sexta-feira, 31 de julho de 2026

Governo Trabalhista pressionou para que imigrantes e pessoas 'trans' figurassem nas Notas da Libra Esterlina

Paulo Hasse Paixão 

O Gabinete do Conselho de Ministros do Reino Unido pressionou fortemente para que a reformulação icónica das notas bancárias desse destaque a figuras LGBT+ e de minorias étnicas, alegando que grandes figuras históricas como Winston Churchill representavam uma “imagem incompleta” da identidade britânica. Esta iniciativa ocorreu pouco antes de o Banco de Inglaterra decidir abandonar estas mesmas figuras históricas em favor de imagens de ouriços e raposas. 

Esta recente revelação expõe a máquina ideológica em ação dentro de Whitehall (e na City, também). Enquanto o público se revoltava com a ideia de trocar os heróis nacionais por animais, os funcionários do governo faziam ativismo por mudanças ainda mais radicais, impulsionadas pelas políticas globalistas de imigração e identidade que estão a desintegrar as sociedades na Europa.

Numa carta ao tesoureiro-chefe do Banco de Inglaterra, no Verão passado, os funcionários do Gabinete para a Igualdade e Oportunidades, parte do Gabinete do Conselho de Ministros, liderado por Bridget Phillipson, argumentaram que as atuais figuras históricas refletiam “dimensões limitadas da identidade britânica”, apelando a “uma maior representatividade das mulheres, das pessoas com deficiência, das comunidades de minorias étnicas e dos indivíduos LGBT+”, com o objetivo de “enviar um forte sinal de progresso e reconhecimento”.

Anthony Fauci deixa à posteridade um legado infame, depois de invocar a Quinta Emenda mais de cem vezes numa audiência no Senado

Paulo Hasse Paixão 

Anthony Fauci recusou responder às perguntas do Senado sobre as origens da COVID-19 na quarta-feira, alegando proteção legal ao abrigo da Quinta Emenda, de que não pode usufruir por ter sido perdoado por Joe Biden 

O ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID), Anthony Fauci, invocou os seus direitos contra a autoincriminação ao abrigo da Quinta Emenda, durante uma audiência no Senado dos EUA, liderada pelo senador Rand Paul (republicano do Kentucky) na quarta-feira, recusando-se a responder a todas as perguntas que lhe foram dirigidas, após afirmar que temia que o seu depoimento pudesse ser utilizado num processo judicial por perjúrio.

Fauci disse que já tinha testemunhado sob juramento perante o Congresso em várias ocasiões e argumentou que os repetidos apelos de Paul para que fosse processado não lhe deixaram outra escolha senão permanecer em silêncio, seguindo o conselho dos seus advogados. No entanto, como o ex-presidente Joe Biden já lhe tinha concedido um perdão geral, Rand Paul e juristas que entretanto se pronunciaram sobre o silêncio de Fauci acreditam que a Quinta Emenda não lhe permite recusar responder a perguntas e afirmou que enfrentará uma votação para o considerar em desobediência ao Congresso.

Adivinhando a intenção do médico, Rand Paul afirmou no início da audiência:

“Um perdão pode proteger uma pessoa de um processo criminal. Não reescreve a história. Não apaga documentos. Não transforma uma afirmação enganadora em verdadeira. Haverá outra pandemia, haverá outra crise, e haverá novamente autoridades que insistirão que a incerteza deve ser ocultada para o bem público. Elas exigirão obediência. Invocarão a ciência, ‘Eu sou a ciência’, como se fosse um mandamento. Argumentarão que as autoridades governamentais não podem ser questionadas porque questioná-las minaria a confiança pública. Estão enganados. É o secretismo que destrói a confiança. É a arrogância que destrói a confiança. É a censura que destrói a confiança. É a recusa em admitir o erro que destrói a confiança. Esta perda de confiança pode ser o seu [de Fauci] legado mais prejudicial. A confiança não pode ser imposta. Ela precisa de ser conquistada. Nenhum cientista está acima do escrutínio, nenhum funcionário público está acima da responsabilidade e nenhum funcionário público tem o direito de tratar o sofrimento de milhões de americanos como uma nota de rodapé na sua versão preferida da história.”

L’accord avec le Hamas isole un peu plus Téhéran et le Hezbollah

Michel Taube

L’annonce d’un accord prévoyant le désarmement du Hamas constitue un événement dont il est encore difficile de mesurer toutes les conséquences. Si sa mise en œuvre reste entourée d’incertitudes, sa portée politique est déjà considérable. Pour la première fois depuis de nombreuses années, l’organisation islamiste est contrainte d’envisager ce qui était jusqu’ici impensable : renoncer à la lutte armée comme unique horizon. 

Ne nous trompons pas. Le Hamas demeure une organisation terroriste islamiste. Son idéologie, son projet politique et sa vision du monde n’ont pas changé du jour au lendemain. Les valeurs qu’il porte restent incompatibles avec une paix durable et avec les aspirations d’une grande partie des peuples de la région. 

Mais l’histoire est parfois faite de défaites avant d’être faite de conversions. Si le Hamas accepte aujourd’hui le principe de son désarmement, ce n’est pas parce qu’il aurait changé de nature. C’est parce qu’il reconnaît, au moins implicitement, que sa stratégie de la violence a échoué. Après avoir entraîné Gaza dans une catastrophe humaine, économique et politique sans précédent, l’organisation est confrontée à une réalité qu’elle ne peut plus ignorer. 

Korybko To MAGA: Here’s A Quick Clarification Of Russia’s Policies On Issues Of Importance

Andrew Korybko 

As a proud member of MAGA (with certain policy differences) since Trump came down the escalator and an equally proud “Non-Russian Pro-Russian”, I feel a special obligation to clarify the facts about Russian policy for fellow MAGA in order to dispel newly false perceptions of it.

Laura Loomer’s trip to Ukraine and interview with Zelensky were the culmination of a trend over the last 18 months of MAGA souring on Russia and warming up to Ukraine. While she might have been driven to a degree by personal motives vis-à-vis her rivalries with Tucker Carlson and Candace Owens, her reversal from a staunch critic of Ukraine to a fierce supporter parallels Trump “escalating to de-escalate” with Russia through a new Ukrainian-fronted “war of attrition”. Something far greater is therefore going on.

It was assessed here that “Average members of the movement have come to believe that Putin and those around him support everything that they oppose such as Leftism, Islamism, Iran, and the ‘MAGA dissidents’” for the reasons that were explained in the preceding hyperlinked analysis. This perception, however, is objectively false. While Russia and the US don’t see eye-to-eye on everything, Russia isn’t the US’ irreconcilable adversary and potentially even a latent enemy like it’s now being presented as.

The present piece will therefore quickly clarify Russia’s policies on issues of importance to MAGA. The purpose isn’t to convince average members of the movement to support Russia’s policies, just to inform them of what they are and contextualize why they might be at odds with the US’ in some cases. The base as a whole probably won’t rebalance their views on Russia, nor will this likely get Trump to reverse his recent escalatory moves, but it’s still useful for everyone to be aware of the facts in any case:

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China

Russia and China are strategic partners but crucially not mutual defense allies. They both envisage a future world order where non-Western countries have a greater say, thus explaining their joint opposition to US policies that seek to prevent this. Nevertheless, they’re not entirely on the same page either, since Russia arms India against China as part of its regional balancing act while China informally complies with some Western sanctions against Russia and sells drones, parts, and fiber optics to Ukraine.

30-7-2026: Oeste sem filtro – Lula convida m. para um cafezinho + PF recorre ao governo contra decisões de Mendonça + Lula disse que irá derrotar os americanos na guerra da narrativa + Vice de Flávio

#NoticiasAoVivo #PoliticaBrasil #Trump #GovernoLula #Geopolitica #STF #Brasil #Economia #UltimasNoticias  

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[Aparecido rasga o verbo] Se eu pudesse voltar no meu tempo

Aparecido Raimundo de Souza

AQUI ESTOU no conforto da minha cozinha, exatamente quando o relógio marca uma e quarenta e cinco desta manhã de sábado.  Antes de sair hoje cedo, para o trabalho, como sempre faço, todos os dias, deixei um café pronto na garrafa térmica para quando voltasse da rua, sentasse e fizesse um lanche rápido para não jantar (seria pesado em vista do adiantado dos ponteiros) e obviamente o melhor de tudo, não iria dormir de barriga vazia. Tenho sempre em estoque uns dois ou três pacotes de bisnaguinhas da Plusvita na dispensa, na geladeira, leite, queijo em fatias, geleia, manteiga e marmelada.

Requento o café da garrafa, misturo ao leite e faço um “engana barriga” como mamãe costumava dizer quanto papai chegava tarde do serviço com uma baita de uma fome. Enquanto cuido da barriga, entra pela janela aberta um vento ameno e nessa hora, me vem à lembrança o tempo de papai e mamãe. Eles se sentavam na mesa onde estou agora, e papai em silêncio, falava um pouco do seu trabalho e mamãe emendava tagarelando de como transcorreu o seu dia, o que fez, e depois de uma conversa de quase uma hora, se recolhiam para o quarto e minutos depois, papai roncava alto e em bom som.

Nunca consegui colocar na cabeça como a mamãe conseguia dormir com papai parecendo uma betoneira ao lado dela. Enquanto lavo as poucas louças sujas, (não gosto de deixar nada em cima da mesa, menos ainda nos cafundós da pia. Um vento ameno entra pela janela da lavanderia, se espalha e me traz um questionamento do qual nunca consegui me livrar, tampouco esquecer. E pior, saber verdadeiramente o que responderia a mim mesmo. Parece tarefa fácil, mas voltar no tempo... se pudesse voltar no “ontem”, ou melhor dito, no meu tempo que passou e se foi faz bom período o que eu faria?

As pessoas do meu convívio sempre respondem essa pergunta com coisas grandes. Voltariam passos atrás, para não ter casado com fulana, para ter aceitado aquele emprego, para não ter comprado um carro de segunda mão, talvez, se tivesse esperado um pouco mais, daria entrada num novo.  Eu não. Se eu tivesse só uma viagem, ou somente uma chance de apertar o botão de voltar, de retroceder, não mudaria nada de importante. Não almejaria ganhar na loteria; não lutaria para ter cargo importante; ser igual como esses políticos sujos; que só fazem merda; mesmo modos de ministros que se acham os deuses intocáveis.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

O crime de visitar Israel

José António Rodrigues Carmo

Um grupo de influenciadores portugueses aceitou o convite para visitar Israel numa viagem paga. Bastou para que as televisões nacionais entrassem em estado de hiperventilação moral


Sobrancelhas levantadas, vozes acusadoras e a súbita descoberta de que uma viagem patrocinada pode influenciar a percepção de quem viaja.

É uma revelação importante.

Durante décadas, jornalistas, artistas, artivistas e políticos viajaram a convite de governos, organizações, fundações e movimentos sem que ninguém pedisse a intervenção da PJ.

As deslocações a Ramallah são missões de solidariedade. As flotilhas para Gaza são ações humanitárias. As visitas organizadas por ONG militantes são testemunhos no terreno. Mas uma viagem a Israel é "propaganda”.

A diferença, pelos vistos, está no destino. Uns países podem ser visitados e Israel apenas pode ser julgado.

O problema com os influenciadores foi terem regressado com imagens que não cabem na narrativa autorizada. Viram ruas, praias, restaurantes, mulheres livres, homossexuais sem necessidade de grua para os retirar de um telhado e cidadãos árabes que, contra as indicações da Internacional Antissionista, não pareciam viver num campo de extermínio.

Naturalmente, não viram tudo. Nenhuma viagem mostra tudo. Nem uma visita a Lisboa revela a corrupção, os bairros clandestinos e a programação integral da SIC N. Mas parece curioso que este rigor metodológico só apareça quando alguém mostra Israel sem música fúnebre por baixo e sem acompanhar com estribilhos de "genocídio", "Nethaniahu", "apartheid", etc.

Não resta dúvida: Jair Bolsonaro é perseguido político

O novo capítulo da perseguição a Bolsonaro é por causa do vídeo de IA exibido na convenção do PL que ungiu Flávio candidato presidencial

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

Mario Sabino

Algoz de Jair Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes acredita que pode exigir explicações de todo mundo, mas acha que não deve explicações a ninguém.

Até hoje, não explicou como a sua mulher advogada conseguiu um contrato de R$ 129 milhões com o suposto banqueiro Daniel Vorcaro, autor da maior fraude ao sistema financeiro nacional.

Alexandre de Moraes quer agora que Jair Bolsonaro explique o vídeo produzido com inteligência artificial que foi exibido na convenção do PL que ungiu Flávio Bolsonaro candidato presidencial.

Bem ao estilo imparcial do ministro, que conquistou juízes em grandes democracias ocidentais, a exigência foi na base do perdeu, Mané.

A saber: se Jair Bolsonaro autorizou o vídeo, ele infringiu a determinação de Alexandre de Moraes de não se manifestar politicamente de forma direta ou indireta e, assim, corre o risco de voltar para o presídio; se não autorizou, foi Flávio Bolsonaro a desrespeitar a ordem do ministro e, ainda por cima, com a eventual produção de “deep fake”, o que é vedado pela legislação em campanha eleitoral. A pena, aqui, pode ser a inelegibilidade.

É tudo espantoso.

O vídeo não foi exibido em propaganda eleitoral, mas em convenção partidária — que, a rigor, não é propaganda eleitoral.

Volta para casa tem filas, apagões e ônibus lotados após ventania

Trens e metrô ficaram sem funcionar, enquanto passageiros enfrentaram longas esperas, congestionamentos e corridas por aplicativo com preços elevados


O Dia

A volta para casa dos cariocas nesta quarta-feira (29) foi marcada por transtornos após a forte ventania que atingiu o estado. Com apagões, semáforos desligados, trens e metrô paralisados e congestionamentos em diferentes regiões, milhares de trabalhadores enfrentaram longas filas e ônibus lotados para conseguir chegar em casa.

A estudante de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Maria Alice Oliveira, 27 anos, saiu do trabalho, na Rua da Assembleia, no Centro, pouco depois das 17h, mas encontrou um cenário de caos.

Vasco supera o Medellín e está nas oitavas da Sul-Americana

Vasco da Gama vence o Independiente Medellín por 1 a 0 com gol de Thiago Mendes no fim e garante classificação às oitavas da Sul-Americana

Anderson Montalvão

O Vasco está nas oitavas de final da Copa Sul-Americana. Em uma noite de muita entrega em São Januário, o Cruzmaltino venceu o Independiente Medellín por 1 a 0, nesta quarta-feira (29), e garantiu a classificação para a próxima fase da competição continental. O gol da vitória foi marcado por Thiago Mendes [foto], aos 39 minutos do segundo tempo, levando a torcida vascaína ao delírio. 

Foto: Matheus Lima/Vasco

Com o resultado, a equipe comandada por Pedro Emanuel elimina os colombianos após o empate por 2 a 2 no jogo de ida e agora terá pela frente o Olimpia, do Paraguai, na disputa por uma vaga nas quartas de final. O triunfo também representa a primeira vitória do treinador português desde que assumiu o comando do Gigante da Colina.

Vasco controla a partida, mas encontra dificuldades

Empurrado pela torcida em São Januário, o Vasco iniciou o confronto com mais posse de bola e controle das ações. Apesar do domínio territorial, a equipe encontrou dificuldades para transformar o volume ofensivo em chances claras de gol.

A principal alternativa ofensiva foi Andrés Gómez, que tentou criar jogadas individuais, mas esbarrou na marcação colombiana. Já o Independiente Medellín adotou uma postura cautelosa durante toda a primeira etapa, priorizando a marcação e praticamente não levou perigo ao goleiro Léo Jardim.

Mudanças dão novo fôlego ao Cruzmaltino

O panorama permaneceu semelhante após o intervalo. O Vasco seguiu pressionando, enquanto o Medellín apostava em erros do adversário para sair nos contra-ataques.

Buscando aumentar o poder ofensivo da equipe, Pedro Emanuel promoveu as entradas de Cuiabano, Jair e Adson, que deram mais intensidade ao time. Aos 30 minutos, o Gigante da Colina ainda reclamou de um possível pênalti, mas, após revisão do VAR, a arbitragem mandou o jogo seguir.

Thiago Mendes decide no fim

Quando a partida caminhava para os pênaltis, Thiago Mendes apareceu para decidir.

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[Fotografando por aí] Forno comunitário

Fotos: Hilda Torres, 7-7-2026 

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[Fotografando por aí] Piódão 
Ellie 
Marco Geodésico de Portugal 
À janela 
Praia do Pepê 

quarta-feira, 29 de julho de 2026

“42,7% das mulheres evangélicas sofreram violência doméstica”

Vitor Grando 

Esse é um dado amplamente reproduzido na mídia. Mas antes de compartilhar estatísticas que confirmam exatamente aquilo que a mídia quer que você pense, é preciso sempre de uma boa dose de ceticismo.

Neste vídeo, mostro os problemas suspeitos da pesquisa utilizada para mostrar que os lares cristãos seriam especialmente perigosos.

Há definições excessivamente amplas, ausência de grupos de comparação, falta de informações essenciais e inferências causais injustificadas.

Precisamos ser simples como as pombas, mas sem esquecermos da astúcia das serpentes (Mt 10.16).

Não aceite narrativas apenas porque vêm acompanhadas de gráficos, percentuais ou do selo de uma instituição respeitada.

Estatísticas podem revelar verdades. Mas é muito fácil mentir com estatísticas.

Assista ao vídeo até o final e tire suas próprias conclusões.

Título, Texto e Vídeo: Vitor Grando, Facebook, 29-7-2026, 17h42

Justice française: comment la GAUCHE a pris le pouvoir (documentaire)

Un film de l’Institut pour la Justice

 Auteur-realisateur: Charles Thimon

Producteur: Charles Guillemin. 

SOMMAIRE:

00:00 : Introduction

11:10 : Ch 1 : Le tournant Mitterrand

19:15 : Ch 2 : L’heure de la corruption politique

28:21 : Ch 3 : Ecole de la magistrature en cause ?

36:00 : Ch 4 : La faiblesse de la droite

41:10 : Ch 5 : Le Mur des cons

52:52 : Ch 6 : François Fillon torpillé

1:03:15 : Ch 7 : Les Cour suprêmes ont pris le pouvoir

1:13:21 : Ch 8 : Les juges face aux contradictions du politique

1:20:38 : Ch 9 : Les victimes oubliées 

LISTE DES INTERVENANTS: 

28-7-2026: Oeste sem filtro – PF cancela depoimento de Flávio Bolsonaro sobre suposta calúnia + Governo pretende comprar energia dos irmãos Batista

@juniorprecoma6730

No tempo 48:35 do vídeo, gostei da explicação da Ana Henkel sobre a OMC. palmas. 👏👏

Ana Henkel sempre perspicaz, certíssima nos comentários, e com uma postura serena, calma, elegante e sempre muito tranquila, além de sempre ser inteligentemente linda. 

#NoticiasAoVivo #PoliticaBrasil #Trump #GovernoLula #Geopolitica #STF #Brasil #Economia #UltimasNoticias

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Apelou, perdeu! 
A canalhice da "imprensa" não tem limite

[Quadro da Quarta] Le cardinal Richelieu sur la digue de Rochelle

Henri-Paul Motte, 1881
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Declaração de Independência, EUA, 4 de julho de 1776
Midi dans les Alpes – ou Journée venteuse
Juramento da Quadra de Tênis
As moças da margem do Sena
Cristina de Pisano
Maria Antonieta levada para o Cadafalso

terça-feira, 28 de julho de 2026

Diários expõem as mentiras e a obsessão doentia de Fauci com a fama e a projecção mediática de que usufruiu durante o auge da COVID-19

Paulo Hasse Paixão

Rand Paul está a destruir o já de si mais que questionável legado de Anthony Fauci, ao divulgar publicamente o que o infame médico escrevia nos seus diários. Enquanto mandava fechar escolas e mentia descaradamente sobre as origens da pandemia, Fauci gabava-se de si para si: “Sou a pessoa mais famosa e comentada do país”

O senador Rand Paul (republicano do Kentucky) tentou repetidamente nos últimos anos que o Departamento de Justiça incriminasse o ex-diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infeciosas, Anthony Fauci, por aparente falso testemunho perante o Congresso em 2021.

Esperava-se, talvez ingenuamente, que a eleição de Donald Trump permitisse à procuradoria federal fazer o seu trabalho, mas o prazo de prescrição para acusar Fauci pelo alegado perjúrio expirou em Maio, e Fauci também possui um perdão automático “total e incondicional” do presidente Joe Biden, que abrange o período de Janeiro de 2014 a Janeiro de 2025.

No entanto, Paul obrigou o criminoso de 85 anos a mais uma sessão de vexame público, exigindo que Fauci testemunhe na próxima quarta-feira perante a Comissão de Segurança Interna e Assuntos Governamentais do Senado.

Como prólogo a essa sessão de pancadaria, Paul divulgou uma série de documentos comprometedores — incluindo centenas de páginas de diário de Fauci, onde o imunologista não só se revela um megalómano, como também mina a narrativa oficial que defendeu publicamente sobre a COVID-19, a sua origem e o encerramento de escolas.

Governo do Reino Unido quer que os produtores pecuários façam a transição para o cultivo de oleaginosas para "salvar o planeta"

Paulo Hasse Paixão

O distópico governo trabalhista do Reino Unido quer criar vegetarianos à força de lei, forçando os produtores pecuários a fazer a transição para o cultivo de oleaginosas, em nome do combate às “alterações climáticas” 


O novo roteiro agrícola do Partido Trabalhista apela a uma mudança da pecuária para a agricultura baseada em vegetais, de forma a reduzir as atividades agrícolas de elevadas emissões e provocando reações negativas por parte dos agricultores e ativistas rurais.

A estratégia de 71 páginas, publicada pelo Departamento do Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (DEFRA), visa alinhar a agricultura com as metas climáticas do governo, promovendo também a contratação de mão-de-obra migrante para a colheita de fruta até ao final da década.

Os comissários governamentais afirmam que os agricultores podem desempenhar um papel fundamental no cumprimento das metas climáticas, mas os planos têm suscitado críticas dos produtores pecuários. Entre eles, Henry Graham, do Berkshire, argumentou em comentários à imprensa britânica que grande parte das pastagens é inadequada para o cultivo de culturas como as lentilhas, afirmando peremptoriamente:

“A ideia de alguém lavrar pastagens para cultivar lentilhas é ridícula.”

Para além, de ridícula, é leninista. Os agricultores devem produzir em função da procura e das leis de mercado e não dos ditames de burocratas ideologicamente condicionados.

O diretor executivo da União Nacional dos Agricultores (NFU, na sigla em inglês), Tom Bradshaw, disse que o plano carece de mecanismos de implementação claros e impõe significativos riscos financeiros aos agricultores, e o ativista rural Clive Bailye acrescentou que a incerteza em torno das alterações ao imposto sobre as heranças propostas pelo Partido Trabalhista, que visam as explorações agrícolas familiares, continua a minar a confiança e o investimento em todo o setor.

O diário de Fauci: ele enganou o Congresso e contava manchetes enquanto os americanos morriam

A militância de redação brasileira não deu uma linha sobre o escândalo que tomou as redes nos EUA no fim de semana


Leandro Ruschel

No sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado americano, tornou público o diário pessoal de Anthony Fauci: 1.140 páginas, de dezembro de 2019 a dezembro de 2022. Fauci foi o homem por trás dos lockdowns, do fechamento de escolas e da pressão pela vacinação obrigatória nos Estados Unidos. 

O diário foi descoberto pela investigação do Congresso sobre a resposta americana à pandemia, e agora Fauci está intimado a depor sob juramento na quarta-feira. 

O que as páginas mostram, primeiro, é um homem mais interessado na própria fama do que nos mortos. Ele registra as capas que ganhou, os perfis elogiosos, as bonecas com o seu rosto, a cerveja com o seu nome. Em 21 de maio de 2020, escreveu que não era exagero dizer que era a pessoa mais famosa e comentada do país. Americanos morriam sozinhos em hospitais, idosos morriam sem ver a família. E ele contava manchetes. 

27-7-2026: Oeste sem filtro – Milei causa crise diplomática + Ministro da Fazenda chama Milei de “palhaço” + Lula torra 250 milhões em propaganda


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[Aparecido rasga o verbo] O chato de galochas

Aparecido Raimundo de Souza

EU VÍ O CARA vindo lá do outro lado da calçada, quase perto da entrada da padaria. Meu coração deu um salto para trás, tipo assim, quando a gente pisa em um cocô recém deixado por um pet de apartamento e a merda fica grudada na sola do sapato com o cachorro junto. Era ele, o Marciano Verdinho das Antenas Largas. O chato mais chato do bairro. Não o chato mau, o chato que briga com todo mundo, o chato que rouba seu lugar no estacionamento. O pior tipo: o chato bom. O que quer o bem da gente sem pedir nada em troca. O que lembra o nome da sua mãe. O que sempre tem uma paçoquinha no bolso para lhe dar. E o que, se você deixar ele abrir a boca, você perde quarenta minutos da sua vida sem nem perceber como.

Marciano Verdinho das Antenas Largas veio vindo, veio vindo, sem pedir licença chegou como sempre, de mansinho e parou do meu lado na fila do pão de queijo e já começou a falar, sem nem olhar direito para mim, como se a conversa tivesse começado três dias antes e nós só estivéssemos continuando:

— Carlos, você sabia que esse pão de queijo aqui não é pão de queijo original? Na verdade, o pão de queijo autêntico é o de Minas, aquele que tem que ter polvilho azedo. Os caras que trabalham lá dentro, no fabrico, só usam polvilho doce. Eu testei na semana passada, levei para a minha tia que mora em Timóteo, a terra do Agnaldo Timóteo e ela disse que é só uma massa de queijo com gás. Parece que a coisa vai explodir na boca se você der uma dentada mais demorada e, se duvidar, esse gesto impensado poderá levar seus dentes logo na primeira mastigada...

Eu comecei a fazer o que todo mundo na cidade colocou em prática quando o Marciano surge do nada. O “Aham automático”.

— Aham... Aham...  Que legal... Aham... Aham...

Meu pescoço já acenava sozinho, meu sorriso se fazia fixo no rosto, o tipo de sorriso que depois de cinco minutos começa a doer na bochecha, como se a gente estivesse segurando uma risada de uma piada muito ruim.

Eu olhei para o celular. Ele me olhou de volta. Nenhuma mensagem. Fingi que lia uma merda qualquer muito importante. Ele nem percebeu. Continuou firme e forte:

— Falando em Minas, eu fui lá em 2019, sabe? Já te falei. Peguei a estrada BR-381, saí de Curitiba no Paraná às cinco da manhã, parei para abastecer em um posto de gasolina em Ponta Grossa, o diesel estava três reais e dezoito centavos na época, hoje está seis e setenta, você acredita? E no caminho eu furei um pneu. Não um pneu, dois. Dois pneus. Do lado esquerdo. Na chuva. Eu troquei os dois sozinho, molhado até os ossos, levei uma hora e quinze minutos, fiz a gentileza de cronometrar, porque eu sempre cronometro essas coisas, você deve sabe como é estou certo? Eu sabia dessa história dos dois pneus na chuva. Já tinha ouvido ela umas trocentas vezes. Uma vez no natal, uma vez no aniversário do Zé do Pinguelo Murcho a outra no açougue do Nicanor, uma vez no consultório do Dr. Proxeneta, meu dentista, enquanto aguardava a vez na sala de espera. O Marciano Verdinho das Antenas Largas seguia pela vida contando as mesmas histórias para todo mundo, todo mês, com os mesmos números, as mesmas pausas no momento dos pneus furarem, e para completar o quadro lúgubre, a surrada e idêntica cara de total sofrimento que ele faz todo dia, como se tivesse acontecido ontem. Encurralado, tentei a primeira fuga.

[Livros & Leituras] Nous vivions côte à côte

Alexandre Delvecchio *, Fayard, Paris, février 2026, 256 pages.

* Mãe e avós maternos de Portugal

«  J’ai vu se transformer la Seine-Saint-Denis. Quand j'étais enfant, les villes étaient encore “black, blanc, beur”. Les différences étaient grandes, les violences courantes, mais la cohabitation possible grâce à une relative mixité. Si le “vivre ensemble” n’existait déjà plus, nous vivions côte à côte, pas encore face à face. Puis à la délinquance se sont ajoutés le communautarisme, l’islamisme, et ce monde s’est ghettoïsé, se muant en une véritable contre-société.

Ce bouleversement a parfois été raconté, alors qu’étaient oubliés les principaux intéressés qui ont essuyé en première ligne cette transformation démographique, sociale et culturelle. Ces petits blancs de banlieue qui, lorsqu’ils refusaient de renoncer à leur identité, ont été culpabilisés, présentés comme “beaufs”, “racistes”, leurs inquiétudes criminalisées, leur voix recouverte par celle des sociologues, des associations dont le récit falsifié s’est imposé.

En proposant une contre-histoire des banlieues et de leur désintégration à travers les yeux de ceux qui l’ont subie, il ne s’agit pas de souffler sur les braises des divisions, mais de tirer les leçons des échecs passés pour envisager les contours d’une possible réconciliation. »

segunda-feira, 27 de julho de 2026

[Sétima Arte] Christopher Nolan admite ter adulterado 'A Odisseia' por considerar o seu conteúdo "misógino"

Paulo Hasse Paixão

Num ataque de incomensurável pretensão, Christopher Nolan assumiu a costela woke e admitiu ter alterado o final da sua adaptação de ‘A Odisseia’ porque acreditava que a conclusão original de Homero para a história era demasiada “misógina”.

Ou seja, Nolan sabe melhor do que Homero como terminar uma epopeia. Uau!

Em entrevista à revista Time, Nolan discutiu as diferenças entre o filme e o material original e aprofundou a sua interpretação da obra. Às páginas tantas, o entrevistador comentou:

“Também se vê esta ideia do homem como besta na cena com Circe. Ela diz que os homens de Ulisses a teriam violado e matado — que são uns porcos. Depois chega-se ao fim e vê-se o saque de Tróia e o horror do que fizeram. Ela tem razão.”

Nem ela tem razão nem a “ideia do homem como besta” é um eixo significativo na obra clássica. Mas não satisfeito com este desvio transformista, Nolan respondeu de seguida:

“Circe expressa isso muito bem no filme. Adorei a forma como Samantha [Morton] interpretou o papel. Falando sobre as escolhas de adaptação, o final do poema é tão sombrio e misógino que tive de excluir parte desse material. Mas não queria descartá-lo completamente em termos do que ele diz sobre os homens e a forma como travam guerras.”

É espantoso o critério do cineasta, que escolhe livremente e sem pudor as partes que mais agradam à ideologia neoliberal contemporânea, e exclui, num atentado terrorista contra o legado da literatura homérica, os elementos que não compaginam com o “bem pensar” das elites de Hollywood.