segunda-feira, 2 de março de 2026

Iraniano no Brasil agradece a Trump e Israel por ataque ao Irã

Eles GUARDAM o AVIÃO em CASA - Conheça o FLY VILLE em Santa Catarina

Sol? Chuva? Confira previsão do tempo para 1ª semana de março no Rio

Terceiro mês do ano marca o fim do verão e o início do outono

Raphael Fernandes 

Sol entre nuvens na Zona Sul do Rio de Janeiro. Foto: Cristina Boeckel/G1

A primeira semana de março na cidade do Rio de Janeiro será predominantemente ensolarada, mas com possibilidade de precipitações em alguns momentos.

De acordo com o site especializado em meteorologia ”Climatempo”, a capital fluminense terá, nesta segunda-feira (2/3) e também na terça (3/3), sol com algumas nuvens e chuva passageira. À noite, apesar da nebulosidade, o tempo fica firme. Nos dois dias, os termômetros cariocas devem marcar de 17 a 33 graus.

Para quarta (4/3) e quinta (5/3), a tendência também é de sol entre nuvens, com pancadas de chuva durante a tarde. Na sexta (6/3), vale ressaltar, o tempo será parecido, mas não deve chover. Nesses três dias, as temperaturas ficarão entre 22ºC e 31ºC.

“Acorda Brasil” leva multidões às ruas, amplia pressão contra STF e une direita em torno de Flávio Bolsonaro


Wesley Oliveira

Manifestações do movimento “Acorda Brasil” reuniram milhares de pessoas neste domingo (1º), em ao menos oito capitais, com pautas que incluíram a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, a derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria e críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em São Paulo, principal palco do ato, lideranças da direita transformaram a mobilização em demonstração de força política e reforçaram o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como principal referência do campo conservador para 2026.

Na Avenida Paulista, a concentração começou pouco antes do meio-dia e se consolidou, ao longo da tarde, como o centro simbólico e político das manifestações pelo país. O caminhão de som “Avassalador” reuniu governadores, parlamentares e dirigentes partidários, em um palco que evidenciou a tentativa de unificação da direita em torno de uma agenda comum — anistia, críticas ao STF e oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além de Flávio, discursaram o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), organizador do ato, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) também participaram do evento, reforçando o caráter político da mobilização.

A presença simultânea de pré-candidatos ao Palácio do Planalto no mesmo palanque foi tratada como sinal de convergência estratégica. Caiado afirmou que, caso eleito, seu “primeiro ato” será conceder anistia plena aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Zema, sem citar nomes, declarou que “ninguém no Brasil é intocável”, em referência indireta a ministros do STF. Já Flávio adotou tom eleitoral ao projetar o retorno de Jair Bolsonaro ao Planalto em 2027.

“O silêncio não é mais uma opção. Nós estamos aqui e não vamos desistir do nosso Brasil”, afirmou Flávio Bolsonaro. Em outro momento, dirigindo-se ao pai, acrescentou: “Em janeiro de 2027, você vai pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro”.

Impeachment e críticas aos ministros do STF dominaram os discursos

As críticas ao Supremo e a defesa do impeachment de ministros da Corte foram temas recorrentes nos discursos na Avenida Paulista. Do alto do trio elétrico, lideranças da direita concentraram críticas especialmente em decisões envolvendo os atos de 8 de janeiro e investigações contra aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Torcida do Vasco aponta culpados por eliminação no Carioca

O Vasco da Gama teve pênalti perdido contra o Fluminense e acabou eliminado na semifinal do Campeonato Carioca

França Fernandes

O Vasco empatou com o Fluminense por 1 a 1, na tarde deste domingo (1), e acabou eliminado na semifinal do Campeonato Carioca. Nas redes sociais, muitos torcedores do Cruzmaltino apontaram o principal responsável pela eliminação.

Foto: Delmiro dos Santos Junior/Mochila Press

Em jogo pegado, o Vasco saiu na frente do Fluminense com gol de Robert Renan. No segundo tempo, Brenner teve pênalti, mas parou nas mãos de Fábio. Ganso teve a chance na penalidade e não desperdiçou para sacramentar a classificação tricolor.

Nas redes sociais, torcedores do Cruzmaltino criticaram muito Brenner, que perdeu o pênalti, e Barros, que cometeu a penalidade decisiva. Veja os comentários sobre a dupla abaixo:

Como foi o jogo entre Vasco e Fluminense

domingo, 1 de março de 2026

Militantes NAS redações: “Tenham vergonha!”

Relacionados:

[Língua Portuguesa] Militantes DAS ou NAS redações? 
1º de março de 2026, em direto e ao vivo: "Acorda, Brasil!" 
Nikolas puxa coro contra Lula, Moraes e Toffoli em manifestação na Paulista 
🚨 ACORDA BRASIL: manifestações contra o STF já estão gigantes! 
Metamorfoses ambulantes 
Trump coloca o Brasil sob lupa 
27-2-2026: Oeste sem filtro – Gilmar socorre Toffoli; Flávio na frente de Lula; M desmentido 

1º de março de 2026, em direto e ao vivo: "Acorda, Brasil!"

Nikolas puxa coro contra Lula, Moraes e Toffoli em manifestação na Paulista

🚨 ACORDA BRASIL: manifestações contra o STF já estão gigantes!

[Discos pedidos] Abençoado Sol (I)

Metamorfoses ambulantes

Para não perder eleitores, políticos brasileiros não se acanham em dizer agora o oposto do que diziam antes. E apostam no curto prazo ao invés de olhar para o futuro


Nuno Vasconcellos

Quem acompanhou, na semana passada, o último capítulo da novela que terminou com a aprovação pela Câmara dos Deputados da lei que endurece o tratamento às facções do crime organizado, reparou um detalhe, no mínimo, intrigante. Parlamentares da situação, que normalmente rejeitam toda e qualquer medida minimamente rigorosa de combate à bandidagem, acabaram dizendo sim ao mesmo texto que cobriam de críticas em novembro do ano passado — quando o relatório apresentado pelo deputado Guilherme Derrite (PP/SP) foi aprovado por 370 votos a 110. No final das contas, o projeto foi aprovado por votação simbólica e seguiu para sanção do presidente da República.

Merece atenção, especialmente, essa mudança de posição dos deputados da esquerda a respeito de uma posição que parecia um dogma sagrado em sua cartilha de princípios — o de que bandido bom é bandido solto e sem a obrigação de prestar contas à Justiça. O que terá acontecido nos últimos meses para justificar uma mudança de posição tão radical a respeito de um assunto tão sensível, como é o combate à criminalidade? 

Vamos aos fatos. Derrite ocupava a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e se licenciou do cargo para relatar um projeto de lei destinado a punir as facções criminosas que espalham terror pelo país. O momento não poderia ser mais propício. No dia 28 de outubro, uma operação vigorosa conduzida pelas polícias Militar e Civil do Rio de Janeiro nas comunidades da Penha e do Alemão terminou com 122 mortes. Cinco das vítimas fatais eram policiais. Entre as outras 117, a grande maioria era de narcotraficantes ligados à facção Comando Vermelho.

Three Scenarios For How The Iran War Might End

Andrew Korybko 

The Islamic Republic either survves the latest onslaught, Iran goes the Venezuelan route, or “Balkanization” begins

The joint US-Israeli campaign against Iran officially aims to demilitarize the country and overthrow its government. The conflict has only just begun, but Ayatollah Ali Khamenei has already been killed along with several high-ranking military officials. These might be symbolic victories more than substantive ones, however, since succession plans were already made. In any case, there are three scenarios for how the war might end, none of which involve Iran indisputably defeating the US and Israel.

That’s because Israel and the US could destroy Iran if they truly want to, including with nukes, though they’re holding back for now with the expectation that a friendly government will replace the unfriendly one and restore Iran’s role as one of their top regional allies. The most that Iran is therefore expected to do is inflict major damage on Israel and maybe the Gulf Kingdoms and/or regional US forces before then being destroyed by Israel and/or the US. This assessment frames the following three scenarios:

----------

1. The Islamic Republic Survives The Latest Onslaught

In this scenario, Iran bruises Israel and maybe the Gulf Kingdoms and/or regional US forces without inflicting unacceptable damage to them that provokes Israel and/or the US into destroying it, thus enabling both sides to semi-credibly claim victory over their foes like they did last summer. A much more weakened Iran might then either subordinate itself to the US by cutting deals over its military, nuclear programenergy industry, and/or minerals, or be isolated from the region and contained within it.

2. Iran Goes The Venezuelan Route

It was assessed in mid-January that “The US Wants To Replicate The Venezuelan Model In Iran” through a “regime tweaking” that places US-friendly members of the incumbent government in power for ruling the country and its resource industries by proxy (thereby denying the latter to China). A coup by unideological IRGC members is the most realistic means to this end. If Iran once again becomes a top US ally, however, then it might join Turkiye in challenging Russia in the South Caucasus and Central Asia.

Onde é? Qual o nome? 😉

The US Military Campaign Against Iran Is Part Of Trump’s Grand Strategy Against China

Andrew Korybko 

The goal is to obtain proxy control over Iran’s enormous oil and gas reserves so that they can be weaponized as leverage against China for coercing it into a lopsided trade deal that would derail its superpower rise and therefore restore US-led unipolarity.

Trump claimed that the US’ military campaign against Iran is to “defend the American people”, while many critics have alleged (whether in jest or not) that it’s to distract from the Epstein Files, but few observers realize that it’s actually all about China. It was explained here that Trump 2.0 “decided to gradually deprive China of access to markets and resources, ideally through a series of trade deals, in order to imbue the US with the indirect leverage required to peacefully derail China’s superpower rise.”

To elaborate, “The US’ trade deals with the EU and India could ultimately result in them curtailing China’s access to their markets under pain of punitive tariffs if they refuse. In parallel, the US’ special operation in Venezuela, pressure on Iran, and simultaneous attempts to subordinate Nigeria and other leading energy producers could curtail China’s access to the resources required for fueling its superpower rise.” The resource dimension that’s relevant to Iran is a major part of the US’ “Strategy of Denial”.

That’s the brainchild of Under Secretary of War for Policy Elbridge Colby, and it was expanded on in this analysis here from early January. As was written, “US influence over Venezuela’s and possibly soon Iran’s and Nigeria’s energy exports and trade ties with China could be weaponized via threats of curtailment or cut-offs in parallel with pressure upon its Gulf allies to do the same in pursuit of this goal”, which is to coerce China into indefinite junior partnership status vis-à-vis the US through a lopsided trade deal.

Most observers missed it, but the new National Security Strategy calls for ultimately “rebalance[ing] China’s economy toward household consumption”. This is a euphemism for radically re-engineering the global economy through the previously described means, namely curtailing China’s access to the markets and resources responsible for its superpower rise, so that it no longer remains “the world’s factory” and thus ends its era of being the US’ only systemic rival. US-led unipolarity would then be restored.

[As danações de Carina] Monogamia*

Carina Bratt

NA PEQUENA e pacata cidade de Santo Eduardo do Amor Ciumento, onde todos se conheciam pelo primeiro nome, havia uma praça em frente ao único mercado com bancos de madeira que guardavam segredos de gerações.

Não outra, senão a bucólica praça da Solidão. Ali, entre conversas ao entardecer, surgia sempre o tema da monogamia, como se fosse um velho relógio enferrujado que marcava o ritmo da vida, mesmo quando alguns já não acreditavam no seu tic-tac.

Dona Dipirona Monoidratada da Costa, uma simpática viúva há exatos noventa anos  bem vividos, apregoava que a monogamia se parecia a como plantar uma árvore: essa simples ação exige paciência, cuidado e a certeza de que as suas raízes não se dividirão.

Já o jovem Mateus Cefalexina com seus trinta anos e olhos curiosos, retrucava que o mundo moderno não cabia em molduras tão estreitas, que o amor verdadeiro podia ser múltiplo de três sem perder a intensidade.

O curioso nessa história meio às avessas, é que, apesar das opiniões divergentes, todos voltavam para suas casas com a mesma sensação: a monogamia não se firmava só no patamar de uma escolha íntima, mas também, e sobretudo, num espelho cristalino e sem manchas ou arranhões daquilo que cada um buscava segurança, liberdade, ou talvez apenas uma simples companhia para não se sentir só e abandonado.

No fundo, a única praça da bucólica Santo Eduardo do Amor Ciumento parecia rir da discussão. Afinal, os bancos de madeira já haviam testemunhado promessas eternas e também despedidas rápidas e rasteiras. Outras tantas violentas e até quase às raias da loucura. E talvez fosse esse o segredo: a monogamia não é uma regra soberana, tampouco universal, mas uma narrativa meio destrambelhada ao acaso que cada coração escreve à sua maneira.

Na cidade de Santo Eduardo do Amor Ciumento, a monogamia se fartava ou se apresentava e por conta disso se via tratada como um contrato social tão sério quanto o de abrir uma conta corrente num banco: cheio de cláusulas invisíveis e taxas emocionais para lá de abusivas.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Pronunciamento de Trump sobre o Irã: “Rendam-se”

Ofensiva coordenada com Israel marca nova escalada no Oriente Médio e reacende debate sobre intervenção militar e mudança de regime

Allan dos Santos           

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na madrugada deste sábado (28), por meio de um vídeo publicado em sua conta oficial no X (antigo Twitter), o início de “operações de combate principais” contra o Irã, em coordenação com Israel. O pronunciamento, com cerca de oito minutos de duração, foi divulgado às 7h44 GMT (2h44 EST), no mesmo momento em que relatos de explosões começavam a circular a partir de Teerã, indicando que a ação militar já estava em andamento. 

Falando a partir de um púlpito presidencial, com o selo oficial dos Estados Unidos e bandeiras americanas ao fundo, Trump afirmou que as forças americanas estavam conduzindo ataques contra instalações nucleares, bases de mísseis e ativos navais iranianos. Segundo o presidente, o objetivo é neutralizar ameaças estratégicas e impedir que o Irã desenvolva capacidade nuclear militar. Ele descreveu o regime iraniano como o “maior patrocinador estatal do terrorismo no mundo” e enquadrou a ofensiva como parte de uma política histórica dos Estados Unidos voltada à contenção da proliferação nuclear e à proteção da segurança global.

Durante o discurso, Trump mencionou episódios históricos para justificar a decisão, incluindo o atentado de Beirute em 1983, que matou 241 militares americanos, e o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, atribuindo ao Irã apoio indireto a grupos responsáveis por ações contra aliados dos Estados Unidos. Ele afirmou que a operação atual seria uma resposta necessária a décadas de ameaça e instabilidade regional.

O presidente também enviou mensagens diretas às forças iranianas e à população civil. Aos militares do Irã, ofereceu “imunidade” caso se rendam, prometendo tratamento justo, mas advertiu que qualquer resistência armada enfrentaria “consequências letais”. Aos civis, orientou que busquem abrigo durante os ataques e, posteriormente, incentivou a população a “retomar o controle do país”, sugerindo que a ofensiva pode abrir caminho para mudanças internas no regime.

Trump coloca o Brasil sob lupa

Trump nomeia Darren Beattie como conselheiro sênior para políticas sobre o Brasil

Allan dos Santos

A relação entre Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva ganha um novo capítulo — e não é protocolar. Segundo a agência de notícias Reuters, o presidente americano nomeou Darren Beattie [foto] como conselheiro sênior responsável por supervisionar as políticas dos Estados Unidos em relação ao Brasil. 

A informação, confirmada por fontes ouvidas pela agência e por um alto funcionário do Departamento de Estado, indica que Beattie “atualmente atua como conselheiro sênior para políticas sobre o Brasil”. A designação, embora técnica no papel, é politicamente explosiva no contexto atual.

Beattie não é um diplomata discreto de carreira. É um crítico declarado do atual governo brasileiro e tem histórico de posicionamentos firmes em defesa da liberdade de expressão e contra políticas autoritárias na América Latina. Sua ascensão dentro do aparato diplomático americano, com foco específico no Brasil, sinaliza que Washington não pretende tratar Brasília como mero parceiro protocolar.

Relações delicadas entre as maiores democracias do Hemisfério

A própria Reuters avalia que a nomeação sugere que as relações entre as duas maiores democracias do Hemisfério Ocidental permanecem sensíveis, apesar de gestos recentes de reaproximação.

Em termos diplomáticos, isso significa que o governo Trump não abandonou suas preocupações com temas como liberdade de expressão, decisões judiciais autoritárias e ambiente de censura no Brasil. Tampouco fez as “pazes” com o governo de esquerda chefiado por Lula.

A criação — ou o reforço — de uma supervisão específica sobre o Brasil indica prioridade estratégica. Não é um gesto neutro. É um recado institucional.

O contexto político: Lula em viagem aos EUA

O timing é decisivo. Lula pretende viajar aos Estados Unidos em março para se encontrar com Trump. A revelação da nomeação ocorre antes da visita e adiciona um elemento de tensão ao encontro.

Noite de extremos no Dragão

Oskar Pietuszewski marcou no primeiro minuto, William Gomes e Terem Moffi fecharam a contagem nos descontos (3-1)


Numa noite de extremos, estreias e recordes, Oskar Pietuszewski marcou o golo mais rápido da história do Estádio do Dragão, William Gomes assinou o 2-1 ao minuto 90+1 e Terem Moffi fechou a contagem aos 90+8. Com este triunfo tão suado como merecido frente ao FC Arouca, o FC Porto segue na liderança isolada do campeonato com 65 pontos à 24.ª jornada. 

Francesco Farioli lançou de início Jakub Kiwior, recuperado de lesão, e subiu Pablo Rosario para o lugar ocupado pelo castigado Alan Varela, mas foi o repetente Oskar Pietuszewski a começar a escrever a história do jogo. Logo aos 13 segundos, após bola longa de Diogo Costa, Victor Froholdt cruzou ao segundo poste e o extremo polaco só teve de encostar para se estrear a marcar de azul e branco, bater o recorde de Gabri Veiga contra o OGC Nice (18 segundos) e passar a ser o autor do golo mais rápido de sempre no Dragão – bem como o estrangeiro mais jovem a faturar pelo FC Porto. 

Ao minuto 17, enquanto as bancadas transmitiam uma mensagem de força a Borja Sainz, Alberto Costa descobriu Froholdt dentro da área, mas o remate do médio dinamarquês esbarrou no poste. Logo a seguir, Pietuszewski voltou a testar os reflexos de Arruabarrena, só que Deniz Gül falhou a recarga. A toada manteve-se até à ida para as cabines e, apesar das inúmeras tentativas portistas, o marcador não voltou a mexer (1-0). 

27-2-2026: Oeste sem filtro – Gilmar socorre Toffoli + Flávio na frente de Lula + M desmentido


Relacionados:
26-2-2026: Oeste sem filtro – CPMI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de Lulinha e petistas partem para agressão (!) + Motta acha que Toffoli conduziu o Caso Master com equilíbrio 😃
25-2-2026: Oeste sem filtro – Candidatura de Flávio Bolsonaro se consolida + CPI do “Crime Organizado” aprova quebra de sigilo bancário de empresa do filho de Toffoli + Filho de Lula é citado em delação sobre esquema de fraude no INSS + Projeto de lei antifacção é aprovado na Câmara 
'PL Antifacção' é aprovado na Câmara e segue para sanção 
[Língua Portuguesa] Militantes DAS ou NAS redações? 
Um olhar filial a Portugal 
O STF não pode ser cúmplice de um ministro intimidador 
Segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026: 48.978 acessos! 
1º de março de 2026: 'Fora Lula, Moraes e Toffoli!' 

[Versos de través] Aquela

Hilda Hilst

Aflição de ser eu e não ser outra.
Aflição de não ser, amor, aquela
Que muitas filhas te deu, casou donzela
E à noite se prepara e se adivinha
Objeto de amor, atenta e bela.

Aflição de não ser a grande ilha
Que te retém e não te desespera.
(A noite como fera se avizinha)

Aflição de ser água em meio à terra
E ter a face conturbada e móvel.
E a um só tempo múltipla e imóvel

Não saber se se ausenta ou se te espera.
Aflição de te amar, se te comove.
E sendo água, amor, querer ser terra.

Hilda Hilst

Anteriores:
Árias Pequenas. Para Bandolim 
Êxtase 
Dez chamamentos ao amigo 
Tenta-me de novo 
Amavisse

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Pesquisa revela que 68% dos cariocas deixariam o Rio de Janeiro se pudessem

Levantamento do Instituto Cidades Sustentáveis com a Ipsos-Ipec mostra que maioria dos moradores pensa em sair da capital; violência lidera preocupações com 75%

Gabriella Lourenço

Uma nova pesquisa sobre qualidade de vida acende um alerta na capital fluminense: 68% dos cariocas afirmam que deixariam o Rio de Janeiro se pudessem morar em outra cidade, enquanto 32% dizem que não sairiam. O dado faz parte do estudo “Viver no Rio de Janeiro: Qualidade de Vida”, realizado pelo Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com a Ipsos-Ipec. 

Foto: Alexandre Macieira/Riotur

O levantamento, que ouviu 400 moradores com 16 anos ou mais em dezembro de 2025, revela um cenário de contrastes: apesar do alto índice de intenção de saída, 40% dos entrevistados avaliam que a qualidade de vida melhorou “muito” ou “um pouco” na cidade; já 36% consideram que permaneceu estável e 24% afirmam que piorou.

Segurança domina lista de problemas no Rio

Quando o assunto é o principal problema da cidade, a resposta é quase unânime: 75% apontam a segurança pública como a maior preocupação no Rio de Janeiro.

Bem atrás aparecem saúde (6%) e geração de emprego e renda (6%). Educação e transporte coletivo foram citados por 3% dos entrevistados cada.

O dado reforça que a violência segue impactando diretamente a percepção de qualidade de vida na capital fluminense e ajuda a explicar por que tantos moradores consideram deixar a cidade.

Avaliação da prefeitura e da Câmara Municipal

A pesquisa também mediu a avaliação da administração municipal. Segundo o levantamento, 27% consideram a gestão ótima ou boa, 41% classificam como regular e 28% avaliam como ruim ou péssima.

Já a Câmara Municipal apresenta índices mais negativos: apenas 7% dos entrevistados a consideram ótima ou boa, 33% avaliam como regular e 53% classificam como ruim ou péssima, indicando maior insatisfação com o Legislativo local.

Rio registra fevereiro mais chuvoso em quase 30 anos e bate recorde histórico

Com 352 mm acumulados até a manhã desta sexta, mês já supera marca de 2020; previsão indica mais temporais ao longo do dia

Victor Serra

O município do Rio já vive o fevereiro mais chuvoso em quase três décadas. De acordo com o Sistema Alerta Rio, que mantém medições regulares desde 1997, o acumulado do mês chegou a 352 milímetros até as 8h desta sexta-feira (27/2). 

O volume já supera o antigo recorde da série histórica, registrado em fevereiro de 2020, quando a cidade somou 321,6 mm ao longo de todo o mês. E o número ainda deve aumentar, já que a previsão indica manutenção da chuva ao longo do dia, com possibilidade de temporais em diferentes pontos da capital.

Se agora o mês entra para o topo da série como o mais chuvoso desde o início do monitoramento, fevereiro de 2025 havia registrado o cenário oposto, com apenas 0,6 milímetro acumulado, tornando-se o mais seco da mesma base de dados.

Chuva intensa desde quinta-feira

Nas últimas 24 horas, entre 4h da manhã de quinta-feira (26/2) e 4h desta sexta, os acumulados foram particularmente elevados na Zona Oeste e em parte da Zona Sul. Campo Grande registrou 104,2 mm no período, seguido por Santa Cruz, com 94,6 mm, Marambaia, com 92,8 mm, Guaratiba, com 90,4 mm, e Jardim Botânico, com 89,2 mm.

Vasco mostra problemas antigos e perde pontos preciosos para o Santos

Vasco da Gama voltou a apresentar deficiências defensivas e caiu para a lanterna após mais uma derrota no Brasileiro

Altair Alves

Enquanto busca um técnico, o Vasco vê sua situação neste início de Campeonato Brasileiro se complicar. Ontem, o cruz-maltino conheceu sua terceira derrota na competição: Neymar marcou duas vezes no 2 a 1 para o Santos, na Vila Belmiro, que afundou os cariocas na lanterna, com apenas um ponto.

Os primeiros lances já mostraram o que seria a tônica da partida: duas equipes com fragilidades defensivas que explicam suas posições neste início de Campeonato Brasileiro (o Peixe iniciou o jogo no Z4), mas dispostas a atuar de peito aberto em busca da primeira vitória. O Santos tentava encontrar espaços pelo meio, enquanto o Vasco explorava a transição pelos corredores.

Técnico interino, Bruno Lazaroni manteve a escalação-base de Fernando Diniz, com a volta de Lucas Piton à lateral esquerda (e de Pumita Rodríguez, ao banco). O cruz-maltino seguiu com os mesmos problemas do trabalho anterior. Até conseguia circular bem a bola e fazê-la chegar ao terço final, mas errava muito no último passe.

Na primeira grande chance do jogo, porém, o erro foi de finalização: Nuno Moreira saiu na cara de Gabriel Brazão após belo passe de Thiago Mendes, mas desperdiçou a chance claríssima de abrir o placar.

O Santos aproveitou duelo vencido pelo meio e acelerou para abrir o placar: Bontempo encontrou Moisés na esquerda, que só acionou Neymar pelo corredor. O craque bateu colocado, de chapa, para vencer Léo Jardim.