, their social milieu and their neighborhood, and some try to set them against the school,' the Education Ministry inspectorate's June 2004 report on religion in schools said." — Michael Shellenberger, October 2, 2026.

§  "What brings Islamists and the revolutionary left together is their intention to tear down Western civilization. The French Interior Ministry's May 2025 report on the Muslim Brotherhood described the movement's project in France as 'a long process of political conquest' with 'systematically priority investment at the local level.'" — Michael Shellenberger, October 2, 2026.

§  [W]hen thousands of French citizens said they could no longer afford both the fuel to travel to work and the food to feed their families, [French President Emmanuel] Macron replied that while some people might struggle with money, he must take care of something more important: "the risk of facing the end of the world".

§  Deindustrialization continues full-on. Punitive regulations have caused factories to close. They are replaced not by other businesses but by an increasingly costly welfare system, which now accounts for more than 40% of total public spending.

§  [S]uccessive French governments have pumped up spending without restraint.... This enormous difference means that the French government continues to spend far more than it raises in revenue.... Interest payments on the debt have been devouring an increasingly large share of the country's annual budget and, as in the United States, now exceed the national defense budget. The difference is that the US may still be able to grow its way out of such a hole -- $40 trillion, with interest at $7.1 billion a day -- whereas France, crushed by overregulation, cannot.

§  On another front, while Macron, in 2020, denounced "Islamist separatism," he has done nothing to prevent, or even slow down, the Islamist conquest of France. For a decade, the full-powered Islamization of the country has stormed on. Millions of people from the Muslim world have settled in France, both legally and illegally.

[As danações de Carina] A ferida invisível

Carina Bratt

A ‘Ferida invisível’, não vai embora, ela sempre se disfarça alegremente numa dor de barriga infernal que não deixa a gente ficar com os fundilhos das calças cheirando a bumbum de criança que a mãe acabou de trocar a fralda’.
Thompson de Panasco, pensador de rua.

ELA NÃO APARECE nos olhos de quem só olha por fora. Não tem sangue escorrendo, não tem curativo, não tem cor que denuncie onde dói. A gente pode passar por uma pessoa na rua, cumprimentá-la, vê-la sorrir, contar uma piada, e até soltar uma gargalhada, porém, jamais imaginar que ali, por dentro daquela criatura, algo dói calado, persistente, dia após dia. É a ‘ferida invisível’. Aquela que não se mostra, mas de igual modo, não se apaga. Pior, se APEGA.

Dói quando o sol nasce logo cedinho e traz a lembrança de quem partiu. Dói no silêncio da casa, no vazio de um lugar que ficou sem dono. Dói, igualmente, quando a vida parece seguir adiante para todos, menos para nós, que ainda estamos parados no mesmo instante, revivendo o mesmo momento, respirando o mesmo pesar. O pior não é a dor em si: é ter que escondê-la. Coloca-la num cantinho dentro de nós. É sorrir quando o peito pesa como se fosse uma tonelada.

É dizer ‘estou bem’ quando o que mais a gente quer é sentar num canto e chorar, se fazer em lágrimas até a alma descansar. As pessoas que conheço falam: ‘já passou’, ‘tem que seguir em frente’, ‘o tempo cura tudo’. E nessa hora a gente acena, concorda, mas sabe que aqui no fundo da alma, que o danado do tempo não apaga. Ele apenas ensina a carregar a dor, a transporta-la com mais soberba e discrição. A ferida aberta, embora invisível, não cicatriza de vez. 

Ela aprende a doer mais baixinho, a se esconder atrás da geladeira, da máquina de lavar roupas, se acasala debaixo do chuveiro e da mesma forma nas tarefas dos dias corridos, como também das noites em claro.

Falta povo na política

A polarização política tem impedido a construção de consenso capaz de buscar a solução para problemas agudos, que precisam ser resolvidos com urgência

Nuno Vasconcellos

Qualquer que venha a ser o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais — previsto para ser divulgado por volta das 22 horas de hoje —, a verdade é que não se deve esperar mudanças significativas no cenário político depois da apuração dos votos. Isso mesmo! Nem mesmo a eventual vitória de um dos candidatos já no primeiro turno — algo que não acontece desde o pleito de 1998 — teria força para desanuviar o clima político e baixar um pouco a tensão que tem dominado o embate eleitoral no Brasil.

Atenção! A liquidação da fatura já no primeiro turno, embora improvável, não é impossível. Num cenário polarizado como o que se viu este ano, em que os demais postulantes tiveram presença secundária diante do protagonismo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que busca a reeleição pelo PT, e do senador Flávio Bolsonaro, que disputa a presidência pelo PL, o fato é que o segundo turno apenas prolongará por mais algumas semanas um confronto que tende a ser repetitivo e gerar poucas novidades até o minuto final.

Vença quem vencer, o resultado deverá se dar por uma margem estreita de votos. Em 2022, Lula bateu Jair Bolsonaro, pai de Flávio, por uma diferença de apenas 1,8% de votos. Se o cenário permanecer como está, a situação deve se repetir este ano — acentuando ainda mais a divisão de um eleitorado que, por mais que tenha sido chamado a se manifestar em apoio aos dois principais candidatos, foi tratado como mero coadjuvante ao longo da campanha.

A verdade é que a política no Brasil vem tomando um rumo estranho, para dizer o mínimo, desde que o chamado lawfare — ou seja, o uso e abuso das leis e dos recursos à Justiça como arma política — substituiu o diálogo, a negociação, a busca de entendimento e o respeito pela decisão da maioria no processo de tomada de decisões. O cancelamento do debate que seria realizado pela TV Globo na quinta-feira passada foi apenas um ingrediente a mais no processo que vem mantendo a sociedade cada vez mais afastada da política.

Onde é? Qual o nome? 😉

sábado, 3 de outubro de 2026

JN: Juristas e entidades da imprensa criticam decisões da Justiça que cancelaram debate da Globo

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Revista Oeste nº 343: O diabo veste toga 
O debate que o Brasil não viu 

They Hate America

Majid Rafizadeh 

Photo: Michael M. Santiago/Getty Images

§  Coming from a Muslim family and being raised in Syria and Iran, I am all too aware of politicians and influencers such as Abdul El-Sayed, Zohran Mamdani and others who carry that same formative identity.

§  Americans should be clear-eyed: Islamist politicians and influencers in the United States will never place their first loyalty with America. It will not happen. Do not even think about it.

§  The first reality is that when you grow up under Islamist religion, teachings and doctrine, as I did, your identity is not your nationality. It is not "American" or "German" or any other geographic label. It is entirely the particular version of Sharia and Islamic doctrine you were taught. That is where all allegiance is rooted. Everything else — citizenship papers, the Constitution, the flag — is secondary, to be used to protect and expand this primary identity.

§  The second reality is the doctrine of exclusive truth we were taught. We were raised to believe our path is the only correct one and that everyone else is on the wrong path, destined for hell because they are not favored by Allah.

§  Shia Islam was presented as the final, perfect religion; all others as incomplete or corrupted. This premise produces a sharp view of the world as "us versus them." We were taught that a person who does not affirm the shahada... before the end of his days, or who never believed it in the first place, does not enter heaven. This teaching instills in one a sense of moral superiority: we are the good; everyone else, unless he converts, is deficient. (…)

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[Versos de través] As sem razões do amor

Carlos Drummond de Andrade 

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou de mais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade 

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O Tempo Passa? Não Passa 
Se 
Nunca mais

Domingo de votação será de chuva no Rio; veja a previsão

Aproximação e passagem de uma nova frente fria fazem com que guarda-chuva se torne item essencial na bolsa do carioca ao longo do fim de semana

Foto: Reginaldo Pimenta
Manuela Viegas

Título de eleitor, documento com foto, colinha e guarda-chuva! Estes serão os objetos essenciais para quem for votar no próximo domingo (4), já que a previsão é de tempo instável, segundo o Sistema Alerta Rio. Antes disso, no sábado (3), os cariocas ainda enfrentarão um dia parecido com esta sexta-feira (2): de chuva e temperaturas amenas.

Nesta sexta-feira (2), o tempo permaneceu chuvoso e com temperaturas amenas devido ao transporte de umidade do oceano em conjunto com a atuação de áreas de instabilidade. As temperaturas também entraram em declínio, com mínima de 18°C e máxima de 25°C.

O tempo do sábado (3) continuará sendo influenciado pelo transporte de umidade e as áreas de instabilidade. A previsão é de céu encoberto e chuva fraca a moderada a qualquer momento. A temperatura se estabiliza, mas ainda permanece amena, com máxima de 24°C e mínima de 17°C.

No domingo (4), dia das Eleições Gerais de 2026, a aproximação e passagem de uma nova frente fria pelo oceano influenciará o tempo na cidade do Rio. Embora a temperatura entre em elevação, com máxima de 29°C e mínima de 19°C, ainda há previsão de chuva para o município, principalmente a partir do fim da tarde. Os ventos estarão moderados, podendo ser pontualmente fortes.