sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Torcida do Vasco perde a paciência e elege culpado por derrota para o Mirassol. (Enquanto Pedrinho presidir o Vasco, vai continuar)

Vasco da Gama estreou no Campeonato Brasileiro 2026 com uma derrota de virada para a equipe do Mirassol fora de casa

Altair Alves

O Vasco perdeu de virada para o Mirassol, na noite desta quinta-feira (29), em jogo válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Depois do duelo, muitos torcedores do Cruzmaltino apontaram um culpado pela derrota. 

No primeiro tempo, Coutinho abriu o placar no duelo entre Vasco x Mirassol, mas viu Renato Marques empatar por 1 a 1. Eduardo, ex-Botafogo e Cruzeiro, virou a partida para os donos da casa e deus números finais ao confronto.

Nas redes sociais, muitos jogadores foram criticados pela torcida do Vasco depois da derrota na abertura do Brasileirão. Apesar disso, o principal alvo dos vascaínos foi o técnico Fernando Diniz. 

Veja os comentários abaixo:

[Aparecido rasga o verbo] Nem o nosso ouro reluz como em tempos passados

Aparecido Raimundo de Souza 

NA VITRINE gigantesca da loja, o relógio dourado que marca indefinidamente as horas, parece prometer status, elegância e até uma vida mais organizada. Por conta, brilha sob a luz artificial, como se tivesse o dom de iluminar o futuro de quem passar ali e comprar um igual.

Mas basta virar a esquina para ver o mesmo modelo em promoção, pendurado numa banca improvisada, ao lado de um amontoado de óculos escuros que juram ser “originais”. Nem tudo o que reluz é ouro. Às vezes esse ouro é apenas um latão polido com a fria cara de um marketing construído a poder de falcatruas as mais cabeludas.

Na pracinha da matriz em frente à paróquia de São Cabuloso, os doze bancos de madeira brilham como se fossem convites ao descanso. O sol bate forte, refletindo nas superfícies envernizadas, e os moradores se aproximam curiosos e admirando para conferirem o “novo cartão-postal da cidade”.

As crianças correm e pulam, os idosos comentam sem dar muito crédito e até os pombos parecem mais animados com o cenário reluzente. Porém, sempre há um porém. Basta sentar a bunda para perceber que o verniz esconde farpas mal lixadas, estilhas que se infiltraram discretamente nas roupas e na pele.

O brilho, na verdade, é só fachada: por baixo, a madeira se faz áspera, desconfortável, quase hostil. O que parece aconchego, na verdade, não vai além de uma armadilha para ingleses verem ou manés desconectados da realidade quem se deixa seduzir pela falsa aparência. E não acontece assim só na praça.

Fora dela também.  A coisa fluí de modo mais chamativo.  Não precisa se sentar para perceber a farsa. É só direcionar o olhar para o carro importado que desliza pela avenida que esconde dívidas sufocantes. O sorriso impecável da moça na porta da ótica, talvez não seja só a maquiagem para uma rotina escondendo o seu rosto cansado.

Triplo salto para os oitavos

FC Porto venceu o Rangers FC (3-1) e terminou a fase da Liga Europa na quinta posição

O FC Porto venceu o Rangers FC (3-1), concluiu a fase de liga no quinto posto e qualificou-se diretamente para os oitavos de final da Liga Europa. Com a segunda vitória caseira da semana, construída graças aos golos de Rodrigo Mora e Francisco Moura e a um autogolo de Emmanuel Fernandez ainda na primeira parte, os Dragões garantiram o estatuto de cabeças de série e vão jogar a segunda mão na Invicta.


Francesco Farioli promoveu cinco alterações face ao onze que tinha alinhado frente ao Gil Vicente (3-0), colocou Alberto Costa, Francisco Moura, Alan Varela, Rodrigo Mora e William Gomes em campo e viu duas das novidades serem os principais protagonistas da primeira parte.

Antes disso, aos seis minutos, os escoceses até se adiantaram por Djeidi Gassama, mas os azuis e brancos tomaram as rédeas de imediato e, aos 27, depois de tirar o adversário direto do caminho com uma recepção primorosa, Rodrigo Mora aproveitou um corte defeituoso para dominar dentro da área e encostar para o empate (1-1).

A armadilha da unificação precoce e o erro estratégico da direita

Eduardo Brandão

A leitura de que a direita precisa se unificar desde já em torno de um único nome para enfrentar Lula ignora um dado central da política eleitoral brasileira: eleições presidenciais não se vencem por engenharia partidária, mas por mobilização social, narrativa consistente e desgaste progressivo do adversário. Nesse ponto, a tese de unificação precoce pode ser menos uma virtude e mais uma armadilha, especialmente conveniente à esquerda.

A polarização imediata com um candidato associado ao clã Bolsonaro interessa diretamente ao lulismo. Ela reduz o debate, limita o campo de ataque e reativa o discurso emocional que Lula domina como poucos: “nós contra eles”. Um primeiro turno com candidato único da direita tende a cristalizar rejeições antes mesmo que o eleitor médio seja convencido da necessidade de alternância de poder.

Ao contrário, a multiplicidade de candidaturas no primeiro turno (com nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Ratinho Junior) amplia o espectro de críticas, oxigena o debate e força Lula a se defender em várias frentes. Cada candidatura representa um vetor distinto de ataque: gestão, segurança pública, fiscalismo, eficiência administrativa e pragmatismo econômico. Isso não fragmenta a direita; fortalece o campo oposicionista.

29-1-2026: Oeste sem filtro – Tarcísio visita Bolsonaro e promete apoio a Flávio + CPMI do INSS convoca Vorcaro + Diretor de Instituto de Pesquisas fala sobre o quadro eleitoral do Brasil

[Foco no fosso] Cobras (e lagartos) em cobrar

Haroldo Barboza

O departamento mais eficaz dos órgãos públicos (todas as esferas), certamente é o setor de cobrança. Tanto das guias com “descontos” como das multas por atraso ou irregularidades não exibidas preventivamente com clareza ao público pagante.

Em 2º lugar, vem o setor de contratos de obras “licitadas”. Incluem adendos montados por “juristas” (aqueles que juram usar a Justiça a favor dos oprimidos) para camuflar empresas “fantasmas” ou de parentes de algum figurão amigo de “impoluto” membro (que leva seu quinhão) do alto escalão da governança da vez.

O 3º, é o setor de contabilidade, que gera exuberantes balancetes anuais cheios de nomenclaturas pomposas para camuflar os desvios de montantes que foram “adendados” ao contrato inicial, bem como “doações” a ONGs do tipo “salvando indígenas perdidos na floresta”!

Perdidos ONDE?

A eficácia vai descendo e depois de longa jornada, chegamos ao penúltimo colocado:

o setor de fiscalização, que está sempre atento para aplicar multas a comerciantes pequenos e médios que, para evitar acidentes em frente à loja, amarram um barbante num galho da árvore secular, cheia de cupim, pronta para desabar sobre algum passante inocente.

Quanto aos grandes empresários (parceiros que patrocinam as campanhas eleitorais dos probos elementos hábeis com as canetas) que sonegam enormes valores, “misteriosamente” as lavraturas das multas somem ou são montadas para serem pagas em centenas de prestações; podendo obter “perdão” caso 25% da dívida seja quitada de uma só vez!

Disparado em último lugar, temos o SAC - Setor de Atendimento ao Cliente (o trouxa que paga as mordomias). Repleto de “auxílios” ao desesperado que liga para resolver uma emergência. A via crucis começa com ter de ouvir N opções para teclar. Quando dá sorte de identificar o rótulo que engloba SEU problema, recebe da IA, um menu de “soluções” (a maioria manda o cliente fazer algo que ele não tem prática talvez pela idade avançada) que não resolvem a dúvida inicial.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

[Viagens & Destinos] Algumas ruas do Grajaú

Neste vídeo, faço um passeio por algumas ruas do Grajaú, um bairro essencialmente residencial da Zona Norte do Rio de Janeiro, conhecido por suas ruas arborizadas, belíssimas casas e clima tranquilo. 

O percurso passa pelas seguintes vias e pontos do bairro:

📍 Rua Itabaína

📍 Rua Canavieiras

📍 Rua Borda do Mato

📍 Avenida Júlio Furtado

📍 Praça Edmundo Rego

📍 Rua Engenheiro Ricardo 

Ao longo do trajeto, a ideia é simplesmente observar o cotidiano, a arquitetura e o ritmo dessas ruas, sem pressa e sem roteiro turístico — apenas registrando o bairro como ele é. 

Ao final do vídeo, apresento um mapa em 3D criado pelo aplicativo Relive, mostrando de forma rápida e visual o percurso Grajaú × Copacabana. 

Em poucos segundos, o mapa ajuda a entender melhor a localização do Grajaú dentro da cidade do Rio de Janeiro e a proximidade entre bairros com características tão diferentes. 

🎥 Canal: Ruas e Lugares

📍 Rio de Janeiro — RJ


Anteriores: 
Feira da Glória – A maior feira livre do Rio de Janeiro 
Um bairro tranquilo no subúrbio carioca: Vila da Penha 
Copacabana: Réveillon e depois 

A velha imprensa que pariu Moraes e Toffoli


André Marsiglia

O Supremo Tribunal Federal deixou de ser um poder constitucional quando parte dos ministros passou a usar o cargo para fazer política, da pior espécie, tornando a Corte um trampolim para projetos pessoais, empresariais e, em alguns casos, até mesmo ilegais.

A velha mídia, se não pariu os abusos dos ministros, os adotou de bom grado, legitimando todo o processo de corrosão que passou a existir a partir de 2019, com a instauração do inquérito 4781, ou “das fake news”.

Uma imensa parte da imprensa tradicional enxergou ali uma conveniência. Sob a narrativa de que as redes sociais seriam “tóxicas” e ameaçariam a democracia, construiu-se um discurso moralizante que escondia um interesse mais prosaico: a concorrência.

As redes passaram a disputar audiência, influência e protagonismo com a imprensa. Permitiram o surgimento de um jornalismo independente, amador até mesmo. Reduziram o poder dos grandes veículos. Era natural, portanto, que a mídia tradicional visse com simpatia qualquer poder estatal capaz de enfraquecer essa novidade.

Sob o pretexto de combater “desinformação”, passou-se a censurar comunicadores, influenciadores e veículos alternativos. Do ponto de vista político, também era conveniente, pois os alvos do inquérito eram evidentes: a direita e o bolsonarismo. Não é segredo que parcela relevante do jornalismo brasileiro é ideologicamente alinhada à esquerda. Mesmo os donos dos veículos tradicionais, que muitas vezes rejeitam a esquerda, rejeitam igualmente a direita e se dizem neutros, tendendo a enxergar o bolsonarismo como uma ameaça às suas pretensões.

É a união nacional pelo Seguro, atrasado mental!


Tiago Dores

Ainda bem que ontem fiquei à espera do fim do debate entre António José Seguro e André Ventura para terminar a minha crónica: as sonecas que fui tirando durante as intervenções de Seguro deixaram-me muito mais fresco para concluir a labuta.

De qualquer forma, não vi respondida a minha questão fundamental: nesta segunda volta das presidenciais ainda haverá cabines de voto? Ou já se votará de braço no ar no polidesportivo da junta, para identificar, claramente, os impuros que não votam Seguro? É só para saber se deixo de parte, para vestir dia 8, uma roupa velha que possa ficar encardida com molho de tomate podre e marcas de sapatos nas nalgas.

Quem me manda não me ter juntado ao rebanh… ao grupo!, ao grupo de 250 figuras da área “não-socialista” que declarou o seu amor incondicional — ou o seu apoio, vá — a António José Seguro. Da área “não-socialista”, ou para ser mais preciso, da área “não! socialista!”, mesmo como quem diz “mas quê, pensavam que tínhamos seguido aquela ideia do Soares de meter o socialismo na gaveta?! Ah, ah, ah!”

Bom, para não estar a apresentar estas figuras da área “não! socialista!” uma a uma e terem uma ideia do tipo de malta de que estamos a falar, ponhamos as coisas desta forma: estes 250 são uma espécie daqueles 300 do filme com o mesmo nome, mas enquanto no filme os 300 espartanos estavam prontos para a Batalha das Termópilas, estes 250 espertalhões estão prontos para manter a tralha socialista. Eh pá, até levo a mal estarem à espera de um trocadilho com o nome da localidade que batizou este confronto histórico…

Do que não há dúvida é que esta agremiação “não! socialista!” tem inegável talento. Gostemos ou não, é de grande habilidade conseguir criar o grupo de “não-socialistas” por Seguro. É ainda mais impressionante do que, digamos, organizar o grupo de jovens bloquistas pelo duche; ou o grupo de vegetarianos pelo bife Wellington; ou, melhor ainda, o grupo de ativistas LGBTQIA+ pela circunspecção.

O Braziu de Lula

Marco Angeli

Muita gente se surpreende com o estado deplorável em que está o Brasil.

Mas observem: o topo da pirâmide de poder na terra do pau brasil é ocupado por psicopatas, ladrões comuns e incomuns, batedores de carteira, assaltantes de velhinhos, mentirosos contumazes, antissemitas, escroques, incapazes, incompetentes, estelionatários, covardes em geral, oportunistas de plantão, traidores da pátria, traidores comuns, pedófilos, indivíduos enrustidos de sexualidade duvidosa, imbecis com QI de ameba, apostadores de bets, favelados milionários, exército que pinta meio fio,  condenados por corrupção e outros bichos, traficantes, banqueiros assaltantes, pastores picaretas, membros do crime organizado, analfabetos, jornalistas vendidos, influencers comprados, criminosos em saidinha eterna e filhos da puta em geral.

O que me surpreende é o Brasil ainda ser chamado de país.

Temos sorte, muita sorte.

Com essa fauna, deveria estar pior.

Muito pior.

Somos um exemplo de sobrevivência.

Mas relaxem, o carnaval vem aí, e é aqui.

Título, Imagem e Texto: Marco Angeli, X, 29-1-2026, 2h29

28-1-2026: Oeste sem filtro – M nega reunião com Vorcaro + STF se recusa a informar como Toffoli se tornou relator do caso Master + Senador diz que atuação do banco é típica de crime organizado


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Espanha: Regime Sánchez prepara-se para anistiar e regularizar meio milhão de imigrantes ilegais

Paulo Hasse Paixão

O Governo de extrema-esquerda de Espanha prepara-se para aprovar um decreto que concede amnistia a cerca de 500 mil imigrantes ilegais, segundo a ministra da Migração, Elma Saiz. Em entrevista à estação pública RTVE, Saiz afirmou que os abrangidos pela medida poderiam trabalhar “em qualquer sector, em qualquer parte do país” e destacou o que chamou de “impacto positivo” da imigração.

A ministra acrescentou que a política visa “reconhecer e dignificar” as pessoas que já vivem em Espanha. A regularização aplicar-se-á aos imigrantes que residem no país há pelo menos cinco meses e que tenham solicitado proteção internacional antes de 31 de dezembro de 2025, bem como aos seus filhos que já se encontrem em Espanha. A previsão é que as inscrições sejam abertas em abril e se estendam até ao final de junho.

O líder do partido populista espanhol VOX, Santiago Abascal, conhecido pelo seu ideário de oposição à imigração em massa, reagiu à amnistia concedida no X, afirmando:

“500 mil ilegais! O tirano Sánchez odeia o povo espanhol. Quer substituí-lo. Por isso, pretende promover o efeito de atracção por decreto, para acelerar a invasão. Precisamos de o deter. Repatriamentos, deportações e remigração.”

Nawrocki Strongly Alluded To The Significant Non-Military Threat That Germany Poses To Poland

Andrew Korybko 

Instead of another invasion, the current German threat to Poland is the hybrid warfare that’s actively waged against it through the German-led EU, the goal of which is to deracinate Poles and erode their country’s sovereignty in order to facilitate their subordination as post-modern German vassals

Polish Prime Minister Donald Tusk wrote that “President Nawrocki has once again pointed to the West as the main threat to Poland. This is the essence of the dispute between the anti-European bloc (Nawrocki, Braun, Mentzen, PiS) and our Coalition. A deadly serious dispute, a dispute over our values, security, sovereignty. East or West.” This was in response to President Karol Nawrocki’s speech in Poznan in late December commemorating the Greater Poland Uprising that secured Poland’s interwar western borders.

Notes From Poland drew attention to how Nawrocki declared that “Poland is a ‘national community open to the west, but also a national community ready to defend the western border of the republic, as the Greater Poland insurgents knew.’…He also recalled how ‘aggressive’ efforts were made to ‘take away our culture and national heritage’. Just as Poles back then took action to defend their national identity, so today ‘we must do everything we can to ensure that Poland remains Poland.’”

De passo em passo, e com mãos limpas

Rafael Nogueira

Paralelos históricos são perigosos quando servem a tiranias, ideologias e idolatrias, mas são inestimavelmente úteis quando servem de parâmetro. É com essa prudência que proponho comparar a recente caminhada de Nikolas Ferreira com três marchas que moldaram a história política do século XX: a Coluna Miguel Costa-Prestes, a Marcha do Sal de Gandhi e a jornada de Selma a Montgomery, liderada por Martin Luther King Jr. 

Comecemos pelo que a névoa romântica brasileira insiste em esconder. A Coluna Prestes, que cruzou o interior do país entre 1925 e 1927, foi uma marcha armada que, conduzida por jovens oficiais e tenentistas rebeldes contra a República oligárquica, atravessou cerca de 25 mil quilômetros pelo Brasil profundo — um feito que inspira respeito, mas que hoje seria desnecessário, quando não precisamos de presencialidade para furar a maior parte dos bloqueios de comunicação.

Uma marcha armada não se sustenta por dois anos e meio como quem faz turismo. Ela vive de requisições forçadas, de “contribuições” que o camponês, o pequeno comerciante, o sujeito isolado no mato aprendeu a chamar pelo nome correto: extorsão sob medo. A memória popular do interior brasileiro registra a aproximação de tropas como a chegada de uma tempestade. Há relatos de gado escondido, de mulheres afastadas, de promessas feitas e desfeitas. O fuzil, quando não serve à defesa, mesmo a serviço de uma causa que se diz justa, costuma ser isca para o pior do homem.

INSS passará a exigir novo RG de aposentados e pensionistas a partir de 2028

Arte: Kiko

Uma mudança silenciosa, mas de grande impacto, começa a redesenhar a relação dos aposentados e pensionistas com o Instituto Nacional do Seguro Social. O INSS confirmou que, a partir de 2028, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) será o documento exigido para identificação dos beneficiários em processos de concessão, manutenção e atualização de benefícios. A medida faz parte de um plano de modernização dos cadastros e de reforço no combate a fraudes, utilizando identificação biométrica integrada em bases nacionais.

A transição será gradual. Desde o fim de 2025, novos pedidos de benefícios já passaram a exigir biometria cadastrada, aceita por meio da CIN, da Carteira Nacional de Habilitação ou do título de eleitor. A partir de maio de 2026, quem solicitar um benefício e não tiver biometria registrada em nenhum desses documentos deverá emitir a nova identidade para dar andamento ao pedido.

Em 2027, a exigência de biometria será ampliada também para atualizações cadastrais e revisões de benefícios. Nessa etapa, o INSS deverá comunicar os segurados que ainda não possuem registro biométrico, garantindo prazo para regularização sem suspensão imediata dos pagamentos.

Watch the clip

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Campanha eleitoral não é guerra civil

[Língua Portuguesa] “Cada macaco no seu galho”


É uma expressão popular que significa que cada pessoa deve preocupar-se com o que lhe diz respeito, não interferindo com os assuntos (ou na vida) das outras pessoas.

Em contextos profissionais ou hierárquicos, o provérbio é utilizado para colocar alguém no seu lugar, para que não se intrometa em assuntos que não são da sua alçada ou sobre os quais não tem competências. 

Colunas anteriores:
O que significa “Montra em execução”? 
“Amigo da onça”: origem e significado da expressão 
Morte da bezerra: o que significa e qual é a origem da expressão? 
O que significa “Viajar na Maionese” e de onde vem essa expressão 

[Quadro da Quarta] O menestrel no seu jumento


Henry Matthew Brock

Anteriores: 
Henri de La Rochejaquelein combatendo em Cholet, 17 de outubro de 1793 
Somnambulant 
Partida das três caravelas de Cristóvão Colombo 
O sono de São Pedro 
Pierre Sarvognan de Brazza 
Elegía 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

[Livros & Leituras] Sorte de Mulher

Carmen Rico-Godoy, Edições Temas da Atualidade, Lisboa, 160 páginas.

Divertido até à página 90… 

... creio que seja inútil para mulheres tranquilas… 🤔

Anteriores:

Uma outra voz 
Revistas francesas 
Comédias da vida na privada 
As atribulações de um chinês na China 

The Minneapolis Insurgency Poses A Very Serious Challenge For The Federal Government

Andrew Korybko

Folks can acknowledge that this is indeed an insurgency regardless of their opinion about it

Elon Musk shared a post by Eric Schwalm, a retired Green Beret, who argued that the unrest in Minneapolis should be considered an insurgency. For background, Immigration & Customs Enforcement (ICE) and the Border Patrol (BP) have been tasked by Trump 2.0 with enforcing associated laws, during which time two US citizens were killed thus far in separate incidents while physically obstructing their work. The last point leads to the insurgency dimension of this unrest as explained in Schwalm’s post.

Citizen journalist Cam Higby infiltrated the Signal chats used by opponents of ICE and BP to coordinate city-wide obstruction of their activities in a scandal that he calls Signal Gate. ZeroHedge published a detailed review of Signal Gate here, which also links to posts by other citizen journalists such as “0HOUR1” and “DataRepublican (small r)” investigating these chats’ members (reportedly including local and state officials) and their donors. Their work confirms this campaign’s high degree of coordination.

From rapidly shared detailed reports about their ICE’s and BP’s law enforcement activities to license plate readings, medical aid, and charitable support for some of the participants, there’s no doubt that this campaign is professionally coordinated at a level far beyond anything hitherto seen in the US. Summer 2020’s nationwide unrest, which can be described a “Hybrid War of Terror on America” brought about through various forces’ “Syncretism of Economic Leftism & Social Fascism”, pales in comparison.

Dúvidas e ironias em tempo de interlúdio eleitoral

Francisco Henriques da Silva


Pergunto-me, com alguma ironia e nenhuma ingenuidade: onde está, afinal, a famigerada “extrema-direita”? Quem a inventou, quem a define e com que autoridade moral? O que se vê não é um monstro saído dos anos 30, mas uma força que ousa defender valores patrióticos, tradicionais e identitários — precisamente aquilo que o globalismo amorfo e o relativismo militante da esquerda, do centro-esquerda e dos eternos progress-wokes não toleram porque lhes quebra o monopólio moral. 

Durante mais de meio século vivemos numa paz podre, confortável, marcada pela alternância mecânica entre PS e PSD. O resultado está à vista: não foi apenas medíocre, foi desastroso. Não nego que houve algum crescimento, todavia anémico, sobretudo nos últimos anos, mas claramente insuficiente senão, mesmo, regressivo: a estagnação, o marasmo foi sempre a nota dominante. Um país sem ambição, sem rasgo e sem futuro, sempre adiado. Em vez de mudar o sistema, limitaram-se a geri-lo — e mal. Agora que se fala em ruptura, grita-se “perigo”. 

Aqui surge a ironia maior: o povo português, tão desconfiado de aventuras, tornou-se refém do status quo. Não se mexe, não se arrisca, não se perturba. Mal por mal, que fiquem os mesmos. A aura mediocritas transformou-se em virtude cívica — e o PS, curiosamente, é o seu guardião mais zeloso. 

Entramos, assim, numa campanha previsível e suja: de um lado, o candidato virtuoso, sereno, quase seráfico, símbolo do Portugal dos Pequenitos desde Abril; do outro, o demónio absoluto, encarnação de todos os males passados e futuros. Contra Ventura não haverá debate — apenas rótulos repetidos à exaustão: fascista, extremista, xenófobo, racista, antidemocrata. O objetivo não é convencer; é exorcizar. Portugal só poderá continuar tranquilo, medíocre e moralmente confortável depois de obliterado o “mal”. 

Não tá fácil nem pro Rei: Prefeitura cobra Roberto Carlos por IPTU atrasado de imóvel no Leblon

Município move ação de execução fiscal para cobrar R$ 6 mil referentes a um flat em nome do cantor

Victor Serra

O mundo atual não anda fácil nem para o rei. O cantor Roberto Carlos está sendo cobrado pela Prefeitura do Rio por uma dívida de IPTU referente a um imóvel de sua propriedade no Leblon.

Segundo informações divulgadas pelo jornalista Ancelmo Gois, o município ingressou com uma ação de execução fiscal para cobrar o valor de R$ 6.091,80, correspondente ao imposto atrasado de um flat que está em nome do artista.

Ainda de acordo com a apuração, Roberto Carlos já foi oficialmente citado no processo e tem prazo até o próximo dia 28 de janeiro para quitar a dívida ou apresentar bens à penhora. Caso isso não ocorra, o imóvel pode ser alvo de medidas judiciais para garantir o pagamento do débito.

Título e Texto: Victor Serra, Diário do Rio, 26-1-2026