sábado, 10 de janeiro de 2026
[Versos de través] Da nossa casa o Alentejo é verde
Nem mais, nem menos: tudo tal e qual o sonho desmedido que mantinhas.
Só não sonharas estas andorinhas
que temos no beiral
E moramos num largo… E o nome lindo
que o nosso largo tem!
Com isto não contáramos também.
(Éramos dois sonhando e exigindo).
Da nossa casa o Alentejo é verde.
É atirar os olhos: São searas,
são olivais, são hortas… E pensaras
que haviam nossos de ter sede!
E o pão da nossa mesa! E o pucarinho
que nos dá de beber!... E os mil desenhos
da nossa loiça: flores, peixes castanhos,
dois pássaros cantando sobre um ninho…
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
8 de Janeiro e a FARSA da “tentativa de golpe”
Leandro Ruschel
A manifestação que acabou em depredação no dia 8 de janeiro de 2023 jamais foi uma “tentativa de golpe” no sentido real e objetivo do termo. Foi, isto sim, um protesto popular que descambou para o vandalismo, agravado por um fator que até hoje segue mal explicado: a inação, ou incompetência, das forças de segurança para impedir as invasões e conter a escalada da violência.
O precedente histórico para
tal leitura é cristalino: em 2006, quando centenas de militantes de um
movimento sem terra, liderado por um integrante da Executiva do PT, invadiram e
depredaram a Câmara dos Deputados — deixando funcionários gravemente feridos e
um rastro de destruição —, a Justiça Federal ordenou a soltura imediata de
quase todos os 542 detidos em menos de 48 horas. Naquela ocasião, a decisão foi
enfática ao atribuir a responsabilidade à fragilidade do policiamento e à
omissão do Estado em proteger o prédio público, tratando o episódio como uma
falha de segurança e não como um atentado contra a ordem constitucional — um
contraste gritante com o rigor seletivo e as prisões em massa que sustentam a
narrativa atual.
O que ocorreu em 2023 foi uma
explosão de revolta popular diante daquilo que, para milhões de brasileiros,
representou o verdadeiro “golpe” em curso nos anos anteriores: a descondenação
de Lula, a reabilitação política de seu grupo e sua alçada de volta ao poder,
na esteira do avanço de um regime de censura, perseguição política e
criminalização sistemática do campo conservador.
A narrativa oficial exige que
aceitemos como plausível que um grupo formado, em sua maioria, por cidadãos
comuns — muitos idosos, desarmados e sem qualquer estrutura militar — teria ido
a Brasília para derrubar a República. É uma tese que desafia a lógica.
Como um golpe de Estado poderia ser conduzido por esse perfil de manifestante? Uma frase escrita com batom numa estátua é uma “tentativa de golpe”? É sério?
8-1-2026: Oeste sem filtro – Fracassa o ato político de Lula para explorar o 8 de janeiro + Oposição reage para derrubar veto de Lula + Influenciadores contratados para atacar o BC entram na mira da PF
Aí pega!😧
Jornalismo ou Militância? Daniela Lima debocha de Bolsonaro
7-1-2026: Oeste sem filtro – “Ele” amplia tortura de Bolsonaro e coloca PF para perseguir médicos + Governo Trump anuncia plano de três fases para a Venezuela…
Moraes anula investigação do CFM sobre o atendimento a Bolsonaro...
Ditador gente boa
Refugiado no Brasil, missionário venezuelano relata alívio e esperança após captura de Maduro
Zero à esquerda
6-1-2026: Oeste sem filtro – Brasil trata prisão de Maduro como sequestro + Moraes nega transferência de Bolsonaro para hospital
Wagner Moura mente. E mente muito
Não existe gente mais desonesta e cínica do que os militantes de redação, Globo à frente
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
J’ai toujours été choqué para la présence des islamistes en France
Omar Youssef Souleimane
Moi qui viens de Syrie, un pays où ces derniers manipulent la société, la culture et l’être humain, je me demande: “Comment est-il possible qu’en France, pays de la laïcité, les intégristes soient si présents? Qu’ils profitent de la démocracie pour y infiltrer leur idéologie?”
Cela ne détruit pas seulement la citoyenneté française, mais aussi les
musulmans de France. Ces hommes et ces femmes, qui ne souhaitent que vivre
comme tout le monde, se retrouvent pris en otage para un discours communautaire
fondé sur la peur de l’autre, cet autre qui, en réalité, est leur compatriote.
Mais le plus troublant, c’est cette aliance entre les islamistes et l’extrême
gauche.
Pour moi, c’est tout
simplement hallucinant.
Au Proche-Orient, le conflit
entre la gauche árabe et les islamistes découle d’un contraste profond entre
leurs convictions et leurs positions. La gauche árabe adopte des projets de
modernité, de laïcité. Elle considere souven la réligion comme un obstacle au
progrès, nottament en ce qui concerne les droits des femmes, la liberté
d’expression et la séparation entre l’État et la réligion.
Les islamistes, de leur côté,
defendent une vision dans laquelle l’islam constitue un système global incluant
la vie politique, économique et sociale. N’importe quel imam considère les
idées de gauche comme des synonymes d’infidélité, d’hérésie et de perversion.
Tandis que pour la gauche,
l’islam n’est qu’une idéologie arriéré, une des raisons pour lesquelles les pays árabes n’ont pas progressé depuis des années.
Titre et Texte: Omar
Youssef Souleimane, in “Les Complices du mal”, page15; Copie: JP,
8-1-2026
Les complices du mal
O copo americano: nascido na indústria, virou símbolo das casas e bares do Rio
Criado pela indústria brasileira, produzido por décadas no subúrbio carioca e adotado da cozinha da avó ao balcão do botequim, o copo americano atravessou gerações e se tornou um dos maiores símbolos do cotidiano do Rio de Janeiro
Bruna Castro
Poucos objetos são tão
discretos — e ao mesmo tempo tão onipresentes — quanto o copo americano.
Ele nunca pediu atenção, nunca mudou de forma, nunca se reinventou. Ainda
assim, atravessou décadas praticamente intacto, ocupando cozinhas, armários,
balcões e mesas do Rio de Janeiro como se sempre tivesse pertencido à paisagem
doméstica da cidade.
O copo americano não nasceu
carioca, mas nasceu de uma indústria brasileira que teve íntima ligação com o
Rio.
Criado em meados do século XX pela fábrica Nadir Figueiredo, inspirou-se em modelos simples e robustos usados nos Estados Unidos, pensados para resistir ao uso intenso. Era um copo funcional, barato, empilhável, quase indestrutível. Um produto típico de um Brasil que se industrializava e precisava de soluções práticas para o cotidiano. Mas foi no Rio – e nas suas casas e botequins – que esse copo encontrou seu lugar definitivo.
Durante décadas, a Nadir
Figueiredo manteve uma importante unidade fabril na Vila da Penha,
na Zona Norte da cidade. Ali, onde hoje funciona o Carioca Shopping,
produziu-se em larga escala o copo que acabaria se espalhando por todo o estado
— e, sobretudo, pelas casas cariocas. O complexo industrial marcou
profundamente a região, integrando a história do trabalho, da urbanização e da
vida cotidiana do subúrbio, tendo trabalhadores que residiam em todo o entorno,
de Coelho Neto à Penha.
É curioso perceber como um objeto de origem tão industrial e produzido aos milhões acabou sendo completamente absorvido pela intimidade doméstica. Na casa da avó, o copo americano servia para tudo: água, café, suco, remédio. Era o copo “certo” para visitas rápidas e para o uso diário. Ficava no armário mais baixo, ao alcance das crianças, porque não quebrava fácil. E, quando quebrava, não fazia drama: era substituído sem cerimônia.
Jornalismo ou Militância? Daniela Lima debocha de Bolsonaro
[07/01/26] JORNALISTA QUE DEBOCHA DE BOLSONARO COMETE CRIME
— Mundial Telenoticias (@MTelenoticias) January 7, 2026
Paulo Echebarria exalta o Estatuto do Idoso para lembrar jornalistas de que debochar da vulnerabilidade de um idoso é crime. pic.twitter.com/MwdzuyDAk1
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2-1-2026: Oeste sem filtro – Sadismo de Moraes (Moraes, Moraes, Moraes!!!) coloca Filipe Martins na cadeia + Oposição consegue assinaturas para instalação da CPMI do Banco Master
Mega da Virada: memes, Moraes, petistas e um passado mal resolvido
Moraes quer a morte de Bolsonaro!
[Viagens & Destinos] Copacabana: Réveillon e depois
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Germany Is Competing With Poland To Lead Russia’s Containment
Andrew Korybko
Regardless of whoever comes out on top in this rivalry,
the US still wins since they’re both NATO members, but a NATO-Russian
Non-Aggression Pact should follow in any case for managing tensions
The Wall Street Journal
detailed “Germany’s Secret Plan for War With
Russia” late last year, which boils down to rapidly
remilitarizing and modernizing transport infrastructure across the
country in order to more effectively function as a nationwide staging ground in
any such future conflict. Former Chancellor Olaf Scholz set the ball rolling
with his de
facto manifesto that was published by Foreign Affairs in December
2022, but it’s his successor Friedrich Merz who’s now actively implementing it.
The modernization of transport
infrastructure, which aims to slash to just 3-5 days the estimated 45 days that it currently
takes to move troops and equipment from Europe’s Atlantic ports to the Russian
border, aligns with the spirit of the “military Schengen”.
This arrangement was agreed to between Germany, Poland, and the Netherlands in
early 2024 and could soon see Belgium and France joining
too. Lithuania could potentially do so as well so that Germany can more easily
access its
new base there from Poland.
While framed as a means of “deterring” Russia, which has no intention of attacking Europe as Putin recently confirmed and is willing to formalize this fact too, it actually exacerbates their security dilemma by heightening Russia’s threat perception of NATO and attendant fears of Operation Barbarossa 2.0. This contextualizes Deputy Foreign Minister Alexander Grushko’s recent claim that the EU is preparing for war with Russia and Belarusian President Alexander Luksahsnko’s similar claim around the same time.
Ditador gente boa
Rafael Nogueira
O “lugar de fala” se vende como convite à humildade de escutar quem sofreu, mas na prática acaba sendo coisa bem outra: você não pode falar se não é do grupo certo. Em vez de ordenar o debate pelo melhor argumento, pressupondo capacidade mínimo de um colocar-se no lugar do outro, ordena tudo pela narrativa cujo gênero é uma espécie de biografia em que heroísmo é fazer parte de algum grupo carimbado pelas esquerdas como digno de suporte, não necessariamente por vencer obstáculos aparentemente insuperáveis, nem por sofrer ou poder vir a sofrer opressão, mas por sua história ajudar a fortalecer um certo projeto político.
Daí, quando aparece alguém de
fora dos grupos seletos, e que lutou e venceu, ou que realmente sofreu muito, o
mecanismo falha por completo. Esses dias, em todo o mundo, venezuelanos se
mobilizaram depois da captura de Maduro. Para quem fugiu do regime, isso tudo
não é “geopolítica”, é parte da vida. Dias depois, a turma certa do “lugar de
fala” exclusivo apareceu com bandeira e estética revolucionária para defender
Maduro. Em Florianópolis, por exemplo, um venezuelano inconformado protestou
contra o protesto, e foi expulso sob ameaça de violência. O sofrimento dele é
inconveniente porque não tem o carimbo ideológico correto.
Já o “combate ao antidemocratismo” é a versão togada do mesmo impulso. É um rótulo elástico, que se adapta ao inimigo do momento. O sujeito protesta sem a menor chance concreta de derrubar coisa alguma, mas a canetada resolve chamando tudo de ameaça existencial à democracia. Enquanto isso, atos em defesa de ditaduras estrangeiras circulam com tranquilidade.
O filtro de barro: quando até a sede aprendia a esperar nas cozinhas do Rio
Encostado num canto da casa, pingando gota a gota, ele atravessou gerações, refrescou verões cariocas sem eletricidade e virou memória afetiva de um tempo em que a água, a casa e a vida tinham outro ritmo
Bruna Castro
O filtro de barro pode
parecer hoje um objeto modesto, esquecido nos cantos da cozinha, mas ele foi —
e em muitos lares ainda é — um dos protagonistas silenciosos da vida doméstica
carioca. Não apenas um utensílio: um relicário de memórias e um símbolo sem
querer da brasilidade cotidiana. Tenho que admitir isso embora tenha horror
aquela água fresca com sabor de barro.
O filtro de barro que a
maioria dos cariocas conhece é feito de argila vermelha moldada e cozida, com
dois compartimentos: no superior a água “larga” lentamente, gota a gota, para o
recipiente inferior, onde fica fresca e pronta para beber. Essa simplicidade é
também sua magia. A porosidade da cerâmica mantém a água tipicamente cerca de
cinco graus mais fria que a temperatura ambiente, sem precisar de energia
elétrica — um luxo silencioso em tardes de calor que marcavam as rotinas de
casa, em todos os cantos da cidade.
Essa peça aparentemente simples tem origens essencialmente brasileiras: embora técnicas de cerâmica e velas filtrantes tenham vindo de imigrantes italianos e portugueses, foi no interior de São Paulo, ainda no início do século XX, que a forma que conhecemos começou a ganhar corpo. O tradicional “filtro São João”, de barro vermelho com vela porosa, surgiu na década de 1920 e logo se espalhou pelo país, chegando às cozinhas cariocas, paulistas, mineiras e nordestinas. Mas no Rio ele se tornou antológico, muito antes dessa onda de comprar água mineral, que hoje virou uma espécie de mania.
Oskar Pietuszewski é Dragão até 2029
Extremo polaco de 17 anos soma sete golos e duas assistências em 2025/26
Oskar Pietuszewski é o segundo reforço de inverno do FC Porto. O extremo polaco de 17 anos rubricou um contrato válido por três temporadas, até 5 de janeiro de 2029, com uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros. O novo número 77 junta-se aos compatriotas Jan Bednarek e Jakub Kiwior e passa a ser o mais jovem elemento do principal plantel portista.
Refugiado no Brasil, missionário venezuelano relata alívio e esperança após captura de Maduro
Na entrevista, o venezuelano Gabriel Orozco, refugiado no Brasil há 4 anos, relata como a crise impactou o cotidiano de quem viveu na Venezuela: dificuldades para manter a rotina, acesso a itens básicos e a decisão de recomeçar fora do país. Ele também fala sobre a comunidade venezuelana no exterior e as expectativas diante do novo cenário político.
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“Se você não é venezuelano, não tente nos ensinar como sentir ou celebrar. Quem não viveu a dor, que ao menos respeite o alívio.”
Regime Tweaking, Not Regime Change, Is What The US Just Achieved In Venezuela
Deus abençoe a Venezuela! 🙏🏼
Invasão da Venezuela: Trump encarna os Estados Unidos em modo normal
Zero à esquerda
Tonto, tóxico, alienado, grau zero de informação... Como havemos de classificar o serviço não-noticioso dos canais televisivos portugueses?
José Mendonça da Cruz
Um ex-ministro da economia de
Costa, pessoa aparentemente razoável e inteligente, descobre que o rapto de
Maduro foi o fim de Vestfália, agora, não aquando das invasões da
Checoslováquia e da Hungria, da Ucrânia, do Camboja pelo Vietname, da Coreia
pela China, do Afeganistão por ingleses, russos e americanos, etc. etc.
etc.
Qualquer manifestação
pró-Maduro [e/ou contra Trump], desde que
juntando cerca de 10 pessoas, câmara bem junto ao chão para evitar a
perspectiva, tem direito a horário nobre.
Comentaristas ignorantes
descobrem uma novidade, o ‘Direito Internacional’. Um canal
"informativo" tira o som ao Chefe do Estado Maior General das Forças
Armadas norte-americanas, que explica pormenorizadamente a operação em Caracas,
para pôr a falar comentadores que não a conhecem.
Outro canal impressiona-se com
o frio e desconforto da prisão em que está Maduro, e transmite o comentário de
um pobre diabo a jeito, o qual diz que a prisão é perigosa porque mistura
prisioneiros de alto risco com transgressores menores, inculcando que Maduro
estaria no que lá chamam «a população geral».
O Ribas diz mais umas
parvoíces sobre Trump.
Bernardino Soares, que via
democracia na Venezuela e a vê na Rússia e na Coreia do Norte, perora nos
telejornais.
Socialistas descobrem a
equidistância entre uma clique torcionária e aqueles que lhe puseram fim.
E em todos os jornais, a toda
a hora, a notícia («a notícia que marca o dia», no linguajar mais obtuso) não é
a notícia, é a impressão que uma colecção de diletantes tem sobre a notícia. E
chamam a isto «informação».
E preocupam-se, justamente,
com aquilo a que chamam «as redes sociais».
Título e Texto: José
Mendonça da Cruz, Corta-fitas,
6-1-2026
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[Aparecido rasga o verbo] Os papagaios também vestem Prada
Wikipedia: Todos podem ser orgulhosos do tom da sua pele. Menos os brancos
Após mais de dois dias de apagão, luz começa a voltar em Copacabana
“Se você não é venezuelano, não tente nos ensinar como sentir ou celebrar. Quem não viveu a dor, que ao menos respeite o alívio.”
[Língua Portuguesa] Morte da bezerra: o que significa e qual é a origem da expressão?
Flávia Neves
As expressões "morte da
bezerra", "pensando na morte da bezerra" ou "pensar na
morte da bezerra" são usadas para indicar que alguém está pensativo e
distraído, alheado à realidade envolvente. Indica que alguém está sem reação,
pensando no nada.
·
Ele fica pensando na morte da bezerra e não
faz mais nada.
·
Acorda, menino! Pare de pensar na morte da
bezerra.
·
Então? Está pensando na morte da bezerra?
Origem da expressão "morte da
bezerra"
A expressão "morte da
bezerra" tem origem nas tradições hebraicas. Naquele tempo, os bezerros
serviam de sacrifício a Deus, como forma de agradecimento e redenção dos
pecados dos homens.
Segundo a lenda, o rei sacrificou uma bezerra da qual o seu filho gostava muito, estando muito apegado a ela. Após assistir ao acontecimento, o filho do rei não conseguiu superar o sacrifício da bezerra e viveu o resto dos seus dias pensando na morte da bezerra, alheio ao que acontecia à sua volta. Algumas histórias afirmam ainda que o menino rapidamente morreu de tristeza.
Título, Imagem e Texto: Flávia Neves, Dicionário Online de PortuguêsColunas anteriores:
O que significa “Viajar na Maionese” e de onde vem essa expressão
[Quadro da Quarta] Partida das três caravelas de Cristóvão Colombo
Partida de Santa Maria, Pinta e Nina de Palos em 1492 - Partida das três caravelas de Cristóvão Colombo (1451-1506) de Palos em 3-8-1492. Pintura de Antonio Cabral y Bejarano (1798-1861). Palos de la Frontera. Rabida.
Anteriores:O sono de São Pedro
Pierre Sarvognan de Brazza
Elegía
A conquista de Rodes
“A manhã da execução dos Streltsi”, de Vassíli Surikov
Les Sabines
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
Quando o rádio ficava ligado o dia inteiro nas casas do Rio
Haroldo de Andrade, Sentinelas da Tupi, Apolinho e outras vozes que acompanharam o cotidiano doméstico, marcaram gerações e transformaram o rádio em presença constante nas casas cariocas
Bruna Castro
Muito antes de playlists, podcasts ou notificações no celular, havia um som constante que preenchia as casas do Rio de Janeiro. Um som que não exigia atenção total, mas que nunca desaparecia. Desde cedo, alguém girava o botão do rádio — e ele ficava ligado o dia inteiro. Na casa da avó, da tia, da vizinha. O rádio acompanhava a vida sem pedir licença, marcando o tempo da casa e, ao mesmo tempo, o ritmo da cidade.
Ele começava cedo, quase
sempre antes do café. A cozinha ainda acordando, a chaleira no fogo, o cheiro
de pão amanhecido — e a voz firme de Haroldo de Andrade ajudando
a organizar o mundo logo pela manhã. Aqueles debates discutiam absolutamente
tudo que se passava na cidade e no mundo. O rádio ficava em cima da geladeira,
no parapeito da janela ou num cantinho da área de serviço, ligado numa AM que
raramente mudava. Não era preciso escolher o programa certo: a casa
simplesmente vivia ao redor daquele som contínuo.
Ao longo do dia, o rádio atravessava tarefas domésticas quase invisíveis. Acompanhava o tanque de lavar roupa, o pano no chão, a panela no fogão. Havia um momento, porém, que todo mundo reconhecia. Quando começava o Sentinelas da Tupi, o rádio deixava de ser apenas companhia e passava a exigir silêncio. A conversa diminuía. A avó pedia para baixar a voz. A cidade entrava pela casa em forma de notícia, alerta, comentário. Era o Rio acontecendo em tempo real, ouvido da cozinha, da área, da sala com móveis escuros.
FC Porto vai estagiar em Almancil até sexta-feira
São 31 os atletas que fazem parte da comitiva do FC Porto que, esta terça-feira, partiu rumo ao Algarve, onde os Dragões vão realizar um estágio de preparação para a segunda metade da temporada na Quinta do Lago, em Almancil.
O plano de trabalhos inclui um
jogo de caráter particular diante do SC Farense, à porta fechada, na
sexta-feira à tarde. De seguida, o grupo às ordens de Francesco Farioli fará a
viagem de regresso à cidade Invicta.
Lista de jogadores que viajaram
para Faro: Cláudio Ramos, João Costa, Diogo Fernandes e Diogo Costa; Thiago
Silva, Jakub Kiwior, Jan Bednarek, Nehuén Pérez, Alberto Costa, Dominik Prpić,
Martim Fernandes, Francisco Moura, Martim Chelmik, Eustáquio, Victor Froholdt,
Gabri Veiga, Pablo Rosario, Alan Varela, Tomás Pérez, Bernardo Lima, Rodrigo
Mora, William Gomes, Samu, Pepê, Borja Sainz, Luuk de Jong, Deniz Gül, Ángel
Alarcón, Yann Karamoh, Duarte Cunha e Mateus Mide.
FC Porto parte para estágio no Algarve com quatro campeões mundiais sub-17
Wagner Moura mente. E mente muito
Eu afirmo categoricamente que o filme dele JAMAIS foi alvo de censura
Mário Frias
Mas preciso dizer algo com clareza: o ator que fala neste vídeo é o mesmo que, há décadas, apoia as atrocidades de regimes socialistas na América Latina — regimes que atuam de forma muito semelhante ao da Venezuela. O mesmo ator que hoje discursa sobre censura é aquele que fez campanha política para Lula, um líder que apoia Nicolás Maduro, ícone da censura na América Latina.
Lula, por sua vez, mantém alinhamento com ditaduras como a venezuelana e a cubana. A contradição é evidente. Acredito que os outros atores sentados à mesa desconhecem a verdadeira face desses regimes latino-americanos. Se soubessem, estariam envergonhados de dividir espaço com alguém que se diz defensor da liberdade, critica a censura, mas apoia Chávez, Maduro e Lula.
Trata-se de um ator sustentado pelo mesmo Estado que oprime, prende ilegalmente e mata o próprio povo. Alguém que afirma representar o povo, mas é financiado tanto por esse Estado quanto por elites financeiras que sustentam um regime covarde, autoritário e violento que há décadas assola a América Latina.
É vergonhoso vê-los sentados à mesa, protegidos por milhões de dólares, discutindo um tema que claramente não conhecem, entre risadas cínicas que zombam do sofrimento real do meu povo. Se têm coragem, peçam à “estrela brasileira” ao seu lado que se posicione abertamente. Perguntem o que ele pensa sobre o regime cubano, o regime venezuelano e o regime brasileiro. Perguntem o que ele acha das prisões ilegais no Brasil. Perguntem o que ele pensa sobre Lula.
Não existe gente mais desonesta e cínica do que os militantes de redação, Globo à frente
Repare que, na maior cara de pau, @miriamleitao tem a pachorra de afirmar que “o chavismo realizou o que o bolsonarismo gostaria de ter feito”.
Leandro Ruschel
Isso é exatamente o inverso da realidade.
Quem ajudou Chávez a chegar ao poder e a se manter nele — assim como Maduro depois — foi Lula e o PT, por meio do Foro de São Paulo, organização de extrema esquerda cujo objetivo sempre foi a expansão de regimes totalitários na América Latina.
Miriam Leitão, que atendia pelo nome de guerra “Amélia” no PCdoB, quando militava pelo mesmo projeto totalitário na década de 70, foi apenas mais uma entre tantas militantes de redação que esconderam do público a atuação da esquerda em defesa das ditaduras cubana e, mais tarde, venezuelana.














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